A ter que perder, que seja com o Rio Ave de Carlos Brito, que já não deve descer com este resultado. Neste futebol de fim de época, sem objectivo à vista, tudo é muito dado a poucos incómodos. Fajardo foi o que mais se incomodou e foi o primeiro a sair, com Marquinho, sem se perceber a razão. Cícero entrou e tentou imitar Yazalde, mas não percebeu que Yazalde estava a sofrer faltas e não a fazê-las (como a que deu o penalty que Coentrão marcou). Em última análise, Cajuda é que está a demorar mais tempo a perceber. Juniores é que não. Gostei de um dos últimos momentos do jogo: bola lançada para a área dos vilacondenses, Flávio vira as costas à bola e prepara-se para fazer falta sobre um defesa e é abalroado por um Cícero voador. Fabuloso.
ps - Entretanto Kamani Hill é o primeiro reforço do Vitória de Guimarães 2009/2010. É extremo, mas também tem historial a jogar a lateral, nas selecções norte-americanas. Passou os últimos três anos no Wolfsburg durante os quais praticamente não jogou. Esteve três semanas à experiência e assinou. Não há comentário possível. Mas começo a minha lista de pedidos: Marinho da Naval, Rui Miguel do Paços e Valdomiro do Trofense, para já.
master kodro
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sexta-feira, maio 08, 2009
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
sexta-feira, janeiro 30, 2009
Cantinho do Vitória - Um dia o paraíso
Uma vez Cajuda Devia ser o suficiente para um treinador aprender a não fazer a substituição de avançado por trinco perto do fim. Tal como na primeira volta, os sadinos estavam sem argumentos mas chegaram lá graças ao recuo e quase marcaram (falharam por acaso). Correu bem, com direito a quarto golo e tudo, mas podia não ter corrido.
Duas vezes Setúbal Na primeira ofensiva, uma excelente jogada individual (e remate) de André Marques. O segundo de canto (mais um sofrido pelos nossos), por Ricardo Chaves, que dedicou o golo ao pai.
Três vezes Assis Qualquer jogador de futebol sonha em viver uma noite como a que Nuno Assis teve hoje: take 1, bola jogável e quarenta metros para correr sem oposição até contornar maravilhosamente o guarda-redes; take 2, bola jogável a um metro da linha de golo sem qualquer oposição; take 3, bola jogável e cinquenta metros para correr sem oposição até disparar fora da área perante um guarda-redes desamparado. Voltou o Assis tecnicista, inteligente e saudável. É uma pena que não desapareçam os seus 31 anos. Na falta de chapéu, Assis sacou um elast(r)ic(k) (se alguém gostar deste simulacro de piada deve rever toda a sua existência).
Quatro vezes Vitória Começou bem mas apareceu a desvantagem logo aos dez minutos. Depois, Marquinho fez de ponta-de-lança competente para escapar à marcação dos centrais e marcar de cabeça após centro da direita. Em puro contra-ataque, Assis fez o segundo e o quarto. O terceiro nasceu de uma combinação Lionn-Marquinho (mais cinco jogos com estes resultados prácticos e reconsidero a minha opinião) que partiu a defesa toda.
Cinco vezes Fajardo Cruzamento perfeito da direita para o golo de cabeça de Marquinho; abertura magnífica para a desmarcação de Nuno Assis no segundo golo; remate perigoso (que se não tirou tinta ao poste assustou-o); toque genial a isolar Marquinho que desperdiçou miseravelmente na cara do guarda-redes; primeiro jogador a ser substituído no Vitória aos 64 minutos...
Seis vezes golo Foram seis golos, o Vitória de Setúbal ainda meteu uma na trave, Meireles meteu uma bola na baliza mas o jogo já estava interrompido e outras tantas oportunidades flagrantes desperdiçadas. Uma semana louca no futebol português. Podem voltar os 0 x 0 a partir de amanhã.
master kodro
Duas vezes Setúbal Na primeira ofensiva, uma excelente jogada individual (e remate) de André Marques. O segundo de canto (mais um sofrido pelos nossos), por Ricardo Chaves, que dedicou o golo ao pai.
Três vezes Assis Qualquer jogador de futebol sonha em viver uma noite como a que Nuno Assis teve hoje: take 1, bola jogável e quarenta metros para correr sem oposição até contornar maravilhosamente o guarda-redes; take 2, bola jogável a um metro da linha de golo sem qualquer oposição; take 3, bola jogável e cinquenta metros para correr sem oposição até disparar fora da área perante um guarda-redes desamparado. Voltou o Assis tecnicista, inteligente e saudável. É uma pena que não desapareçam os seus 31 anos. Na falta de chapéu, Assis sacou um elast(r)ic(k) (se alguém gostar deste simulacro de piada deve rever toda a sua existência).
Quatro vezes Vitória Começou bem mas apareceu a desvantagem logo aos dez minutos. Depois, Marquinho fez de ponta-de-lança competente para escapar à marcação dos centrais e marcar de cabeça após centro da direita. Em puro contra-ataque, Assis fez o segundo e o quarto. O terceiro nasceu de uma combinação Lionn-Marquinho (mais cinco jogos com estes resultados prácticos e reconsidero a minha opinião) que partiu a defesa toda.
Cinco vezes Fajardo Cruzamento perfeito da direita para o golo de cabeça de Marquinho; abertura magnífica para a desmarcação de Nuno Assis no segundo golo; remate perigoso (que se não tirou tinta ao poste assustou-o); toque genial a isolar Marquinho que desperdiçou miseravelmente na cara do guarda-redes; primeiro jogador a ser substituído no Vitória aos 64 minutos...
Seis vezes golo Foram seis golos, o Vitória de Setúbal ainda meteu uma na trave, Meireles meteu uma bola na baliza mas o jogo já estava interrompido e outras tantas oportunidades flagrantes desperdiçadas. Uma semana louca no futebol português. Podem voltar os 0 x 0 a partir de amanhã.
master kodro
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