Hulk teve um desempenho discreto na Taça das Confederações. É verdade que foi sempre titular e que esteve presente em dois dos três golos da final, contra a Espanha. Mas do Incrível espera-se mais.
Uma das explicações para este menor rendimento é a margem de manobra reduzida que Hulk tem na selecção brasileira. Não só da parte de Scolari (e, em certa medida, percebe-se porquê: dois dos lances mais perigosos da Espanha surgem após perdas de bola de Hulk e de Neymar), mas também dos adeptos para os quais não é sequer consensual a titularidade do Incrível, quanto mais o estatuto de estrela da companhia (entregue a Neymar), como acontecia no Porto.
Hulk é um jogador com capacidade suficiente para sozinho desequilibrar e decidir um jogo. Mas precisa de liberdade para errar, nas várias tentativas de que necessita para obter o sucesso. Faltando-lhe isso, não podendo arriscar, é apenas mais um, o que não sendo necessariamente negativo, numa selecção recheada de estrelas, é pouco para quem já mostrou ser bem mais do que mais um.
Isto é algo que, por vezes, os jogadores do Porto que já atingiram um determinado nível não percebem: que, mesmo sendo criticados e, até, assobiados, dificilmente terão noutro lugar tanta tolerância dos adeptos, tanta margem de manobra como têm por cá. A não ser que dêem o salto para baixo e/ou vão descansar para as arábias...
Tivemos, há relativamente pouco tempo, o exemplo de Quaresma, incapaz de acompanhar o elevado grau de exigência que um campeonato como o italiano, inevitavelmente, lhe trouxe. Espero que não seja o caso de Hulk.
PS - Um exemplo interno e um pouco contracorrente: Danilo. O elevado investimento na sua aquisição é algo que lhe retira margem de manobra. Porque, como é evidente, a expectativa gerada nos adeptos (e nos próprios colegas de equipa) é muito superior àquela que, por exemplo, gerou Sissokho, comprado por meia dúzia de feijões. E este é um obstáculo que, até ao momento, o lateral direito do Porto não conseguiu ultrapassar. Mais: só o conseguirá sendo excelente, que é o que se espera de um jogador que custou 18 milhões de euros.
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segunda-feira, julho 01, 2013
terça-feira, abril 09, 2013
Dois em um
Mais precisamente, no pé esquerdo de Kelvin. Desta vez, Vítor Pereira (com a corda na garganta) arriscou e deu-se bem: o miúdo resolveu-lhe o jogo.
Mas não era neste dois em um que eu pensava. Pensava em Defour, um jogador com a polivalência de que todos os treinadores gostam. É, em rigor, um n em um, sendo que n é igual ao número de posições que o treinador sonha que o jogador pode ocupar. Com Atsu as contas são mais simples, não tiram o sono a ninguém. Assim que o ganês entrou, o ataque do Porto e a defesa do Braga sentiram a diferença. Gosto de coisas simples.
Convém, no entanto, não confundir simplicidade com displicência: a de Otamendi, no lance que quase deu o golo a João Pedro, ou a de Danilo (fatal), que virou as costas à bola e a Alan, permitindo que o jogador do Braga entrasse na área portista como se fizesse compras no supermercado, numa altura em que a equipa de Peseiro conseguia, com muito menos posse de bola mas usando-a com mais objectividade, discutir o jogo com o Porto.
James, um grande golo de James, deu início à recuperação portista (e ao fim do Braga). A segunda parte foi toda azul e a reviravolta só não aconteceu mais cedo porque o remate de Alex Sandro foi tão perfeito que a barra quis guardá-lo como recordação. O pé esquerdo de Kelvin é menos perfeito, contou com uma ajudazinha dos santos (o homónimo e São Joaquim), mas valeu dois pontos.
Ainda não foi desta que o Benfica fez a festa (e aviso já que na próxima jornada sou improficuamente sportinguista desde que o Miguel Lopes era pequenino).
Mas não era neste dois em um que eu pensava. Pensava em Defour, um jogador com a polivalência de que todos os treinadores gostam. É, em rigor, um n em um, sendo que n é igual ao número de posições que o treinador sonha que o jogador pode ocupar. Com Atsu as contas são mais simples, não tiram o sono a ninguém. Assim que o ganês entrou, o ataque do Porto e a defesa do Braga sentiram a diferença. Gosto de coisas simples.
Convém, no entanto, não confundir simplicidade com displicência: a de Otamendi, no lance que quase deu o golo a João Pedro, ou a de Danilo (fatal), que virou as costas à bola e a Alan, permitindo que o jogador do Braga entrasse na área portista como se fizesse compras no supermercado, numa altura em que a equipa de Peseiro conseguia, com muito menos posse de bola mas usando-a com mais objectividade, discutir o jogo com o Porto.
James, um grande golo de James, deu início à recuperação portista (e ao fim do Braga). A segunda parte foi toda azul e a reviravolta só não aconteceu mais cedo porque o remate de Alex Sandro foi tão perfeito que a barra quis guardá-lo como recordação. O pé esquerdo de Kelvin é menos perfeito, contou com uma ajudazinha dos santos (o homónimo e São Joaquim), mas valeu dois pontos.
Ainda não foi desta que o Benfica fez a festa (e aviso já que na próxima jornada sou improficuamente sportinguista desde que o Miguel Lopes era pequenino).
domingo, março 31, 2013
Com um olho no vizinho
Com Moutinho, mesmo que em baixa rotação, e James mais interventivo e em subida de forma, sobe também a qualidade do futebol portista. A consequência foi uma vitória tranquila em Coimbra, mesmo sem Jackson no seu melhor e apesar de alguma negligência defensiva (desta vez, Danilo esteve bem melhor do que Alex Sandro) que insiste em repetir-se, de jogo para jogo.
Claro que logo a seguir o Benfica despachou o Rio Ave com uma facilidade que desarma qualquer esboço de recuperação. Isto de ter de andar com um olho no jogo do vizinho é uma chatice, sobretudo quando é o vizinho de cima. É o castigo de quem não sabe chegar-se à frente de outra forma que não seja dada.
Claro que logo a seguir o Benfica despachou o Rio Ave com uma facilidade que desarma qualquer esboço de recuperação. Isto de ter de andar com um olho no jogo do vizinho é uma chatice, sobretudo quando é o vizinho de cima. É o castigo de quem não sabe chegar-se à frente de outra forma que não seja dada.
domingo, fevereiro 24, 2013
E se fôssemos caçar fantasmas?
Quando Jackson falhou aquele penalty à Panenka, caiu entre os portistas uma sensação de déjà-vu: o Rio Ave utilizava a fórmula que melhor parece resultar no Dragão (defesa cerrada e contra-ataque rápido) e que o Olhanense já tinha usado, o tempo passava e a inspiração tardava a chegar à equipa portista. Como se não bastasse o fantasma recente da equipa algarvia, Braga trouxe a má memória de um distante Porto 2 x 3 Leixões, fazendo, com uma facilidade estonteante, o golo dos vilacondenses, isto depois de Bebé e Ukra já terem posto a cabeça em água a Danilo e Quiñones.
As coisas não estavam a correr bem e é nestas alturas que se percebe a importância de um capitão como Lucho: primeiro, fazendo soar o toque de despertar, com um remate a uns bons 30 metros da baliza que Oblak defendeu, e, depois, oferecendo a Jackson a oportunidade de se redimir do penalty falhado e de reencontrar o caminho do golo (após assistência de um James ainda à procura da melhor forma) e de uma vitória tão difícil quanto justa.
Ganham-se (e perdem-se) campeonatos assim. Para Alvalade espero, obviamente, mais.
As coisas não estavam a correr bem e é nestas alturas que se percebe a importância de um capitão como Lucho: primeiro, fazendo soar o toque de despertar, com um remate a uns bons 30 metros da baliza que Oblak defendeu, e, depois, oferecendo a Jackson a oportunidade de se redimir do penalty falhado e de reencontrar o caminho do golo (após assistência de um James ainda à procura da melhor forma) e de uma vitória tão difícil quanto justa.
Ganham-se (e perdem-se) campeonatos assim. Para Alvalade espero, obviamente, mais.
quinta-feira, janeiro 24, 2013
3... 2... 1... Recolagem
O título Eu sei, mas andei com isto o dia todo na cabeça (e se não escrevo, continua cá, em modo replay), prevendo que o Porto ganharia em Setúbal 3-0. Como não disse a ninguém, adivinhei. Porto e Benfica recolados na luta pelo título (o de campeão, bem entendido).
Os primeiros 15 minutos Como é habitual, o Porto teve uma entrada forte no jogo, marcou, falhou o golo da tranquilidade e depois expôs-se à resposta do Vitória, que, mesmo a perder, não hesitou em lançar o contra-ataque, sempre que pôde. Só na segunda parte as coisas voltaram a estabilizar na defesa.
3 x Helton Primeiro, desviou com os olhos um remate de Paulo Tavares; depois, driblou três adversários (e imagino o número de vezes que os portistas se benzeram) para resolver uma situação de aperto; por fim - aquela que mais me interessa -, numa altura em que o Vitória se lançava para a frente na procura do empate, Helton segurou a bola, segurou, segurou (para acalmar as coisas e porque Vítor Pereira quer um jogo de posse de bola e não de transições, pensei eu, enganado, enquanto Helton continuava a segurar a bola) e chutou lá para a frente, mais precisamente para um jogador do Vitória iniciar um novo ataque. Não percebo esta aversão ao contra-ataque.
Mangala e Alex Sandro Ambos têm evoluído muito, embora o primeiro ainda tenha algumas falhas de principiante e o segundo tenha desaparecido do jogo, depois de ter avançado no terreno. Porque não tentar o mesmo com Danilo, para a próxima (com Maicon - que remédio - na direita)?
O Levezinho e o Vidoso O primeiro já chegou ao Porto, veremos em que forma e se ainda consegue resolver as sobras de Jackson. O segundo reapareceu nas palavras de Miguel Lourenço. E o que fez o Vidoso, esse craque dos tempos em que Trapattoni por cá andava? Atropelou (de forma muito duvidosa, claro) o Varela. Um regresso em grande, portanto.
Os primeiros 15 minutos Como é habitual, o Porto teve uma entrada forte no jogo, marcou, falhou o golo da tranquilidade e depois expôs-se à resposta do Vitória, que, mesmo a perder, não hesitou em lançar o contra-ataque, sempre que pôde. Só na segunda parte as coisas voltaram a estabilizar na defesa.
3 x Helton Primeiro, desviou com os olhos um remate de Paulo Tavares; depois, driblou três adversários (e imagino o número de vezes que os portistas se benzeram) para resolver uma situação de aperto; por fim - aquela que mais me interessa -, numa altura em que o Vitória se lançava para a frente na procura do empate, Helton segurou a bola, segurou, segurou (para acalmar as coisas e porque Vítor Pereira quer um jogo de posse de bola e não de transições, pensei eu, enganado, enquanto Helton continuava a segurar a bola) e chutou lá para a frente, mais precisamente para um jogador do Vitória iniciar um novo ataque. Não percebo esta aversão ao contra-ataque.
Mangala e Alex Sandro Ambos têm evoluído muito, embora o primeiro ainda tenha algumas falhas de principiante e o segundo tenha desaparecido do jogo, depois de ter avançado no terreno. Porque não tentar o mesmo com Danilo, para a próxima (com Maicon - que remédio - na direita)?
O Levezinho e o Vidoso O primeiro já chegou ao Porto, veremos em que forma e se ainda consegue resolver as sobras de Jackson. O segundo reapareceu nas palavras de Miguel Lourenço. E o que fez o Vidoso, esse craque dos tempos em que Trapattoni por cá andava? Atropelou (de forma muito duvidosa, claro) o Varela. Um regresso em grande, portanto.
domingo, janeiro 06, 2013
Uma boa notícia e uma dor de cabeça
A boa notícia é, obviamente, o facto de o Porto não ter perdido pontos, antes da deslocação à Luz. A dor de cabeça é a lesão de James.
Foi notória a quebra de rendimento portista, depois da saída do colombiano, de tal forma que o Nacional, embora sem criar verdadeiro perigo, conseguiu manter a incerteza no resultado até ao fim do jogo. O ataque do Porto ficou manco (se considerarmos que Varela foi mais do que uma muleta), algo que poderia ter sido resolvido com o adiantamento de Danilo (que continua a atacar melhor do que defende). Mas para isso era preciso que Miguel Lopes não estivesse, como tudo indica, de saída. Numa altura em que tanto se discute, com razão, a falta de opções, mesmo que temporária, para o ataque portista, eu pergunto-me quem jogará do lado direito da defesa, se Danilo tiver o azar de se lesionar. Izmailov não será, com certeza. Sobram as adaptações.
O plantel do Porto é curto também por isto: um deficiente aproveitamento dos recursos disponíveis.
Foi notória a quebra de rendimento portista, depois da saída do colombiano, de tal forma que o Nacional, embora sem criar verdadeiro perigo, conseguiu manter a incerteza no resultado até ao fim do jogo. O ataque do Porto ficou manco (se considerarmos que Varela foi mais do que uma muleta), algo que poderia ter sido resolvido com o adiantamento de Danilo (que continua a atacar melhor do que defende). Mas para isso era preciso que Miguel Lopes não estivesse, como tudo indica, de saída. Numa altura em que tanto se discute, com razão, a falta de opções, mesmo que temporária, para o ataque portista, eu pergunto-me quem jogará do lado direito da defesa, se Danilo tiver o azar de se lesionar. Izmailov não será, com certeza. Sobram as adaptações.
O plantel do Porto é curto também por isto: um deficiente aproveitamento dos recursos disponíveis.
quarta-feira, dezembro 05, 2012
O azar não dá trabalho nenhum
Não me chateia muito o Porto ter perdido em Paris o primeiro lugar do grupo, tendo em conta que esta época a vantagem de ser primeiro depende mais do sorteio dos oitavos do que do estatuto adquirido. O que me chateia é a aposta errada de Vítor Pereira (ou de quem decide estas coisas por ele) que resultou em dois objectivos falhados e na interrupção da consistência que eu elogiei aqui.
Claro que para isto contribuíram os azares de Danilo e de Helton. Mas, da mesma forma que a sorte se dá bem com o trabalho e a ousadia, o azar, regra geral, faz companhia à incompetência e ao medo. Chamem-lhe poupança, se preferirem. A realidade não se altera: duas derrotas em três jogos é um saldo negativo e relança as dúvidas sobre a fiabilidade do Porto de Vítor Pereira.
Só mais uma dúvida: como se explica a permanência de Varela em campo, durante 85 minutos?
littbarski
Claro que para isto contribuíram os azares de Danilo e de Helton. Mas, da mesma forma que a sorte se dá bem com o trabalho e a ousadia, o azar, regra geral, faz companhia à incompetência e ao medo. Chamem-lhe poupança, se preferirem. A realidade não se altera: duas derrotas em três jogos é um saldo negativo e relança as dúvidas sobre a fiabilidade do Porto de Vítor Pereira.
Só mais uma dúvida: como se explica a permanência de Varela em campo, durante 85 minutos?
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segunda-feira, outubro 22, 2012
Presente envenenado
Vários jogadores do Porto tiveram, contra o Santa Eulália, não uma oportunidade, mas um presente envenenado. Nestes jogos em que o adversário é claramente inferior, jogadores sem provas dadas, como Kelvin e Iturbe, têm pouco a ganhar e muito a perder. Isto é, se tiverem um bom desempenho, não fizeram mais do que as suas obrigações (o que só aconteceu porque do outro lado estava uma equipa extremamente fraca) e terão o prémio de jogarem uns minutinhos daqui a um mês ou a novo presente envenenado no próximo jogo da Taça, se o adversário for de um escalão inferior. Se jogarem mal, é a prova provada de que não têm valor para serem titulares.
Angry Pereira reclamou não se sabe bem de quê (se quer muito mais qualidade, que não jogue apenas com três semi-titulares), mas, na verdade, bem pode festejar (em privado, que tem mais pinta) o golinho de Danilo. Porque se a coisa tivesse corrido mal, o que não esteve assim tão longe de acontecer, não eram só os aniversariantes que iam para a fogueira.
littbarski
Angry Pereira reclamou não se sabe bem de quê (se quer muito mais qualidade, que não jogue apenas com três semi-titulares), mas, na verdade, bem pode festejar (em privado, que tem mais pinta) o golinho de Danilo. Porque se a coisa tivesse corrido mal, o que não esteve assim tão longe de acontecer, não eram só os aniversariantes que iam para a fogueira.
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segunda-feira, janeiro 23, 2012
Porto 3 x 1 Vitória
Um bom jogo, entre um Vitória em crescendo e que foi sempre um incómodo para a defesa portista e um Porto acima da média desta época, sobretudo na segunda parte. Álvaro Pereira e Varela, de regresso às boas exibições (veremos se é para durar), assumiram quase sempre as despesas do ataque portista. James esteve mais discreto, mas foi de novo decisivo. Rolando fez um grande golo e evitou o empate de Paulo Sérgio, no melhor período do Vitória. Danilo já joga. Falta, espero (sentado, por via das dúvidas), o ponta-de-lança.
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domingo, agosto 21, 2011
Mundial e queixas
Vice-campeões do mundo Com luta até ao fim. Com Nélson Oliveira como segundo melhor jogador do torneio e Danilo em terceiro. Com Mika como melhor guarda-redes. Com um gajo chamado Óscar a fazer todos os seus golos do torneio na final - até um centro mal calculado, pelo brasileiro e por Mika, deu em golo... Acabou também com abraços e cumprimentos entre adversários e com a frase de Caetano, que é muito maior do que parece. Bravo Portugal e bravo Ilídio Vale.
Quim Machado, treinador do Feirense: "com 2-1 há um penálti a nosso favor que não é marcado e uma grande ocasião do Jonathan"
Paulo Alves, treinador do Gil Vicente: "Parece-me que o jogador que comete o penálti [Otamendi] sobre o Vieira terá que ser expulso. (...) o penálti sobre o Hulk parece-me muito forçado."
Mais arbitragem Ainda a segunda jornada nao vai a meio e já o clima está irrespirável. O episódio João Ferreira, que começou com o Sporting a defender que "não, não pode ser o João", mostra a incapacidade das instituições face a uma inédita resposta corporativa - que também diz muito dos árbitros, que nunca o fizeram quando foram acusados semana sim, semana sim, de serem mais do que incompetentes por outras cores. Claramente, o Sporting perdeu força em todas as frentes nos últimos anos, ao contrário dos seus rivais.
master kodro
Quim Machado, treinador do Feirense: "com 2-1 há um penálti a nosso favor que não é marcado e uma grande ocasião do Jonathan"
Paulo Alves, treinador do Gil Vicente: "Parece-me que o jogador que comete o penálti [Otamendi] sobre o Vieira terá que ser expulso. (...) o penálti sobre o Hulk parece-me muito forçado."
Mais arbitragem Ainda a segunda jornada nao vai a meio e já o clima está irrespirável. O episódio João Ferreira, que começou com o Sporting a defender que "não, não pode ser o João", mostra a incapacidade das instituições face a uma inédita resposta corporativa - que também diz muito dos árbitros, que nunca o fizeram quando foram acusados semana sim, semana sim, de serem mais do que incompetentes por outras cores. Claramente, o Sporting perdeu força em todas as frentes nos últimos anos, ao contrário dos seus rivais.
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segunda-feira, julho 25, 2011
Confirmações
Uruguai A potência sul-americana do momento. Um posto que se faz de muito trabalho (que reconhecemos nas qualidades insuspeitas de Maxi Pereira, para mim o melhor do Benfica dos últimos dois anos, e de Álvaro Pereira) e do talento de Forlan e Suarez, principalmente.
Luisão As palavras do capitão do Benfica à chegada a Lisboa confirmam os problemas que os jornais da Cofina anunciavam (não inventam sempre...) e que outros grupos se esforçaram por esconder. Não há nada como um discurso directo revelador para resolver as dúvidas.
Falcao As compras de alto risco de jovens brasileiros na casa dos 10 milhões de euros (13 no caso de Danilo) só podem significar que Falcao será vendido. Ou isso ou está tudo doido e quando digo tudo, digo os "grandes" que devem estar quase a bater, em conjunto, nos 100 milhões de euros em aquisições para esta época. E ainda não acabou.
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Luisão As palavras do capitão do Benfica à chegada a Lisboa confirmam os problemas que os jornais da Cofina anunciavam (não inventam sempre...) e que outros grupos se esforçaram por esconder. Não há nada como um discurso directo revelador para resolver as dúvidas.
Falcao As compras de alto risco de jovens brasileiros na casa dos 10 milhões de euros (13 no caso de Danilo) só podem significar que Falcao será vendido. Ou isso ou está tudo doido e quando digo tudo, digo os "grandes" que devem estar quase a bater, em conjunto, nos 100 milhões de euros em aquisições para esta época. E ainda não acabou.
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