Dois flashes de perfeição Abertura espantosa de Malonga com o esquerdo; incursão à linha de Maazou; cruzamento para Plange meter o segundo. Abdoulaye Ba acaricia a bola para a desviar do guarda-redes e inaugurar o marcador.
Flashes menos perfeitos Malonga a falhar "penalty lançado" 5 metros por cima da baliza; Maazou, com o guarda-redes batido e para trás a acertar no defesa que estava na linha; pontapé de bicicleta de Plange para a linha lateral, junto ao meio-campo; atraso frouxo de Abdoulaye Ba, de cabeça para trás, a isolar um adversário (com "ajuda" preciosa de Paulo Oliveira).
Flash global Mais um grande resultado, uma linha de ataque eléctrica (Plange parece ligado a corrente de alta voltagem), segurança qb na zona defensiva.
Abdoulaye 1 x 0 MK Começou por ele o desenho da goleada e, tirando a displicência no lance acima narrado, fez uma exibição perfeita.
O melhor André André. Tenho a impressão que nunca o vi jogar como ontem.
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sexta-feira, setembro 20, 2013
Power africano
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sexta-feira, setembro 13, 2013
Má sorte ser Josué
O jogo de qualificação dos sub-21 portugueses mostrou-nos o reforço da aposta de Rui Jorge numa defesa composta a 3/4 por jogadores do Vitória. João Amorim, Paulo Oliveira e Josué foram os escolhidos para iniciar o jogo que acabou 5x1. Temos, portanto, 3 jogadores titulares naquela que é uma das rampas de lançamento para a selecção A, para visibilidade dos jogadores.
Josué foi titular no Vitória, ao lado de Paulo Oliveira, na Supertaça contra o Porto. Depois de uma derrota absolutamente normal e expectável, vieram as queixas do treinador. Nos 3 jogos do campeonato, já foi Moreno que ocupou o lugar. Livre de Josués, o Vitória ganhou, empatou e foi goleado em casa pelo Vitória sadino (sem Jackson Martinez, Lucho ou Quintero).
O passo seguinte, antes do fecho do mercado, foi a contratação, por empréstimo, de Abdoulaye Ba (para valorizar um jogador alheio, mais conhecido por um campeonato com 4 expulsões do que por grandes qualidades técnicas) e de Jean Pablo, meteórico central que passa por dois clubes por ano, em média, nos últimos quatro.
E, pronto, lá fica o Josué fora da convocatória para o jogo com o Rio Ave. Pode ser, com sorte, que não perca o lugar na selecção. Somos tão ricos, não é?
Josué foi titular no Vitória, ao lado de Paulo Oliveira, na Supertaça contra o Porto. Depois de uma derrota absolutamente normal e expectável, vieram as queixas do treinador. Nos 3 jogos do campeonato, já foi Moreno que ocupou o lugar. Livre de Josués, o Vitória ganhou, empatou e foi goleado em casa pelo Vitória sadino (sem Jackson Martinez, Lucho ou Quintero).
O passo seguinte, antes do fecho do mercado, foi a contratação, por empréstimo, de Abdoulaye Ba (para valorizar um jogador alheio, mais conhecido por um campeonato com 4 expulsões do que por grandes qualidades técnicas) e de Jean Pablo, meteórico central que passa por dois clubes por ano, em média, nos últimos quatro.
E, pronto, lá fica o Josué fora da convocatória para o jogo com o Rio Ave. Pode ser, com sorte, que não perca o lugar na selecção. Somos tão ricos, não é?
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quinta-feira, junho 06, 2013
Taco a taco, mas o taco é do Steven Vitória
Prémio Casa Pia O Beira-Mar ficou com o lugar menos desejado da Liga, o que foi antecipado pelo Tomé, Insurrecto, Carlos, Meszaros e Gil. Agora adivinhem quem foi a equipa mais escolhida no início da época por 11 candidatos a bruxos? O europeu Estoril... Grande Marco Silva.
Prémio Ricardo Quaresma João Moutinho foi o homem do passe de ouro e só chegámos a essa conclusão graças à preciosa ajuda do Littbarski. O benfiquista Hugo França foi o único a acertar.
Prémio Mamadu Bobó O sucessor do grande Abdoulaye Ba, o homem do poker de expulsões da época passada, é o one man show da Liga, que celebra os golos ao melhor estilo de um Miguel Cabrera a fabricar um home run: Steven Vitória. Ele foi o defesa mais concretizador, o segundo melhor marcador de penalties e o Mamadu Bobó da época 2012/13. O Riga foi o único a acertar num prémio que vale 15 pontos, mas que devia valer 50.
Actualizações: Prémio Casa Pia (último classificado da Liga), Prémio Ricardo Quaresma (jogador com mais assistências para golo na Liga), Prémio Mamadu Bobó (caceteiro mor da Liga)
O que falta: Os golos. O Prémio Mário Jardel para o melhor marcador da Liga e o Prémio Óscar Cardozo para o melhor marcador em jogos de todas as competições de clube. Estão 30 pontos em jogo, pelo que já só há 8 candidatos ao título.
223 tomé silva, carlos
205 unas, n
198 insurrecto
197 zemis
196 luciano rodrigues
195 littbarski
---------------------------------
190 juzenani
181 pipolinus
176 último, master kodro, férenc meszaros
175 xanana
174 ricardo chaves, margarida martins
173 one82
166 riga
164 mister leiria
163 gil von doellinger
162 pipos
160 hugo frança
158 hélder brito
155 josé rialto
147 luissm
142 falcoeiras
133 hugo mocc
Prémio Ricardo Quaresma João Moutinho foi o homem do passe de ouro e só chegámos a essa conclusão graças à preciosa ajuda do Littbarski. O benfiquista Hugo França foi o único a acertar.
Prémio Mamadu Bobó O sucessor do grande Abdoulaye Ba, o homem do poker de expulsões da época passada, é o one man show da Liga, que celebra os golos ao melhor estilo de um Miguel Cabrera a fabricar um home run: Steven Vitória. Ele foi o defesa mais concretizador, o segundo melhor marcador de penalties e o Mamadu Bobó da época 2012/13. O Riga foi o único a acertar num prémio que vale 15 pontos, mas que devia valer 50.
Actualizações: Prémio Casa Pia (último classificado da Liga), Prémio Ricardo Quaresma (jogador com mais assistências para golo na Liga), Prémio Mamadu Bobó (caceteiro mor da Liga)
O que falta: Os golos. O Prémio Mário Jardel para o melhor marcador da Liga e o Prémio Óscar Cardozo para o melhor marcador em jogos de todas as competições de clube. Estão 30 pontos em jogo, pelo que já só há 8 candidatos ao título.
223 tomé silva, carlos
205 unas, n
198 insurrecto
197 zemis
196 luciano rodrigues
195 littbarski
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190 juzenani
181 pipolinus
176 último, master kodro, férenc meszaros
175 xanana
174 ricardo chaves, margarida martins
173 one82
166 riga
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163 gil von doellinger
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160 hugo frança
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155 josé rialto
147 luissm
142 falcoeiras
133 hugo mocc
segunda-feira, abril 15, 2013
O regresso à arbitragem no 442
Nas minhas condições, obviamente, que estão sempre relacionadas com as regras e respectivas interpretações, com os ângulos completamente desfocados dos interessados que, na esmagadora maioria (sim, muito provavelmente estou a falar de ti que estás a ler neste momento), são completamente incapazes de distinguir regras, de interpretações, de posições, de repetições ou de direitos divinos ao benefício. Nunca do ponto de vista de terem sido acções propositadas e previamente planeadas, por mais que pareça que o foram, com o intuito de prejudicar este ou aquele clube, de preferência o meu, que é o mais roubado de todo o mundo e de todos os tempos e é perseguido, desde que foi fundado, por ladrões nacionias e internacionais cuja única razão de existirem é prejudicá-lo.
O lance, entre Ba e Mossoró, é o penalty assinalado por João Capela na final da Taça da Liga, que tem merecido críticas por parte de pessoas ligadas ao Porto.
Primeiro que tudo, pouca gente se importa com o que o árbitro viu, sem repetições. E o que o árbitro viu foi simples: um defesa a não tocar na bola; um avançado em corrida e em posse; duas pernas a tocarem-se, é natural que lhe parecesse ver uma rasteira. É óbvio que marcou penalty. Foi exactamente isto que se passou? Não. Ba não rasteirou ou pontapeou Mossoró, nem o empurrou com qualquer parte do corpo. Cravou um pé no chão, colocando uma perna no caminho natural de Mossoró (em direcção à bola). Como Mossoró está a jogar futebol e não está numa corrida de 110 obstáculos, não tem nada que saltar por cima de uma perna, mesmo que esta esteja parada, porque essa não tocou na bola. Se tivesse tocado, teria ganho o direito a estar ali.
Já o segundo amarelo é indiscutível: só se pode discutir se Ba não devia ter ido para a rua directamente quando levou o amarelo. Aí, discordando do(s) amarelo(s), tenho que conceder que o árbitro manteve o critério, independentemente das cores, porque na primeira parte houve dois lances para vermelho directo de jogadores do Braga que também não o viram.
Outro assunto colateral que se pode discutir é como é que um candidato ao título joga com o vencedor do Prémio Mamadu Bobó da época passada - com 4 expulsões - a titular numa final de uma competição... Mas isso é assunto para os adeptos do Porto e o seu treinador.
O lance, entre Ba e Mossoró, é o penalty assinalado por João Capela na final da Taça da Liga, que tem merecido críticas por parte de pessoas ligadas ao Porto.
Primeiro que tudo, pouca gente se importa com o que o árbitro viu, sem repetições. E o que o árbitro viu foi simples: um defesa a não tocar na bola; um avançado em corrida e em posse; duas pernas a tocarem-se, é natural que lhe parecesse ver uma rasteira. É óbvio que marcou penalty. Foi exactamente isto que se passou? Não. Ba não rasteirou ou pontapeou Mossoró, nem o empurrou com qualquer parte do corpo. Cravou um pé no chão, colocando uma perna no caminho natural de Mossoró (em direcção à bola). Como Mossoró está a jogar futebol e não está numa corrida de 110 obstáculos, não tem nada que saltar por cima de uma perna, mesmo que esta esteja parada, porque essa não tocou na bola. Se tivesse tocado, teria ganho o direito a estar ali.
Já o segundo amarelo é indiscutível: só se pode discutir se Ba não devia ter ido para a rua directamente quando levou o amarelo. Aí, discordando do(s) amarelo(s), tenho que conceder que o árbitro manteve o critério, independentemente das cores, porque na primeira parte houve dois lances para vermelho directo de jogadores do Braga que também não o viram.
Outro assunto colateral que se pode discutir é como é que um candidato ao título joga com o vencedor do Prémio Mamadu Bobó da época passada - com 4 expulsões - a titular numa final de uma competição... Mas isso é assunto para os adeptos do Porto e o seu treinador.
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domingo, abril 14, 2013
Braga vence Taça da Liga
Vítor Pereira castigou Otamendi, mas manteve a aposta em Defour, que cinco dias antes se tinha revelado inconsequente. Depois, de novo a perder e em desespero de causa, voltou a lançar Atsu e Kelvin, só que desta vez o Porto jogava em inferioridade numérica e o Braga continuava vivo e a explorar o espaço que sobrava na zona defensiva adversária.
A expulsão de Abdoulaye é, de resto, a explicação fácil para mais um descalabro portista, mas a verdade é que, mesmo com onze, a equipa de Vítor Pereira nunca conseguiu vincar a sua superioridade. Teve mais posse de bola, claro, isso tem sempre. Mas como vem sendo habitual, nos últimos tempos, essa posse de bola teve poucos efeitos práticos. Ainda assim, Jackson (que há mais de um mês anda zangado com a baliza) teve nos pés a hipótese de alterar a história do jogo. Não conseguiu e a taça foi mesmo para Braga.
Um prémio merecido, diga-se, para um clube que tanto tem crescido nos últimos anos.
A expulsão de Abdoulaye é, de resto, a explicação fácil para mais um descalabro portista, mas a verdade é que, mesmo com onze, a equipa de Vítor Pereira nunca conseguiu vincar a sua superioridade. Teve mais posse de bola, claro, isso tem sempre. Mas como vem sendo habitual, nos últimos tempos, essa posse de bola teve poucos efeitos práticos. Ainda assim, Jackson (que há mais de um mês anda zangado com a baliza) teve nos pés a hipótese de alterar a história do jogo. Não conseguiu e a taça foi mesmo para Braga.
Um prémio merecido, diga-se, para um clube que tanto tem crescido nos últimos anos.
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