Mostrar mensagens com a etiqueta jackson martinez. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta jackson martinez. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, janeiro 23, 2014

Prémio Óscar Cardozo

Agora que o Tomané já tem mais golos do que o Markovic, vamos ver como andam os mestres dos golos nas equipas portuguesas, em todas as competições:

19 Jackson
16 Montero
11 Heldon
10 Rodrigo, Lima, Derley
9 Evandro, Luís Leal, Óscar Cardozo
7 Ramon Cardozo

domingo, novembro 24, 2013

Desligar os motores

Este continua a ser, quanto a mim, o principal problema do Porto, esta época: a incapacidade de se manter ligado a um jogo, do princípio ao fim. Se juntarmos a isto a falta de eficácia na finalização, a grande exibição de Gottardi (a última defesa, impossível, valeu 3 pontos: os 2 que o Porto perdeu e o que o Nacional ganhou) e mais uma asneira de Otamendi (que manchou uma boa exibição), a qual esteve na origem do lance do golo de Rondón, temos a fórmula para o empate final.

Eu calculo (olhando para as substituições efectuadas) que a intenção de Paulo Fonseca, depois do golo de Jackson (e de 50 minutos tranquilos para os azuis e brancos), fosse manter o Porto no ataque, à procura do golo que mataria o jogo (e a verdade é que Lucho o teve nos pés). Mas se a equipa dá provas repetidas de não ser capaz de corresponder, de forma continuada, às ideias do treinador, talvez, da próxima vez que o Porto estiver em vantagem, o melhor seja abdicar de um extremo (que no caso de Varela, regra geral, é abdicar de muito pouco) e reforçar o meio-campo. Não é a solução mais bonita, provavelmente o espectáculo durará menos tempo, mas talvez se guardem 3 pontos. E digo talvez porque o problema da equipa não se explica apenas com falta de condição física e de desenhos tácticos eficazes: ontem, com a corda na garganta, todos foram capazes de voltar a ligar os motores e encostar o Nacional às cordas. Infelizmente, era tarde.

segunda-feira, novembro 11, 2013

Play It Again, Sam # 135 - Parenthetical Girls

Hoje não me apetece falar de futebol e, por isso, não vou falar do pão que saltou dos pezinhos açucarados de Lucho para a boca de Jackson, nem de Fernando a encher o campo, com Defour ao lado, à frente e atrás, nem da bicicleta que Mangala foi buscar à garagem, nem das falhas de Otamendi, que já começam a enjoar. Talvez esteja aborrecido porque o registo de Paulo Fonseca já não é o espelho do de Vítor Pereira. Ou talvez me apeteça simplesmente música.

Música: "Sympathy for Spastics"
Álbum: "Privilege (Abridged)", 2013
Interpretação: Parenthetical Girls



domingo, outubro 06, 2013

Um Juan em Arouca, outro em Verona

Quem também está a ser guardado (para quem o quiser levar) é Iturbe. Vi-o, esta tarde, no campeonato tacticamente mais disciplinado do mundo, ser o homem do jogo (palavras do comentador), depois de marcar o seu segundo golo (só possível, segundo me contaram, em campeonatos subdesenvolvidos, como o argentino) em dois jogos como titular e de assistir Luca Toni, para o terceiro do Hellas, em Bolonha. Lembrei-me dele, nos 90 minutos em que Varela e Licá disputaram, entre os dois, o título de pior em campo, em Arouca (teve de ser Otamendi, por um acaso posicional, a fazer o que os dois extremos nunca conseguiram). Aquilo que foi acrescentado no meio, com a entrada de Herrera, foi subtraído nas alas. O resultado foi a mesma zona exibicional cinzenta onde o Porto joga, a maior parte do tempo, e que os golos de Jackson vão conseguindo disfarçar. Como Paulo Fonseca continua satisfeito com aquilo que vê, não deve haver novidades tão cedo.

sábado, setembro 28, 2013

Parabéns, Porto

Paulo Fonseca disse, no fim do jogo com o Vitória, que o Porto geriu bem a vantagem. O problema, para além do perigo que seria gerir uma vantagem mínima, é que o Porto começou a gerir a vantagem, quando ela ainda não existia... O Porto não fez uma excelente primeira parte, fez 30 minutos competentes, criando várias situações de golo, e merecia, não os 3-0 que Paulo Fonseca reclama (porque Douglas também joga), mas o golo que foi negado a Jackson pelo poste. Depois da meia hora inicial, a equipa desligou-se do jogo e, excepção feita a um lance individual de Josué, já no minuto 90, não voltou a construir uma jogada digna de registo. Esta equipa parece, aliás, gerida por um interruptor. A determinada altura, alguém desliga a equipa no interruptor (se se lembrou de a ligar) e não há mais futebol para ninguém. Foi assim nos últimos quatros jogos. Valeu à «excelente» exibição e à «boa» gestão um erro do árbitro. Os 120 anos de história do clube não mereciam uma prenda tão embaraçosa.

PS - Vejam a diferença de tratamento (Estoril x Porto em Record, A Bola; Porto x V. Guimarães em Record, A Bola). Não é só o Benfica que vende...

domingo, setembro 15, 2013

Com rotatividade

Compreendo a gestão de Paulo Fonseca. Ou, pelo menos, uma parte dela (não percebo a proscrição de Kelvin nem porque Ghilas não joga uns minutinhos, nem que seja só para dar descanso a Jackson). O treinador do Porto poupou Lucho para a Champions e, ao mesmo tempo, deu uma oportunidade merecida a Quintero. A exibição do colombiano foi o espelho do desempenho portista: momentos de grande nível (há passes de Quintero que, pela rapidez e precisão com que são executados, me fazem lembrar aquelas ultrapassagens impossíveis da F1) e momentos de quase completo apagamento e de alguma displicência que poderiam perfeitamente ter permitido que o Gil reentrasse no jogo (por mais que Luis Freitas Lobo jurasse que ele estava controlado).

segunda-feira, setembro 02, 2013

Porto complicou

Vitória sofrida, muito por culpa própria, devido ao desperdício no ataque (Jackson precisou de umas 6 tentativas para marcar) e aos erros defensivos incompreensíveis de Fucile e de Maicon (é nestas alturas - que valem campeonatos - que Helton é perdoado pelos frangos que, às vezes, nos obriga a comer). Fernando fez um jogo para esquecer (ou para se lembrar das suas confrangedoras limitações ofensivas). Licá mantém o registo: um jogo bom, um jogo banal. Lucho e Defour foram invisíveis. Alex Sandro foi demasiado visível (mas, ainda assim, dos melhores). Ricardo entrou muito bem no jogo. E depois há aquele miúdo que continua a maturar no banco, mas que quando entra faz a diferença, com uma simplicidade e uma precisão impressionantes: uma assistência para golo, que só não foi um par delas, porque Jackson se atrapalhou com a bola.

segunda-feira, agosto 26, 2013

Com tranquilidade

Licá voltou a destacar-se com mais um golo à ponta-de-lança e uma assistência para Jackson, que, mesmo sem estar no seu melhor (falta muito para fechar o mercado?), marca em todos os jogos. A tremideira defensiva em Setúbal deu lugar à tranquilidade (não me lembro de uma oportunidade de golo do Marítimo) e Josué vai afastando, por enquanto, o fantasma dos penalties falhados. Por falar em fantasmas, nota-se muito a ausência de Moutinho? E de James?

PS - Estou muito curioso para ver o que realmente vale este Sporting a todo o gás. Não me surpreenderia que vencesse (o Gil Vicente esteve a 2 minutos de o conseguir, na Luz) nem que o furor dos leões fosse já cortado pela raiz. Já não me lembrava de um derby lisboeta de verdadeira tripla.

segunda-feira, agosto 19, 2013

Quintero + 10

Se o resultado de um jogo de futebol fosse definido apenas pela entrega dos jogadores, o Vitória não teria perdido. Ramón Cardozo e Rafael Martins deram muito trabalho à meio adormecida defesa portista e a forma como a equipa da casa, mesmo em inferioridade numérica, foi à procura do empate merece destaque. Mas há mais do que entrega num jogo de futebol, como Quintero, acabado de entrar, demonstrou, com aquele remate indefensável que virou o resultado. Foi a classe do colombiano e do trio que ele formou com Josué e Jackson a fazer a diferença no Bonfim, por mais areia que José Mota nos queira atirar para os olhos (o penalty sobre Jackson é claro, a agressão de Kieszek a Josué é inequívoca e as dúvidas que existem numa eventual bola que entrou na baliza portista são as mesmas que existiram antes num golo salvo «in extremis» por Rúben Vezo.

PS - Serei só eu a achar que não faz sentido mandar regressar um jogador da Argentina, dar-lhe minutos relevantes de utilização (mais do que tiveram Licá e Ricardo, por exemplo), em todos os jogos da pré-temporada, excepto um (porque ele tinha jogado 90 minutos na véspera), aos quais ele correspondeu com algumas boas exibições, e depois não o convocar para nenhum jogo oficial?

domingo, agosto 11, 2013

Licá, uma agradável surpresa

Confesso que torci o nariz, quando vi Licá no onze inicial. A verdade é que aos 5 minutos Paulo Fonseca já tinha ganho esta aposta. O ex-estorilista fez um golo (à ponta-de-lança) e uma primeira parte de muito bom nível. Lucho e Jackson completaram o trio que fez estragos na defesa do Vitória e trouxe para o Porto a 20.ª Supertaça da sua história.

Paulo Fonseca tem, neste momento, algumas dores de cabeça. Quase todas boas, e que serão menores quando o plantel estiver fechado (Lucho/Quintero/Josué; Defour/Herrera; Licá/Kelvin/Iturbe), e uma muito má: a possibilidade de Jackson sair, admitida pelo próprio, no final do jogo. Esta deve ser a verdadeira dor de cabeça de todos os portistas.

sábado, agosto 03, 2013

Outra vez os penalties?

Pelos vistos, continuamos a não ter marcador de penalties nem substituto para o Alex Sandro. A entrada de Mangala para o lado esquerdo da defesa não só destruiu aquele flanco, em termos ofensivos, como deu (com duas faltas) as duas melhores oportunidades para marcar ao Galatasaray, uma delas convertida por quem não tem problemas na marca dos 11 metros.

terça-feira, julho 09, 2013

Deixem o Ghilas calçar as chuteiras

Ainda o argelino posava para a fotografia e já os jornais falavam da hipotética saída de Jackson. Será que ainda não é desta que vamos ter dois pontas-de-lança (daqueles que contam) no plantel?

terça-feira, junho 11, 2013

Golos como gente crescida

Prémio Mário Jardel 12/13 Jackson Martinez, logo em época de estreia, vindo das Américas, ganhou o título de melhor marcador do campeonato, depois de marcar 26 golos na Liga Portuguesa. O top 5 inclui ainda os nomes de Lima (20 golos), Cardozo (17), Wolfswinkel (14) e Meyong (13).

Jackson Martinez igualou a melhor marca dos últimos 10 anos, da autoria de Cardozo, em 2009-10, a única das seis temporadas realizadas pelo paraguaio em que não necessitou dos penalties para chegar aos 20 golos no campeonato.

Actualização: Prémio Mário Jardel. Acertaram: Riga, Insurrecto, Hugo MOCC, Ferenc Meszaros, One82, Master Kodro.

223 tomé silva, carlos
220 unas
213 insurrecto
----------------------------------------------
205 n
197 zemis
196 luciano rodrigues
195 littbarski
191 férenc meszaros, master kodro
190 juzenani
188 one82
181 pipolinus, riga
176 último
175 xanana
174 ricardo chaves, margarida martins
164 mister leiria
163 gil von doellinger
162 pipos
160 hugo frança
158 hélder brito
155 josé rialto
148 hugo mocc
147 luissm
142 falcoeiras

sábado, maio 25, 2013

James e Moutinho no Mónaco

Mais do que tentar perceber como se vai repartir o bolo dos 70 milhões, interessa-me saber como se vão colmatar estas duas baixas de peso no onze portista.

Preocupa-me mais James, por um motivo simples: o ataque é o sector mais fragilizado do plantel. Neste momento, há apenas um elemento de valor indiscutível: Jackson. Julgo que o Porto precisa de dois avançados de qualidade (isto se não vender o único que tem, claro...).

Moutinho preocupa-me menos. Primeiro, porque há no plantel uma solução imediata para o lugar: Defour. Além disso, há Carlos Eduardo e há muito que se fala em Herrera, o que, a confirmar-se, garante dois reforços promissores para o meio-campo.

segunda-feira, abril 22, 2013

MVP da Liga

Numa shortlist tem que entrar, obviamente, Jackson Martinez, por uma capacidade extraordinária de marcar golos (apesar de Vítor Pereira), garantidamente Lima, pelo infindável leque de opções que dá ao ataque do Benfica (e muito teve que lutar e provar, ao ponto de, neste fim-de-semana, deixar Cardozo, quase a sagrar-se campeão, aos murros no banco),  mas, no fim, aponto para Sálvio como o herói do ano, porque foi constante e nos momentos certos teve o golpe de asa que fez a águia voar quando esta tremeu.

domingo, abril 21, 2013

Metas volantes e prémios de montanha

Sprint do Porto, em Moreira de Cónegos, e uma vitória clara, com golos de Fernando e de Jackson - que (espero) fez as pazes com a baliza. Nesta altura do campeonato, mais do que jogar bem, importa ganhar e esperar que aconteça ao Benfica (que, pelos vistos, vai levar os leõzinhos da B à montanha) aquilo que ia acontecendo a Vítor Pereira (se é que não aconteceu)...

domingo, abril 14, 2013

Braga vence Taça da Liga

Vítor Pereira castigou Otamendi, mas manteve a aposta em Defour, que cinco dias antes se tinha revelado inconsequente. Depois, de novo a perder e em desespero de causa, voltou a lançar Atsu e Kelvin, só que desta vez o Porto jogava em inferioridade numérica e o Braga continuava vivo e a explorar o espaço que sobrava na zona defensiva adversária.

A expulsão de Abdoulaye é, de resto, a explicação fácil para mais um descalabro portista, mas a verdade é que, mesmo com onze, a equipa de Vítor Pereira nunca conseguiu vincar a sua superioridade. Teve mais posse de bola, claro, isso tem sempre. Mas como vem sendo habitual, nos últimos tempos, essa posse de bola teve poucos efeitos práticos. Ainda assim, Jackson (que há mais de um mês anda zangado com a baliza) teve nos pés a hipótese de alterar a história do jogo. Não conseguiu e a taça foi mesmo para Braga.

Um prémio merecido, diga-se, para um clube que tanto tem crescido nos últimos anos.

quarta-feira, abril 03, 2013

Três pormenores de um jogo com pouco interesse

1 - O golo de Fernando, que correu o campo de uma ponta à outra, começando, desenvolvendo e finalizando a jogada.
2 - A assistência de Castro, de calcanhar, para o golo de Defour.
3 - O penalty de James. Não sei se a momentânea lesão de Jackson caiu do céu ou se já estava planeado assim. O importante é que se ponha fim aos penalties desperdiçados.

domingo, março 31, 2013

Com um olho no vizinho

Com Moutinho, mesmo que em baixa rotação, e James mais interventivo e em subida de forma, sobe também a qualidade do futebol portista. A consequência foi uma vitória tranquila em Coimbra, mesmo sem Jackson no seu melhor e apesar de alguma negligência defensiva (desta vez, Danilo esteve bem melhor do que Alex Sandro) que insiste em repetir-se, de jogo para jogo.

Claro que logo a seguir o Benfica despachou o Rio Ave com uma facilidade que desarma qualquer esboço de recuperação. Isto de ter de andar com um olho no jogo do vizinho é uma chatice, sobretudo quando é o vizinho de cima. É o castigo de quem não sabe chegar-se à frente de outra forma que não seja dada.

domingo, março 17, 2013

Grande Salin!

Duas defesas enormes perante remates de Jackson Martinez (um de penalty) foram decisivas para o ponto ganho pelo Marítimo ao Porto.