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domingo, novembro 24, 2013

City 6 x 0 Tottenham

O Tottenham não tem a obrigação de lutar pelo título e, se analisarmos bem os plantéis, nem de garantir uma presença na Champions. Agora, depois de torrar o dinheiro todo de Bale numa trupe de médios centro mais ou menos ofensivos, Villas Boas tem muito que explicar, depois desta derrota vergonhosa, agora que está a partilhar o oitavo lugar com o Newcastle.

sábado, abril 27, 2013

Tottenham empatado | Newcastle enxovalhado

Wigan 2 x 2 Tottenham Villas Boas só conseguiu empatar com o aflitíssimo Wigan já perto do fim, com um golo tão estúpido como o primeiro, de Bale, e fica a depender do que o United vai fazer ao Arsenal para saber se perdeu ou ganhou pontos.

Newcastle 0 x 6 Liverpool Perder 6x0 em casa não é para todos. Sturridge foi o substituto quase perfeito de Suarez: marcou dois; não passou a bola a ninguém; só se esqueceu de simular qualquer coisa ou morder em alguém. Coutinho é de outro mundo.

sábado, março 30, 2013

Premier League

United Com a vantagem que tem sobre o City e a desgraça que se abateu sobre o Sunderland, tirando Fletcher dos planos, até dá para usar Buttner e Anderson no onze, ganhar fora (com auto-golo) e descansar muita gente para o jogo da FA Cup com o Chelsea.

Chelsea Os blues insistem em dar o terceiro lugar ao Tottenham e Bale, Verthongen e Villas Boas aceitam-no de bom grado, desta vez com vitória sobre o Swansea de Michu, que também marcou como é habitual.

quinta-feira, março 28, 2013

Play It Again, Sam #125 - We Are Trees

Nada como um abraço do tamanho do sol, entre Pinto da Costa e o treinador revelação do século, para compensar o futebol que não se joga por cá (nem lá, em Israel e no Azerbaijão).

Lembrei-me de um fim de tarde de Verão, sentado em frente ao Atlântico e ao lado de quem me ensinou a verdade sobre o sol. É mais simples do que parece. Foi assim: sentámo-nos e esperámos, parcimoniosamente esperámos, esperámos pelo pôr-do-sol. E o sol lá se pôs, como não podia deixar de ser. E foi então que não percebemos o que fazíamos ali. A essência do momento, tudo aquilo que o precedeu e teve relevância, foi-se com o lusco-fusco. Talvez volte pela manhã, com um poema ensaiado na véspera:

Eis o rosto da noite, semicoberto, hipnótico, imagem por entre a névoa iluminando-se. Palco de sonhos evanescentes, refluídos? Pouco me importa, a multidão dos meus olhos acorre ao ambivalente espectáculo dos sentidos. Sei que me esperas, algures, num desses minutos que cantam. Na pausa do violino, no requiem do piano, encenas ainda a nossa dança. Sossega, hei-de encontrar-te. E será tarde para que nos amemos.

Ou talvez não. Mas o título é merecido.

Música: "I Don't Believe In Love"
Álbum: "Girlfriend ", 2011
Interpretação: We Are Trees




sexta-feira, março 15, 2013

Newcastle no caminho | Cardozo afina as botas para Guimarães

Europa League O golo quase involuntário de Jardel matou logo a eliminatória e Artur insiste em ser dos melhores em campo quando a equipa precisa dos seus múltiplos talentos. Não chegou a haver os calafrios que sobraram a Villas Boas que conseguiu que o Tottenham estoirasse uma vantagem de 3 golos no campo do Inter, um desastre que só uma intervenção pernilonga de Adebayor conseguiu emendar.

Newcastle na linha de fogo O Benfica é obviamente favorito contra o Newcastle, 13.º da Premier League, órfão de Demba Ba (e agora de Ben Arfa) e saudoso dos golos que Papiss Cissé marcou na época passada. Moussa Sissoko entrou cheio de gana, mas não vai durar sempre, como é óbvio. Cheira a golos, muitos golos.

Cardozo afina as botas Nos últimos 4 jogos contra o Vitória, Cardozo bisou 3 vezes, marcando 3 de penalty, o que permite constatar que o paraguaio anda com pontaria com o Vitória e que o Benfica costuma ter muitos penalties nestes jogos.

segunda-feira, fevereiro 25, 2013

UnstoppaBale

Mais dois golos do galês, a dar ao Tottenham de Villas Boas o terceiro lugar, com mais dois pontos do que o Chelsea e a cinco do Manchester City.

É o nono golo de Bale nos seis jogos de Fevereiro, todos decisivos para quatro vitórias e um empate dos Spurs. Em Fevereiro, a dúvida não é se o melhor do mundo é Messi ou Ronaldo. É Bale e os outros. Giggs, podes reformar-te descansado.

sábado, dezembro 29, 2012

Pressão na concorrência

A jornada da Premier League abre com mais uma vitória fora do Tottenham de Villas Boas, que ultrapassa o Chelsea no terceiro lugar (embora os blues tenham menos dois jogos) e, principalmente, que deixa a concorrência directa pelo quarto lugar na obrigação de vencer (o WBA na visita ao Man Utd e o Everton na recepção ao Chelsea). Não consigo deixar de pensar no que seria a equipa sem Adebayor, que pouco mais tem contribuído do que arrastar defesas (funciona até ao dia em que estes percebam que tem sido inofensivo).

master kodro

domingo, dezembro 16, 2012

Treinadores de top (e jornalistas de merda)

Leonardo Jardim Na Grécia, o Olympiakos leva 11 pontos de vantagem sobre o segundo, o PAOK (com menos um jogo) e, por exemplo, 19 de vantagem sobre o Panathinaikos (oitavo), apenas com 15 jornadas disputadas. É rei da Grécia.

André Villas Boas Em Inglaterra, o Tottenham aproveitou os empates do WBA e do Everton para se isolar no quarto lugar (com os mesmos pontos do Chelsea, que adiou a partida desta jornada para disputar o Mundial de Clubes), depois de bater o Swansea de Michu. Aos poucos, está a entrar nos eixos.

José Mourinho Enquanto há relatos de episódios dignos de Sopranos, o futebol do Real anda à mercê dos humores de estrelas sem objectivos. Hoje foi o Espanyol que fez pontos contra o Real.

master kodro

segunda-feira, outubro 01, 2012

O amor do Rui e a (in)competência do André

O amor do Rui Em vésperas de um Benfica x Barcelona, fomos lembrados de uma das épicas histórias do amor de Rui Costa ao Benfica. Esquecendo por um instante as 7 épocas que passou em Florença e as 5 que passou em Milão (por amor), continuamos com dúvidas sobre a qualidade dos argumentistas: frases como " jogador preferia rumar à Catalunha" ou "empresário influenciou na hora de recusar [o Barcelona]", ajudam ao processo de canonização em quê?

A (in)competência do André Não é por ganhar em Old Trafford que passa a ser o maior, até porque o United não está no seu melhor. Mas não deixa de ser um pouco estranha a mensagem que por vezes se lê de que Villas Boas não tem qualidade. Mesmo contando com o fracasso no Chelsea (sem Hazard's, Óscar's), ele é só responsável pela segunda melhor época na história do campeonato nacional, com uma competição europeia vencida no mesmo ano. No Tottenham, que não luta pelo título, começou perdendo o meio-campo da época passada (por razões diferentes, Scott Parker, lesão, Luka Modric e Rafael Van der Vaart, transferidos) e só recentemente pode contar com os reforços Dembelé e Dempsey (que não são bem a mesma coisa). Se é incompetente, porque lhe é exigido o impossível?

master kodro

domingo, fevereiro 05, 2012

Chelsea, United e Lucho

Grande jogo, com o United a recuperar de 0x3 para 3x3. Se bem me lembro, foi no início de Fevereiro que Abramovich perdeu a paciência com Scolari... Villas Boas pode encontrar um conforto num jogo que acabou agora: no Toluca x Pachuca, os visitantes viraram de 0x3 para 4x3...

No jogo do Porto, Lucho sentiu-se em casa outra vez. Que golo...

master kodro

segunda-feira, janeiro 02, 2012

Cech salva Villas Boas

Com uma defesa a um remate na pequena área, já depois do tempo de desconto inicialmente definido. Respira fundo...

ps - como é que Torres joga se está assim... não ataca, não defende...

master kodro

Só dá Premier League...

Sempre a andar Já estão prontos para começar outra vez, daqui a poucos minutos... o que quer dizer que Villas Boas pode perder mais um... Depois da derrota do United, em casa contra o último Blackburn (com mais uma brilhante prestação de De Gea...), depois de também o Manchester City ter perdido com o Sunderland (e o Tottenham só ter conseguido recuperar um ponto na deslocação ao terreno do Swansea), hoje há mais, numa jornada que se estende até quarta.

Villas Boas bate (no fundo) Scolari No final do ano de 2008, em que assumiu o comando do Chelsea, Luiz Felipe Scolari tinha um score de 16 vitórias, 9 empates e 3 derrotas, em jogos oficiais pelo Chelsea. Aguentou até 9 de Fevereiro. Villas Boas consegue fazer pior: 14 vitórias, 7 empates e 7 derrotas. Como é que é Wolves, é hoje?

master kodro

domingo, novembro 20, 2011

E se o tempo voltasse para trás?

Pensaram os adeptos portistas, depois do golo de Glen Johnson que derrotou o Chelsea, em Londres. Por outras palavras: a que horas chegará Villas Boas ao Porto?

master kodro

quarta-feira, junho 22, 2011

Porto em fuga

As reacções à saída de André Villas Boas para o Chelsea ajudam a perceber o reinado de 30 anos que Pinto da Costa leva no futebol português. Depois de ver o FC Porto encaixar 15 milhões de euros na dispensa de um treinador, os adeptos rivais exultam na expectativa de um novo ciclo, em que dragões enfraquecidos caírão nas garras de águias e leões. A ingenuidade não podia ser maior.

Desde que José Mourinho deixou o clube, o FC Porto ganhou cinco campeonatos e perdeu dois. Antes de Mourinho, tinha vencido quatro e perdera três. Nas vitórias europeias de Sevilha e Gelsenkirchen, os avançados azuis e brancos preferenciais eram Derlei, Postiga, Capucho, McCarthy. Depois de Mourinho sair, chegaram Quaresma, Lisandro, Luís Fabiano, Hulk, Falcao.

A orgia de milhões pós special one criou as bases que permitiram ao FC Porto comprar ou fazer emergir figuras como Diego, Lucho, Anderson, Cissokho, Belluschi, Moutinho, Pepe, Raul Meireles, Bosingwa, Bruno Alves. Na calha, mesmo sem os reforços que inevitavelmente vão aparecer, o 'adjunto' Vitor Pereira tem já pérolas como James e Iturbe.

A prazo, a nova ponte aérea entre o Porto e Londres é uma má notícia para Sporting e Benfica. Vai cavar ainda mais o fosso económico entre os campeões e os adversários. O orçamento não é tudo e em Alvalade mora um homem que o tem demonstrado. Mas nenhum clube do mundo ficou mais fraco só por ter mais dinheiro para reforços.

kovacevic

segunda-feira, maio 23, 2011

Quando ganhar não chega

(O littbarski tinha mandado um texto sobre a final de Dublin, na sexta-feira, que, por não ter visto atempadamente, não publiquei. O castigo apareceu ontem - 2x6 - pela batuta de um puto de 19 anos. Hoje ninguéms e vai queixar de falta de espectáculo, infelizmente. Desculpa, littbarski, e parabéns... outra vez...)

Confesso que fiquei algo surpreendido com algumas reacções de adeptos portistas (como podemos verificar aqui, por exemplo), muito desiludidos pelo facto de o Porto não ter juntado à vitória de Dublin uma exibição convincente. É verdade que o jogo esteve longe de ser brilhante. Mas isto deveu-se, em boa parte, à forma de jogar do Braga, que apostou sobretudo em anular o jogo do Porto, para depois tentar surpreender em contra-ataque, num lance de bola parada ou explorando um erro da defesa portista. E isto não foi surpresa nenhuma. Por isso, é que eu sempre disse que não bastava ao Porto atacar bem, era também necessário ter concentração máxima na defesa (e isso ficou à vista, quando Fernando quase ofereceu o golo a Mossoró).

A verdade é que a equipa minhota, mesmo em desvantagem no marcador, nunca arriscou muito, a não ser nos últimos minutos, e logo ser percebeu o que teria acontecido, se o tivesse feito mais cedo. Julgo que se o Braga tivesse aberto mais o jogo, o mais provável era o Porto ter acabado com a partida, em contra-ataque. Ao optar por nunca desequilibrar a equipa defensivamente, Domingos conseguiu manter o Braga no jogo, até final. Mas perdeu a profundidade atacante necessária para causar danos na defesa portista (que, exceptuando o lance da falha de Fernando, devidamente compensada por Helton, chegou sempre para as encomendas). E isto acabou por servir os interesses do Porto, que, em vantagem, deixou o jogo arrastar-se para um desfecho previsível. Olhando para o jogo, a frio, quantas oportunidades teve o Braga para empatar?

Poderia a equipa de Villas-Boas ter feito mais pelo espectáculo? Claro que sim. Só que arriscava-se a ter a mesma sorte que Celtic, Sevilha, Liverpool, D. Kiev e Benfica... A única coisa que eu acho que o treinador do Porto poderia ter feito (e julguei que o fosse fazer) era ter reforçado o meio-campo, de forma a ter mais posse de bola e melhores condições de colocá-la jogável no ataque, o que raramente aconteceu na segunda parte, porque o Braga dominou a zona intermédia, obrigando o Porto a um jogo directo que não está no seu ADN.

De qualquer das formas, mesmo tendo em consideração que o Porto não se conseguiu superiorizar ao Braga de forma evidente, isso não invalida a excelente campanha europeia dos dragões, com grandes resultados e exibições. A Liga Europa não é composta por um só jogo. Mas é nesse jogo que tudo se decide, sendo que a margem para recuperar de qualquer erro é muito menor do que numa eliminatória a duas mãos. Pela parte que me diz respeito, não me importo nada de ver o Porto ganhar mais provas europeias desta forma. Os campeões vêem-se também nestes momentos decisivos em que, apesar das coisas saírem menos bem do que aquilo que é habitual, conseguem adaptar-se às circunstâncias do jogo e ter a frieza e a maturidade necessárias para chegar à vitória.

Já agora, alguém se lembra da final entre o Porto e o Mónaco? Quais foram as grandes diferenças entre esse jogo e o de Dublin? Na minha opinião, duas, uma consequência da outra: o Mónaco arriscou tudo mais cedo e o Porto fez mais dois golos, ganhando por 3-0, com... 100% de eficácia no ataque (ou perto disso). Em contrapartida, o jogo de Sevilha, frente ao Celtic, foi mais espectacular e emocionante. Mas o Porto só chegou à vitória no prolongamento... Se eu pudesse escolher, escolheria a exibição de Sevilha e o resultado de Gelsenkirchen. Só que isso nem sempre é possível.

littbarski

quinta-feira, maio 19, 2011

Take me home again

Para duas equipas fantásticas, para os heróis que escreveram lá no alto da tarde-noite de Dublin, magnífica, inesquecível, inacessível aos olhos da inveja, o nome de dois clubes, de duas cidades, de um país; para eles, uma música intemporal.



Para Villas-Boas e seus discípulos, em homenagem ao fogo que os dragões espalharam por essa Europa fora, enchendo de orgulho e de emoção todos os portistas, algo igualmente memorável.



Ora digam lá se esta beleza não estava mesmo a pedir: come on, take me home again!

littbarski

quarta-feira, maio 18, 2011

Palmas para todos

Vencedores e vencidos, por uma época memorável. Palmas para o novato Villas Boas. Palmas para mais um voo de Falcao, para mais magia de Hulk, para o pé de Helton. E palmas para Mossoró, porque não foi ele que falhou naquele lance. Palmas para os heróis de Braga, providenciadas por um túnel humano de campeões nacionais, que fizeram aquilo com que ninguém sonhava. Só mesmo Domingos, talvez. Palmas para Domingos.

master kodro

segunda-feira, maio 09, 2011

Parabéns, campeões!

Há algo que me deixa um pouco apreensivo, neste final de época portista. Nos últimos 12 jogos, o Porto sofreu 18 golos. Mesmo tendo em conta o valor da maioria dos adversários (CSKA, Spartak, Benfica, Sporting e Villarreal) e alguma descompressão após a conquista do campeonato, parecem-me demasiados golos para uma equipa que, durante grande parte da temporada, se destacou pela sua solidez defensiva. Claro que ofensivamente a equipa tem compensado com um registo de golos invulgar e o que verdadeiramente importa é marcar mais golos do que os adversários, algo que o Porto tem conseguido quase sempre. Mas contra uma equipa como o Braga, que defende muito bem e sabe explorar os erros dos seus opositores, será necessário ter também concentração máxima na defesa.

O jogo de ontem foi bom. O Porto tentou oferecer, aos quase 50 mil portistas que encheram o Dragão para a festa do título, um bom espectáculo e mais uma vitória. Só que do outro lado esteve um Paços arrojado, à procura da sua melhor classificação de sempre. Pizzi foi a figura do jogo, com um hat-trick que impediu o Porto de alcançar um registo caseiro imaculado. Recebido o troféu, feita a festa, resta à equipa de Villas-Boas a possibilidade de terminar o campeonato invicta.

Depois dos sub-19 terem recuperado o título que escapava há 4 épocas (terminando o campeonato com uma sempre saborosa vitória no Seixal), foi a vez do andebol portista conseguir o tricampeonato. Parabéns, campeões!

littbarski

quinta-feira, abril 21, 2011

Eles não sabiam que era impossível

Depois de uma primeira parte conservadora e que serviu os interesses encarnados, a equipa portista fez o que lhe competia: arriscou, assumiu as despesas do jogo e foi premiada com 3 golos em apenas 10 minutos. O golo de Cardozo ainda deu alguma incerteza à eliminatória, mas era tarde: Moutinho, Hulk e Falcao tinham conseguido a proeza histórica de virar o 0-2 do Dragão, colocando o Porto na final da Taça de Portugal. De facto, começam a faltar adjectivos para definir o que o Porto de Villas-Boas tem feito ao longo desta temporada.

Aquilo que aconteceu na época passada devia fazer Sapunaru pensar 3 vezes, antes de sequer se aproximar de algum steward, sobretudo no Estádio da Luz. Mas, pelos vistos, o romeno aprendeu coisa nenhuma.

Entretanto, o Record faz capa com o fora-de-jogo de Hulk e diz que Xistra deu uma ajudinha à reviravolta portista (como se fosse dele a responsabilidade de assinalar os foras-de-jogo). E... mais nada. Para o Record, no que diz respeito à arbitragem, não aconteceu mais nada. A Bola é mais moderada. Diz, obviamente, que o golo de Hulk foi obtido em fora-de-jogo e, depois, lá escreve que o penalty a favor do Benfica foi... muito discutido. Vá-se lá perceber porquê... É suposto isto informar alguém?

littbarski

segunda-feira, abril 18, 2011

15

Sim, o Sporting fez 2 golos e teve mais duas boas oportunidades para marcar, uma de Djaló, na primeira parte, e outra de Valdés, isolado, na segunda, contribuindo, desta forma, para um bom espectáculo e reduzindo, no relvado, a diferença que o separa dos campeões nacionais, na classificação. Mas pode agradecer a Rui Patrício (e ao poste) o facto de se ter conseguido manter na disputa pelos pontos, até final. O guarda-redes leonino fez uma grande exibição e negou por 7 vezes o golo a jogadores portistas: Guarín (18'), Falcao (18'), Falcao (20'), Hulk (49'), Sereno (55'), Falcao (74') e Hulk (84'). Oportunidades mais do que suficientes para justificarem a vitória portista. Falcao foi a figura do jogo, confirmando o excelente momento de forma em que se encontra. Varela fez um jogo para esquecer, Maicon teve o bloqueio da praxe (desta vez, sem consequências), e Sereno sossegou, com uma actuação segura, quem temia as ausências de Fucile e Sapunaru.

Desde a deslocação a Alvalade que o Porto conhece apenas um resultado. É meio campeonato seguido a vencer. Apostar nesta continuidade tem um preço: desgaste e risco de lesões (e espero que a de Helton não seja grave). Mas mantém a equipa motivada e com dinâmica de vitória. E coloca-a na história do clube, como referência para as que vierem a seguir.

littbarski