Mostrar mensagens com a etiqueta taça da liga 12/13. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta taça da liga 12/13. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, abril 15, 2013

O regresso à arbitragem no 442

Nas minhas condições, obviamente, que estão sempre relacionadas com as regras e respectivas interpretações, com os ângulos completamente desfocados dos interessados que, na esmagadora maioria (sim, muito provavelmente estou a  falar de ti que estás a ler neste momento), são completamente incapazes de distinguir regras, de interpretações, de posições, de repetições ou de direitos divinos ao benefício. Nunca do ponto de vista de terem sido acções propositadas e previamente planeadas, por mais que pareça que o foram, com o intuito de prejudicar este ou aquele clube, de preferência o meu, que é o mais roubado de todo o mundo e de todos os tempos e é perseguido, desde que foi fundado, por ladrões nacionias e internacionais cuja única razão de existirem é prejudicá-lo.

O lance, entre Ba e Mossoró, é o penalty assinalado por João Capela na final da Taça da Liga, que tem merecido críticas por parte de pessoas ligadas ao Porto.

Primeiro que tudo, pouca gente se importa com o que o árbitro viu, sem repetições. E o que o árbitro viu foi simples: um defesa a não tocar na bola; um avançado em corrida e em posse; duas pernas a tocarem-se, é natural que lhe parecesse ver uma rasteira. É óbvio que marcou penalty. Foi exactamente isto que se passou? Não. Ba não rasteirou ou pontapeou Mossoró, nem o empurrou com qualquer parte do corpo. Cravou um pé no chão, colocando uma perna no caminho natural de Mossoró (em direcção à bola). Como Mossoró está a jogar futebol e não está numa corrida de 110 obstáculos, não tem nada que saltar por cima de uma perna, mesmo que esta esteja parada, porque essa não tocou na bola. Se tivesse tocado, teria ganho o direito a estar ali.

Já o segundo amarelo é indiscutível: só se pode discutir se Ba não devia ter ido para a rua directamente quando levou o amarelo. Aí, discordando do(s) amarelo(s), tenho que conceder que o árbitro manteve o critério, independentemente das cores, porque na primeira parte houve dois lances para vermelho directo de jogadores do Braga que também não o viram.

Outro assunto colateral que se pode discutir é como é que um candidato ao título joga com o vencedor do Prémio Mamadu Bobó da época passada - com 4 expulsões - a titular numa final de uma competição... Mas isso é assunto para os adeptos do Porto e o seu treinador.

domingo, abril 14, 2013

Braga vence Taça da Liga

Vítor Pereira castigou Otamendi, mas manteve a aposta em Defour, que cinco dias antes se tinha revelado inconsequente. Depois, de novo a perder e em desespero de causa, voltou a lançar Atsu e Kelvin, só que desta vez o Porto jogava em inferioridade numérica e o Braga continuava vivo e a explorar o espaço que sobrava na zona defensiva adversária.

A expulsão de Abdoulaye é, de resto, a explicação fácil para mais um descalabro portista, mas a verdade é que, mesmo com onze, a equipa de Vítor Pereira nunca conseguiu vincar a sua superioridade. Teve mais posse de bola, claro, isso tem sempre. Mas como vem sendo habitual, nos últimos tempos, essa posse de bola teve poucos efeitos práticos. Ainda assim, Jackson (que há mais de um mês anda zangado com a baliza) teve nos pés a hipótese de alterar a história do jogo. Não conseguiu e a taça foi mesmo para Braga.

Um prémio merecido, diga-se, para um clube que tanto tem crescido nos últimos anos.

quarta-feira, abril 03, 2013

Três pormenores de um jogo com pouco interesse

1 - O golo de Fernando, que correu o campo de uma ponta à outra, começando, desenvolvendo e finalizando a jogada.
2 - A assistência de Castro, de calcanhar, para o golo de Defour.
3 - O penalty de James. Não sei se a momentânea lesão de Jackson caiu do céu ou se já estava planeado assim. O importante é que se ponha fim aos penalties desperdiçados.

sábado, janeiro 26, 2013

A rábula das 72 horas

Confesso que não acho piada nenhuma a esta rábula, a que já chamam 72horasgate, da alegada utilização irregular de Fabiano, Abdoulaye e Sebá, na Taça da Liga.

Só vejo duas hipóteses para aquilo que se passou: ou ninguém da estrutura portista se lembrou do famigerado artigo 13.º do regulamento de inscrição e participação de equipas B na II Liga por clubes da I Liga, ou, pura e simplesmente, ele foi chutado para canto, a pensar no Benfica x Porto do campeonato. Por aquilo que vai saindo cá para fora, a conta-gotas, e por aquela que sempre foi a postura dos dirigentes portistas em relação a esta prova, inclino-me mais para a segunda.

Quem lê aquilo que eu escrevo neste blogue sabe qual é a postura que eu acho que o Porto deve ter em todas as competições. Porque uma coisa é definir prioridades e, consequentemente, colocar uma competição em último lugar dessa lista; outra é andar a brincar aos combóios, levando a segunda equipa para Alvalade, ou anunciar, pela voz do seu presidente, que é indiferente que o Porto ganhe ou perca.

Esta postura tem tido o retorno que merece - goleada pelo Benfica e pelo Sporting, vulgarizada por clubes de menor dimensão - e arrisca-se agora a ser enxovalhada na secretaria.

quinta-feira, janeiro 10, 2013

Importância relativa e absoluta

Depois de se saber que Miguel Lopes é sportinguista desde pequenino e que Izmailov será um tipo desprezível, se jogar de dragão ao peito e não tiver dói-dói, qualquer jogo da Taça da Liga se transforma numa insignificância. Até porque no domingo há clássico e há que poupar as pedras, as tochas e as bolas de golfe para o que verdadeiramente importa. O jogo de ontem foi, portanto, uma espécie de intervalo, um cessar-fogo em todas as direcções, excepto naquele lance duvidoso elevado ao número de vezes que se repetiu que era um lance duvidoso, para não haver dúvidas. Moutinho interrompeu as tréguas e, durante alguns minutos, temeu-se que Sebá e Kieszek levassem a coisa a sério. Felizmente, a paz regressou ao Dragão a tempo de ver a reviravolta do Real, com um hat-trick de Ronaldo, nos oitavos da Taça do Rei, isto a três dias de um jogo do campeonato. Estes espanhóis são doidos.

Dia(s) de Taças

O peso da Taça da Liga Em dia de última jornada, decisiva para a definição de todos os apurados para as meias-finais, todas as equipas fizeram poupanças, algumas bem radicais, para a próxima jornada do campeonato. Até o Paços, à beira da qualificação, em Alvalade, resolveu poupar e perder o lugar para o Rio Ave. Naturalmente, Benfica, Porto e Braga também seguem.

Swansea x Bradford? O Aston Villa ainda pode dar a volta depois da derrota por 1x3, no campo do Bradford, tal como o Chelsea pode ir bater o Swansea fora, depois da derrota caseira de hoje, por 0x2. Mas um Swansea x Bradford na final tinha a sua piada...

Juve x Lazio Depois de bater o Milan, no prolongamento, a Juventus marca encontro com a Lazio nas meias-finais de Itália, líder contra segundo da Serie A, que já batera o Catania, ontem, por 3x0, com bis de Hernanes.

Real Hat-trick de Ronaldo chega e sobra para ultrapassar o Celta.

segunda-feira, dezembro 31, 2012

Caçar com gato

A solução para uma equação que, sem Jackson (que saiu ao intervalo, depois de ter feito o 15.º golo da sua conta pessoal) e sem mais ninguém capaz de criar perigo no ataque portista, a determinada altura, pareceu impossível, veio de meia distância: Moutinho anulou os estragos causados pelo bis de Steven Vitória e salvou o Porto da posição desconfortável que seria depender de terceiros para conseguir seguir em frente, na Taça da Liga. Um golo que, haja o mínimo de interesse e competência, abre caminho para a final.

littbarski

domingo, dezembro 30, 2012

Um resultado normal

O jogo que retira ao Sporting a possibilidade de alcançar qualquer título, conforme se escreve nos jornais (mas alguém ainda pensava em títulos para este Sporting?) trouxe-nos um resultado normal: uma vitória do quinto classificado do campeonato, em casa, contra o décimo, que tem menos 6 pontos, mesmo sem contar com o seu melhor goleador, João Tomás.

Pior do que o Sporting, no panorama futebolístico nacional, só aquela gente que faz comentários na televisão e está a ver o mesmo do que nós e insiste que Dier cometeu uma brutal agressão e que a entrada de Lionn teve uma diferença fundamental relativamente à do leão. O Sporting ainda não chegou a este ponto, embora para lá caminhe a passos largos.



quinta-feira, dezembro 20, 2012

O resumo e a poupança

Um minuto e onze segundos de oportunidades de golo em que se viu apenas o último passe e o remate final, sem repetição, nem dos golos, que o futebol está caro. Foi isto o resumo que a TVI mostrou do jogo Nacional x Porto. O que até está de acordo com a importância que o Porto tem sistematicamente dado à Taça da Liga. Quem quiser ver mais que tenha juízo e guarde o dinheirinho para coisas mais importantes.

Na Choupana, caiu por terra uma das teorias da poupança que eu ouvi, depois do jogo da Taça de Portugal, em Braga: não é a pensar no jogo seguinte, mas sim no número total de jogos. Se assim fosse, uma boa parte dos jogadores que ontem foram titulares tinha ido de férias mais cedo e com menos um jogo nas pernas. Sem jogos do campeonato nem da Liga dos Campeões na agenda, dá para gerir as coisas mais facilmente, sem ter de aplicar a regra das prioridades, e tentar chegar ao terceiro jogo com o apuramento garantido. Mas mesmo que isso não aconteça, é garantido que haverá outra vez poupança máxima, a pensar Benfica x Porto do campeonato.

littbarski

Prioridades europeias

Alinhamento de reportagens de desporto na SIC Notícias:

1.º Benfica defronta Bayer Leverkusen na Liga Europa - palavras de Rui Costa
2.º Inter defronta Cluj na Liga Europa - palavras de Luís Figo
3.º Porto defronta Málaga na Liga dos Campeões - palavras de Fernando Gomes e Pinto da Costa.
4.º Benfica vence Olhanense na Taça da Liga.
5.º Porto vence Nacional na Taça da Liga.
6.º Vitória e Braga empatam na Taça da Liga.

Ultrapassando o óbvio, não foi mau.

master kodro