Sim, é verdade que o Porto fez uma boa primeira parte, comandou o jogo, Lucho marcou o golo desejado, mas todo o esforço feito (com o previsível preço, pago mais tarde), foi deitado a perder por mais uma desconcentração defensiva que Hulk não perdoou. Na segunda parte, o Zenit ligou o turbo e Paulo Fonseca ficou a ver. Já sei que uma coisa é ter Kerzhakov e Arshavin no banco, outra é ter Licá e Ghilas, à espera de um milagre, sacrificando um médio, quando os três que havia em campo já não chegavam para as encomendas. Ficaram a nu as debilidades deste Porto: não há pernas para um jogo inteiro, não há banco (a lesão de Quintero retirou-lhe o único trunfo que havia), não há estratégia. Helton adiou as contas para mais tarde, mas depender dos outros não é a mesma coisa.
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quinta-feira, novembro 07, 2013
Vontade só não chega
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quarta-feira, outubro 02, 2013
Eis o balde de água fria
Há algum tempo que os portistas contavam com um balde de água fria. O que, se calhar, não esperavam era que ele chegasse assim, de forma cínica, injusta, porque o Porto nunca foi inferior ao Atlético (e foi bastante superior, nos primeiros 30 minutos) e acabou perdendo por erros próprios, nomeadamente de Helton, que voltou a falhar na Champions, e por outros que certamente não farão manchetes em Espanha nem levarão árbitros a jantar com dirigentes na Marisqueira de Matosinhos, porque, como é sabido, sempre que o Porto é prejudicado pela arbitragem, é porque errar faz parte da condição humana. O Atlético leva 2 pontos caídos do céu e deixa-me uma convicção: este Porto pode perfeitamente ganhar em Madrid. Mas para que isso seja relevante, é preciso marcar posição contra um Zenit que precisará mais de pontuar no Dragão do que esperava, antes do jogo em casa com o Áustria Viena.
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segunda-feira, setembro 02, 2013
Porto complicou
Vitória sofrida, muito por culpa própria, devido ao desperdício no ataque (Jackson precisou de umas 6 tentativas para marcar) e aos erros defensivos incompreensíveis de Fucile e de Maicon (é nestas alturas - que valem campeonatos - que Helton é perdoado pelos frangos que, às vezes, nos obriga a comer). Fernando fez um jogo para esquecer (ou para se lembrar das suas confrangedoras limitações ofensivas). Licá mantém o registo: um jogo bom, um jogo banal. Lucho e Defour foram invisíveis. Alex Sandro foi demasiado visível (mas, ainda assim, dos melhores). Ricardo entrou muito bem no jogo. E depois há aquele miúdo que continua a maturar no banco, mas que quando entra faz a diferença, com uma simplicidade e uma precisão impressionantes: uma assistência para golo, que só não foi um par delas, porque Jackson se atrapalhou com a bola.
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domingo, maio 05, 2013
Glorioso SLB
Vou tentar não me alongar para não roubar protagonismo à festa encarnada que se avizinha, até porque rapidamente o Porto fez a sua inconsequente parte, na Madeira.
James - o pseudo-craque que há muito devia ter dado o lugar a outro - marcou o seu 12.º golo esta temporada (aos quais se juntam 12 assistências), Lucho converteu um penalty, Mangala fez um golo irregular de calcanhar e Helton por pouco não conseguiu que o Porto acabasse a época sem golos sofridos de penalty.
No final, todos ficaram contentes: o Porto continua a ser o melhor segundo, os benfiquistas lá tiveram o errozinho de arbitragem para se entreterem, enquanto o Benfica não ganha ao Estoril com um autogolo e um penalty, e os adeptos da casa acabaram a gritar pelo futuro campeão nacional - haverá maneira mais gloriosa de dizer adeus à Europa?
E agora, se me dão licença, vou ali à farmácia num instante e depois venho para casa meter gelo e suspirar por um domingo distante, do tempo das sobras dos Bauhaus e das palas no cabelo, nos olhos e nos ouvidos.
James - o pseudo-craque que há muito devia ter dado o lugar a outro - marcou o seu 12.º golo esta temporada (aos quais se juntam 12 assistências), Lucho converteu um penalty, Mangala fez um golo irregular de calcanhar e Helton por pouco não conseguiu que o Porto acabasse a época sem golos sofridos de penalty.
No final, todos ficaram contentes: o Porto continua a ser o melhor segundo, os benfiquistas lá tiveram o errozinho de arbitragem para se entreterem, enquanto o Benfica não ganha ao Estoril com um autogolo e um penalty, e os adeptos da casa acabaram a gritar pelo futuro campeão nacional - haverá maneira mais gloriosa de dizer adeus à Europa?
E agora, se me dão licença, vou ali à farmácia num instante e depois venho para casa meter gelo e suspirar por um domingo distante, do tempo das sobras dos Bauhaus e das palas no cabelo, nos olhos e nos ouvidos.
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segunda-feira, fevereiro 11, 2013
Excesso de confiança (ou falta de fiabilidade)
Há uma coisa da qual, infelizmente, o Porto de Vítor Pereira ainda não se conseguiu livrar: a tendência para falhar, quando menos se espera. De nada vale andar a triturar adversários, se a seguir não se for capaz de vencer, em casa, uma equipa que luta por não descer de divisão, com a agravante de se desperdiçar a oportunidade de ficar isolado na frente, depois do empate do Benfica na Madeira. Resumindo, a equipa ainda não é fiável (ou, pelo menos, tão fiável como se deseja).
Claro que podemos lamentar as várias oportunidades de golo falhadas, uma delas de penalty. Mas essas oportunidades surgiram, na sua maioria, de forma atabalhoada, de lances de bola parada ou de ressaltos. O golo de Jackson surgiu assim. Não houve a organização ofensiva necessária para desfazer a teia defensiva do Olhanense. Sentiu-se, pela primeira vez, desde as suas ausências, a falta de James e de Atsu, jogadores que poderiam desequilibrar nas alas e oferecer mais amplitude ao ataque portista, algo que Varela (desastrado) e Sebá não conseguiram (e muito menos Izmailov, que não é extremo). A juntar a isto houve ainda a facilidade com que a equipa de Cajuda conseguiu sair para o contra-ataque. Targino correu mais de meio campo sem oposição, antes do remate para para o golo forasteiro, e Helton compensou duas vezes o desacerto do Porto também na defesa, evitando males maiores.
Até pode ter sido só um acidente de percurso. Mas decerto que a confiança, nas hostes portistas, já não é a mesma.
Claro que podemos lamentar as várias oportunidades de golo falhadas, uma delas de penalty. Mas essas oportunidades surgiram, na sua maioria, de forma atabalhoada, de lances de bola parada ou de ressaltos. O golo de Jackson surgiu assim. Não houve a organização ofensiva necessária para desfazer a teia defensiva do Olhanense. Sentiu-se, pela primeira vez, desde as suas ausências, a falta de James e de Atsu, jogadores que poderiam desequilibrar nas alas e oferecer mais amplitude ao ataque portista, algo que Varela (desastrado) e Sebá não conseguiram (e muito menos Izmailov, que não é extremo). A juntar a isto houve ainda a facilidade com que a equipa de Cajuda conseguiu sair para o contra-ataque. Targino correu mais de meio campo sem oposição, antes do remate para para o golo forasteiro, e Helton compensou duas vezes o desacerto do Porto também na defesa, evitando males maiores.
Até pode ter sido só um acidente de percurso. Mas decerto que a confiança, nas hostes portistas, já não é a mesma.
quinta-feira, janeiro 24, 2013
3... 2... 1... Recolagem
O título Eu sei, mas andei com isto o dia todo na cabeça (e se não escrevo, continua cá, em modo replay), prevendo que o Porto ganharia em Setúbal 3-0. Como não disse a ninguém, adivinhei. Porto e Benfica recolados na luta pelo título (o de campeão, bem entendido).
Os primeiros 15 minutos Como é habitual, o Porto teve uma entrada forte no jogo, marcou, falhou o golo da tranquilidade e depois expôs-se à resposta do Vitória, que, mesmo a perder, não hesitou em lançar o contra-ataque, sempre que pôde. Só na segunda parte as coisas voltaram a estabilizar na defesa.
3 x Helton Primeiro, desviou com os olhos um remate de Paulo Tavares; depois, driblou três adversários (e imagino o número de vezes que os portistas se benzeram) para resolver uma situação de aperto; por fim - aquela que mais me interessa -, numa altura em que o Vitória se lançava para a frente na procura do empate, Helton segurou a bola, segurou, segurou (para acalmar as coisas e porque Vítor Pereira quer um jogo de posse de bola e não de transições, pensei eu, enganado, enquanto Helton continuava a segurar a bola) e chutou lá para a frente, mais precisamente para um jogador do Vitória iniciar um novo ataque. Não percebo esta aversão ao contra-ataque.
Mangala e Alex Sandro Ambos têm evoluído muito, embora o primeiro ainda tenha algumas falhas de principiante e o segundo tenha desaparecido do jogo, depois de ter avançado no terreno. Porque não tentar o mesmo com Danilo, para a próxima (com Maicon - que remédio - na direita)?
O Levezinho e o Vidoso O primeiro já chegou ao Porto, veremos em que forma e se ainda consegue resolver as sobras de Jackson. O segundo reapareceu nas palavras de Miguel Lourenço. E o que fez o Vidoso, esse craque dos tempos em que Trapattoni por cá andava? Atropelou (de forma muito duvidosa, claro) o Varela. Um regresso em grande, portanto.
Os primeiros 15 minutos Como é habitual, o Porto teve uma entrada forte no jogo, marcou, falhou o golo da tranquilidade e depois expôs-se à resposta do Vitória, que, mesmo a perder, não hesitou em lançar o contra-ataque, sempre que pôde. Só na segunda parte as coisas voltaram a estabilizar na defesa.
3 x Helton Primeiro, desviou com os olhos um remate de Paulo Tavares; depois, driblou três adversários (e imagino o número de vezes que os portistas se benzeram) para resolver uma situação de aperto; por fim - aquela que mais me interessa -, numa altura em que o Vitória se lançava para a frente na procura do empate, Helton segurou a bola, segurou, segurou (para acalmar as coisas e porque Vítor Pereira quer um jogo de posse de bola e não de transições, pensei eu, enganado, enquanto Helton continuava a segurar a bola) e chutou lá para a frente, mais precisamente para um jogador do Vitória iniciar um novo ataque. Não percebo esta aversão ao contra-ataque.
Mangala e Alex Sandro Ambos têm evoluído muito, embora o primeiro ainda tenha algumas falhas de principiante e o segundo tenha desaparecido do jogo, depois de ter avançado no terreno. Porque não tentar o mesmo com Danilo, para a próxima (com Maicon - que remédio - na direita)?
O Levezinho e o Vidoso O primeiro já chegou ao Porto, veremos em que forma e se ainda consegue resolver as sobras de Jackson. O segundo reapareceu nas palavras de Miguel Lourenço. E o que fez o Vidoso, esse craque dos tempos em que Trapattoni por cá andava? Atropelou (de forma muito duvidosa, claro) o Varela. Um regresso em grande, portanto.
quarta-feira, dezembro 05, 2012
O azar não dá trabalho nenhum
Não me chateia muito o Porto ter perdido em Paris o primeiro lugar do grupo, tendo em conta que esta época a vantagem de ser primeiro depende mais do sorteio dos oitavos do que do estatuto adquirido. O que me chateia é a aposta errada de Vítor Pereira (ou de quem decide estas coisas por ele) que resultou em dois objectivos falhados e na interrupção da consistência que eu elogiei aqui.
Claro que para isto contribuíram os azares de Danilo e de Helton. Mas, da mesma forma que a sorte se dá bem com o trabalho e a ousadia, o azar, regra geral, faz companhia à incompetência e ao medo. Chamem-lhe poupança, se preferirem. A realidade não se altera: duas derrotas em três jogos é um saldo negativo e relança as dúvidas sobre a fiabilidade do Porto de Vítor Pereira.
Só mais uma dúvida: como se explica a permanência de Varela em campo, durante 85 minutos?
littbarski
Claro que para isto contribuíram os azares de Danilo e de Helton. Mas, da mesma forma que a sorte se dá bem com o trabalho e a ousadia, o azar, regra geral, faz companhia à incompetência e ao medo. Chamem-lhe poupança, se preferirem. A realidade não se altera: duas derrotas em três jogos é um saldo negativo e relança as dúvidas sobre a fiabilidade do Porto de Vítor Pereira.
Só mais uma dúvida: como se explica a permanência de Varela em campo, durante 85 minutos?
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segunda-feira, novembro 26, 2012
A tal pontinha de sorte...
... De que se queixou a concorrência e que faltou a Otamendi, naqueles minutos iniciais em que o Porto encostou o Braga às cordas, chegou no último minuto, quando o remate de James foi desviado por Douglão e deu uma palmadinha nas costas de quem já sonhava com o Benfica isolado na frente.
Poder-se-á falar de uma certa injustiça porque, a partir dos 15 minutos, a equipa da casa equilibrou o jogo e obrigou Helton a mostrar que há vitórias que começam na baliza. Mas esta é a vantagem de ter um grande guarda-redes. E, claro, o melhor marcador da Liga, que desta forma exemplar colocou um ponto final na partida.
Sexta-feira há mais.
littbarski
Poder-se-á falar de uma certa injustiça porque, a partir dos 15 minutos, a equipa da casa equilibrou o jogo e obrigou Helton a mostrar que há vitórias que começam na baliza. Mas esta é a vantagem de ter um grande guarda-redes. E, claro, o melhor marcador da Liga, que desta forma exemplar colocou um ponto final na partida.
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segunda-feira, outubro 03, 2011
Regresso às vitórias
Com Walter no sítio certo a corresponder de cabeça a um cruzamento milimétrico de Hulk e a desbloquear um jogo até então atado pela boa organização defensiva da Académica, com James novamente em destaque, marcando um e oferecendo outro a Guarín, e com Helton a evitar que equipa de Pedro Emanuel reentrasse no jogo. Vítor Pereira ganha tempo, numa altura em que ele lhe começava a escapar das mãos.
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sábado, setembro 10, 2011
Porto 3 x 0 Vitória de Setúbal
Gostei muito da exibição de Defour. Defensivamente esteve irrepreensível, cortando vários contra-ataques da equipa forasteira. Merecia um golo, mas Diego (o melhor do Vitória) negou-lho. Um jogador a rever com atenção. Quem já não precisa de apresentações é James Rodríguez. Depois do bis ao Leiria, voltou a facturar e a afirmar-se como um dos melhores do Porto. Hulk, com duas assistências, Moutinho, marcando o golo que desbloqueou o jogo, e Helton, com duas defesas que evitaram que os sadinos complicassem a vitória portista, foram elementos igualmente em destaque. A equipa de Vítor Pereira está em crescendo, faltando-lhe apenas um maior acerto defensivo em determinados lances (como os que proporcionaram os dois golos do Leiria e que equipas como o Zenit ou o Shakhtar não desperdiçarão) e que Kléber ganhe consistência, no centro do ataque.
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quarta-feira, maio 18, 2011
Palmas para todos
Vencedores e vencidos, por uma época memorável. Palmas para o novato Villas Boas. Palmas para mais um voo de Falcao, para mais magia de Hulk, para o pé de Helton. E palmas para Mossoró, porque não foi ele que falhou naquele lance. Palmas para os heróis de Braga, providenciadas por um túnel humano de campeões nacionais, que fizeram aquilo com que ninguém sonhava. Só mesmo Domingos, talvez. Palmas para Domingos.
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sexta-feira, abril 15, 2011
Spartak 2 x 5 Porto
Ovos e tomates podres, só se for para a defesa do Spartak, que mais uma vez mostrou ser permeável. O ataque, ao contrário do que disse Karpin, fez o que pôde: marcou 2 golos e só não marcou mais porque Helton fez duas enormes defesas, uma delas quando o jogo estava 0-0. A exibição portista, apesar de algum relaxamento natural, na segunda parte, foi demolidora. Marcar 5 golos fora a uma das melhores equipas russas, conseguindo um resultado acumulado de 10-3, não estaria nas previsões de ninguém. Contra o Villarreal, as coisas serão certamente mais complicadas. Mas com jogadores desta qualidade tudo é possível. littbarski
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terça-feira, janeiro 18, 2011
Porto 3 x 1 Naval
Em apenas um minuto, o Porto resolveu as contas do jogo, frente a uma Naval bem organizada na defesa e que espreitou o contra-ataque sempre que pôde. Falcao e Hulk fizeram os golos portistas, com destaque para o primeiro do brasileiro, segundo do Porto, a concluir uma jogada rápida, com a bola trocada ao primeiro toque. Simples e bonito. A Naval acabaria por conseguir reduzir, à terceira tentativa (depois de duas excelentes defesas de Helton), após uma grande penalidade (completamente desnecessária) de Fucile sobre Gomis que o próprio converteu. Um prémio para uma equipa que preferiu procurar o tento de honra do que evitar que o resultado se avolumasse.
PS - Saviola marcou o golo da vitória do Benfica em Coimbra, desviando a bola com o braço, em posição de fora-de-jogo (um grande golo, como diria um ilustre leitor deste blogue). O destino é tão injusto. Andaram os benfiquistas a semana toda a somar as metades que beneficiaram o Porto e agora vão ter de explicar que, afinal, é para somar tudo!
littbarski
PS - Saviola marcou o golo da vitória do Benfica em Coimbra, desviando a bola com o braço, em posição de fora-de-jogo (um grande golo, como diria um ilustre leitor deste blogue). O destino é tão injusto. Andaram os benfiquistas a semana toda a somar as metades que beneficiaram o Porto e agora vão ter de explicar que, afinal, é para somar tudo!
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domingo, abril 04, 2010
Porto 4 x 1 Marítimo
Como perfeita ilustração da época dos dragões, nada melhor do que entrar em campo a perder, ainda antes dos 30 segundos de jogo, após um disparate de Fernando à frente da área, que Taka aproveitou com um excelente remate, para, pouco depois, produzir um golo fabuloso pelos pés de Falcao. O colombiano alcançou a marca "mítica" dos 20 golos na Liga, em época de estreia, e para tal teve a ajuda preciosa de Hulk (mais um golo, uma assistência e uma excelente exibição) e de Guarin (juro que nunca o tinha visto jogar como ontem). O jogo podia ter um resultado ainda mais parecido com um de hóquei em patins se o prometedor jovem Kléber tivesse um pouco mais de critério na hora do remate, mas Helton esmerou-se.
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terça-feira, abril 07, 2009
Manchester United 2 x 2 Porto
Ora aí está. Só faltava saber de que forma Bruno Alves ia ser decisivo. Agora já sei.
Grande primeira parte do Porto, público incluído (onde é que é o jogo mesmo?...), principalmente no fim da primeira parte, a puxar por Bruno Alves, que ainda me está a dever um golo.
Espero que tenhas apostado os 50 no Tevez, Ricardo... O jogo ainda não acabou mas nada apagará o que aconteceu até agora. Exibição colectiva de grande nível do Porto, com exibições magníficas de Fernando, o melhor, Helton, Cissokho e Rodriguez.
E pumba. O Porto empata. Mariano... Muito bom, muito bom.
master kodro
Grande primeira parte do Porto, público incluído (onde é que é o jogo mesmo?...), principalmente no fim da primeira parte, a puxar por Bruno Alves, que ainda me está a dever um golo.
Espero que tenhas apostado os 50 no Tevez, Ricardo... O jogo ainda não acabou mas nada apagará o que aconteceu até agora. Exibição colectiva de grande nível do Porto, com exibições magníficas de Fernando, o melhor, Helton, Cissokho e Rodriguez.
E pumba. O Porto empata. Mariano... Muito bom, muito bom.
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