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segunda-feira, setembro 16, 2013

Play It Again, Sam # 134 - Speedy Ortiz

Lembram-se da última vez que fomos felizes no Prater?

Música: "Curling"
Álbum: "Sports", 2012
Interpretação: Speedy Ortiz



sexta-feira, maio 27, 2011

Momentos marcantes de uma época histórica

07/08/2010, Porto 2 x Benfica 0 - Três meses depois de se ter sagrado campeão nacional, o Benfica chegava ao jogo da Supertaça na condição de favorito. Mas o Porto do novato Villas-Boas marcou desde logo posição, conseguindo um tónico importante para o começo do campeonato e lançando a incerteza nas hostes encarnadas. Depois desta derrota, a equipa de Jorge Jesus tardou a encontrar-se e, quando o conseguiu, levava já 9 pontos de atraso.

11/09/2010, Porto 3 x Braga 2 - Quarta jornada do campeonato, frente a um Braga que na época anterior tinha «roubado» o segundo lugar ao Porto. Altura para perceber se a conquista da Supertaça tinha sido apenas um começo feliz ou um indicador de um Porto mais forte e capaz de recuperar o título. A resposta foi categórica, com a equipa de Villas-Boas a virar duas vezes o resultado, conseguindo uma vitória que a deixou com uma liderança confortável.

21/10/2010, Besiktas 1 x Porto 3 - O primeiro teste à fibra dos dragões. Num ambiente frenético, a equipa portista jogou toda a segunda parte em inferioridade numérica. Hulk começava a destacar-se, fazendo dois golos que lhe valeram os aplausos dos adeptos da casa. Nascia um Porto que prometia chegar longe na Liga Europa.

30/10/2010, Académica 0 x Porto 1 - A uma jornada da recepção ao Benfica, os dragões encontraram um adversário inesperado: o pantanal de Coimbra. Varela deu um pontapé na chuva, à meia-volta, garantindo os três pontos para a equipa portista.

07/11/2010, Porto 5 x Benfica 0 - Uma oportunidade para o Benfica relançar o campeonato ou para o Porto vincar a sua liderança. Os números não deixam dúvidas. Foi o princípio do fim para os encarnados. Os azuis e brancos somaram e seguiram com distinção rumo a um campeonato histórico.

02/12/2010, Rapid Viena 1 x 3 Porto - Segundo teste ao Porto europeu, em condições climatéricas adversas. Falcao fez o seu primeiro hat-trick, de dragão ao peito, derretendo o gelo que cobria o relvado do antigo Prater, que assim continuou a ser de boa memória para os portistas.

13/02/2011, Braga 0 x Porto 2 - A deslocação mais difícil, antes da visita à Luz. O Benfica levava oito vitórias consecutivas, no campeonato, e prometia não desistir da luta pelo título. O Porto tinha sido eliminado da Taça da Liga e comprometido a passagem à final da Taça de Portugal, com uma derrota caseira frente à equipa de Jorge Jesus. Mas os dragões não cederam e mantiveram a distância de oito pontos para os encarnados.

03/04/2011, Benfica 1 x Porto 2 - Depois da derrota em Braga e do empate caseiro com o Portimonense, já só restava ao Benfica tentar evitar a consagração do Porto na Luz. Mas a equipa de Villas-Boas estava determinada a repetir o feito conseguido por Mihaly Siska e sagrou-se mesmo campeã nacional no reduto do seu principal rival. As imagens que se seguiram, com a Catedral às escuras, ficam para a eternidade. Um espectáculo magnífico.

20/04/2011, Benfica 1 x Porto 3 - Talvez a vitória mais saborosa, das quatro que o Porto conseguiu sobre o Benfica, esta época. Uma segunda parte de luxo permitiu à equipa portista recuperar do 0-2 do Dragão e apurar-se para a final da Taça de Portugal. Mais um feito histórico. Com Luz, desta vez, pois a festa estava guardada para mais tarde.

28/04/2011, Porto 5 x Villarreal 1 - Depois de eliminar o Sevilha, o CSKA e o Spartak, a equipa de Villas-Boas tinha pela frente um obstáculo de peso. O Villarreal silenciou o Dragão, com um golo antes do intervalo. Mas uma segunda parte demolidora, com um poker de Falcao, afundou as aspirações do Submarino Amarelo e colocou o Porto a um pequeno passo da final.

14/05/2011, Marítimo 0 x Porto 2 - Último jogo do campeonato. O Porto de Villas-Boas conseguiu a proeza de terminar a prova sem derrotas, pela primeira vez na história do clube, com a maior vantagem pontual de sempre entre o campeão e o segundo classificado e com apenas mais um empate do que a melhor marca da história do futebol português. Mas os dragões haveriam de conseguir algo que o Benfica de Hagan não conseguiu.

18/05/2011, Porto 1 x Braga 0 - Um golo do melhor marcador de sempre da Taça UEFA/Liga Europa bastou para o Porto conquistar o seu sétimo título internacional. Oito anos depois de Sevilha, Dublin entrou e ficará para sempre na história do futebol portista.

22/05/2011, V. Guimarães 2 x Porto 6 - Quatro dias depois da final de Dublin, ainda os azuis e brancos saboreavam a conquista da Liga Europa, e novo episódio de glória na memorável época portista. Villas-Boas repetiu o feito de Ivic, conquistando quatro troféus na mesma época, e o Porto tornou-se no clube com mais títulos oficiais da história do futebol português.

littbarski

segunda-feira, maio 23, 2011

Agora sim, a final da Taça

O jogo Começar uma final a sofrer um golo, numa jogada de ressalto, contra o campeão com 21 pontos de distância sobre o segundo classificado e vencedor da Liga Europa não é fácil. Fomos lá - mais do que uma vez - e empatámos. Sofremos um golo na jogada seguinte, o que também não foi fácil. Voltámos a ir lá - mais do que uma vez - e empatámos outra vez. Sofremos um terceiro, o que voltou a não ser fácil. Principalmente porque sofremos o quarto, de canto directo, sem ninguém no primeiro poste, porque falhámos um penalty a seguir e porque na resposta sofremos o quinto. O mesmo gajo que falhou o penalty voltou a falhar um "penalty lançado" no início da segunda parte e foi uma sorte só termos sofrido o sexto. Porra, não foi nada fácil.

O Vitória À força, o Vitória teve que jogar aberto durante quase toda a partida, expondo todas as fragilidades do seu sector defensivo. Não dá. Machado sabe-o desde o início da época. Por isso fizemos os jogos que fizemos contra esta mesma equipa, no campeonato. Por isso implementou-se uma forma de abordar o jogo. Por se saber isso, conseguiram-se resultados raros na história do Vitória. A maior parte dos adeptos insiste em achar que temos grandes jogadores lá atrás e que temos que ser ofensivos sem pensar em consequências. Não podemos. Nem podemos cair em confusões entre resultado neste jogo, época, oposição à direcção e competência do treinador. E a história ajuda a explicar as razões.

História Foi apenas a quinta final da Taça do Vitória e em nenhuma nos calhou uma equipa deste calibre. Basta olhar para as outras ocasiões: em 41/42, perdemos com o 3.º do campeonato, Belenenses; em 62/63, com o 3.º Sporting (0x4); em 75/76, com o 2.º Boavista, e só em 87/88 perdemos com o campeão Porto, mas não com o campeão europeu, que esse foi o do ano anterior. Acresce que a presença na final da Taça nem sempre é sinónimo de boa época para o Vitória: em 41/42 ficámos em 11.º; em 62/63 e em 75/76 em 6.º; e em 14.º em 87/88. Parecendo que não, foi só a 21.ª vez que ficámos nos cinco primeiros do campeonato. Nem um terço das presenças corresponde a esse patamar.

Edgar Ando em rota de colisão com o melhor marcador do Vitória desde o início do campeonato. Tem altura e alguma técnica, mas é lento e displicente, para além de não saber resolver problemas complexos, dá a impressão de não se importar muito com isso. Marcou 10 golos no campeonato, mas 4 foram de penalty. Não chega. Se queremos mais, não chega.

James Rodriguez Quando um jovem jogador faz um hat-trick e uma assistência numa final oficial, podemos desconfiar que algo de importante poderá estar ali a nascer. Quando lhe juntamos 8 assistências para golo (terceiro melhor do campeonato) e 2 golos em 953 minutos de utilização, as coisas começam a ficar mais claras. Adicionando 1 golo e 4 assistências para golo em 369 minutos na Liga Europa e ficamos com a certeza que estamos perante um jovem com invulgar apetência para os momentos de decisão. Com 19 anos.

Visão do dragão Infelizmente, não pude ver o jogo...



... mas dizem que foi bonito.

(fonte: Maisfutebol)

master kodro & littbarski

Quando ganhar não chega

(O littbarski tinha mandado um texto sobre a final de Dublin, na sexta-feira, que, por não ter visto atempadamente, não publiquei. O castigo apareceu ontem - 2x6 - pela batuta de um puto de 19 anos. Hoje ninguéms e vai queixar de falta de espectáculo, infelizmente. Desculpa, littbarski, e parabéns... outra vez...)

Confesso que fiquei algo surpreendido com algumas reacções de adeptos portistas (como podemos verificar aqui, por exemplo), muito desiludidos pelo facto de o Porto não ter juntado à vitória de Dublin uma exibição convincente. É verdade que o jogo esteve longe de ser brilhante. Mas isto deveu-se, em boa parte, à forma de jogar do Braga, que apostou sobretudo em anular o jogo do Porto, para depois tentar surpreender em contra-ataque, num lance de bola parada ou explorando um erro da defesa portista. E isto não foi surpresa nenhuma. Por isso, é que eu sempre disse que não bastava ao Porto atacar bem, era também necessário ter concentração máxima na defesa (e isso ficou à vista, quando Fernando quase ofereceu o golo a Mossoró).

A verdade é que a equipa minhota, mesmo em desvantagem no marcador, nunca arriscou muito, a não ser nos últimos minutos, e logo ser percebeu o que teria acontecido, se o tivesse feito mais cedo. Julgo que se o Braga tivesse aberto mais o jogo, o mais provável era o Porto ter acabado com a partida, em contra-ataque. Ao optar por nunca desequilibrar a equipa defensivamente, Domingos conseguiu manter o Braga no jogo, até final. Mas perdeu a profundidade atacante necessária para causar danos na defesa portista (que, exceptuando o lance da falha de Fernando, devidamente compensada por Helton, chegou sempre para as encomendas). E isto acabou por servir os interesses do Porto, que, em vantagem, deixou o jogo arrastar-se para um desfecho previsível. Olhando para o jogo, a frio, quantas oportunidades teve o Braga para empatar?

Poderia a equipa de Villas-Boas ter feito mais pelo espectáculo? Claro que sim. Só que arriscava-se a ter a mesma sorte que Celtic, Sevilha, Liverpool, D. Kiev e Benfica... A única coisa que eu acho que o treinador do Porto poderia ter feito (e julguei que o fosse fazer) era ter reforçado o meio-campo, de forma a ter mais posse de bola e melhores condições de colocá-la jogável no ataque, o que raramente aconteceu na segunda parte, porque o Braga dominou a zona intermédia, obrigando o Porto a um jogo directo que não está no seu ADN.

De qualquer das formas, mesmo tendo em consideração que o Porto não se conseguiu superiorizar ao Braga de forma evidente, isso não invalida a excelente campanha europeia dos dragões, com grandes resultados e exibições. A Liga Europa não é composta por um só jogo. Mas é nesse jogo que tudo se decide, sendo que a margem para recuperar de qualquer erro é muito menor do que numa eliminatória a duas mãos. Pela parte que me diz respeito, não me importo nada de ver o Porto ganhar mais provas europeias desta forma. Os campeões vêem-se também nestes momentos decisivos em que, apesar das coisas saírem menos bem do que aquilo que é habitual, conseguem adaptar-se às circunstâncias do jogo e ter a frieza e a maturidade necessárias para chegar à vitória.

Já agora, alguém se lembra da final entre o Porto e o Mónaco? Quais foram as grandes diferenças entre esse jogo e o de Dublin? Na minha opinião, duas, uma consequência da outra: o Mónaco arriscou tudo mais cedo e o Porto fez mais dois golos, ganhando por 3-0, com... 100% de eficácia no ataque (ou perto disso). Em contrapartida, o jogo de Sevilha, frente ao Celtic, foi mais espectacular e emocionante. Mas o Porto só chegou à vitória no prolongamento... Se eu pudesse escolher, escolheria a exibição de Sevilha e o resultado de Gelsenkirchen. Só que isso nem sempre é possível.

littbarski

sexta-feira, maio 20, 2011

Cansem-se, por favor

Continuem os festejos, bebam e saltem muito e durmam pouco até domingo, são os meus sinceros desejos.

master kodro

quinta-feira, maio 19, 2011

Take me home again

Para duas equipas fantásticas, para os heróis que escreveram lá no alto da tarde-noite de Dublin, magnífica, inesquecível, inacessível aos olhos da inveja, o nome de dois clubes, de duas cidades, de um país; para eles, uma música intemporal.



Para Villas-Boas e seus discípulos, em homenagem ao fogo que os dragões espalharam por essa Europa fora, enchendo de orgulho e de emoção todos os portistas, algo igualmente memorável.



Ora digam lá se esta beleza não estava mesmo a pedir: come on, take me home again!

littbarski

quarta-feira, maio 18, 2011

Palmas para todos

Vencedores e vencidos, por uma época memorável. Palmas para o novato Villas Boas. Palmas para mais um voo de Falcao, para mais magia de Hulk, para o pé de Helton. E palmas para Mossoró, porque não foi ele que falhou naquele lance. Palmas para os heróis de Braga, providenciadas por um túnel humano de campeões nacionais, que fizeram aquilo com que ninguém sonhava. Só mesmo Domingos, talvez. Palmas para Domingos.

master kodro

Um dia de paixão

Como há clientes do 442 à espera de cócoras, hoje vamos falar de Paixão. É um dos dias mais importantes do futebol português. Duas equipas portuguesas juntam-se na final de uma competição europeia, no ano em que Portugal termina como líder do ranking anual europeu de clubes. Hoje é um dia em que todos devemos estar orgulhosos de um futebol que tantas vezes maltratamos e menosprezamos e que tantas alegrias nos dá. Acho que é dia de expressar a nossa paixão pelo futebol português.

master kodro

segunda-feira, maio 16, 2011

É muita fruta

Na ausência de Falcao e de Hulk, os dois melhores marcadores da equipa (e da Liga), coube a Varela e Walter construir a 27.ª vitória portista (e a Beto segurá-la, na segunda parte). O Porto termina o campeonato sem derrotas, com 93,3% dos pontos possíveis conquistados e conseguindo a maior diferença de sempre (21 pontos) entre o campeão e o segundo classificado. Como diria Leonor Pinhão: é muita fruta, tenham lá paciência...

littbarski

segunda-feira, maio 09, 2011

Parabéns, campeões!

Há algo que me deixa um pouco apreensivo, neste final de época portista. Nos últimos 12 jogos, o Porto sofreu 18 golos. Mesmo tendo em conta o valor da maioria dos adversários (CSKA, Spartak, Benfica, Sporting e Villarreal) e alguma descompressão após a conquista do campeonato, parecem-me demasiados golos para uma equipa que, durante grande parte da temporada, se destacou pela sua solidez defensiva. Claro que ofensivamente a equipa tem compensado com um registo de golos invulgar e o que verdadeiramente importa é marcar mais golos do que os adversários, algo que o Porto tem conseguido quase sempre. Mas contra uma equipa como o Braga, que defende muito bem e sabe explorar os erros dos seus opositores, será necessário ter também concentração máxima na defesa.

O jogo de ontem foi bom. O Porto tentou oferecer, aos quase 50 mil portistas que encheram o Dragão para a festa do título, um bom espectáculo e mais uma vitória. Só que do outro lado esteve um Paços arrojado, à procura da sua melhor classificação de sempre. Pizzi foi a figura do jogo, com um hat-trick que impediu o Porto de alcançar um registo caseiro imaculado. Recebido o troféu, feita a festa, resta à equipa de Villas-Boas a possibilidade de terminar o campeonato invicta.

Depois dos sub-19 terem recuperado o título que escapava há 4 épocas (terminando o campeonato com uma sempre saborosa vitória no Seixal), foi a vez do andebol portista conseguir o tricampeonato. Parabéns, campeões!

littbarski

sexta-feira, maio 06, 2011

Derrota com sabor a vitória

Frente a um Villarreal que fez 30 minutos muito fortes, marcou cedo e poderia tornar-se perigoso, caso fizesse o segundo. O Porto percebeu a ameaça e respondeu da melhor forma, marcando 2 golos que colocaram um ponto final na eliminatória. Altura para gerir esforços, lesões e castigos, com a consequente falta de intensidade e concentração na ponta final, algo que foi aproveitado pela equipa da casa para virar o resultado e limpar um pouco a imagem do jogo da primeira mão. Para os azuis e brancos, o mais importante estava conseguido: a presença justíssima na final da Liga Europa, onde encontrarão a "formiga" da competição.

Por falar em formiga, lembram-se do que cantava a “cigarra”, alguns meses atrás? Pois, mas cantar não chega... Um sério aviso para o Porto, que só jogando ao seu melhor nível poderá superar esta extraordinária equipa do Braga.

littbarski

quinta-feira, maio 05, 2011

Dás-me cama e jantar?

A UEFA tem alguns regulamentos e estes têm muitos artigos. Embora alguns aparentem ter sido inventados à última hora para - vou citar - "branquear", eles existem e estão escritos. Um deles chama-se regulamento de competições e inclui o seguinte artigo:

"Referee liaison officer
20.08 During their stay at the match venue, the referees are taken care of by a referee liaison officer, who is an official representative of the national association of the home club."

Há outro, um pouco mais em baixo:

"Referees’ costs
27.01 For all matches in this competition, the national association of the home club, on behalf of UEFA, assumes the costs of the board and lodging of the referee, assistant referees and fourth official, as well as their transport costs within the territory of the national association concerned. The international travel expenses and daily allowances of these officials are borne by UEFA."

Portanto, para quem defende a justiça popular, sem direito a contraditório, resta a fotografia, principalmente depois de tudo o que já foi dito. Tenho a certeza que quem faz acusações destas tem provas sólidas, portanto vamos ter que esperar por elas. Eu não duvido por um segundo da possibilidade de existirem. Nem do oposto.

master kodro

quarta-feira, maio 04, 2011

Jantas comigo?

O Record avança, sem link, infelizmente, que "Dirigentes do FC Porto, incluindo o presidente Pinto da Costa, terão jantado com o árbitro holandês Bjorn Kuipers após o triunfo dos dragões sobre os espanhóis do Villarreal (5-1)". Se alguém arranjar a totalidade do artigo, incluindo o autor, que o deixe na caixa de comentários, por favor, porque não encontrei no online da Marca.

Aí está a notícia (o resto é história do passado): "Pero, según ha podido saber MARCA, esta regla se incumplió gravemente la noche del pasado jueves, cuando el holandés Bjorn Kuipers, encargado de dirigir el choque entre el club luso y el Villarreal, cenó con varios directivos y personas estrechamente vinculadas al Oporto en el mismo restaurante. Kuipers cenó en la Marisqueira de Matosinhos -de la localidad del mismo nombre situada a 10 kilómetros de Oporto- con Reinaldo Teles, directivo del club portugués y persona de gran confianza del presidente de la entidad, y con Antonio Garrido, ex árbitro luso que colabora con el Oporto. A lo largo de la cena, el asunto fue más allá cuando ¡el propio presidente! Jorge Nuno Pinto da Costa también apareció en el exclusivo restaurante de la Rua do Roberto Ivens."

Agora falta pedir pormenores a Juan Ignacio Gallardo, o autor.

ps - Muito Obrigado, Peyroteo.

master kodro

sexta-feira, abril 29, 2011

Cinco torpedos

Para prevenir, no El Madrigal, as manobras com que o Submarino Amarelo afundou o Nápoles, o Leverkussen e o Twente. Cazorla, Cani, Nilmar e Rossi formam um quarteto de respeito e colocaram o Villarreal na frente (e a incerteza nos corações azuis, ao intervalo). Mas este Porto de marcas históricas, esse mesmo que venceu recentemente na Luz (e sem luz) e despachou o Spartak com um concludente 10-3, não brinca em serviço, tem killer instinct e, à primeira oportunidade, destroça as defesas adversárias com uma simplicidade tão desconcertante como a forma como Falcao pára no ar antes de atingir as redes. Quatro vezes, desta vez - um jogo fabuloso do colombiano. E Dublin mais perto do que nunca.

littbarski

quinta-feira, abril 28, 2011

Liga Europa - até quando?

Programa de "opinião pública", na TV, com espectadores em directo ao telefone:

Cliente n.º 1:
"O Professor Jorge Jesus é de longe o melhor treinador em Portugal"
"O Braga é que tem que salvar a época"

Cliente n.º 2:
"O Mourinho tem uma língua muito porca"
" O Porto domina as arbitragens a nível europeu, não é só a nível nacional"

Até quando?

master kodro

quinta-feira, abril 21, 2011

Eles não sabiam que era impossível

Depois de uma primeira parte conservadora e que serviu os interesses encarnados, a equipa portista fez o que lhe competia: arriscou, assumiu as despesas do jogo e foi premiada com 3 golos em apenas 10 minutos. O golo de Cardozo ainda deu alguma incerteza à eliminatória, mas era tarde: Moutinho, Hulk e Falcao tinham conseguido a proeza histórica de virar o 0-2 do Dragão, colocando o Porto na final da Taça de Portugal. De facto, começam a faltar adjectivos para definir o que o Porto de Villas-Boas tem feito ao longo desta temporada.

Aquilo que aconteceu na época passada devia fazer Sapunaru pensar 3 vezes, antes de sequer se aproximar de algum steward, sobretudo no Estádio da Luz. Mas, pelos vistos, o romeno aprendeu coisa nenhuma.

Entretanto, o Record faz capa com o fora-de-jogo de Hulk e diz que Xistra deu uma ajudinha à reviravolta portista (como se fosse dele a responsabilidade de assinalar os foras-de-jogo). E... mais nada. Para o Record, no que diz respeito à arbitragem, não aconteceu mais nada. A Bola é mais moderada. Diz, obviamente, que o golo de Hulk foi obtido em fora-de-jogo e, depois, lá escreve que o penalty a favor do Benfica foi... muito discutido. Vá-se lá perceber porquê... É suposto isto informar alguém?

littbarski

quarta-feira, abril 20, 2011

Ora bolas

Eu preferia o Benfica na final (embora isto nos dê a ida à Supertaça, certo?), mas estas coisas não se podem escolher. Muito menos neste ano de pontos de exclamação atrás de pontos de exclamação, cujo significado só não absorve quem não quer e quem gosta de viver em realidades paralelas. São escolhas.

ps - E com um golo de Ronaldo e com Pepe a trinco (Pepe a trinco?), Mourinho levou mais um troféu.

master kodro

segunda-feira, abril 18, 2011

15

Sim, o Sporting fez 2 golos e teve mais duas boas oportunidades para marcar, uma de Djaló, na primeira parte, e outra de Valdés, isolado, na segunda, contribuindo, desta forma, para um bom espectáculo e reduzindo, no relvado, a diferença que o separa dos campeões nacionais, na classificação. Mas pode agradecer a Rui Patrício (e ao poste) o facto de se ter conseguido manter na disputa pelos pontos, até final. O guarda-redes leonino fez uma grande exibição e negou por 7 vezes o golo a jogadores portistas: Guarín (18'), Falcao (18'), Falcao (20'), Hulk (49'), Sereno (55'), Falcao (74') e Hulk (84'). Oportunidades mais do que suficientes para justificarem a vitória portista. Falcao foi a figura do jogo, confirmando o excelente momento de forma em que se encontra. Varela fez um jogo para esquecer, Maicon teve o bloqueio da praxe (desta vez, sem consequências), e Sereno sossegou, com uma actuação segura, quem temia as ausências de Fucile e Sapunaru.

Desde a deslocação a Alvalade que o Porto conhece apenas um resultado. É meio campeonato seguido a vencer. Apostar nesta continuidade tem um preço: desgaste e risco de lesões (e espero que a de Helton não seja grave). Mas mantém a equipa motivada e com dinâmica de vitória. E coloca-a na história do clube, como referência para as que vierem a seguir.

littbarski

sexta-feira, abril 15, 2011

Spartak 2 x 5 Porto

Ovos e tomates podres, só se for para a defesa do Spartak, que mais uma vez mostrou ser permeável. O ataque, ao contrário do que disse Karpin, fez o que pôde: marcou 2 golos e só não marcou mais porque Helton fez duas enormes defesas, uma delas quando o jogo estava 0-0. A exibição portista, apesar de algum relaxamento natural, na segunda parte, foi demolidora. Marcar 5 golos fora a uma das melhores equipas russas, conseguindo um resultado acumulado de 10-3, não estaria nas previsões de ninguém. Contra o Villarreal, as coisas serão certamente mais complicadas. Mas com jogadores desta qualidade tudo é possível. littbarski

segunda-feira, abril 11, 2011

Picar o ponto ou fazer pontos

Esta é a dúvida que acompanhará os campeões nacionais, até ao final do campeonato. Percebo a gestão de Villas-Boas. Não mudar nada, significaria um desgaste adicional para uma equipa que ainda tem mais duas provas para disputar. Mudar tudo, como fez Jesus, na Figueira da Foz, provavelmente, teria o mesmo resultado que o obtido pelo treinador dos encarnados. E se, nas circunstâncias actuais, para o Benfica é irrelevante terminar a 15 ou a 20 pontos do primeiro lugar, o Porto tem estímulos suficientes para continuar a tentar somar pontos na Liga, como, por exemplo, o de terminar o campeonato invicto, algo que nunca conseguiu, na sua história. O jogo de ontem valeu pela segunda parte, pelos 5 golos, pela incerteza no resultado, pela réplica do Portimonense, que tentou encontrar neste jogo um último fôlego para escapar a um destino cada vez mais certo. Hulk e Falcao, mesmo a meio gás, voltaram a fazer a diferença; Maicon voltou a marcar de canto, confirmando a melhoria portista nos lances (ofensivos) de bola parada. 74 pontos, com 4 jornadas por disputar, menos 2 do que o registo com que o tão elogiado campeão da época passada cortou a meta, na última jornada. Fazer pontos. Fazer pontos, ser melhor, dizimar dúvidas. littbarski