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quinta-feira, janeiro 24, 2013

3... 2... 1... Recolagem

O título  Eu sei, mas andei com isto o dia todo na cabeça (e se não escrevo, continua cá, em modo replay), prevendo que o Porto ganharia em Setúbal 3-0. Como não disse a ninguém, adivinhei. Porto e Benfica recolados na luta pelo título (o de campeão, bem entendido).

Os primeiros 15 minutos  Como é habitual, o Porto teve uma entrada forte no jogo, marcou, falhou o golo da tranquilidade e depois expôs-se à resposta do Vitória, que, mesmo a perder, não hesitou em lançar o contra-ataque, sempre que pôde. Só na segunda parte as coisas voltaram a estabilizar na defesa.

3 x Helton  Primeiro, desviou com os olhos um remate de Paulo Tavares; depois, driblou três adversários (e imagino o número de vezes que os portistas se benzeram) para resolver uma situação de aperto; por fim - aquela que mais me interessa -, numa altura em que o Vitória se lançava para a frente na procura do empate, Helton segurou a bola, segurou, segurou (para acalmar as coisas e porque Vítor Pereira quer um jogo de posse de bola e não de transições, pensei eu, enganado, enquanto Helton continuava a segurar a bola) e chutou lá para a frente, mais precisamente para um jogador do Vitória iniciar um novo ataque. Não percebo esta aversão ao contra-ataque.

Mangala e Alex Sandro  Ambos têm evoluído muito, embora o primeiro ainda tenha algumas falhas de principiante e o segundo tenha desaparecido do jogo, depois de ter avançado no terreno. Porque não tentar o mesmo com Danilo, para a próxima (com Maicon - que remédio - na direita)?

O Levezinho e o Vidoso  O primeiro já chegou ao Porto, veremos em que forma e se ainda consegue resolver as sobras de Jackson. O segundo reapareceu nas palavras de Miguel Lourenço. E o que fez o Vidoso, esse craque dos tempos em que Trapattoni por cá andava? Atropelou (de forma muito duvidosa, claro) o Varela. Um regresso em grande, portanto.

segunda-feira, novembro 19, 2012

Mão até ao pescoço

Cantinho do Vitória Jogo entre Vitórias, este ano, é sinónimo de penalties e expulsão de José Mota. Para cimentar a tradição, a eliminatória decidiu-se nos penalties. Não deixa de ser engraçado que tivesse sido o campeão dos penalties desta época, Meyong, a falhar o pontapé decisivo. É uma "vitória" que se deve a uma exibição excelente de Douglas. O adjunto do Vitória sadino diz algo de muito acertado: "É importante sabermos as regras de um jogo antes do mesmo". De facto, parece-me cada vez mais actual tentar perceber se o uso do tronco dos jogadores do VSC na bola, na própria área, vai continuar a ser penalty, para que este se possam, finalmente, adaptar a este tipo de regras.

Finalmente as surpresas Com o Arouca a fazer a festa maior, mas também o Tourizense e o Lourinhanense a fazerem estragos contra favoritos. O Mirandela e o Penalva do Castelo também fizeram suar equipas da primeira.

ps - O Palmeiras desceu de divisão, no Brasil. O "sargentão", que já não estava para ver o final de época, não conseguiu pôr ordem na casa em dois anos, bem pelo contrário.

master kodro