Há uma coisa da qual, infelizmente, o Porto de Vítor Pereira ainda não se conseguiu livrar: a tendência para falhar, quando menos se espera. De nada vale andar a triturar adversários, se a seguir não se for capaz de vencer, em casa, uma equipa que luta por não descer de divisão, com a agravante de se desperdiçar a oportunidade de ficar isolado na frente, depois do empate do Benfica na Madeira. Resumindo, a equipa ainda não é fiável (ou, pelo menos, tão fiável como se deseja).
Claro que podemos lamentar as várias oportunidades de golo falhadas, uma delas de penalty. Mas essas oportunidades surgiram, na sua maioria, de forma atabalhoada, de lances de bola parada ou de ressaltos. O golo de Jackson surgiu assim. Não houve a organização ofensiva necessária para desfazer a teia defensiva do Olhanense. Sentiu-se, pela primeira vez, desde as suas ausências, a falta de James e de Atsu, jogadores que poderiam desequilibrar nas alas e oferecer mais amplitude ao ataque portista, algo que Varela (desastrado) e Sebá não conseguiram (e muito menos Izmailov, que não é extremo). A juntar a isto houve ainda a facilidade com que a equipa de Cajuda conseguiu sair para o contra-ataque. Targino correu mais de meio campo sem oposição, antes do remate para para o golo forasteiro, e Helton compensou duas vezes o desacerto do Porto também na defesa, evitando males maiores.
Até pode ter sido só um acidente de percurso. Mas decerto que a confiança, nas hostes portistas, já não é a mesma.
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segunda-feira, fevereiro 11, 2013
terça-feira, janeiro 29, 2013
Números
75% de posse de bola, 23 remates (contra 2), 57 ataques (contra 13) e, claro, 5 golos sem resposta são números que não deixam dúvidas sobre o domínio absoluto do Porto, na recepção ao Gil Vicente.
15 golos de Jackson no campeonato (marcou em 13 dos 16 jogos que fez), 20 (em 25 jogos realizados) em todas as competições.
Duas assistências para golo (uma de Castro, outra de Sebá) vindas do banco de suplentes.
4 vitórias e 1 empate (na Luz), sem James disponível.
1 golo de Atsu na CAN.
Mais 2 pontos, mais uma vitória, menos 1 empate, mais 3 golos marcados, menos 1 golo sofrido - é esta a diferença entre os números do Porto desta época e os da época passada, nas primeiras 16 jornadas do campeonato.
Menos 1 golo sofrido é a diferença entre os números do Benfica desta época e os da época passada, no campeonato, em igual período.
0 derrotas de Porto e Benfica no campeonato.
15 golos de Jackson no campeonato (marcou em 13 dos 16 jogos que fez), 20 (em 25 jogos realizados) em todas as competições.
Duas assistências para golo (uma de Castro, outra de Sebá) vindas do banco de suplentes.
4 vitórias e 1 empate (na Luz), sem James disponível.
1 golo de Atsu na CAN.
Mais 2 pontos, mais uma vitória, menos 1 empate, mais 3 golos marcados, menos 1 golo sofrido - é esta a diferença entre os números do Porto desta época e os da época passada, nas primeiras 16 jornadas do campeonato.
Menos 1 golo sofrido é a diferença entre os números do Benfica desta época e os da época passada, no campeonato, em igual período.
0 derrotas de Porto e Benfica no campeonato.
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