Eu bem tento reter algo positivo do trabalho de Paulo Fonseca, mas todas as coisas boas que, apesar de não estar satisfeito, eu, ainda assim, fui tirando dos jogos com o At. Madrid, com o Zenit e de um ou outro jogo do campeonato, nomeadamente o último jogo com o Nacional, esfumaram-se, num ápice, após o jogo desta noite.
Depois do empate entre o Zenit e o At. Madrid, esperava-se um Porto motivado com a oportunidade de ascender ao segundo lugar do grupo. Em vez disso, viu-se um Porto amedrontado, inseguro, apático e incapaz de marcar a superioridade evidente que há entre os azuis e brancos e o clube que se estreia na fase de grupos da Champions, e que, apesar de ficar fora das competições europeias, se contentou com o empate (e julgo que isto diz tudo sobre o valor do Áustria Viena).
A primeira parte foi vergonhosa. A segunda trouxe um Porto a correr (mais vezes mal do que bem) atrás de um prejuízo que, apesar do golo madrugador de Jackson, se revelou irreversível.
Salva-se a Liga Europa, destino mais do que provável de uma equipa que não mostrou estofo para mais.
Quanto a Paulo Fonseca, falha o seu primeiro teste decisivo e tem cada vez menos margem de manobra. Veremos se terá tempo (e capacidade) para dar a volta por cima, num clube em que o tempo é algo demasiado caro para dar assim de barato a qualquer um.
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quarta-feira, novembro 27, 2013
quarta-feira, outubro 02, 2013
Eis o balde de água fria
Há algum tempo que os portistas contavam com um balde de água fria. O que, se calhar, não esperavam era que ele chegasse assim, de forma cínica, injusta, porque o Porto nunca foi inferior ao Atlético (e foi bastante superior, nos primeiros 30 minutos) e acabou perdendo por erros próprios, nomeadamente de Helton, que voltou a falhar na Champions, e por outros que certamente não farão manchetes em Espanha nem levarão árbitros a jantar com dirigentes na Marisqueira de Matosinhos, porque, como é sabido, sempre que o Porto é prejudicado pela arbitragem, é porque errar faz parte da condição humana. O Atlético leva 2 pontos caídos do céu e deixa-me uma convicção: este Porto pode perfeitamente ganhar em Madrid. Mas para que isso seja relevante, é preciso marcar posição contra um Zenit que precisará mais de pontuar no Dragão do que esperava, antes do jogo em casa com o Áustria Viena.
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quinta-feira, setembro 19, 2013
Com cagaço
Começou com um equívoco: remate de Fernando, para defesa apertada de Lindner. Um equívoco porque o Áustria Viena foi quase sempre a equipa mais perigosa. O golo surgiu na única jogada com princípio, meio e fim que o Porto foi capaz de fazer no Prater (o lance entre Quintero e Jackson, a que Lucho chegou atrasado, não passou de um esboço). Terminou com Paulo Fonseca agarrado à vantagem mínima - que só não foi desfeita pouco depois do golo portista porque não calhou -, deixando Jackson isolado na frente, como se o Paços de Ferreira estivesse a jogar em Camp Nou.
O mais importante foi conseguido. Mas pergunto-me: se foi assim no terreno do adversário mais fraco do grupo, como será em Madrid e em São Petersburgo? Serão jogos diferentes, eu sei, em que as equipas da casa não se limitarão a esperar pelo inevitável erro portista para saírem disparadas para o ataque (o que é bom, por um lado - mais espaço para jogar -, e mau, por outro - mais trabalho para uma equipa que teima em revelar-se demasiado insegura, na hora de defender). Em todo o caso, o medo (ia dizer conservadorismo, mas medo é já um eufemismo) demonstrado por Paulo Fonseca, na sua estreia na Champions, é um péssimo sintoma.
O mais importante foi conseguido. Mas pergunto-me: se foi assim no terreno do adversário mais fraco do grupo, como será em Madrid e em São Petersburgo? Serão jogos diferentes, eu sei, em que as equipas da casa não se limitarão a esperar pelo inevitável erro portista para saírem disparadas para o ataque (o que é bom, por um lado - mais espaço para jogar -, e mau, por outro - mais trabalho para uma equipa que teima em revelar-se demasiado insegura, na hora de defender). Em todo o caso, o medo (ia dizer conservadorismo, mas medo é já um eufemismo) demonstrado por Paulo Fonseca, na sua estreia na Champions, é um péssimo sintoma.
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quinta-feira, outubro 01, 2009
Austria Wien 1 x 1 Nacional
O Nacional atingiu a maioridade bem cedo. Excelente atitude dos insulares, mesmo depois do golo marcado por Ruben Micael (que quase repetiu a graça na segunda parte), com muitos e longos períodos de boa troca de bola no meio-campo adversário. Mas do outro lado estava uma equipa que pode ter um Acimovic (que ainda assim falhou um penalty). Boa, Machado.
master kodro
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