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domingo, fevereiro 24, 2013

E se fôssemos caçar fantasmas?

Quando Jackson falhou aquele penalty à Panenka, caiu entre os portistas uma sensação de déjà-vu: o Rio Ave utilizava a fórmula que melhor parece resultar no Dragão (defesa cerrada e contra-ataque rápido) e que o Olhanense já tinha usado, o tempo passava e a inspiração tardava a chegar à equipa portista. Como se não bastasse o fantasma recente da equipa algarvia, Braga trouxe a má memória de um distante Porto 2 x 3 Leixões, fazendo, com uma facilidade estonteante, o golo dos vilacondenses, isto depois de Bebé e Ukra já terem posto a cabeça em água a Danilo e Quiñones.

As coisas não estavam a correr bem e é nestas alturas que se percebe a importância de um capitão como Lucho: primeiro, fazendo soar o toque de despertar, com um remate a uns bons 30 metros da baliza que Oblak defendeu, e, depois, oferecendo a Jackson a oportunidade de se redimir do penalty falhado e de reencontrar o caminho do golo (após assistência de um James ainda à procura da melhor forma) e de uma vitória tão difícil quanto justa.

Ganham-se (e perdem-se) campeonatos assim. Para Alvalade espero, obviamente, mais.