Mostrar mensagens com a etiqueta marquinho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta marquinho. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, fevereiro 16, 2010

Naval 0 x 0 Vitória

Zero, mesmo zero. O bom caminho que algumas exibições auguram não passa de uma miragem depois do que se viu ontem na Figueira da Foz. Houve domínio sobre o adversário, sim, houve, mas não houve mais nada. Ficam algumas questões no ar apenas. Se o objectivo era assumir o jogo, como aconteceu naturalmente do princípio ao fim, como é que se fica com Custódio e Moreno no meio-campo até aos 74 minutos (e depois João Alves...)? Porque é que os fãs incondicionais de Nuno Assis não vêem estes jogos, em que o 10 faz tudo menos ser 10, ou seja, faz tudo o que se espera que os que estão atrás dele façam, mas não consegue fazer nada daquilo que devia (mas correu muito e fez passes muito bonitos para trás e para o lado)? Como é que Marquinho ganha a titularidade a Jorge Gonçalves e a Fábio Felício (só pode ser o gajo que melhor treina no mundo)? Será que ninguém está com vontade de lutar pela qualificação europeia (não parece, não parece...)?

master kodro

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Vitória 1 x 2 Paços

Pois, o resultado foi péssimo, mas a exibição foi muito agradável: 33 remates; 19 cantos; mais de uma dezena de oportunidades flagrantes de golo; duas bolas nos ferros; atitude dominadora do princípio ao fim. Dos titulares, só não gostei da exibição de Marquinho. Do treinador, não gostei da substituição de Fábio Felício. Do Paços, não gostei do Coelho. Que grande exibição. Detestei mesmo o primeiro golo do Paços, um livre a mais de 30 metros da baliza que contorna a barreira pela direita e entra à esquerda de Nilson (do ponto de vista atacante). Ou Ozeia é o novo Maradona, o que é altamente improvável, ou alguém falhou miseravelmente nos cálculos (para além do gajo que abriu na barreira).

master kodro

domingo, março 15, 2009

Cantinho do Vitória - Apenas uma vitória

1. O Vitória fez um jogo absolutamente banal, mas ganhou. Ganhou porque Manuel Cajuda percebeu, finalmente, como se deve jogar contra este Benfica. Basta esperar. Do outro lado ninguém faz pressão, metade da equipa apenas simula que defende, os jogadores estão mais preocupados em mergulhar e protestar do que em jogar e com um golpe de sorte (ou de brilhantismo, há que ser justo para Marquinho e Roberto), até isto é possível: ganhar na Luz depois de fazer uma exibição absolutamente banal. Só com muita simpatia é que se pode dizer que o Vitória mereceu ganhar este jogo, depois de um jogo tão fraco, em que raramente conseguiu meter um contra-ataque perante tão dócil concorrência. Mas foram dois jogadores do Vitória que tiveram um momento de inspiração, felizmente coincidente no tempo.

2. Destaques individuais obrigatórios para quem fez mexer o marcador, mas também para os centrais do Vitória que resolveram quase todos os cruzamentos de Reyes e Di Maria e para Nilson que fez o que tinha a fazer nas poucas vezes que foi chamado a intervir. Destaques negativos para Nuno Assis (falhou a esmagadora maioria dos passes arriscados, alguns bem simples) e, do outro lado, com tanto por onde escolher, Cardozo merece umas palavras: que vergonhosa exibição foi aquela?

master kodro

sexta-feira, janeiro 30, 2009

Cantinho do Vitória - Um dia o paraíso

Uma vez Cajuda Devia ser o suficiente para um treinador aprender a não fazer a substituição de avançado por trinco perto do fim. Tal como na primeira volta, os sadinos estavam sem argumentos mas chegaram lá graças ao recuo e quase marcaram (falharam por acaso). Correu bem, com direito a quarto golo e tudo, mas podia não ter corrido.

Duas vezes Setúbal Na primeira ofensiva, uma excelente jogada individual (e remate) de André Marques. O segundo de canto (mais um sofrido pelos nossos), por Ricardo Chaves, que dedicou o golo ao pai.

Três vezes Assis Qualquer jogador de futebol sonha em viver uma noite como a que Nuno Assis teve hoje: take 1, bola jogável e quarenta metros para correr sem oposição até contornar maravilhosamente o guarda-redes; take 2, bola jogável a um metro da linha de golo sem qualquer oposição; take 3, bola jogável e cinquenta metros para correr sem oposição até disparar fora da área perante um guarda-redes desamparado. Voltou o Assis tecnicista, inteligente e saudável. É uma pena que não desapareçam os seus 31 anos. Na falta de chapéu, Assis sacou um elast(r)ic(k) (se alguém gostar deste simulacro de piada deve rever toda a sua existência).

Quatro vezes Vitória Começou bem mas apareceu a desvantagem logo aos dez minutos. Depois, Marquinho fez de ponta-de-lança competente para escapar à marcação dos centrais e marcar de cabeça após centro da direita. Em puro contra-ataque, Assis fez o segundo e o quarto. O terceiro nasceu de uma combinação Lionn-Marquinho (mais cinco jogos com estes resultados prácticos e reconsidero a minha opinião) que partiu a defesa toda.

Cinco vezes Fajardo Cruzamento perfeito da direita para o golo de cabeça de Marquinho; abertura magnífica para a desmarcação de Nuno Assis no segundo golo; remate perigoso (que se não tirou tinta ao poste assustou-o); toque genial a isolar Marquinho que desperdiçou miseravelmente na cara do guarda-redes; primeiro jogador a ser substituído no Vitória aos 64 minutos...

Seis vezes golo Foram seis golos, o Vitória de Setúbal ainda meteu uma na trave, Meireles meteu uma bola na baliza mas o jogo já estava interrompido e outras tantas oportunidades flagrantes desperdiçadas. Uma semana louca no futebol português. Podem voltar os 0 x 0 a partir de amanhã.

master kodro

domingo, janeiro 25, 2009

Cantinho do Vitória J15

1. Cajuda acha que sim. Com o regresso de Flávio Meireles e com Custódio disponível, Wénio é que deve ser o trinco, com os outros dois no banco. Já no centro do ataque, é Marquinho que deve actuar. O extremo que nem a extremo faz o que deve é que deve ser o ponta-de-lança e Lucas, o miúdo, nem no banco fica. Continua o preconceito de Cajuda a tudo o que cheire remotamente a formação. Nem em último caso. Isso é para dar. Aos grandes, de preferência.

2. O jogo nem foi mau de todo, apesar de tudo, com velocidade, bola a circular e jogo pelos extremos. Mais posse de bola, o dobro dos remates, muito mais cantos, e desta vez a posse de bola até trouxe várias oportunidades de golo que Marquinho (na maior parte das ocasiões) não conseguiu transformar em golo. Peskovic esteve magnífico, outra vez.

3. Mas a estrela do jogo foi Sougou. Um jogo absolutamente brilhante, com duas assistências para golo, um slalom fabuloso na primeira parte e diversos outros apontamentos de grande nível, perfeitos para uma Académica que quis quase sempre contra-atacar.

ps - Depois não sabem (nos comentários) porque é que eu preferia o Sougou ao Nuno Assis.

master kodro

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Cantinho do Vitória - baralhar e voltar a dar

1. A experiência de ver o jogo gravado já depois de saber o resultado final permitiu que me tivesse concentrado mais nos jogadores do que no resto, que já não era novidade. O Vitória voltou a sofrer um golo de bola parada, como sofrera dois do Rio Ave no jogo anterior, com a agravante de ter sido Katsouranis a entrar ao primeiro poste (mais longe do que o que acontece habitualmente), o que sugere que alguém não está a fazer os trabalhos de casa convenientemente. O segundo foi em contra-ataque e era mais ou menos previsível dado o cariz da partida nessa altura, um risco assumido e que era a única atitude que o Vitória poderia ter nessa fase.

2. Ter tanta posse de bola e não fazer nada de especial com essa posse de bola é aflitivo. Não há nenhuma melhoria como apregoa Cajuda. Houve um jogo, com o Rio Ave, em que conseguimos fazer contra-ataques porque o Rio Ave decidiu arriscar. Só isso. Ontem, o Vitória até fez a bola chegar às alas e à área adversária mas não causou qualquer dificuldade ao adversário. Uma oportunidade flagrante, aos 94 minutos, é um sinal do estado da coisa.

3. Não jogou a partida toda, mas eu pagava para ficar sem ele: Marquinho não me convenceu até hoje e vai ter que fazer o dobro dos outros no futuro para repensar a minha opinião. Andrezinho teve uma meia hora inicial desastrosa com vários maus passes, inclusivamente passes para trás sem oposição e inícios de contra-ataques adversários, para além de não fazer nada de especial ofensivamente. Luciano Amaral foi o mais perigoso até ao intervalo e saiu aos 45 minutos. Roberto luta mas não é Douglas. Wénio, João Alves e Fajardo (principalmente os dois primeiros) fizeram-me ter saudades da segurança de Flávio Meireles.

4. No Benfica os destaques são óbvios: Luisão e Miguel Vítor foram os mais importantes, cortando tudo o que havia para cortar.

master kodro

sábado, janeiro 03, 2009

Cantinho do Vitória - J13

1. Ganhar fora é bom, mas não é novidade. Ganhar fora marcando quatro golos, três deles de bola corrida, em lances que lembram o melhor do futebol vitoriano do ano passado, é óptimo, principalmente face à miséria que tem sido o comportamento ofensivo do Vitória. Ganhar na casa de um adversário que integra o "pelotão da descida" é magnífico.

2. Voltou o futebol de alas ao Vitória e voltou em grande. Até Luís Filipe parece uma estrela com um golo e duas assistências para golo. Desmarets também voltou às exibições de grande nível, com um golo e uma assistência e a aproveitar ao máximo a vocação ofensiva de Miguel Lopes (muito bom a atacar, mas o resto... Eusébio devia promover ajustamentos ali). De quem não se sentiu falta absolutamente nenhuma foi de Nuno Assis.

3. É impressionante a irritação que Marquinho me provoca. Continuo com a impressão que nem ele sabe como é jogador profissional de futebol. Minuto 80, 3 para 1, ele segue no meio com a bola, os companheiros bem abertos nas alas, sem marcação, e ele escolhe correr contra o defesa que o marcava, à distância, e rematar (sem perigo, claro). Minuto 89, guiando a bola pela esquerda, marcado à distância, tinha companheiros a desmarcarem-se, isolados, no centro. Prefere ganhar a linha e sofrer falta. Não há paciência.