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domingo, janeiro 16, 2011

Um sábado diferente

Infinita paciência É assim o jogo do Vitória. Sem velocidade, com poucos rasgos, mas a evitar oportunidades do adversário. Jogámos contra a segunda melhor defesa do campeonato (com o reforço Jardel), que actuou fechadíssima lá atrás. Deu para ganhar. O Olhanense fez, ofensivamente, menos do que fez contra equipas com outras ambições. A equipa joga com paciência. Também nós precisamos dela. Principalmente desde o broche público de Vitor Pereira.

Goodbye forever O presidente abandona o barco, que, no futebol, fica nas mãos de Couceiro, Costinha e Paulo Sérgio. Noutras paragens, o jogo catita de ontem colocaria gente no topo de telhados a ameaçar o suicídio colectivo, face à perseguição universal. Até no tratamento arbitral o Sporting passou a ser uma equipa banal.

master kodro

quinta-feira, março 18, 2010

Carvalhal ou não, eis a questão...


Do nosso leitor Hélder Brito, em serviço especial para o 442

Dentro de algumas horas, joga-se o Sporting vs Atlético de Madrid. Ficaremos a saber então, se se esfumou a derradeira chance de o Sporting brilhar nesta época terrível, ou se pelo contrário, podemos sonhar ainda em ganhar algo, e logo uma competição europeia que nunca vencemos, e que até já nos fugiu de forma dolorosa em 2005. Mas mais importante que isso, será saber que rumo devemos seguir na próxima temporada.

Quando soube que Carvalhal tomaria conta do Sporting, fiquei surpreso, desiludido e até revoltado. Porquê? Porque tal como muitos outros adeptos, ansiava por alguém de prestígio mais consolidado, que trouxesse um apport de confiança à massa associativa, digamos até um selo de qualidade reconhecida unanimemente e aceite por todos. Mas veio Carvalhal, logo, passou a ser o meu treinador. A época continuou no entanto, a ser catastrófica, as desvantagens foram sendo ampliadas, as taças foram perdidas, e ao fim e ao cabo nada melhorou. Eis senão quando, nas últimas semanas desatamos a praticar bom futebol, a demonstrar um espírito de equipa que andava arredio de Alvalade, e vejam lá, até começamos a ganhar confortavelmente a boas equipas.

E agora? Mantém-se Carvalhal, ou executa-se a sentença, que já todos implicitamente tínhamos aceite, a um homem que já se encontrava no “corredor da morte” à espera de um destino inevitável? Sou daqueles adeptos que, ainda têm a pedra no sapato em relação a Carvalhal, e a quem o instinto sussurra insistentemente “o gajo é um erro de casting, vamos mas é buscar outro treinador para a próxima época”, mas apesar disso, tenho de ser justo: será Carvalhal o culpado desta época desastrada? A resposta é fácil: um rotundo NÃO.

A culpa é clara e essencialmente de um homem, a quem também eu teria entregue o meu voto na altura das eleições, mas que se revelou a maior desilusão de que me lembro enquanto sportinguista. Sim, talvez esteja a ser simplista ou radical, mas reduzo esta época catastrófica, à inabilidade, à incongruência e à ausência de estratégia do nosso presidente, José Eduardo Bettencourt.

Nessa medida, parece-me de todo inaceitável, e seria concerteza a derradeira irresponsabilidade, assumir mesmo que implicitamente, que o clube contratou um treinador a prazo, com destino marcado rumo ao despedimento. Um clube grande não pode nunca ter tal atitude. Aceitar isto, admitir isto, seria para mim, a machadada final na legitimidade desta Direcção para continuar a gerir os nossos destinos.

Consequentemente, aliando tudo isto à dignidade e ao respeito que o profissional Carvalhal nos merece, pela postura honesta que tem tido, e até mesmo pelas melhorias que a equipa tem demonstrado, resta-nos dar-lhe o benefício da dúvida, não fazendo depender a sua continuidade deste jogo, e entregar-lhe a equipa para o próximo ano, para que com tempo e estratégia própria, possa devolver a equipa do Sporting aos níveis de qualidade que os adeptos anseiam, e assim convencer adeptos incrédulos (como eu) de que é o homem certo no lugar certo.

nota da gerência: é nossa intenção tornar o 442 um bocadinho mais vosso. Nesse sentido, iniciamos com o Hélder Brito um dos novos formatos que idealizámos. Outras oportunidades haverá.

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

Falou



"Se o Paulo Bento cá estivesse, faríamos uma grande dupla, porque seríamos dois a dar o corpo às balas"

[Carvalhal] "Renovação? Saída? Admito tudo. Vai depender da sorte e dos resultados"

"O Sporting não é uma organização vencedora"

"O 4º lugar é o objectivo"

"Passámos a ter concorrentes que, em 5 anos, passaram de 20 milhões para 50 milhões de custos e que fizeram investimentos muitíssimo superiores aos do Sporting" [estaria a falar do Braga? Do Nacional? Do União de Leiria?]

Em apenas oito meses, José Eduardo Bettencourt consegue lugar cativo na galeria dos piores presidentes de sempre do Sporting Clube de Portugal.

Desastrado é o mínimo que se pode dizer de um homem que demonstra reiteradamente não ter a mínima noção da responsabilidade do cargo que ocupa, que não percebe a quem deve fidelidade enquanto presidente do SCP e que ignora em absoluto os impactos das asneiras que diz.

Um espectáculo lamentável.

kovacevic

Entretanto, os 90% caíram para 51,2% - entrevistados para quem JEB tem sido um bom presidente do SCP - num estudo de opinião realizado pela Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renancença de 4 a 9 de Fevereiro

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Que futuro com JEB?

Era previsível. Carlos Carvalhal começou esta manhã a ser queimado em lume (mais ou menos) brando na fogueira dos jornais, que garantem o fim do seu trajecto no Sporting, restando saber se sai após o próximo desaire ou apenas no final da época.

A situação em Alvalade supera os piores pesadelos e é em síntese a seguinte: os melhores jogadores encontram-se a leilão (Veloso, sobretudo, mas também Moutinho, Izmailov e Carriço...); o treinador está virtualmente despedido; não há director desportivo nem gestor de activos.

Para usar um lugar comum, estamos perante um barco que navega à vista com a agravante de meter água - e muita! - de estibordo a bombordo.

Ora, considerando que Paulo Bento se demitiu há mais de três meses, quando o campeonato já era uma miragem, torna-se muito difícil entender esta aparente ausência de estratégia e o modo como o Sporting não está a preparar as próximas épocas.

Depois de tanta trapalhada, faz sentido ser José Eduardo Bettencourt a planear o futuro desportivo do clube? Não me parece.

Um dirigente que não percebe o fim de ciclo de Paulo Bento, que não prepara um plano b para o caso de Paulo Bento sair como veio a sair, que ataca o Sporting e os sportinguistas na conferência de despedida do treinador, que não percebe a urgência de contratar um super-treinador para fazer esquecer Paulo Bento, que escolhe Carvalhal e não lhe dá mais do que oito meses de contrato, que estoira 11 milhões de euros no mercado de Inverno dois meses depois de despedir Paulo Bento?

A não ser que Villas Boas e Carlos Freitas, ou outros em vez deles, estejam já apalavrados - e aí, honestamente, não se percebe o sigilo - JEB tem todo o ar de ser (mais) um activo tóxico em Alvalade.

kovacevic

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Obviamente, cartão vermelho

É verdade que o sr. Benquerença nunca expulsaria jogador do FC Porto ou Benfica em circunstâncias idênticas, mas a atitude de João Pereira desafia os limites do absurdo e obviamente justifica o vermelho.

Em meia dúzia de aparições, João Pereira acumula responsabilidades directas em três golos sofridos pelo Sporting, frente a Nacional, Braga e Académica, tendo sido batido nas calmas por adversários tão pouco intimidantes como Anselmo, Paulo César ou Emídio Rafael.

Hoje compromete a equipa como uma acção totalmente irracional.

Por mim, ia fazer companhia a Sá Pinto.

kovacevic

(actualizado às 22:42)

E pronto, 1-4. No Dragão foi só uma derrota pesada, isto sim é humilhação. O Benfica acaba a partida com uns impensáveis 67 por cento de posse de bola, percentagem que a diferença numérica, só a diferença numérica, não justifica.

Do lado do Sporting todos deram tudo, mas o medo e a ausência de cimento colectivo não permitem mais. É cada um por si, o conceito de equipa simplesmente não existe.

De resto, o sr. Benquerença expulsa Tiago ao abrigo da prática que autoriza um árbitro a expulsar qualquer pessoa só porque lhe apetece, enquanto o sr. Cardinal se esquece da recomendação que manda proteger o atacante em momento de dúvida. E assim se eclipsa a possibilidade do primeiro de Pongolle pelo Sporting, que por acaso era o 2-2 no jogo.

Analisar com maior profundidade um derby de dez para onze não parece fazer sentido.

Conclusão: em dez dias o castelo de cartas de Carvalhal desmorona-se e as coisas estão agora ainda pior do que à sua entrada. Pode um treinador a prazo, sem currículo nem carisma, ter a força para dar a volta a isto? Dificilmente.

Quanto a José Eduardo Bettencourt, tem cada vez menos legitimidade para desenhar o Sporting dos próximos anos. Se é que tem alguma.

Na última época e meia, a alma do Sporting tem morrido um bocadinho mais a cada jogo e é isso que verdadeiramente dá o sinal de alarme. Nem nos anos 87-92, com quatro vezes o quarto lugar, jogadores e adeptos acreditaram tão pouco na camisola e no futuro.

sexta-feira, novembro 06, 2009

Venha de lá esse Ajax

1. Considerando que o campeonato é a bússola, a época está perdida. Sem o treinador vitalício, sem director-desportivo, sem o dirigente sombra do futebol na última década, resta o presidente eleito com 90 por cento dos votos. O homem está irritado, magoado, revoltado. Será este estado de espírito a chave do quarto escuro em que se aprisionou o futebol verde-branco?

Ao fim de quatro meses desastrosos na presidência, JEB encara a oportunidade de refundar a política desportiva. O Sporting assume de vez um projecto estilístico de identidade na linha de Ajax e Arsenal ou há condições para aproximar o investimento no futebol dos orçamentos dos rivais?

Assim de memória, não parece mal o ex-Ajax Co Adriaanse. O leão precisa de um modelo com personalidade forte para superar o desmame do efeito Bento. Alguém com audácia e desassombro para tirar a casca à qualidade existente no plantel.

2. O homem que substituiu o Sporting no coração de tantos sportinguistas, o Ferguson anunciado e desejado, sai sem pedir dinheiro, pelo próprio pé, sem curvar a cabeça, com tranquilidade. E leva quatro títulos no currículo, além de uma ou outra pequena façanha, como os 5-3 ao Benfica, as vitórias na Luz e no Dragão, os apuramentos para a Champions.

Paulo Bento é um treinador competente e provavelmente encontrará o sucesso já no próximo projecto. Jesualdo Ferreira, numa homenagem sentida, diz mesmo que agora sim é o início de uma carreira. Mas quase nada na vida é imutável, em especial se envolve pessoas. O Paulo Bento mais-valia de ontem (até Julho de 2008, embora já concluindo o campeonato a 14 pontos do primeiro) tornou-se no Paulo Bento problema de hoje. Por culpa própria, certamente, mas não exclusiva.

3. Um dia de emoções, diz o presidente oriundo da banca, incapaz de erguer a voz no meio dos escombros e apontar o caminho. Assumindo a impreparação para o momento, José Eduardo Bettencourt prolongou ele mesmo os actos de terrorismo contra o Sporting. É inaceitável o que o presidente diz publicamente da casa que lhe cabe chefiar e promover. O auto-retrato, que já incluía pobreza e (suposta) escassez de qualidade, tem agora ingredientes adicionais: guerra civil, desnorte. O Leonel treina enquanto não chegar o indivíduo caucasiano do sexo masculino.

Miguel Ribeiro Telles e Pedro Barbosa demitem-se com Paulo Bento. Na SAD do Sporting, aparentemente, o treinador vem primeiro do que o clube na hierarquia de solidariedade.

Esta tarde, na conferência de imprensa, tivemos o presidente do Paulo Bento Clube de Portugal. Quando o presidente do Sporting Clube de Portugal regressar ao planeta Terra, pode ser que nos brinde com ideias sobre o futuro, que nos revele o diagnóstico que diz ter sobre as fraquezas da organização, isto claro se tal não for uma grande maçada nem violar os valores éticos e morais que o norteiam.

Depois do desempenho -- vamos chamar-lhe invulgar -- de JEB, depois do episódio da disponibilidade para agredir um adepto, ganham outra dimensão as palavras do cronista do regime, publicadas ontem, n'O Jogo: "os adeptos gravitam noutra esfera, em que impera a paixão, que cega a razão".

Como escreve Bruno Prata no Público, Paulo Bento surgiu hoje sereno, lúcido e corajoso, enquanto um descontrolado JEB pulou de erro em erro até ao disparate final, respondendo, na derradeira pergunta dos jornalistas, que o próximo treinador do Sporting será "do sexo masculino e caucasiano".

Paulo Bento percebeu o óbvio: os seus métodos, mensagem e princípios de jogo deixaram de ajudar a equipa, que caminhava para um beco sem saída. JEB, pelo contrário, não percebeu, ou não quis perceber, nada. Precisou que técnico lhe fizesse o desenho. E chegou ao cúmulo de repetir a graça do forever ao assegurar que nunca demitiria Paulo Bento.

Entretanto, os jogadores choram.

kovacevic

quinta-feira, novembro 05, 2009

O cronista do Titanic

Começa a ser redundante citar o cão de fila do situacionismo leonino, mas ele supera-se sucessivamente e hoje brinda-nos com mais duas explicações para a instabilidade em Alvalade:

- os fracos maldizentes
- os adeptos cegos pela paixão

Concordo. Estes tolos com opiniões são uma maçada para as elites iluminadas. E a bancada? É calar essa gente tolhida pela emoção. Calar de vez. E podemos começar logo por JEB. Não é ele o presidente-adepto?

Não creio que a crítica em geral, jornalistas e não só - os adeptos gravitam noutra esfera, em que impera a paixão, que cega a razão -, tenha uma particular apetência vampiresca. Por vezes, a fome de sangue pode levá-lo a pensar, mas a questão não é tão genética, nem tão íntima, é cultural. Fomos assim ensinados: como os presidentes, jogadores, adeptos e treinadores. Paulo Bento, pela forma anormalmente sofrível com que a equipa tem evoluído esta época já merecia ter sido despedido pelos menos duas ou três vezes. Não nos está no sangue, mas é como se estivesse, está nos cânones e só os fracos não pensam assim. Ou então, os que têm a fraqueza de não se guiar por cartilhas obsoletas, arcaicas e dogmáticas. Porquê? Porque sim. Os que não têm a força e personalidade bastantes para resistir a pensar pela própria cabeça e ver que poucos ou nenhuns benefícios viriam por abraçar a convicção de cartilhas alheias. Bettencourt e Bento são corpos estranhos nesta vampiresca teia. Eu também tenho as minhas fraquezas...
(o jogo, 5.11.10)


kovacevic

domingo, outubro 04, 2009

Duas notas, duas certezas

1. Benfica e Sporting não terão tantas facilidades em Olhão.

2. Paulo Bento forever.

katanec

domingo, agosto 23, 2009

Já há golos

Twitta-mos Sportinguistas, fear not. Isto não passa de uma campanha à escala global contra o nosso querido e flexível treinador. Ele é italianos, holandeses e depois do João Aurélio, até os sul-americanos e os africanos (isto não é uma piada aos bracarenses, é mesmo uma alusão ao Ze Meyong) demonstram que nos querem deitar abaixo. Os nossos laterais são bons. Parece que não, mas isso faz parte da campanha. Qum se queixava que só empatávamos, já não tem razões para se queixar. E se perdemos, foi porque jogámos contra o líder. Líder isolado. Não deixem matar o Fernandez. Sporting Forever.

E que golos! Excelente trabalho individual de Miguel Fidalgo no início do Académica 1 x 1 Paços de Ferreira e grande remate de Pedrinha a empatar. Brilhante execução de Alan (magnífica exibição em Alvalade) e espectacular remate de Yannick Djaló. Não nos podemos queixar da qualidade dos golos de hoje...

ps - Obrigado, Djokovic. Mas também não era preciso exagerar... 6x1 6x4?... Tem calma, bicho.

master kodro

domingo, julho 19, 2009

A benfiquização do Sporting

Eis um fenómeno que venho a acompanhar com atenção: a benfiquização do Sporting. Sou benfiquista com orgulho, mas há anos que assisto a fenómenos bizarros na Luz: contratações anunciadas de forma espampanante (cujo eco se prolonga pela comunicação social); declarações arrogantes e um optimismo quase sempre infundado; comportamento populista e demagógico dos dirigentes. Para meu espanto, nas últimas semanas estas atitudes repetiram-se vezes sem conta, embora um pouco mais ao lado na Segunda Circular. Não sei se tal se deve a um estranho contágio, ou a um fenómeno passageiro, mas os indicadores são claros.

Matigol foi apresentado como um fenómeno absoluto. Mereceu capas e elogios de todos os jornais como nunca vi num jogador do Sporting (mas comum no caso de contratações benfiquistas). Escreveram-se crónicas delirante sobre o papel crucial que o jogador iria desempenhar no "losango" de Bento. Li mesmo que Matigol vinha referenciado como genial pelo treinador do Real Madrid (é só um pormenor o facto de ter sido o mesmo Pellegrini que o chutou para o banco no Villareal). Isto a propósito de um jogador de quem literalmente ninguém tinha ouvido falar.

O seu dirigente máximo vieirizou-se. Parece que se emociona em conferências de imprensa, grita "e quem não salta é lampião" em actos públicos e faz declarações oficiais referindo-se a uns tais de "tótós". Exemplar, para o líder do tal "clube diferente".

Quanto à arrogância e optimismo infundado, deixo apenas as seguintes pérolas: Djaló: "Partimos à frente". Rochemback: "Considero o Sporting o mais forte dos três grandes". Elucidativo.

katanec

sábado, junho 06, 2009

Curtas

1. O Sporting já tem um novo presidente. José Eduardo Bettencourt conseguiu o que parecia impossível e recolheu o apoio de quase toda a gente que andou à porrada nos últimos meses. Até Dias da Cunha...

2. O Benfica venceu, há pouco, o quarto jogo da final do Nacional de basket e garantiu o título nacional que escapava há 14 anos. Foi um desfecho lógico para uma época espantosa com uma fase regular perfeita (só vitórias) e problemas apenas para ultrapassar a Académica.

3. Mariano Andújar, segundo a Bola: "É verdade que me ligaram do Benfica. Rui Costa ligou-me e procurou convencer-me, disse-me que o Catania é pior que o Benfica". Eu estou convencido. E tu?

master kodro