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domingo, agosto 04, 2013

Herrera e o pequeno Juan Mata

O pequeno Juan Mata, como ouvi chamarem-lhe hoje, durante o segundo jogo do Porto na Emirates Cup, movimentou-se como um peixe que nada em águas azuis (e brancas) desde sempre. Não me lembro de uma acção errada do jovem colombiano do Porto e foi dele a jogada e o passe para o golo de Ghilas. Para estreia (os 6 minutos contra o Celta não contam), não está nada mal. A seu lado (ou um pouco atrás, se quisermos ser rigorosos), esteve Herrera. Menos artista, mais lutador, mas fazendo o suficiente para deixar desde já Defour em sentido.

sábado, agosto 03, 2013

Outra vez os penalties?

Pelos vistos, continuamos a não ter marcador de penalties nem substituto para o Alex Sandro. A entrada de Mangala para o lado esquerdo da defesa não só destruiu aquele flanco, em termos ofensivos, como deu (com duas faltas) as duas melhores oportunidades para marcar ao Galatasaray, uma delas convertida por quem não tem problemas na marca dos 11 metros.

terça-feira, julho 30, 2013

Celta pouco amigo

Um jogo fraco contra o Celta de Vigo e já ouço gente a chorar por Vítor Pereira, o que é curioso, tendo em conta que aquilo que o Porto não fez, num jogo de preparação, não foi mais nem menos do que aquilo que não fez em dezenas de jogos oficiais, nos últimos 2 anos.

A mim as pré-temporadas já não me iludem. É a partir do dia 10 de Agosto que se começa a ver o que o novo Porto vale. E, para esse jogo, há naturalmente a dúvida de quem substitui Moutinho e James, no onze inicial. Eu apostaria em Defour e Iturbe, para começar. Depois, logo se vê como evoluem Herrera, Quintero e Josué (ou Carlos Eduardo) e se chega mais alguém para o ataque (à baliza, não é às pernas de Nolito), uma vez que Atsu não conta.

domingo, julho 14, 2013

quarta-feira, julho 14, 2010

Pré-época

Sei que há muito boa gente que vai passar as próximas semanas a escalpelizar todos os reforços e a tirar ilações de todos os resultados, seja o adversário um clube amador da quarta divisão grega ou o poderoso campeão inglês. Tal prática tornou-se regra de há uns anos a esta parte, desde que os jornalistas descobriram que podiam tratar os particulares da pré-época como uma espécie de época-normal-a-fazer-de-conta para aumentar as vendas de jornais, e desde que as televisões perceberam que podiam usar o mesmo truque para fazer crescer as audiências (ainda que fosse preciso transmitir autênticas partidas de solteiros e casados disfarçadas de finalíssimas de prestigiadas competições).

Não contem comigo para este circo (que só consegue ser batido pelos disparates cometidos aquando dos "Mundiais", durante os quais tenho por regra assistir exclusivamente aos jogos, para não ficar doido com as loucuras transmitidas pela TV no "antes" e no "depois"). A pré-época não é um "indicador", como nos querem fazer crer, não é o momento de apreciar os reforços ou antever sucessos ou fracassos desportivos. Se assim fosse, qualquer treinador punha já a melhor equipa em campo à procura de resultados, o que seria um absurdo, pois então nunca teria condições para testar esquemas de jogo, novos jogadores, os mesmos atletas em posições distintas, variantes tácticas, etc.

Da minha parte, espero que Jesus não ceda à pressão mediática e trate a pré-época exactamente como ela é: uma fase de preparação. Que deixe a jornalistas mercenários e comentadores precoces a tarefa de analisar com minúcia a fragilidade táctica evidenciada contra o penúltimo classificado da terceira divisão holandesa, o óbvio erro que foi contratar aquele guarda-redes ou os magníficos movimentos do avançado argentino que despedaçou a defesa dos carpinteiros luxemburgueses.

katanec