No Vitória, em discurso directo de Kamani Hill:
"Kamani: I was playing in Portugal for Vitória de
Guimarães. I was having trouble breaking through to the first team in
the 2010-11 season. I was playing a lot with the reserve team. That
season I doing pretty well, had some good moments. I scored the
game-winning goal in the reserves final. I was a regular contributor at
the senior team practice and I had another year on my contract. I
thought the next year I had a real good chance to break through to the
senior side. Right before the next season though the team sent me an
email and said they didn't need me to come in.
TSG: Woah, they sent you an email? That's it?
Kamani: Yeah, that's just how they do business.
TSG: In English or Portuguese?
Kamani: Portuguese.
TSG: So they just sent you a message in Portuguese saying that your services wouldn't be needed. That was it?
Kamani: Yeah they sent me a couple of sentences saying you know, don't come in for the pre-season."
master kodro
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quinta-feira, maio 10, 2012
segunda-feira, maio 23, 2011
Agora sim, a final da Taça
O jogo Começar uma final a sofrer um golo, numa jogada de ressalto, contra o campeão com 21 pontos de distância sobre o segundo classificado e vencedor da Liga Europa não é fácil. Fomos lá - mais do que uma vez - e empatámos. Sofremos um golo na jogada seguinte, o que também não foi fácil. Voltámos a ir lá - mais do que uma vez - e empatámos outra vez. Sofremos um terceiro, o que voltou a não ser fácil. Principalmente porque sofremos o quarto, de canto directo, sem ninguém no primeiro poste, porque falhámos um penalty a seguir e porque na resposta sofremos o quinto. O mesmo gajo que falhou o penalty voltou a falhar um "penalty lançado" no início da segunda parte e foi uma sorte só termos sofrido o sexto. Porra, não foi nada fácil.
O Vitória À força, o Vitória teve que jogar aberto durante quase toda a partida, expondo todas as fragilidades do seu sector defensivo. Não dá. Machado sabe-o desde o início da época. Por isso fizemos os jogos que fizemos contra esta mesma equipa, no campeonato. Por isso implementou-se uma forma de abordar o jogo. Por se saber isso, conseguiram-se resultados raros na história do Vitória. A maior parte dos adeptos insiste em achar que temos grandes jogadores lá atrás e que temos que ser ofensivos sem pensar em consequências. Não podemos. Nem podemos cair em confusões entre resultado neste jogo, época, oposição à direcção e competência do treinador. E a história ajuda a explicar as razões.
História Foi apenas a quinta final da Taça do Vitória e em nenhuma nos calhou uma equipa deste calibre. Basta olhar para as outras ocasiões: em 41/42, perdemos com o 3.º do campeonato, Belenenses; em 62/63, com o 3.º Sporting (0x4); em 75/76, com o 2.º Boavista, e só em 87/88 perdemos com o campeão Porto, mas não com o campeão europeu, que esse foi o do ano anterior. Acresce que a presença na final da Taça nem sempre é sinónimo de boa época para o Vitória: em 41/42 ficámos em 11.º; em 62/63 e em 75/76 em 6.º; e em 14.º em 87/88. Parecendo que não, foi só a 21.ª vez que ficámos nos cinco primeiros do campeonato. Nem um terço das presenças corresponde a esse patamar.
Edgar Ando em rota de colisão com o melhor marcador do Vitória desde o início do campeonato. Tem altura e alguma técnica, mas é lento e displicente, para além de não saber resolver problemas complexos, dá a impressão de não se importar muito com isso. Marcou 10 golos no campeonato, mas 4 foram de penalty. Não chega. Se queremos mais, não chega.
James Rodriguez Quando um jovem jogador faz um hat-trick e uma assistência numa final oficial, podemos desconfiar que algo de importante poderá estar ali a nascer. Quando lhe juntamos 8 assistências para golo (terceiro melhor do campeonato) e 2 golos em 953 minutos de utilização, as coisas começam a ficar mais claras. Adicionando 1 golo e 4 assistências para golo em 369 minutos na Liga Europa e ficamos com a certeza que estamos perante um jovem com invulgar apetência para os momentos de decisão. Com 19 anos.
Visão do dragão Infelizmente, não pude ver o jogo...

... mas dizem que foi bonito.
(fonte: Maisfutebol)
master kodro & littbarski
O Vitória À força, o Vitória teve que jogar aberto durante quase toda a partida, expondo todas as fragilidades do seu sector defensivo. Não dá. Machado sabe-o desde o início da época. Por isso fizemos os jogos que fizemos contra esta mesma equipa, no campeonato. Por isso implementou-se uma forma de abordar o jogo. Por se saber isso, conseguiram-se resultados raros na história do Vitória. A maior parte dos adeptos insiste em achar que temos grandes jogadores lá atrás e que temos que ser ofensivos sem pensar em consequências. Não podemos. Nem podemos cair em confusões entre resultado neste jogo, época, oposição à direcção e competência do treinador. E a história ajuda a explicar as razões.
História Foi apenas a quinta final da Taça do Vitória e em nenhuma nos calhou uma equipa deste calibre. Basta olhar para as outras ocasiões: em 41/42, perdemos com o 3.º do campeonato, Belenenses; em 62/63, com o 3.º Sporting (0x4); em 75/76, com o 2.º Boavista, e só em 87/88 perdemos com o campeão Porto, mas não com o campeão europeu, que esse foi o do ano anterior. Acresce que a presença na final da Taça nem sempre é sinónimo de boa época para o Vitória: em 41/42 ficámos em 11.º; em 62/63 e em 75/76 em 6.º; e em 14.º em 87/88. Parecendo que não, foi só a 21.ª vez que ficámos nos cinco primeiros do campeonato. Nem um terço das presenças corresponde a esse patamar.
Edgar Ando em rota de colisão com o melhor marcador do Vitória desde o início do campeonato. Tem altura e alguma técnica, mas é lento e displicente, para além de não saber resolver problemas complexos, dá a impressão de não se importar muito com isso. Marcou 10 golos no campeonato, mas 4 foram de penalty. Não chega. Se queremos mais, não chega.
James Rodriguez Quando um jovem jogador faz um hat-trick e uma assistência numa final oficial, podemos desconfiar que algo de importante poderá estar ali a nascer. Quando lhe juntamos 8 assistências para golo (terceiro melhor do campeonato) e 2 golos em 953 minutos de utilização, as coisas começam a ficar mais claras. Adicionando 1 golo e 4 assistências para golo em 369 minutos na Liga Europa e ficamos com a certeza que estamos perante um jovem com invulgar apetência para os momentos de decisão. Com 19 anos.
Visão do dragão Infelizmente, não pude ver o jogo...

... mas dizem que foi bonito.
(fonte: Maisfutebol)
master kodro & littbarski
sexta-feira, maio 20, 2011
Cansem-se, por favor
Continuem os festejos, bebam e saltem muito e durmam pouco até domingo, são os meus sinceros desejos.
master kodro
master kodro
domingo, maio 15, 2011
Cantinho do Vitória
O que dizer de Manuel Machado? Objectivo n.º 1, qualificação europeia, feito. Objectivo n.º 2, quinto lugar, feito. Objectivo n.º 3, Jamor, feito. Há menos de um mês, havia manifestações públicas colectivas de que o queriam a milhas. Vá lá perceber-se as pessoas.
master kodro
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v. guimarães 10/11
terça-feira, maio 03, 2011
Felizmente, há um Toscano
E com ele, há esperança: "O culpado dessa derrota não foi o árbitro. A responsabilidade é inteiramente nossa, de jogadores e equipa técnica. Não podíamos ter sofrido aquele golo na parte final".
master kodro
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v. guimarães 10/11
sábado, abril 30, 2011
Paços 2 x 1 Vitória
Já li relatos de um jogo (quase) de sentido único. É estranho, no mínimo, perceber-se, neste contexto, a quantidade de oportunidades criadas pelo Vitória, inclusivamente, na segunda parte, durante a qual jogou sempre com menos um, mas essa desvantagem numérica quase nunca se notou. São leituras subjectivas.
Tão subjectivas como as outras, de que Manuel Machado e Emílio Macedo se queixam. E que são apreciadas da seguinte forma no Jogo e em Record:
Jogo: "Péssima actuação de Bruno Esteves. Esteve bem no capítulo disciplinar, especialmente no caso de Faouzi, mas devia ter assinalado penálti quando o marroquino foi rasteirado na área (34'). Já o penálti assinalado a Cléber (45'+1') foi um erro crasso, pois o jogador vitoriano desarmou Leonel Olímpio de forma limpa."
Record: "Que aflição na área pacense! Excelente iniciativa de Faouzi, Ozéia tira em cima da linha e o lance perde-se. O marroquino queixa-se de falta na área, mas o juiz da partida nada assinala. Parece, no entanto, ter existido falta para grande penalidade...(...) Penálti para o Paços de Ferreira! Cléber parece cortar o esférico, mas Bruno Esteves decide assinalar falta sobre Leonel Olímpio..."
São assuntos que me interessam menos do que outros, como a atitude e a coragem dos jogadores do Vitória durante toda a partida, ou como as pessoas que normalmente se queixam destas situações se esquecem do que dizem relativamente a estas matérias (e das consequências que esses alegados prejuízos têm no rendimento de uma equipa, mas como estamos perante um treinador "maldito" são assuntos que só são válidos na hora do protesto e não nas avaliações da qualidade do trabalho deste treinador).
Mesmo no campo da arbitragem há outros assuntos que me interessam mais, como as regras e respectiva interpretação e os critérios. Na maior parte das vezes, quem se dedica à análise destes lances cai sempre na frustração de não ter um lance idêntico para analisar do outro lado, analisado no mesmo jogo, pelo mesmo árbitro (caindo invariavelmente em especulações de pouco interesse). Neste jogo, contudo, houve momentos comparáveis e não foram bonitos.
Aos 45 da primeira parte, o Vitória estava a ganhar 0x1 e Faouzi foi expulso, depois de driblar o guarda-redes do Paços de Ferreira e de, na opinião do árbitro, ter simulado um penalty. Viu o segundo amarelo por simulação e foi para a rua. Primeira pergunta: quantas vezes viram uma expulsão por segundo amarelo por simulação? Tem cobertura legal. Siga para a próxima pergunta. Faouzi já vira o primeiro cartão amarelo por simulação, na opinião do árbitro. Quantas vezes viram um jogador ser expulso por dois amarelos por simulação? Há cobertura legal. Não houve qualquer tipo de interpretação que pudesse tolerar a ideia de que podia haver um desequilíbrio, um toque inadvertido ou não passível de ser marcada grande penalidade (ou uma falta, obviamente). Não, simulação pura, só. Siga. Segunda parte, Vitória reduzido a 10 e já empatado a 1, depois do penalty acima descrito.
Mário Rondon cai na área do Vitória e protesta uma grande penalidade. O árbitro não marca. Para além de não marcar, não a considerou uma simulação, nem achou que os protestos do avançado pacense fossem razão para um amarelo. Mas havia cobertura legal. Pouco depois, Mário Rondon remata depois do jogo parado, por fora-de-jogo. Vê amarelo, com cobertura legal. Mais um pouco e Mário Rondon cai na área do Vitória e o árbitro acha que não é penalty, mas não mostra amarelo. Desta vez, Rondon não protesta (tal como Faouzi no seu segundo amarelo, talvez porque nem tempo teve...). É importante dizer que esta decisão é aceitável, isoladamente considerada, porque há contacto e mesmo que não haja falta, um jogador não é obrigado a ficar de pé, porque se pode desequilibrar. Mas depois do que passou na primeira parte, estas duas decisões...
E assim, com estes critérios, no mesmo jogo, é obrigatório falar.
master kodro
Tão subjectivas como as outras, de que Manuel Machado e Emílio Macedo se queixam. E que são apreciadas da seguinte forma no Jogo e em Record:
Jogo: "Péssima actuação de Bruno Esteves. Esteve bem no capítulo disciplinar, especialmente no caso de Faouzi, mas devia ter assinalado penálti quando o marroquino foi rasteirado na área (34'). Já o penálti assinalado a Cléber (45'+1') foi um erro crasso, pois o jogador vitoriano desarmou Leonel Olímpio de forma limpa."
Record: "Que aflição na área pacense! Excelente iniciativa de Faouzi, Ozéia tira em cima da linha e o lance perde-se. O marroquino queixa-se de falta na área, mas o juiz da partida nada assinala. Parece, no entanto, ter existido falta para grande penalidade...(...) Penálti para o Paços de Ferreira! Cléber parece cortar o esférico, mas Bruno Esteves decide assinalar falta sobre Leonel Olímpio..."
São assuntos que me interessam menos do que outros, como a atitude e a coragem dos jogadores do Vitória durante toda a partida, ou como as pessoas que normalmente se queixam destas situações se esquecem do que dizem relativamente a estas matérias (e das consequências que esses alegados prejuízos têm no rendimento de uma equipa, mas como estamos perante um treinador "maldito" são assuntos que só são válidos na hora do protesto e não nas avaliações da qualidade do trabalho deste treinador).
Mesmo no campo da arbitragem há outros assuntos que me interessam mais, como as regras e respectiva interpretação e os critérios. Na maior parte das vezes, quem se dedica à análise destes lances cai sempre na frustração de não ter um lance idêntico para analisar do outro lado, analisado no mesmo jogo, pelo mesmo árbitro (caindo invariavelmente em especulações de pouco interesse). Neste jogo, contudo, houve momentos comparáveis e não foram bonitos.
Aos 45 da primeira parte, o Vitória estava a ganhar 0x1 e Faouzi foi expulso, depois de driblar o guarda-redes do Paços de Ferreira e de, na opinião do árbitro, ter simulado um penalty. Viu o segundo amarelo por simulação e foi para a rua. Primeira pergunta: quantas vezes viram uma expulsão por segundo amarelo por simulação? Tem cobertura legal. Siga para a próxima pergunta. Faouzi já vira o primeiro cartão amarelo por simulação, na opinião do árbitro. Quantas vezes viram um jogador ser expulso por dois amarelos por simulação? Há cobertura legal. Não houve qualquer tipo de interpretação que pudesse tolerar a ideia de que podia haver um desequilíbrio, um toque inadvertido ou não passível de ser marcada grande penalidade (ou uma falta, obviamente). Não, simulação pura, só. Siga. Segunda parte, Vitória reduzido a 10 e já empatado a 1, depois do penalty acima descrito.
Mário Rondon cai na área do Vitória e protesta uma grande penalidade. O árbitro não marca. Para além de não marcar, não a considerou uma simulação, nem achou que os protestos do avançado pacense fossem razão para um amarelo. Mas havia cobertura legal. Pouco depois, Mário Rondon remata depois do jogo parado, por fora-de-jogo. Vê amarelo, com cobertura legal. Mais um pouco e Mário Rondon cai na área do Vitória e o árbitro acha que não é penalty, mas não mostra amarelo. Desta vez, Rondon não protesta (tal como Faouzi no seu segundo amarelo, talvez porque nem tempo teve...). É importante dizer que esta decisão é aceitável, isoladamente considerada, porque há contacto e mesmo que não haja falta, um jogador não é obrigado a ficar de pé, porque se pode desequilibrar. Mas depois do que passou na primeira parte, estas duas decisões...
E assim, com estes critérios, no mesmo jogo, é obrigatório falar.
master kodro
domingo, abril 17, 2011
Párem tudo, o mundo enlouqueceu!
1. José "o Louco" Mourinho põe Pepe a jogar a trinco e o Real Madrid não perde com o Barça. A imprensa caseira diz que Pepe foi o melhor do Real Madrid. Quem? O Pepe a trinco?
2. A equipa que pior joga em Portugal, porque tem, provavelmente, o pior treinador da Liga, ganhou 2 x 0 a um concorrente directo. O concorrente directo que tinha que ganhar mais do que nós, porque já temos o nosso objectivo alcançado, passou o jogo a defender, porque não conseguia - não conseguia - atacar. Na primeira parte, conseguiu um remate de cabeça da zona da meia-lua que passou ao lado. Uh. Nós marcámos dois e podíamos ter goleado, se o Edgar não tivesse dificuldades (vamos chamar-lhe assim). E mesmo assim, com um jogo controladíssimo, o Marítimo falhou um penalty, porque numa jogada normal, um dos defesas do Vitória que não sabe defender - mas pretende-se e exige-se que ataquemos ainda mais, provavelmente para ser mais fácil aos adversários marcar golos - fez penalty, outra vez.
master kodro
2. A equipa que pior joga em Portugal, porque tem, provavelmente, o pior treinador da Liga, ganhou 2 x 0 a um concorrente directo. O concorrente directo que tinha que ganhar mais do que nós, porque já temos o nosso objectivo alcançado, passou o jogo a defender, porque não conseguia - não conseguia - atacar. Na primeira parte, conseguiu um remate de cabeça da zona da meia-lua que passou ao lado. Uh. Nós marcámos dois e podíamos ter goleado, se o Edgar não tivesse dificuldades (vamos chamar-lhe assim). E mesmo assim, com um jogo controladíssimo, o Marítimo falhou um penalty, porque numa jogada normal, um dos defesas do Vitória que não sabe defender - mas pretende-se e exige-se que ataquemos ainda mais, provavelmente para ser mais fácil aos adversários marcar golos - fez penalty, outra vez.
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quinta-feira, abril 14, 2011
Mourinho e Machado
1. Sem surpresa, depois do que se passou na primeira mão, claro, United, Barça, Real e Schalke passaram às meias-finais da Champions. A passagem do Schalke, com dupla vitória e com 7-3 no conjunto das duas mãos, era absolutamente impensável, mesmo com um Inter menor do que o do ano passado. O Inter de um Mourinho que não se cansa destas vidas, esteja onde estiver. Ele sabe bem o que está a dizer sobre acabar com onze. Ainda bem para ele que o rigor da arbitragem nesta eliminatória acabou aos 15 minutos do jogo da primeira mão, quando Crouch foi expulso.
2. Há gajos que não se safam de maneira nenhuma. Na caixa de comentários do post anterior, está uma série de ideias sobre Manuel Machado. Todas do pior. Como estamos habituados a grandes luxos... Ainda há dois dias estávamos na segunda divisão, caralho... O homem consegue a quinta final da Taça da história do Vitória. Foi dos adversários fracos. Desde a última final, fomos eliminados 3 vezes pelo Moreirense, 2 pelo Estrela da Amadora, 3 pelo Vitória de Setúbal, uma pelo Louletano, outra pelo Mafra, Naval, Louletano, Espinho, Feirense e até pelo Vasco da Gama de Sines, mas se chegámos lá com Machado é porque ganhar fora ao Portimonense e à Académica em duas mãos é só facilidades. São as exibições. Joga-se para caralho, cá. Tirando os três lá de cima... Vocês vêem jogos do Sporting e dos outros? Temos - quantas? - 15(?) qualificações europeias, duas são dele. É a quarta dele (pois tem mais duas no Nacional), em cerca de dez épocas de primeira liga, três delas passadas no Moreirense (que o gajo que acardita desceu na época seguinte, porque o seu especulativo futebol magnífico de pressão a campo inteiro só funciona com orçamentos milionários e às vezes...).
"Também não há drama em ter um treinador que é, provavelmente, um dos mais incompetentes da 1ª liga?" Foda-se que os meus amigos vitorianos estão habituados a tudo do melhor. Mandem vir o forcado de volta, caralho...
master kodro
2. Há gajos que não se safam de maneira nenhuma. Na caixa de comentários do post anterior, está uma série de ideias sobre Manuel Machado. Todas do pior. Como estamos habituados a grandes luxos... Ainda há dois dias estávamos na segunda divisão, caralho... O homem consegue a quinta final da Taça da história do Vitória. Foi dos adversários fracos. Desde a última final, fomos eliminados 3 vezes pelo Moreirense, 2 pelo Estrela da Amadora, 3 pelo Vitória de Setúbal, uma pelo Louletano, outra pelo Mafra, Naval, Louletano, Espinho, Feirense e até pelo Vasco da Gama de Sines, mas se chegámos lá com Machado é porque ganhar fora ao Portimonense e à Académica em duas mãos é só facilidades. São as exibições. Joga-se para caralho, cá. Tirando os três lá de cima... Vocês vêem jogos do Sporting e dos outros? Temos - quantas? - 15(?) qualificações europeias, duas são dele. É a quarta dele (pois tem mais duas no Nacional), em cerca de dez épocas de primeira liga, três delas passadas no Moreirense (que o gajo que acardita desceu na época seguinte, porque o seu especulativo futebol magnífico de pressão a campo inteiro só funciona com orçamentos milionários e às vezes...).
"Também não há drama em ter um treinador que é, provavelmente, um dos mais incompetentes da 1ª liga?" Foda-se que os meus amigos vitorianos estão habituados a tudo do melhor. Mandem vir o forcado de volta, caralho...
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terça-feira, abril 12, 2011
A realidade
O Braga é muito superior ao Vitória, pelo que não há nenhum drama na derrota de ontem, apenas a normalidade de quem tem jogadores como Hugo Viana, Alan, Mossoró, Hélder Barbosa ou Ukra para decidir jogos e que a estes junta um central goleador como Paulão (a fazer dupla com Kaká, quando a dupla de início de ano era Moisés e Rodriguez). E Domingos, claro. Enquanto conseguimos manter o jogo contido, houve pouco perigo do Braga (antes do golo, aos 60 minutos, uma grande oportunidade e uma bola no poste de um cruzamento falhado de Hélder Barbosa), para pouco perigo do Vitória (grande oportunidade de Targino logo a começar). Depois entrou Edgar e começou o fim. Não há drama numa derrota de um Vitória em construção (surpreendente é o facto de ter conseguido o objectivo da época tão cedo, tão mais cedo do que os seus adversários de meio da tabela para cima) contra um Braga histórico. master kodro
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domingo, março 13, 2011
Vitória contra Vitória
Olha, acertei no pé Não é só o de Guimarães contra o de Setúbal, é o de Guimarães contra o de Guimarães, também, porque quem marcou o golo dos visitantes, foi William, emprestado pelos visitados, aos 91 minutos de jogo. Não vou, certamente, culpar a direcção por não fazer o jogo sujo que todos sabemos que outros - Porto e Benfica, principalmente - fazem, mas culpo Manuel Machado por deixar sair o brasileiro a meio da época. Logo hoje, que fizemos uma das melhores exibições da época e que o resultado mais correcto seria uma goleada.
Outra vez a notícia Imaginem um campeonato disputado por 8 clubes. Imaginem que 3 desses clubes estão empatados no topo da classificação. Imaginem que na jornada seguinte dois desses clubes se defrontam e ganha um. Imaginem que o outro líder também ganha. Qual é o título e o sub-título da notícia sobre essa jornada? "O quinto classificado goleia; o quarto classificado venceu"? Não, não me parece. Continua a haver para aqui muita carteira profissional mal distribuída.
master kodro
Outra vez a notícia Imaginem um campeonato disputado por 8 clubes. Imaginem que 3 desses clubes estão empatados no topo da classificação. Imaginem que na jornada seguinte dois desses clubes se defrontam e ganha um. Imaginem que o outro líder também ganha. Qual é o título e o sub-título da notícia sobre essa jornada? "O quinto classificado goleia; o quarto classificado venceu"? Não, não me parece. Continua a haver para aqui muita carteira profissional mal distribuída.
master kodro
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terça-feira, março 08, 2011
Não acham (nem um pouco) estranho?
O Porto lidera um campeonato, que vai na 22.ª jornada, com 11 pontos de avanço sobre o Benfica, com mais 6 golos marcados e menos 12 sofridos do que o seu adversário, tendo mais 3 vitórias e menos 5 derrotas do que o rival e dispõe de vantagem no confronto directo depois de um 5 x 0 na primeira volta.
Ainda assim, há quem defenda que o futebol do Benfica é de muito maior qualidade do que o do Porto (e de toda a gente) e que quem devia estar em primeiro era o Benfica, dada a clara superioridade evidenciada sobre os adversários, incluindo o Porto. Eu aceito todos os argumentos, desde que baseados em algo palpável, onde não cabe - perdão - o conceito do mailindo. Eu acho que uma superioridade tão clara devia estar evidenciada em números complementares aos de cima (que para mim já sao extremamente esclarecedores, mas que pelos vistos não o são para toda a gente).
Eu acho, no mínimo, estranho que uma superioridade tão grande, ao fim de 22 jornadas, produza menos 41 remates do que o ataque do Porto. É uma opinião - aceito - até podem ser remates para o céu, executados do meio-campo (pelo Fernando, de certeza).
Começa a ficar mais estranho que uma superioridade tão grande produza menos remates (9) do que o ataque de um dos piores Sporting 's de sempre - atenção que não está aqui em causa a infabilidade das evidências estatísticas, porque não está a ser defendida, mas sim a subjectividade de quem defende uma superioridade clara, tão clara que supere 11 pontos e 18 golos de diferença.
Mais estranho ainda é que uma superioridade tão clara produza, em 22 jornadas, apenas mais 30 remates do que o ataque do Vitória, pouco mais do que 1 por jogo a mais do que uma equipa que joga devagar e parado, que desespera os seus adeptos pela falta de qualidade (estética) do seu jogo, uma equipa, dizem os especialistas, "sem nível competitivo". Eu acho isto estranho.
Mas há um capítulo estatístico em que o futebol encarnado domina: é nos golos de canto, com 7, mais 2 do que Nacional e Académica e mais 6 do que, por exemplo, Porto e Sporting. Não me consigo lembrar de nada mais espectacular e demonstrador de superioridade do que um golo de canto.
master kodro
Ainda assim, há quem defenda que o futebol do Benfica é de muito maior qualidade do que o do Porto (e de toda a gente) e que quem devia estar em primeiro era o Benfica, dada a clara superioridade evidenciada sobre os adversários, incluindo o Porto. Eu aceito todos os argumentos, desde que baseados em algo palpável, onde não cabe - perdão - o conceito do mailindo. Eu acho que uma superioridade tão clara devia estar evidenciada em números complementares aos de cima (que para mim já sao extremamente esclarecedores, mas que pelos vistos não o são para toda a gente).
Eu acho, no mínimo, estranho que uma superioridade tão grande, ao fim de 22 jornadas, produza menos 41 remates do que o ataque do Porto. É uma opinião - aceito - até podem ser remates para o céu, executados do meio-campo (pelo Fernando, de certeza).
Começa a ficar mais estranho que uma superioridade tão grande produza menos remates (9) do que o ataque de um dos piores Sporting 's de sempre - atenção que não está aqui em causa a infabilidade das evidências estatísticas, porque não está a ser defendida, mas sim a subjectividade de quem defende uma superioridade clara, tão clara que supere 11 pontos e 18 golos de diferença.
Mais estranho ainda é que uma superioridade tão clara produza, em 22 jornadas, apenas mais 30 remates do que o ataque do Vitória, pouco mais do que 1 por jogo a mais do que uma equipa que joga devagar e parado, que desespera os seus adeptos pela falta de qualidade (estética) do seu jogo, uma equipa, dizem os especialistas, "sem nível competitivo". Eu acho isto estranho.
Mas há um capítulo estatístico em que o futebol encarnado domina: é nos golos de canto, com 7, mais 2 do que Nacional e Académica e mais 6 do que, por exemplo, Porto e Sporting. Não me consigo lembrar de nada mais espectacular e demonstrador de superioridade do que um golo de canto.
master kodro
domingo, março 06, 2011
Vitória difícil
O Vitória foi uma equipa desinibida, bem estruturada defensivamente e que soube sair com perigo para o contra-ataque, embora só nos primeiros minutos tenha verdadeiramente assustado o Dragão: Targino e Jorge Ribeiro falharem as duas primeiras oportunidades de golo da partida. Sem Hulk e com Belluschi em noite não, mas com Álvaro Pereira, Fernando, James e Falcao em bom plano, e Moutinho no mesmo plano de sempre (incrível a regularidade do 8 portista), o Porto fez um jogo em crescendo, tomando conta das operações, em definitivo, a partir do meio da primeira parte, e arrancando para uma boa exibição na segunda. Nilson e algum desacerto portista, na finalização, adiaram o golo que abriria caminho para a vitória: um lance simples, bonito e eficaz, concluído por Falcao, após uma excelente assistência de James. Rodríguez (que entrou muito bem no jogo) fez o segundo, já depois do minuto 90, num contra-ataque perfeito (que sucedeu um contra-ataque imperfeito - incrível a forma como, 4 contra 1, Ruben e Falcao não conseguiram marcar), fechando as contas da partida. Vitória difícil, mas justa, da melhor equipa. Menos um jogo. O título mais perto.
littbarski
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Porto 2 x 0 Vitória e outros
A diferença Sem velocidades loucas do outro lado, não foi muito difícil adiar o golo inaugural do Porto, até porque não estava lá o super-herói de serviço permanente. Em partidas sem velocidade, somos dos melhores a anular futebol. Mas o golo aconteceu e, a partir daí, para além de não conseguirmos fazer nada, o Porto fez mais ainda, com espaço disponível. Tivemos algumas quase-oportunidades de golo (e uma a sério de Targino). É esta a diferença. Do outro lado está a melhor defesa do campeonato, não só pelos poucos golos que consente, mas também pelo que não permite ao adversário. Há uma boa notícia no meio disto tudo: já passaram os dois jogos contra os candidatos ao título, pelo que, até ao fim, é só gente do nosso campeonato.
Não, Couceiro Ele chegou há pouco tempo e ainda não passou dois dias seguidos a fazer a mesma coisa, pelo que é compreensível que ainda não tenha percebido. Não é para o Porto e para o Benfica que os assobios são bons. É para o Vitória e para o Paços de Ferreira (para já)!...
Arsenal desarmado Com Van Persie e Walcott fora do jogo com o Barça, Fabregas, Song e, agora, Wilshere, estão em dúvida. Talvez não seja má ideia pôr Nasri e Arshavin numa redoma até terça-feira.
master kodro
Não, Couceiro Ele chegou há pouco tempo e ainda não passou dois dias seguidos a fazer a mesma coisa, pelo que é compreensível que ainda não tenha percebido. Não é para o Porto e para o Benfica que os assobios são bons. É para o Vitória e para o Paços de Ferreira (para já)!...
Arsenal desarmado Com Van Persie e Walcott fora do jogo com o Barça, Fabregas, Song e, agora, Wilshere, estão em dúvida. Talvez não seja má ideia pôr Nasri e Arshavin numa redoma até terça-feira.
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sábado, fevereiro 26, 2011
Vitória 0 x 2 Académica
Deste jogo tiram-se (ou consolidam-se) três conclusões principais: a lentidão do meio-campo e do futebol ofensivo do Vitória não existe devido a nomes como os de Cléber ou Edson Sitta; Manuel Machado sabe muito bem porque é que a equipa tem que jogar com segurança (e daí a lentidão), evitando ao máximo que os adversários tenham condições para criar oportunidades de golo; é preferível continuar assim e perder porque se assumiram riscos, do que ganhar sem se saber bem como nem porquê.
Continuam a ser arrepiantes os passes longos laterais de João Alves (principalmente os que lançam contra-ataques adversários) bem como os passes longos de João Paulo. Para além de serem estúpidos por natureza, não se enquadram no tipo de jogo paciente que a equipa pratica normalmente e que tão bons resultados tem dado. Ontem teria dado novamente, não fosse, num par de ocasiões, o individualismo a sobrepor-se à partilha durante dois carrosséis bem desenhados e o acerto do contra-ataque da Académica perante a linha desalinhada do Vitória.
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Continuam a ser arrepiantes os passes longos laterais de João Alves (principalmente os que lançam contra-ataques adversários) bem como os passes longos de João Paulo. Para além de serem estúpidos por natureza, não se enquadram no tipo de jogo paciente que a equipa pratica normalmente e que tão bons resultados tem dado. Ontem teria dado novamente, não fosse, num par de ocasiões, o individualismo a sobrepor-se à partilha durante dois carrosséis bem desenhados e o acerto do contra-ataque da Académica perante a linha desalinhada do Vitória.
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quarta-feira, fevereiro 23, 2011
No Minho luta-se
1. Claro que "com o Sporting a um ponto, tudo é possível". Ainda por cima este Sporting. Claro que as exibições podiam ser melhores, é óbvio que o nosso futebol podia ter mais velocidade, mas não sei se alguém quer trocar isso por um quarto lugar, a um ponto do terceiro, com a final da Taça a um empate de distância e o cumprimento do objectivo da época - a qualificação europeia - a ser atacada ferozmente por duas vias. Eu não me queixo.
2. Há algumas vozes de desilusão relativamente à campanha do Braga deste ano. Esperava-se mais depois do 2.º lugar do ano passado. Claro que esperava. Principalmente se estivéssemos a tratar de realidades semelhantes a um dos "grandes". Entretanto, o Braga perdeu (os) dois totalistas da Liga 2009/2010, o quarto mais utilizado, bem como mais 8 dos 20 mais utilizados. Não há milagres todos os anos.
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2. Há algumas vozes de desilusão relativamente à campanha do Braga deste ano. Esperava-se mais depois do 2.º lugar do ano passado. Claro que esperava. Principalmente se estivéssemos a tratar de realidades semelhantes a um dos "grandes". Entretanto, o Braga perdeu (os) dois totalistas da Liga 2009/2010, o quarto mais utilizado, bem como mais 8 dos 20 mais utilizados. Não há milagres todos os anos.
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segunda-feira, fevereiro 14, 2011
Questões centrais
1. Ricardo foi vendido ao Shandong Luneng. Se os chineses estiverem com um décimo da satisfação que esta venda me provoca, são gajos felizes. A minha única dúvida é a seguinte: e não tivemos que pagar nada? Não? Perfeito.
2. Na estreia a titular, David Luiz cometeu apenas 1 das 12 faltas da responsabilidade de jogadores do Chelsea. Foi ao minuto 92 e foi dentro da área blue. Não deu o golo da vitória ao Fulham porque Cech defendeu o penalty. David Luiz acabou de experimentar a ironia de ter que ser mais conservador num campeonato em que o contacto é mais bem tolerado.
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2. Na estreia a titular, David Luiz cometeu apenas 1 das 12 faltas da responsabilidade de jogadores do Chelsea. Foi ao minuto 92 e foi dentro da área blue. Não deu o golo da vitória ao Fulham porque Cech defendeu o penalty. David Luiz acabou de experimentar a ironia de ter que ser mais conservador num campeonato em que o contacto é mais bem tolerado.
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domingo, fevereiro 13, 2011
Benfica 3 x 0 Vitória
Contra a primeira (não podia ser noutra altura?) exibição do Benfica 2010/11 ao nível das melhores do ano passado (semelhante a algumas que o Porto já fez este ano), os rapazes do Vitória nada puderam. Nada mesmo. Quem passa um campeonato a jogar a passo, não tem qualquer hipótese contra uma equipa em que todos os jogadores passam 45 minutos a defender e a atacar a sprintar e com elevados níveis de agressividade defensiva (continuo a espantar-me que até Aimar seja capaz de o fazer). Não temos, pelos vistos, conhecimentos técnicos que nos permitam apresentar níveis físicos sequer aproximados a isto. No Vitória, só duas notas de relevo para Nilson, magnífico, a evitar que a derrota fosse mais pesada, e para N'Diaye, que, no meio daquilo tudo, ainda mostrou qualquer coisa de prometedor. Golos lindos de Aimar e Carlos Martins.
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sexta-feira, fevereiro 04, 2011
Vitória 1 x 0 Académica
Em versão telegrafada:
- Paciência, sempre a infinita paciência, contra uma equipa montada para não perder. E depois de estar a perder para perder por um. É difícil jogar agradavelmente assim. É um lento carrossel que, estranhamente, funciona.
- Peiser foi fabuloso. Fa-bu-lo-so. Faouzi também, mas só por dois segundos.
- Fala o Record em deserto de ideias. O Vitória teve mais oportunidades flagrantes de golo do que as duas equipas juntas da outra meia-final.
- Não sei quem comentou para a Sport TV, mas dizer que o Vitória marcou quando a Académica estava por cima... Tudo é relativo... Sim, tinha passado o meio-campo com a bola controlada duas vezes seguidas, ok...
- O Vitória marcou pouco depois da única oportunidade flagrante da Académica, que não se pode dizer criada porque resultou de um charuto no ar de Ricardo que, não contente pela asneira original, com a bola à sua mercê, escorrega e cai, deixando um companheiro contra dois. Mas ainda havia Nilson.
- A posição é boa, mas está longe de ser confortável.
ps - Zandingas, o prazo para as substituições da Liga Zandinga vai ser adiado até à próxima sexta-feira, dia 11, às 20:00. Via mail.
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- Paciência, sempre a infinita paciência, contra uma equipa montada para não perder. E depois de estar a perder para perder por um. É difícil jogar agradavelmente assim. É um lento carrossel que, estranhamente, funciona.
- Peiser foi fabuloso. Fa-bu-lo-so. Faouzi também, mas só por dois segundos.
- Fala o Record em deserto de ideias. O Vitória teve mais oportunidades flagrantes de golo do que as duas equipas juntas da outra meia-final.
- Não sei quem comentou para a Sport TV, mas dizer que o Vitória marcou quando a Académica estava por cima... Tudo é relativo... Sim, tinha passado o meio-campo com a bola controlada duas vezes seguidas, ok...
- O Vitória marcou pouco depois da única oportunidade flagrante da Académica, que não se pode dizer criada porque resultou de um charuto no ar de Ricardo que, não contente pela asneira original, com a bola à sua mercê, escorrega e cai, deixando um companheiro contra dois. Mas ainda havia Nilson.
- A posição é boa, mas está longe de ser confortável.
ps - Zandingas, o prazo para as substituições da Liga Zandinga vai ser adiado até à próxima sexta-feira, dia 11, às 20:00. Via mail.
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domingo, janeiro 16, 2011
Um sábado diferente
Infinita paciência É assim o jogo do Vitória. Sem velocidade, com poucos rasgos, mas a evitar oportunidades do adversário. Jogámos contra a segunda melhor defesa do campeonato (com o reforço Jardel), que actuou fechadíssima lá atrás. Deu para ganhar. O Olhanense fez, ofensivamente, menos do que fez contra equipas com outras ambições. A equipa joga com paciência. Também nós precisamos dela. Principalmente desde o broche público de Vitor Pereira.
Goodbye forever O presidente abandona o barco, que, no futebol, fica nas mãos de Couceiro, Costinha e Paulo Sérgio. Noutras paragens, o jogo catita de ontem colocaria gente no topo de telhados a ameaçar o suicídio colectivo, face à perseguição universal. Até no tratamento arbitral o Sporting passou a ser uma equipa banal.
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Goodbye forever O presidente abandona o barco, que, no futebol, fica nas mãos de Couceiro, Costinha e Paulo Sérgio. Noutras paragens, o jogo catita de ontem colocaria gente no topo de telhados a ameaçar o suicídio colectivo, face à perseguição universal. Até no tratamento arbitral o Sporting passou a ser uma equipa banal.
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terça-feira, janeiro 04, 2011
Jorge, amigo,
1.º Quando te dão uma oportunidade, não devias desperdiçá-la a agredir adversários, ou seja lá o que for que fizeste.
2.º Não te podes esquecer do clube em que estás agora. Aqui, agrides, vais para a rua. E levas um companheiro contigo porque protestou.
3.º Repara que não estou a dizer para mudares para o outro clube e que com isso já podes agredir à vontade. Não. O outro clube também teve há poucas semanas um expulso por tentativa de agressão e outro por protesto do banco. Portanto não é por aí.
4.º Jorge, deves escolher um clube em que possas agredir sem que ninguém veja. Até porque é sempre sem intenção (mesmo que em meia época já lá vão cinco do mesmo).
5.º Jorge, acho que este clube não serve para ti. Pelo menos, assim, não fazes cá falta nenhuma.
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2.º Não te podes esquecer do clube em que estás agora. Aqui, agrides, vais para a rua. E levas um companheiro contigo porque protestou.
3.º Repara que não estou a dizer para mudares para o outro clube e que com isso já podes agredir à vontade. Não. O outro clube também teve há poucas semanas um expulso por tentativa de agressão e outro por protesto do banco. Portanto não é por aí.
4.º Jorge, deves escolher um clube em que possas agredir sem que ninguém veja. Até porque é sempre sem intenção (mesmo que em meia época já lá vão cinco do mesmo).
5.º Jorge, acho que este clube não serve para ti. Pelo menos, assim, não fazes cá falta nenhuma.
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