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quarta-feira, dezembro 04, 2013

Play It Again, Sam # 136 - The Staves

Uns vão, outros voltam. Um ciclo de vida invertido.

Música: "Gone Tomorrow"
Álbum: "Dead & Born & Grown", 2012
Interpretação: The Staves



quarta-feira, outubro 23, 2013

Defour, um acto de coragem

Hoje acordei com esta: «o treinador foi corajoso porque retardou a entrada de Defour». A sério? Depois de perder em casa, com o At. Madrid, o treinador deveria ter trocado Jackson pelo belga e abdicado da vitória (e, provavelmente, antecipado a derrota), logo aos 6 minutos. É isso? E quando assistiu, ou melhor, resistiu ao crescimento do Zenit, já na segunda parte, também foi por coragem?

Paulo Fonseca não age nem reage em tempo útil. Perde-se em indecisões e, quando decide, joga quase sempre pelo seguro. Trocar Licá por Varela, Josué por Defour e meter Ghilas quando o jogo está perdido (vá lá, desta vez conseguiu colocá-lo em campo, antes do minuto 90) não é revelador de coragem. Coragem seria lançar Quintero ou Ricardo, mesmo em inferioridade numérica.

Muito me custa olhar para um onze de tantos milhões e não ver um único jogador capaz de sozinho desequilibrar uma partida. Um jogador cerebral como James ou rápido, para o contra-ataque, forte nos lances individuais, e que ontem tinha feito tanto jeito. Iturbe foi embora. Atsu foi embora. Quintero não joga. Têm deficiências defensivas, dizem. Pois, vão dizer isso a Hulk...

domingo, outubro 06, 2013

Um Juan em Arouca, outro em Verona

Quem também está a ser guardado (para quem o quiser levar) é Iturbe. Vi-o, esta tarde, no campeonato tacticamente mais disciplinado do mundo, ser o homem do jogo (palavras do comentador), depois de marcar o seu segundo golo (só possível, segundo me contaram, em campeonatos subdesenvolvidos, como o argentino) em dois jogos como titular e de assistir Luca Toni, para o terceiro do Hellas, em Bolonha. Lembrei-me dele, nos 90 minutos em que Varela e Licá disputaram, entre os dois, o título de pior em campo, em Arouca (teve de ser Otamendi, por um acaso posicional, a fazer o que os dois extremos nunca conseguiram). Aquilo que foi acrescentado no meio, com a entrada de Herrera, foi subtraído nas alas. O resultado foi a mesma zona exibicional cinzenta onde o Porto joga, a maior parte do tempo, e que os golos de Jackson vão conseguindo disfarçar. Como Paulo Fonseca continua satisfeito com aquilo que vê, não deve haver novidades tão cedo.

segunda-feira, agosto 19, 2013

Quintero + 10

Se o resultado de um jogo de futebol fosse definido apenas pela entrega dos jogadores, o Vitória não teria perdido. Ramón Cardozo e Rafael Martins deram muito trabalho à meio adormecida defesa portista e a forma como a equipa da casa, mesmo em inferioridade numérica, foi à procura do empate merece destaque. Mas há mais do que entrega num jogo de futebol, como Quintero, acabado de entrar, demonstrou, com aquele remate indefensável que virou o resultado. Foi a classe do colombiano e do trio que ele formou com Josué e Jackson a fazer a diferença no Bonfim, por mais areia que José Mota nos queira atirar para os olhos (o penalty sobre Jackson é claro, a agressão de Kieszek a Josué é inequívoca e as dúvidas que existem numa eventual bola que entrou na baliza portista são as mesmas que existiram antes num golo salvo «in extremis» por Rúben Vezo.

PS - Serei só eu a achar que não faz sentido mandar regressar um jogador da Argentina, dar-lhe minutos relevantes de utilização (mais do que tiveram Licá e Ricardo, por exemplo), em todos os jogos da pré-temporada, excepto um (porque ele tinha jogado 90 minutos na véspera), aos quais ele correspondeu com algumas boas exibições, e depois não o convocar para nenhum jogo oficial?

domingo, agosto 11, 2013

Licá, uma agradável surpresa

Confesso que torci o nariz, quando vi Licá no onze inicial. A verdade é que aos 5 minutos Paulo Fonseca já tinha ganho esta aposta. O ex-estorilista fez um golo (à ponta-de-lança) e uma primeira parte de muito bom nível. Lucho e Jackson completaram o trio que fez estragos na defesa do Vitória e trouxe para o Porto a 20.ª Supertaça da sua história.

Paulo Fonseca tem, neste momento, algumas dores de cabeça. Quase todas boas, e que serão menores quando o plantel estiver fechado (Lucho/Quintero/Josué; Defour/Herrera; Licá/Kelvin/Iturbe), e uma muito má: a possibilidade de Jackson sair, admitida pelo próprio, no final do jogo. Esta deve ser a verdadeira dor de cabeça de todos os portistas.

terça-feira, julho 30, 2013

Celta pouco amigo

Um jogo fraco contra o Celta de Vigo e já ouço gente a chorar por Vítor Pereira, o que é curioso, tendo em conta que aquilo que o Porto não fez, num jogo de preparação, não foi mais nem menos do que aquilo que não fez em dezenas de jogos oficiais, nos últimos 2 anos.

A mim as pré-temporadas já não me iludem. É a partir do dia 10 de Agosto que se começa a ver o que o novo Porto vale. E, para esse jogo, há naturalmente a dúvida de quem substitui Moutinho e James, no onze inicial. Eu apostaria em Defour e Iturbe, para começar. Depois, logo se vê como evoluem Herrera, Quintero e Josué (ou Carlos Eduardo) e se chega mais alguém para o ataque (à baliza, não é às pernas de Nolito), uma vez que Atsu não conta.

domingo, julho 14, 2013

terça-feira, junho 11, 2013

Paulo Fonseca, Vítor Pereira e Iturbe

Uma grande época na Capital do Móvel não é garantia de sucesso no Porto. Mas a história diz-nos que foram apostas deste tipo, em treinadores portugueses jovens e ambiciosos (e com pouco currículo), que levaram o Porto à excelência. Estou, portanto, moderadamente optimista. Apesar de não ter gostado muito do discurso de apresentação de Paulo Fonseca.

Não sei o que terá convencido Vítor Pereira a assinar pelo Al-Ahli. Não sei se Jeddah lhe faz lembrar Espinho, se o Mar Vermelho é uma fonte inesgotável de inspiração ou se, simplesmente, o dinheiro é igual em todo o lado. De qualquer das formas, desejo-lhe boa sorte.

A vedeta do Twitter ou o suplente do Mora, como alguns portistas carinhosamente lhe chamam, voltou a ser titular e a estar em destaque, com um golo e uma assistência. Quatro milhões de euros a render na Argentina. Um luxo.

segunda-feira, fevereiro 25, 2013

segunda-feira, outubro 22, 2012

Presente envenenado

Vários jogadores do Porto tiveram, contra o Santa Eulália, não uma oportunidade, mas um presente envenenado. Nestes jogos em que o adversário é claramente inferior, jogadores sem provas dadas, como Kelvin e Iturbe, têm pouco a ganhar e muito a perder. Isto é, se tiverem um bom desempenho, não fizeram mais do que as suas obrigações (o que só aconteceu porque do outro lado estava uma equipa extremamente fraca) e terão o prémio de jogarem uns minutinhos daqui a um mês ou a novo presente envenenado no próximo jogo da Taça, se o adversário for de um escalão inferior. Se jogarem mal, é a prova provada de que não têm valor para serem titulares.

Angry Pereira reclamou não se sabe bem de quê (se quer muito mais qualidade, que não jogue apenas com três semi-titulares), mas, na verdade, bem pode festejar (em privado, que tem mais pinta) o golinho de Danilo. Porque se a coisa tivesse corrido mal, o que não esteve assim tão longe de acontecer, não eram só os aniversariantes que iam para a fogueira.

littbarski

domingo, setembro 23, 2012

Porto 4 x 0 Beira-Mar

Sem Lucho, mas com um comandante de luxo (James marcou e deu duas vezes a marcar), o Porto venceu tranquilamente um Beira-Mar que só de bola parada conseguiu chegar com perigo à baliza de Helton. Não percebi a ausência de Otamendi (nem convocado foi). Mangala ainda é muito precipitado na forma como ataca os lances e faz faltas perfeitamente escusadas, em zonas perigosas. Varela fez aquele jogo em dez. Iturbe teve aqueles minutinhos que Vítor Pereira lhe costuma dar de cinco em cinco jogos (e que, evidentemente, não chegam para coisa nenhuma). Helton, Maicon e Jackson (que golaço!) já começaram a render, na Liga Zandiga.

littbarski

sexta-feira, setembro 07, 2012

Vitória, Sporting, Porto, Benfica

Vitória Em ano de contenção e aposta na juventude própria, saem duas lesões de vários meses para João Amorim e Dinis. Entretanto Bruno Teles também foi para a Rússia, mas por 300.000 euros, porque pelos vistos só 30% do seu passe era do Vitória. Mais dois meses de Emílio Macedo e ficávamos a dever o Afonso Henriques ao António Salvador.

Sporting Estava a testar uma tese, olhando para a equipa do Sporting na primeira jornada da época passada (uma defesa com João Pereira, Polga, Rodriguez e Evaldo), mas desviei a atenção para o ataque: o Sporting jogou com Postiga e Djaló. Foi uma pena que o Benfica não tivesse emprestado Djaló ao Nice.

Porto Com a saída de Hulk, James Rodriguez pensa que vai finalmente ser titular. Mas na cabeça de Vitor Pereira ainda há Atsu, Varela, Kelvin, um juvenil de primeiro ano, e um tratador de relva que faz maravilhas à linha... Iturbe mantém o objectivo de ser convocado uma vez por mês.

Benfica Não vejo grandes razões para tanta preocupação com a falta de médios defensivos. Qualquer jogador que esteja lá e a quem seja permitido o que deixavam fazer a Javi Garcia sem sanção é mais do que suficiente.

master kodro


sábado, julho 21, 2012

O golo de Iturbe


master kodro