Nilson (36 anos), João Alves (31), Edgar (25), Nuno Assis (34), Faouzi (27), Paulo Sérgio (28), Pedro Mendes (33) e João Paulo (30), entre outros nomes menos importantes, saíram do Vitória, a maior parte em nome do alívio da factura salarial. Passa a haver espaço para o Ricardo, o João Amorim, o Assis (brasileiro com 22 anos, no Vitória desde os 20) e para o Paulo Oliveira; passa a haver espaço para o Soudani do Vitória poder justificar os 600.000,00, em vez de lá estar o Edgar a render para a Invertfutbol ou o Urreta para o Benfica; passa a haver olho para a prospecção em divisões secundárias e ir buscar o André André. Assino por baixo.
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quinta-feira, julho 12, 2012
A limpeza
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quinta-feira, maio 31, 2012
Coisas estranhas
Vitória Pelos vistos, Nuno Assis vai manter o valor do salário e ficar no Vitória. Não sei se compreendem qual é a mensagem que se está a passar para os outros jogadores a quem se está a pedir para baixar o salário para ficar no plantel.
Braga Leonardo Jardim sai do Braga por, alegadamente, não ter referido numa entrevista que era amigo do peito do presidente. Claro...
Académica Pausa na festa da vitória na Taça, porque o presidente da Briosa foi condenado, em segunda instância, a 6 anos de prisão efectiva. E não é fácil um político ter penas destas, mas ele conseguiu... Lá se safará, claro.
Benfica Uma equipa com 3 laterais esquerdos está a negociar outros dois (mesmo que só avance para um), de acordo com relatos do Record. Só não há ninguém a assumir responsabilidades pelas contratações de dois dos três que já lá estão. Nem da(s) do (s) Shaffer (s).
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Braga Leonardo Jardim sai do Braga por, alegadamente, não ter referido numa entrevista que era amigo do peito do presidente. Claro...
Académica Pausa na festa da vitória na Taça, porque o presidente da Briosa foi condenado, em segunda instância, a 6 anos de prisão efectiva. E não é fácil um político ter penas destas, mas ele conseguiu... Lá se safará, claro.
Benfica Uma equipa com 3 laterais esquerdos está a negociar outros dois (mesmo que só avance para um), de acordo com relatos do Record. Só não há ninguém a assumir responsabilidades pelas contratações de dois dos três que já lá estão. Nem da(s) do (s) Shaffer (s).
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terça-feira, abril 03, 2012
Vitória do Vitória
Os jogadores acolheram o novo presidente com uma exibição agradável e uma vitória inquestionável sobre o Paços de Ferreira, com Nuno Assis em grande plano nos momentos decisivos e uma surpresa pela qualidade demonstrada por Soudani que substituiu Edgar no ataque. Continuo a não perceber como é que um clube que precisa de dinheiro para sobreviver continua a apresentar uma equipa com mais de metade de trintões, mas não posso deixar de sublinhar o empenho dos jogadores numa fase compreensivelmente delicada das suas vidas profissionias.
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sábado, outubro 22, 2011
Mais uma derrota
Já nada me espanta. Hoje foi João Paulo a cometer deslize inacreditável atrás de deslize inacreditável (é à vez, isto quando não se juntam todos a disparatar na defesa). Nuno Assis continua a maravilhar os seus fãs, mas a fazer muito pouco (para não dizer nada) pelo criatividade no futebol ofensivo do Vitória. Há demasiadas coisas para dizer sobre as deficiências no funcionamento da equipa. Eu só me pergunto: ainda há descontentes com o 5.º lugar e a final da Taça e o "péssimo" futebol do Vitória de Manuel Machado?
ps - Tens que me explicar essa do Artur Moraes, António Pista, no antepenúltimo post. Faz-me (nos) esse favor. Aviva-nos lá essa memória nos blogues.
master kodro
ps - Tens que me explicar essa do Artur Moraes, António Pista, no antepenúltimo post. Faz-me (nos) esse favor. Aviva-nos lá essa memória nos blogues.
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segunda-feira, junho 21, 2010
E amanhã?
Brasil 3 x 1 Costa do Marfim Bem me apetecia falar de alguns excelentes momentos de futebol dos brasileiros, mas perante a gravidade do que se passou em campo, o destaque tem que ir para o árbitro. Um festival de pancadaria dos marfinenses, com o alto patrocínio do francês Stephane Lannoy, acaba com a expulsão de Kaká. Nota também para o segundo golo de Luis Fabiano, com gestos técnicos magníficos, incluindo os dois toques com os braços que o árbitro não conseguiu ver. Não era fácil. Mas parece que os franceses estão mesmo apostados em fazer figura neste Mundial. Triste, mas figura.
Itália 1 x 1 Nova Zelândia Apesar da minha desconfiança sobre o valor desta Itália, se me dessem dinheiro para apostar nesta segunda ronda, iria todo para italianos e espanhóis. E no entanto... Apesar dos resultados miseráveis, o mais normal é que um empate com a Eslováquia chegue para passar, o que, depois do Eslováquia 0 x 2 Paraguai de hoje, parece muito provável. Os paraguaios estiveram sempre por cima e os eslovacos apenas conseguiram enquadrar um remate na baliza.
França E o que dizer mais da selecção de Domenech? Insultos, acusações de traição, greves aos treinos, altercações entre jogadores...
Liga Portuguesa Está animadíssimo este defeso. Acabo de ler que Vukcevic não faz parte dos planos de Paulo Sérgio e que Quim, o guarda-redes que para muitos devia estar na selecção, foi dispensado por Jorge Jesus (essa parte já se sabia, ok) e assinou pelo Braga. Maniche volta para jogar no Sporting, que caça Evaldo e Viana (são tantos que nem me lembro se já está...) em Braga e ainda quer Alan. O Braga até o director desportivo perde para o Panathinaikos e contrata Fernando Couto para o lugar. Em Guimarães, entram os goleadores William e Edgar Silva, talvez Pereirinha, e sai Nuno Assis, graças a um projecto desportivo interessantíssimo no Al-Ittihad. Ah! E enquanto Toldo não se decide, o Sporting quer Nilson e pode despachar Patrício. O Stojkovic é que não, porque um gajo que é irmão do Vladan não pode ser boa pessoa.
Futsal Depois de tudo o que se passou, nem interessa quem ganha. Árbitros e jogadores atingidos pelo público, cargas policiais e um extraordinário testemunho de um treinador, que se queixa de uma decisão de expulsão de um jogador:
"Chamou um nome qualquer a um jogador do Sporting, o árbitro ouviu e expulsou o Ricardinho. O Cardinal ameaçou o Arnaldo e os sogros de morte, o árbitro ouviu tudo e não fez nada. O Ricardinho perguntou-lhe se ele tinha ouvido, ele disse que não e o Ricardinho chamou-lhe mentiroso"
E amanhã?
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Itália 1 x 1 Nova Zelândia Apesar da minha desconfiança sobre o valor desta Itália, se me dessem dinheiro para apostar nesta segunda ronda, iria todo para italianos e espanhóis. E no entanto... Apesar dos resultados miseráveis, o mais normal é que um empate com a Eslováquia chegue para passar, o que, depois do Eslováquia 0 x 2 Paraguai de hoje, parece muito provável. Os paraguaios estiveram sempre por cima e os eslovacos apenas conseguiram enquadrar um remate na baliza.
França E o que dizer mais da selecção de Domenech? Insultos, acusações de traição, greves aos treinos, altercações entre jogadores...
Liga Portuguesa Está animadíssimo este defeso. Acabo de ler que Vukcevic não faz parte dos planos de Paulo Sérgio e que Quim, o guarda-redes que para muitos devia estar na selecção, foi dispensado por Jorge Jesus (essa parte já se sabia, ok) e assinou pelo Braga. Maniche volta para jogar no Sporting, que caça Evaldo e Viana (são tantos que nem me lembro se já está...) em Braga e ainda quer Alan. O Braga até o director desportivo perde para o Panathinaikos e contrata Fernando Couto para o lugar. Em Guimarães, entram os goleadores William e Edgar Silva, talvez Pereirinha, e sai Nuno Assis, graças a um projecto desportivo interessantíssimo no Al-Ittihad. Ah! E enquanto Toldo não se decide, o Sporting quer Nilson e pode despachar Patrício. O Stojkovic é que não, porque um gajo que é irmão do Vladan não pode ser boa pessoa.
Futsal Depois de tudo o que se passou, nem interessa quem ganha. Árbitros e jogadores atingidos pelo público, cargas policiais e um extraordinário testemunho de um treinador, que se queixa de uma decisão de expulsão de um jogador:
"Chamou um nome qualquer a um jogador do Sporting, o árbitro ouviu e expulsou o Ricardinho. O Cardinal ameaçou o Arnaldo e os sogros de morte, o árbitro ouviu tudo e não fez nada. O Ricardinho perguntou-lhe se ele tinha ouvido, ele disse que não e o Ricardinho chamou-lhe mentiroso"
E amanhã?
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sábado, fevereiro 27, 2010
U. Leiria 0 x 1 Vitória
A primeira parte foi absolutamente deprimente, a começar nas bancadas, passando pelo terreno de jogo (só o diálogo Ronny-Nilson foi interessante), a terminar na dupla de comentadores que quase conseguiram adormecer três pessoas cá em casa. A segunda metade foi bem mais interessante. A União entrou muito melhor e ainda bem porque Nilson continua a fazer uma época fantástica e o Vitória conseguir passar a jogar em contra-ataque (até porque até aí, em ataque continuado, só Andrezinho e Rui Miguel conseguiram criar algo de importante). Aí sim, apareceu Nuno Assis, no seu habitat natural. Contei cinco jogadas, excelentes arrancadas perante uma defesa em pânico, com o seu cunho: a primeira (em que partilha o mérito com quem o desmarcou primorosamente) deu o penalty - a camabalhota final era escusada -, a expulsão do guarda-redes adversário e o golo da vitória; duas em que ofereceu o golo a companheiros (embora numa delas o passe final tenha sido mal medido); outra em que o próprio Assis rematou mal e uma quinta que Silas cortou de raiz com uma falta para amarelo antes que maiores males viessem ao mundo leiriense. Excelente segunda parte do homem.
Mas o herói vitoriano da partida foi Nilson, porque continuou na segunda parte aquilo que tinha começado na primeira. Isto porque o Leiria nunca deixou de atacar e de criar jogadas de perigo, mesmo reduzido a dez. Resumindo, foi um jogo difícil, em que o Vitória teve a sorte do jogo do seu lado e uma vitória muito importante, no terreno de um adversário directo, numa luta pela qualificação europeia que parece que é mesmo nossa. Fizemos muito menos do que contra o Paços de Ferreira, permitimos muito mais ao adversário, mas ganhámos e chegámos ao quarto lugar antes de um Sporting x Porto. Este ano está muito esquisito.
master kodro
Mas o herói vitoriano da partida foi Nilson, porque continuou na segunda parte aquilo que tinha começado na primeira. Isto porque o Leiria nunca deixou de atacar e de criar jogadas de perigo, mesmo reduzido a dez. Resumindo, foi um jogo difícil, em que o Vitória teve a sorte do jogo do seu lado e uma vitória muito importante, no terreno de um adversário directo, numa luta pela qualificação europeia que parece que é mesmo nossa. Fizemos muito menos do que contra o Paços de Ferreira, permitimos muito mais ao adversário, mas ganhámos e chegámos ao quarto lugar antes de um Sporting x Porto. Este ano está muito esquisito.
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terça-feira, fevereiro 16, 2010
Naval 0 x 0 Vitória
Zero, mesmo zero. O bom caminho que algumas exibições auguram não passa de uma miragem depois do que se viu ontem na Figueira da Foz. Houve domínio sobre o adversário, sim, houve, mas não houve mais nada. Ficam algumas questões no ar apenas. Se o objectivo era assumir o jogo, como aconteceu naturalmente do princípio ao fim, como é que se fica com Custódio e Moreno no meio-campo até aos 74 minutos (e depois João Alves...)? Porque é que os fãs incondicionais de Nuno Assis não vêem estes jogos, em que o 10 faz tudo menos ser 10, ou seja, faz tudo o que se espera que os que estão atrás dele façam, mas não consegue fazer nada daquilo que devia (mas correu muito e fez passes muito bonitos para trás e para o lado)? Como é que Marquinho ganha a titularidade a Jorge Gonçalves e a Fábio Felício (só pode ser o gajo que melhor treina no mundo)? Será que ninguém está com vontade de lutar pela qualificação europeia (não parece, não parece...)?
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domingo, janeiro 31, 2010
Benfica 3 x Vitória de Guimarães 1
Vitória justa numa partida bem disputada. Embora pouco impressionado pela prestação defensiva (demasiado espaço nas costas dos centrais, Coentrão quase sempre desapoiado), reconheço que o Benfica dominou o jogo durante largos períodos e foi sempre mais perigoso. É notável a cadência ofensiva dos encarnados nesta época, a vários níveis: pela forma como o Benfica joga em ataque continuado mesmo quando está a ganhar; pelo modo como, ora a vencer ora empatado, ora em igualdade numérica ora em inferioridade, consegue ainda assim criar diversas oportunidades; e pela forma como coloca sempre vários jogadores em posição de finalização.
Claro que ajuda ter individualidades que desbloqueiam jogos difíceis. Aimar, com uma primeira parte notável, e Carlos Martins, com uma exibição maravilhosa (apesar da expulsão), foram as estrelas da ocasião. Coentrão (na versão atacante) e Saviola também merecem destaque, tendo sido óptimos actores secundários. Em sentido inverso, Cardozo parecia de outro filme. Desperdício em catadupa, de um jogador psicologicamente debilitado. Do outro lado, Nuno Assis rubricou exibição magistral. Só a sua (recente) proveniência me parece justificar o ódio de estimação que o Master Kodro lhe dedica. Na minha modesta opinião, é um dos melhores jogadores que alguma vez representaram o Vitória de Guimarães.
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Claro que ajuda ter individualidades que desbloqueiam jogos difíceis. Aimar, com uma primeira parte notável, e Carlos Martins, com uma exibição maravilhosa (apesar da expulsão), foram as estrelas da ocasião. Coentrão (na versão atacante) e Saviola também merecem destaque, tendo sido óptimos actores secundários. Em sentido inverso, Cardozo parecia de outro filme. Desperdício em catadupa, de um jogador psicologicamente debilitado. Do outro lado, Nuno Assis rubricou exibição magistral. Só a sua (recente) proveniência me parece justificar o ódio de estimação que o Master Kodro lhe dedica. Na minha modesta opinião, é um dos melhores jogadores que alguma vez representaram o Vitória de Guimarães.
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segunda-feira, novembro 23, 2009
Benfica 0 x 1 Vitória
Rigor, paciência e brilhantismo. Adorei a forma como a equipa esteve segura durante quase todo o jogo (e quando não esteve, Nilson resolveu as situações, até quando os remates iam para fora) e fiquei maravilhado com as combinações entre Desmarets e Nuno Assis e com a velocidade de Targino. Mas, acima de tudo, gostei da paciência e do rigor. Até Andrézinho esteve bem. Do outro lado, só me assustei com as recorrentes simulações e braços no ar, já no fim do jogo.
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sábado, novembro 07, 2009
Vitória 1 x 0 Braga
Parecem-me ser três as principais razões para esta vitória que foi, para mim, completamente inesperada (o que reforça o seu sabor), face ao que as duas equipas têm apresentado desde o início da época:
- Atitude agressiva e ambiciosa dos jogadores do Vitória que durou toda a partida, algo que já acontecera contra Benfica e Sporting, com resultados finais menos positivos. Fica por saber porque é que esta atitude só aparece contra adversários mais fortes.
- O flanco direito do Braga foi devidamente anulado por Paulo Sérgio, transformando a principal força do adversário na sua maior fraqueza. A presença de Sereno, um central com mobilidade, na lateral esquerda aliada à presença assídua de Nuno Assis no apoio a Desmarets, ofereceu ao Vitória superioridade no flanco. A presença de Ney em substituição do impedido João Pereira enterrou o Braga. Boa, Paulo Sérgio.
- A habitual magia de Alan, Mossoró e Viana apareceu muito esporadicamente. Ao invés, a jogada do golo da vitória foi um hino ao futebol, com um passe maravilhoso de Nuno Assis, todo ele pejado de inteligência e técnica, e um remate absolutamente fabuloso de Desmarets. O francês foi, de longe, o melhor em campo, numa exibição que fez lembrar o melhor do ano do terceiro lugar.
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- Atitude agressiva e ambiciosa dos jogadores do Vitória que durou toda a partida, algo que já acontecera contra Benfica e Sporting, com resultados finais menos positivos. Fica por saber porque é que esta atitude só aparece contra adversários mais fortes.
- O flanco direito do Braga foi devidamente anulado por Paulo Sérgio, transformando a principal força do adversário na sua maior fraqueza. A presença de Sereno, um central com mobilidade, na lateral esquerda aliada à presença assídua de Nuno Assis no apoio a Desmarets, ofereceu ao Vitória superioridade no flanco. A presença de Ney em substituição do impedido João Pereira enterrou o Braga. Boa, Paulo Sérgio.
- A habitual magia de Alan, Mossoró e Viana apareceu muito esporadicamente. Ao invés, a jogada do golo da vitória foi um hino ao futebol, com um passe maravilhoso de Nuno Assis, todo ele pejado de inteligência e técnica, e um remate absolutamente fabuloso de Desmarets. O francês foi, de longe, o melhor em campo, numa exibição que fez lembrar o melhor do ano do terceiro lugar.
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quarta-feira, agosto 26, 2009
Cantinho do Vitória
Anda a fervilhar, este meu clube. Tanto faz uma exibição deprimente contra o Vitória de Setúbal, como faz uma excelente exibição contra o Benfica, sem que consiga ganhar com qualquer delas. O presidente chama mal-educados a um grupo de sócios, diz que não entende as críticas e pondera demitir-se. Depois já não pondera nada e emana um comunicado a dizer que não voltará a fazer o mesmo que levou às críticas "mal-educadas" dos sócios. Aparentemente, alguém lhe explicou e os mal-educados tinham razão. Entretanto, Nuno Assis, depois de uma excelente exibição, quer sair outra vez. Depois de uma ?tentadora? proposta cipriota, que levou a um aumento do seu ordenado, aparece agora, segundo o Jogo, uma proposta de 2,2 milhões do Portsmouth. Mas estão à espera de quê? Até calha bem porque tenho um agradecimento a fazer. Mais tarde. Para terminar, deixo as palavras de Jorge Gonçalves sobre o último jogo:
"Tivemos uma arbitragem um pouco infeliz, acontece a muita gente, os jogadores também erram e são coisas que acontecem", considerou sobre o trabalho de Pedro Proença, rejeitando qualquer ideia que se possa estribar na atuação do árbitro para justificar a derrota. "Não podemos pensar assim, criámos situações para resolver o jogo antes de o Benfica marcar e, se tivéssemos conseguido concretizar, teríamos resolvido o encontro".
É, não é, Jorge? Também me parece.
master kodro
"Tivemos uma arbitragem um pouco infeliz, acontece a muita gente, os jogadores também erram e são coisas que acontecem", considerou sobre o trabalho de Pedro Proença, rejeitando qualquer ideia que se possa estribar na atuação do árbitro para justificar a derrota. "Não podemos pensar assim, criámos situações para resolver o jogo antes de o Benfica marcar e, se tivéssemos conseguido concretizar, teríamos resolvido o encontro".
É, não é, Jorge? Também me parece.
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domingo, agosto 23, 2009
Vitória 0 x 1 Benfica
Grande jogo do Vitória. Nelo Vingada percebeu finalmente (à segunda jornada não é mau) as mensagens que o plantel insistia em transmitir-lhe e encontrou um sistema híbrido à medida do adversário. Um sistema perfeito que possibilitou que o Vitória se superiorizasse durante a maior parte do jogo. Até quando estiveram reduzidos a 10, os vitorianos conseguiram criar as duas melhores oportunidades (as únicas criadas nesse período, acrescente-se): Targino ao poste, depois de oferta de Quim (atrapalhado com um remate de Andrézinho); e o mesmo Targino a deixar-se antecipar por David Luiz depois de se ter isolado, após ultrapassar Luisão com inteligência. Foram duas oportunidades de ouro para garantir a vitória, já depois de na primeira parte Sereno ter obrigado Quim a uma grande defesa. Paciência. Targino tem que aprender em campo com os erros. Pior seria se não conseguisse criar as oportunidades.
Excelente jogo de Nuno Assis, excelente jogo de Targino a que só faltou um golo, até Andrézinho esteve muito bem (aproveitando o novo desenho de Nelo Vingada que ajuda a mitigar as suas limitações defensivas), brilhante exibição colectiva que não permitiu que o adversário construísse nada, à excepção de um magnífico passe de Di Maria que Aimar desperdiçou.
E mesmo assim o Vitória acabou derrotado, reduzido a 9 e Nilson ainda teve que defender um penalty por mão de Flávio Meireles, num lance inofensivo, com direito a segundo amarelo. E eu fiquei extremamente satisfeito com o jogo e tenho que dar os parabéns a Nelo Vingada e aos jogadores, a todos, por esta excelente exibição e pela atitude demonstrada. Tenho que admitir que não estava nada à espera disto, mesmo com os alas em campo.
ps - Como sabem não discuto lances, apenas leis e critérios. E estava com curiosidade para saber se a - aparentemente nova - directiva de os protestos veementes valerem amarelo continuaria em vigor, tal como esteve em todos os jogos do campeonato. Fiquei surpreso ao perceber que não. Targino foi o primeiro (num lance banal) e não viu cartão; Aimar foi o segundo (a pedir penalty depois de sentir um toque de Ramires na costas...) e não viu cartão; Nuno Assis foi o terceiro, viu amarelo e acabou expulso numa discussão com Coentrão. Aquilo que, à partida, parecia uma boa medida, transformou-se em mais uma bomba discricionária nas mãos dos árbitros. Já deu que falar com Hulk e, pela amostra, vai ser um espectáculo daqui para a frente.
pps - Lá está. Raúl Meireles pediu penalty. Amarelo. Voltou a vigorar. Isto vai ser lindo.
master kodro
Excelente jogo de Nuno Assis, excelente jogo de Targino a que só faltou um golo, até Andrézinho esteve muito bem (aproveitando o novo desenho de Nelo Vingada que ajuda a mitigar as suas limitações defensivas), brilhante exibição colectiva que não permitiu que o adversário construísse nada, à excepção de um magnífico passe de Di Maria que Aimar desperdiçou.
E mesmo assim o Vitória acabou derrotado, reduzido a 9 e Nilson ainda teve que defender um penalty por mão de Flávio Meireles, num lance inofensivo, com direito a segundo amarelo. E eu fiquei extremamente satisfeito com o jogo e tenho que dar os parabéns a Nelo Vingada e aos jogadores, a todos, por esta excelente exibição e pela atitude demonstrada. Tenho que admitir que não estava nada à espera disto, mesmo com os alas em campo.
ps - Como sabem não discuto lances, apenas leis e critérios. E estava com curiosidade para saber se a - aparentemente nova - directiva de os protestos veementes valerem amarelo continuaria em vigor, tal como esteve em todos os jogos do campeonato. Fiquei surpreso ao perceber que não. Targino foi o primeiro (num lance banal) e não viu cartão; Aimar foi o segundo (a pedir penalty depois de sentir um toque de Ramires na costas...) e não viu cartão; Nuno Assis foi o terceiro, viu amarelo e acabou expulso numa discussão com Coentrão. Aquilo que, à partida, parecia uma boa medida, transformou-se em mais uma bomba discricionária nas mãos dos árbitros. Já deu que falar com Hulk e, pela amostra, vai ser um espectáculo daqui para a frente.
pps - Lá está. Raúl Meireles pediu penalty. Amarelo. Voltou a vigorar. Isto vai ser lindo.
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terça-feira, abril 28, 2009
Cantinho do Vitória
Só deu para acompanhar a segunda parte, mas vi os golos da primeira: um de penalty para nós; um, raríssimo, talvez único, que Nilson podia ter evitado; e um desvio infeliz de Sereno. Desmarets, no centro, esteve óptimo. Reparei que Assis estava em campo aos 16 da segunda, quando fez uma paralela perfeita à linha de fundo, a 35 metros desta, de lateral a lateral, tocando para trás três vezes e recebendo duas nesse trajecto absolutamente decisivo. Cícero fez uma entrada delirante com um corte fantástico em plena área leixonense. Quando descobrir para que lado fica a baliza e para que esta serve vai ser um ponta-de-lança temível.
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domingo, abril 19, 2009
Cantinho do Vitória
Hoje deu para ver algo do Vitória da época passada. Como tem sido tão raro, fico na dúvida se é por mérito da nossa equipa se por demérito do meio-campo remodelado do adversário. Seja como for, viu-se futebol ofensivo de qualidade, comandado pelo melhor Nuno Assis da época, rápido, activo e decisivo e muito bem acompanhado por Desmarets, também a subir de forma neste fim de época. Pena que não sirva para nada. Porque a defesa do Vitória continua com os mesmos problemas graves. Qualquer bola que ali entre pode dar golo e só não são mais porque também Nilson tem estado em grande nível. Quem defende assim não pode reclamar vitórias morais. Continuo a não perceber duas coisas: Sereno continua no banco; o grande investimento desta época jogou 7 minutos.
Do outro lado, boa primeira parte, com muitas e boas oportunidades, alguma desorientação no começo da segunda e um estranho renascimento com a entrada de Ronny. Derlei, com um golo e uma assistência também foi decisivo, num jogo que Liedson resolveu.
Foram memoráveis as declarações dos dois treinadores no fim do jogo: Bento encomendou uma camisa de forças (precisa de novos argumentistas, claramente); Cajuda definiu perfeitamente as "organizações estruturais perfeitamente idênticas" e uma situação de jogo "perfeitamente coiso". Muito bom.
master kodro
Do outro lado, boa primeira parte, com muitas e boas oportunidades, alguma desorientação no começo da segunda e um estranho renascimento com a entrada de Ronny. Derlei, com um golo e uma assistência também foi decisivo, num jogo que Liedson resolveu.
Foram memoráveis as declarações dos dois treinadores no fim do jogo: Bento encomendou uma camisa de forças (precisa de novos argumentistas, claramente); Cajuda definiu perfeitamente as "organizações estruturais perfeitamente idênticas" e uma situação de jogo "perfeitamente coiso". Muito bom.
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sábado, abril 11, 2009
Cantinho do Vitória
Já não sei o que dizer do futebol do Vitória, este ano. Hoje até consegui ficar baralhado com a táctica apresentada. Do meio-campo para a frente, tirando o regressado Meireles a trinco e Roberto a ponta-de-lança, o resto foi um quarteto que oscilou entre o faz-tudo (ou o faz-nada) composto por Desmarets, Fajardo, Assis e Marquinho. Fiquei baralhado, confesso. E não fui o único. Manuel Cajuda acha que é injusto para nós, lembrando uma bola na barra (qual? a do golo ou a que bateu num jogador nosso e foi lá parar?). Paulo Sérgio defende que o Vitória foi muito feliz ao conquistar um ponto. Desconfio que o empate foi justo.
Ao contrário do que tem acontecio nos últimos jogos, Nuno Assis procurou e encontrou as brechas na defensiva contrária, estando presente nos melhores lances do Vitória: fez o centro que isolou Marquinho que atirou à barra, lance que deu o golo a Roberto; desmarcou Andrezinho na direita criando a melhor oportunidade do Vitória da primeira parte; recebeu a bola de um magnífico toque de calcanhar de Desmarets para, desfazendo-se da oposição de dois defensores, rematar para boa defesa de Cássio. Só escusava de ter estado ligado ao lance de golo do Paços, saindo da barreira e desviando a bola rematada por Cristiano do alcance de Nilson.
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Ao contrário do que tem acontecio nos últimos jogos, Nuno Assis procurou e encontrou as brechas na defensiva contrária, estando presente nos melhores lances do Vitória: fez o centro que isolou Marquinho que atirou à barra, lance que deu o golo a Roberto; desmarcou Andrezinho na direita criando a melhor oportunidade do Vitória da primeira parte; recebeu a bola de um magnífico toque de calcanhar de Desmarets para, desfazendo-se da oposição de dois defensores, rematar para boa defesa de Cássio. Só escusava de ter estado ligado ao lance de golo do Paços, saindo da barreira e desviando a bola rematada por Cristiano do alcance de Nilson.
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sábado, abril 04, 2009
Cantinho do Vitória
É um pouco difícil não sofrer golos com uma defesa que comete tantos erros durante uma partida (Sereno está recuperado e tem que entrar rapidamente no onze para o lugar de Gregory) . Foram três mas podiam ter sido mais. Valeu que Farias não estava para aí virado. O Porto começou melhor, desperdiçando boas ocasiões, mas o Vitória respondeu bem, com um período curto, mas sólido, que valeu um golo a Roberto, depois de uma construção competente na ala esquerda. E é pouco mais que isto que o futebol do Vitória tem para oferecer, neste momento. Períodos curtos, muito curtos, de bom futebol. O resto do jogo foi passado a sofrer, a correr atrás de Hulk, a fazer dobras aos laterais (principalmente a Andrézinho, esse mestre do disparate defensivo), a fazer maus passes logo no início da construção de jogo. O Porto reentrou a marcar (Farias após assistência de Raúl Meireles,), depois de ameaçar, e a dar a volta, logo a seguir, num lance caricato concluído graças à destreza de Mariano Gonzalez. No fim, Cajuda partiu o jogo com a entrada de Santana Carlos (o maior investimento da época ainda não tem 200 minutos de jogo) e essa confusão quase resultou em boas oportunidades para marcar, que Cissokho e Rolando resolveram antes da hora do remate com intervenções determinantes. Rolando, após canto de Lucho, acabou com o jogo. Tivémos boas quase oportunidades. É isto o futebol do Vitória comandado por Nuno Assis.
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domingo, março 15, 2009
Cantinho do Vitória - Apenas uma vitória
1. O Vitória fez um jogo absolutamente banal, mas ganhou. Ganhou porque Manuel Cajuda percebeu, finalmente, como se deve jogar contra este Benfica. Basta esperar. Do outro lado ninguém faz pressão, metade da equipa apenas simula que defende, os jogadores estão mais preocupados em mergulhar e protestar do que em jogar e com um golpe de sorte (ou de brilhantismo, há que ser justo para Marquinho e Roberto), até isto é possível: ganhar na Luz depois de fazer uma exibição absolutamente banal. Só com muita simpatia é que se pode dizer que o Vitória mereceu ganhar este jogo, depois de um jogo tão fraco, em que raramente conseguiu meter um contra-ataque perante tão dócil concorrência. Mas foram dois jogadores do Vitória que tiveram um momento de inspiração, felizmente coincidente no tempo.
2. Destaques individuais obrigatórios para quem fez mexer o marcador, mas também para os centrais do Vitória que resolveram quase todos os cruzamentos de Reyes e Di Maria e para Nilson que fez o que tinha a fazer nas poucas vezes que foi chamado a intervir. Destaques negativos para Nuno Assis (falhou a esmagadora maioria dos passes arriscados, alguns bem simples) e, do outro lado, com tanto por onde escolher, Cardozo merece umas palavras: que vergonhosa exibição foi aquela?
master kodro
2. Destaques individuais obrigatórios para quem fez mexer o marcador, mas também para os centrais do Vitória que resolveram quase todos os cruzamentos de Reyes e Di Maria e para Nilson que fez o que tinha a fazer nas poucas vezes que foi chamado a intervir. Destaques negativos para Nuno Assis (falhou a esmagadora maioria dos passes arriscados, alguns bem simples) e, do outro lado, com tanto por onde escolher, Cardozo merece umas palavras: que vergonhosa exibição foi aquela?
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domingo, fevereiro 22, 2009
Cantinho do Vitória - O fim da época
1. Fez-se justiça. O V. Guimarães 0 x 1 Trofense foi estranho, mas teve um resultado acertado. O Vitória bateu dois recordes mundiais no campo da inutilidade: o da posse de bola inútil; e o dos cruzamentos inúteis, metade deles lançados a meio do meio-campo adversário, para o terceiro poste, para trás da baliza ou para o central adversário mais próximo. O Trofense teve cerca de 35% da posse de bola e conseguiu fazer quase o dobro dos remates do que o Vitória. O Trofense teve a melhor oportunidade da primeira parte, desperdiçada por Chad, isolado (a que o Vitória respondeu com um centro falhado por João Alves, que quase deu golo, como melhor oportunidade), marcou um golo na segunda, por Chad, isolado mesmo com toda a sorte do mundo, e teve tantas oportunidades de golo como o Vitória nesse período. Não há mais nada a dizer.
2. O futebol do Vitória é o espelho do que Nuno Assis faz em campo. Pega na bola na meia esquerda. Flecte para o centro em corrida frenética. Encontra um obstáculo. Finta para trás com a óbvia conivência do opositor (que se está bem a cagar para que Nuno Assis esteja, agora, dois metros ao lado e um metro atrás da sua posição inicial). Havendo, ou não, novo obstáculo, Assis passa a bola para trás para o mesmo rapaz que já lá estava no início do movimento. O resto é simples. Passe para a ala, seja de quem for, seja para quem for, e cruzamento para o monte. O jogo varia com um toque de calcanhar de Alves ou Assis ou num momento de loucura de Luciano Amaral, possuído pelo espírito de Maradona (pela parte da coca) que vai sempre em frente simulando que dribla os vários adversários que, atónitos, o deixam passar sem resposta. Estes momentos acabam, normalmente, com uma perda de bola ou com - obviamente - um centro falhado.
3. Acabou a época. Chegou a hora de se perceber o que se quer. Se querem que Cajuda fique, ele que comece a preparar a nova época já, a experimentar juniores de preferência, algo a que o técnico é alérgico. Se não é para Cajuda continuar, troquem já e deixem que o novo treinador comece a preparar a nova época. Eu estou com muitas dúvidas, neste momento. Muitas mesmo. A equipa devia estar a evoluir, mesmo que não repetisse os resultados do ano passado (foi um milagre e cada vez que se vê um jogo do Braga percebe-se que só por milagre é que épocas como a do ano passado acontecem), mas está a regredir. Não sei o que pensar, ainda. Sei que, muito antes de Cajuda, trocava de direcção. Sem piscar os olhos.
master kodro
2. O futebol do Vitória é o espelho do que Nuno Assis faz em campo. Pega na bola na meia esquerda. Flecte para o centro em corrida frenética. Encontra um obstáculo. Finta para trás com a óbvia conivência do opositor (que se está bem a cagar para que Nuno Assis esteja, agora, dois metros ao lado e um metro atrás da sua posição inicial). Havendo, ou não, novo obstáculo, Assis passa a bola para trás para o mesmo rapaz que já lá estava no início do movimento. O resto é simples. Passe para a ala, seja de quem for, seja para quem for, e cruzamento para o monte. O jogo varia com um toque de calcanhar de Alves ou Assis ou num momento de loucura de Luciano Amaral, possuído pelo espírito de Maradona (pela parte da coca) que vai sempre em frente simulando que dribla os vários adversários que, atónitos, o deixam passar sem resposta. Estes momentos acabam, normalmente, com uma perda de bola ou com - obviamente - um centro falhado.
3. Acabou a época. Chegou a hora de se perceber o que se quer. Se querem que Cajuda fique, ele que comece a preparar a nova época já, a experimentar juniores de preferência, algo a que o técnico é alérgico. Se não é para Cajuda continuar, troquem já e deixem que o novo treinador comece a preparar a nova época. Eu estou com muitas dúvidas, neste momento. Muitas mesmo. A equipa devia estar a evoluir, mesmo que não repetisse os resultados do ano passado (foi um milagre e cada vez que se vê um jogo do Braga percebe-se que só por milagre é que épocas como a do ano passado acontecem), mas está a regredir. Não sei o que pensar, ainda. Sei que, muito antes de Cajuda, trocava de direcção. Sem piscar os olhos.
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segunda-feira, fevereiro 09, 2009
sexta-feira, janeiro 30, 2009
Cantinho do Vitória - Um dia o paraíso
Uma vez Cajuda Devia ser o suficiente para um treinador aprender a não fazer a substituição de avançado por trinco perto do fim. Tal como na primeira volta, os sadinos estavam sem argumentos mas chegaram lá graças ao recuo e quase marcaram (falharam por acaso). Correu bem, com direito a quarto golo e tudo, mas podia não ter corrido.
Duas vezes Setúbal Na primeira ofensiva, uma excelente jogada individual (e remate) de André Marques. O segundo de canto (mais um sofrido pelos nossos), por Ricardo Chaves, que dedicou o golo ao pai.
Três vezes Assis Qualquer jogador de futebol sonha em viver uma noite como a que Nuno Assis teve hoje: take 1, bola jogável e quarenta metros para correr sem oposição até contornar maravilhosamente o guarda-redes; take 2, bola jogável a um metro da linha de golo sem qualquer oposição; take 3, bola jogável e cinquenta metros para correr sem oposição até disparar fora da área perante um guarda-redes desamparado. Voltou o Assis tecnicista, inteligente e saudável. É uma pena que não desapareçam os seus 31 anos. Na falta de chapéu, Assis sacou um elast(r)ic(k) (se alguém gostar deste simulacro de piada deve rever toda a sua existência).
Quatro vezes Vitória Começou bem mas apareceu a desvantagem logo aos dez minutos. Depois, Marquinho fez de ponta-de-lança competente para escapar à marcação dos centrais e marcar de cabeça após centro da direita. Em puro contra-ataque, Assis fez o segundo e o quarto. O terceiro nasceu de uma combinação Lionn-Marquinho (mais cinco jogos com estes resultados prácticos e reconsidero a minha opinião) que partiu a defesa toda.
Cinco vezes Fajardo Cruzamento perfeito da direita para o golo de cabeça de Marquinho; abertura magnífica para a desmarcação de Nuno Assis no segundo golo; remate perigoso (que se não tirou tinta ao poste assustou-o); toque genial a isolar Marquinho que desperdiçou miseravelmente na cara do guarda-redes; primeiro jogador a ser substituído no Vitória aos 64 minutos...
Seis vezes golo Foram seis golos, o Vitória de Setúbal ainda meteu uma na trave, Meireles meteu uma bola na baliza mas o jogo já estava interrompido e outras tantas oportunidades flagrantes desperdiçadas. Uma semana louca no futebol português. Podem voltar os 0 x 0 a partir de amanhã.
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Duas vezes Setúbal Na primeira ofensiva, uma excelente jogada individual (e remate) de André Marques. O segundo de canto (mais um sofrido pelos nossos), por Ricardo Chaves, que dedicou o golo ao pai.
Três vezes Assis Qualquer jogador de futebol sonha em viver uma noite como a que Nuno Assis teve hoje: take 1, bola jogável e quarenta metros para correr sem oposição até contornar maravilhosamente o guarda-redes; take 2, bola jogável a um metro da linha de golo sem qualquer oposição; take 3, bola jogável e cinquenta metros para correr sem oposição até disparar fora da área perante um guarda-redes desamparado. Voltou o Assis tecnicista, inteligente e saudável. É uma pena que não desapareçam os seus 31 anos. Na falta de chapéu, Assis sacou um elast(r)ic(k) (se alguém gostar deste simulacro de piada deve rever toda a sua existência).
Quatro vezes Vitória Começou bem mas apareceu a desvantagem logo aos dez minutos. Depois, Marquinho fez de ponta-de-lança competente para escapar à marcação dos centrais e marcar de cabeça após centro da direita. Em puro contra-ataque, Assis fez o segundo e o quarto. O terceiro nasceu de uma combinação Lionn-Marquinho (mais cinco jogos com estes resultados prácticos e reconsidero a minha opinião) que partiu a defesa toda.
Cinco vezes Fajardo Cruzamento perfeito da direita para o golo de cabeça de Marquinho; abertura magnífica para a desmarcação de Nuno Assis no segundo golo; remate perigoso (que se não tirou tinta ao poste assustou-o); toque genial a isolar Marquinho que desperdiçou miseravelmente na cara do guarda-redes; primeiro jogador a ser substituído no Vitória aos 64 minutos...
Seis vezes golo Foram seis golos, o Vitória de Setúbal ainda meteu uma na trave, Meireles meteu uma bola na baliza mas o jogo já estava interrompido e outras tantas oportunidades flagrantes desperdiçadas. Uma semana louca no futebol português. Podem voltar os 0 x 0 a partir de amanhã.
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