domingo, setembro 15, 2013

Com rotatividade

Compreendo a gestão de Paulo Fonseca. Ou, pelo menos, uma parte dela (não percebo a proscrição de Kelvin nem porque Ghilas não joga uns minutinhos, nem que seja só para dar descanso a Jackson). O treinador do Porto poupou Lucho para a Champions e, ao mesmo tempo, deu uma oportunidade merecida a Quintero. A exibição do colombiano foi o espelho do desempenho portista: momentos de grande nível (há passes de Quintero que, pela rapidez e precisão com que são executados, me fazem lembrar aquelas ultrapassagens impossíveis da F1) e momentos de quase completo apagamento e de alguma displicência que poderiam perfeitamente ter permitido que o Gil reentrasse no jogo (por mais que Luis Freitas Lobo jurasse que ele estava controlado).

1 comentário:

miguel.ca disse...

Confesso que começo a ficar relativamente desapontado com as formulas de Paulo Fonseca. Não vejo o FCPorto ao nível desejado e uma gestao demasiadamente conservadora e a teimosia de um meio campo com Fernando e Defour ao mesmo tempo perante adversários modestos começa a dar umas comichões enormes.
Parece-me que a qualquer momento podemos levar um balde de agua fria.