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domingo, maio 17, 2015

Parabéns

Se o Porto tivesse sido capaz de ganhar, nas duas últimas jornadas em que o Benfica perdeu pontos com terceiros, a esta hora estaria a um pequeno passo do título, mesmo sem ter ganho ao seu concorrente direto. Daí que os parabéns que Lopetegui deu a todos os que contribuíram para que o Benfica fosse campeão sejam também para ele, para a sua equipa, pelo contributo decisivo que deram para o desfecho deste campeonato. Na verdade, costurando as últimas conferências de imprensa do treinador do Porto, poderemos concluir que o empate no Restelo foi o derradeiro retalho para o manto protetor encarnado. Parabéns, portanto.

segunda-feira, maio 11, 2015

Semiespetacular

Com o campeonato decidido, resta-me apreciar os últimos golos de Jackson com a camisola do Porto, os retoques finais de Óliver num projeto emprestado, e desejar que, na segunda época, Lopetegui fale menos (mesmo quando tem razão - e nem sempre tem) e faça mais, porque o mesmo não chega, por mais espetacular que fosse (não foi) metade.

segunda-feira, maio 04, 2015

Play It Again, Sam # 155 - The Districts

Eu sou do tempo (foda-se, estou a ficar velho) em que conhecíamos música através de uma cassete, gravada de uma cassete, gravada de uma cassete que reproduzia fielmente os estalidos e arranhões do vinil original, até a fita magnética começar a enrolar-se na cabeça do leitor e termos de as separar com uma Bic e algodão embebido em álcool. Conhecíamos meia dúzia de bandas e éramos felizes assim. Hoje, é mais difícil sermos felizes. Temos acesso a dezenas, centenas, milhares de músicas e, ainda assim, não ficamos satisfeitos. Abençoada fartura. Abençoado acesso universal à cultura e ao conhecimento. Sem ironia, porque o defeito é nosso (ou meu, pelo menos) e não dos recursos que criamos e desperdiçamos.

Lembrei-me disto enquanto pensava na abundância de títulos que nós, portistas, estávamos habituados a festejar, até há bem pouco tempo. Nessa altura, ir à Avenida dos Aliados ou à Alameda do Dragão era já um ato quase mecânico, o mero cumprimento de uma formalidade. As vitórias do Porto tornaram-se uma banalidade. Pode ser que este jejum nos faça bem e nos ensine a sair dele de forma rejuvenescida e com sede redobrada. Enquanto isso não acontece, podemos sempre ver Vítor Pereira a ganhar na Grécia, Mourinho em Inglaterra e Villas-Boas na Rússia, consolar-nos com o facto de sermos a melhor escola de formação de treinadores em Portugal, ver um jogo do Sporting...

«It's a long way down from the top to the bottom It's a long way back to a high from where I am»

Música: "Young Blood"
Álbum: "A Flourish and a Spoil", 2015
Interpretação: The Districts


domingo, abril 26, 2015

Um nulo encarnado

Os números da primeira parte não deixam dúvidas quanto à abordagem de Jesus ao jogo do título: 0 remates do melhor ataque da Liga, a jogar em casa. O mais importante era manter o adversário longe da baliza e a verdade é que só por uma vez o Porto esteve perto do golo. Na segunda parte, Lopetegui abriu o jogo e o Benfica apareceu da forma que mais gosta: em transições rápidas. Mas também só de bola parada conseguiu criar verdadeiro perigo, com Fejsa a imitar Jackson e a mandar a bola para a bancada. Em suma, um clássico muito pobre, em termos de espetáculo, mas com um nulo que deixa os encarnados com nove dedos no título, ao qual se juntará a taça da praxe. Ao Porto resta a consolação de uma boa Champions, apesar da derrocada em Munique, o que seguramente não apagará a sensação de vazio, depois de uma época em branco.

sábado, abril 25, 2015

Play It Again, Sam # 154 - Wolf Alice

Enquanto o clássico não começa, ouve-se uma musiquinha, para relaxar, de uma banda que está a dar os primeiros passos mas que já tem a qualidade que eu espero ver nos pés deste Porto de consumo imediato e de digestão mais difícil do que se desejava. O Benfica não perde em casa, para o campeonato, desde que Maicon fez o 2x3, em Março de 2012 - o que impõe um certo respeito, até porque, desta vez, um golo de diferença mantém o campeonato nas mãos dos encarnados. Mas, quando a bola começar a rolar, isto valerá tanto como a improbabilidade de virar uma meia-final da Taça, depois de ter perdido 0x2 em casa. Portanto, o melhor é aguardar e, no final, logo se verá quem fica happy, happy.

Música: "Blush, 2013"
Interpretação: Wolf Alice


PS - Entretanto, o sorteio da Champions ofereceu-nos a possibilidade de ver o duelo mais aguardado dos últimos tempos, entre um Bayern que parece ter conseguido conciliar as ideias que Guardiola trouxe da Catalunha com as características inatas do futebol alemão, e um Barcelona que terá menos bola do que está habituado a ter, mesmo com Luis Enrique, mas com capacidade para pôr Neymar e Suárez a fazer estragos nas costas do calcanhar de Aquiles dos alemães (e Messi a resolver de qualquer lado). Dois grandes jogos em perspetiva.

quarta-feira, abril 22, 2015

Mostrem-me lá o chão

Surpreendente não foi o resultado de ontem. Este é o Bayern que chegou a 3 finais da Champions, nos últimos 5 anos. É uma equipa que em dia sim (e eles têm muitos dias sim...) é capaz de aniquilar a grande maioria dos seus adversários. É de outro campeonato. Claro que custa sair varrido de Munique, mas isto acontece aos melhores, como este mesmo Bayern comprovou, na época passada. Realisticamente, o Porto fez aquilo que podia e sai da Liga dos Campeões com os seus objetivos superados. É hora de regressar rapidamente ao nosso campeonato e este é o principal desafio de Lopetegui: recuperar os jogadores, fisica e animicamente, para o jogo da Luz.

domingo, abril 19, 2015

Era preciso arriscar tanto, ó Mister?

Lopetegui correu um grande risco, ao mudar quase por completo o onze base da equipa (se tivesse corrido mal, caiam-lhe todos em cima, inclusivamente eu, que não gosto nada destas revoluções). Mas a verdade é que, tirando uma paragem cerebral de Alex Sandro que Rafael Lopes não aproveitou e uma bola às três tabelas que Fabiano defendeu com dificuldade, o Porto manteve o jogo controlado e só não construiu um resultado mais dilatado porque Cristiano fez uma excelente exibição e porque Jackson desperdiçou um golo que nem ele deve ter percebido como falhou. Hernâni foi a carta na manga de Lopetegui, até ao momento em que o treinador do Porto decidiu retirá-lo da zona de perigo e colocá-lo na direita, para entregar a ala esquerda a Ángel. Não era para perceber, era para poupar ao máximo. Segue-se o tudo ou nada, em dois jogos que colocam o céu colado ao inferno.

quarta-feira, abril 15, 2015

Uma noite quase perfeita

Quando Quaresma marcou o segundo, dei comigo a pensar quantos seriam precisos para resolver a eliminatória já no Dragão. O número a que eu cheguei foi tão absurdo e irrealista, que depressa percebi que não havia resultado seguro para levar à Alemanha, nem que Xabi Alonso, Dante e Boateng passassem o jogo todo a distribuir prendas.

Ainda assim, esta foi uma noite de gala do Porto, com um regresso em grande de Jackson, com Quaresma a fazer a melhor exibição da época e com uma estratégia que demonstra que não é indispensável uma equipa ter mais bola para ser melhor. Sim, o Bayern cometeu erros, mas foram erros forçados pela pressão portista sobre a saída de bola dos alemães e, nos momentos em que não deu para sair em futebol apoiado, o Porto soube encontrar outras soluções, como foi o caso do golo de Jackson.

Pode não chegar, mas já ninguém nos pode tirar este jogo enorme, este sentimento de orgulho, de absoluta noção do dever cumprido. Uma noite que só não foi perfeita porque Thiago Alcântara marcou, no único lance em que a defesa portista foi apanhada desposicionada, e porque perdemos os dois laterais para o jogo da segunda mão.

sexta-feira, abril 03, 2015

Marítimo 2x1 Porto

Sem comentários.

segunda-feira, março 23, 2015

Notícias da Baviera

Uma boa, outra má. A boa é que a máquina alemã não é infalível, como o Borussia Monchengladbach demonstrou (eu sei, a vantagem do Bayern é tão grande, que é difícil manter os jogadores motivados e focados em todos os jogos, mas é melhor do que nada e talvez haja aqui matéria para Lopetegui estudar). A má é que, depois do que aconteceu ontem, a churrasqueira de Neuer não deve abrir tão cedo. O que é uma pena, porque frangos com esta qualidade não se arranjam todos os dias.

quarta-feira, março 11, 2015

Play It Again, Sam # 150 - The Young Gods

Ainda bandas como os Prodigy e os Chemical Brothers andavam de um tomate para o outro, a estudarem a melhor maneira de cozinharem os ouvidos das massas, com sonoridades químicas, e já estes suíços quase deitavam o Sá da Bandeira abaixo, com a potência musical que trouxeram cá. Alguém perguntava, já meio zonzo: «Ouço guitarras. Onde estão as guitarras?» Estavam no sampler de Al Comet, dez vezes mais poderosas. A bateria era brutal e quando se ouvia a voz de Franz Treichler, o som ficava completo.

Aquilo que vimos ontem, no Dragão, foi futebol completo. Mais uma amostra do potencial que Lopetegui tem entre mãos. Não houve cá futebol para os lados nem esperas para ver o que faria o adversário, porque o 1x1 já chegava. Para a frente era o caminho, com futebol apoiado ou direto, mas sempre com a baliza nos olhos. É certo que o Basileia podia ter marcado, teve mais hipóteses para o fazer cá do que na Suíça, mas seria sempre atropelado pelo poder ofensivo portista.

Uma excelente vitória e quatro grandes golos que garantem os quartos-de-final da Champions. Em suma, um jogo para saborear, calmamente, ao som de Gasoline Man, versão acústica, que já não tenho idade para moches e porque, depois daquele concerto, qualquer versão de estúdio me parece um mero soundcheck.

Música: "Gasoline Man"
Álbum: "T.V. Sky", 1992
Interpretação: The Young Gods



sábado, março 07, 2015

Se fosse ao contrário?

Se fosse ao contrário, Sérgio, o Alex Sandro via o cartão amarelo. O Braga fez um remate com perigo. Um. E foi oferecido. O Porto dominou o jogo em todas as vertentes e, embora não tenha conseguido criar muitas situações de golo, foi a única equipa que justificou a vitória. O golo de Tello é uma cópia dos 3 marcados ao Sporting, com a diferença de ter sido Aboubakar a fazer de Jackson (ou de Herrera), na assistência. A lesão do colombiano é a má notícia depois de uma série de obstáculos que o Porto ultrapassou, nas últimas semanas. Falta o Basileia. Uma oportunidade para Lopetegui mostrar a utilidade da rotatividade que aplicou, no início da época. E para inverter o saldo, que ainda é negativo.

domingo, março 01, 2015

Hat-Tello

A boa notícia, para o Sporting, para além da arbitragem amiga de Artur Soares Dias, é que foram só 3. Podia ter sido mão cheia, tal foi a superioridade portista, naquele que foi, talvez, o jogo mais conseguido do Porto, esta época, tendo em conta aquilo que criou, o que concedeu e o valor do adversário. Tello rasgou por completo a defesa leonina e foi, obviamente, o homem do jogo. Evandro (enquanto durou) e Jackson (aquela assistência para o primeiro golo...) merecem também destaques muito positivos.

segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Futebol lateral

Mais futebol lateral, mais futebol lateral e, de vez em quando, um lançamento longo inconsequente. Futebol incisivo, rápido, vertical, praticamente zero, exceção feita (obrigado, Quintero) ao lance que Jackson não deveria ter desperdiçado, já no último minuto da primeira parte. Espero que este tenha sido um daqueles enfadonhos pré-requisitos para chegar à vitória e que a segunda parte seja melhor.

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Mais do mesmo na segunda parte, com a sorte, a meias com Carlos Santos, a desbloquear o caminho a Jackson e com Brahimi a confirmar os 3 pontos, no único contra-ataque que o Porto conseguiu ligar, no Bessa. Fraquinho, mas, verdade seja dita, não vi o Benfica fazer melhor, em Moreira de Cónegos. Pelo menos, até ao momento em que entrou em campo o suplente de luxo encarnado.

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

Super é a claque

Paulo Sousa, talvez tentando já embalar o jogo do Dragão, falou de um Porto super superior. Eu confesso que não vi essa superioridade toda. É verdade que o Basileia quase não conseguiu sair a jogar, mas na única vez que o fez, marcou. Por outro lado, toda aquela posse de bola que o Porto teve, na primeira parte, foi quase sempre inconsequente. A determinada altura, lembrei-me da cena do Indiana Jones, a da espada vs. pistola, ou dos 15 passes para conseguir ultrapassar a linha de meio campo vs. um ataque vertical que com um passe destroça o adversário. Matava-me ver o Porto perder assim com um só tiro. Felizmente, na segunda parte, mesmo sem Óliver (e que falta faz o espanhol, sobretudo se a solução para a sua ausência for aquele trio que Lopetegui não tira da cabeça), houve acutilância suficiente para marcar um golo que pode, de facto, valer ouro, no jogo da segunda mão, desde que ninguém se esqueça, por mais súperos que se ouçam do outro lado, daquilo que estes suiços fizeram, num passado recente, a equipas como o Bayern, o Chelsea e o Liverpool.

quinta-feira, janeiro 22, 2015

Helton e pouco ou muito mais

É difícil ficar indiferente àquilo que se passou em Braga. Mas, se calhar, antes de apontar o dedo a uma arbitragem ridícula, que arruinou o jogo, convém puxar as orelhas a Reyes, por aquela entrada absurda, completamente desnecessária, que lhe valeu o primeiro amarelo, e a Evandro, por se ter posto a jeito do modo de compensação que foi ligado, depois do penalty a favor do Porto, e que assim permaneceu até ao fim do que sobrou do jogo.

E o que sobrou foi uma luta desigual, de 11 contra 9, um enorme Helton, a mostrar que ainda está aí para as curvas, e um espírito solidário e guerreiro que transformou a revolta em orgulho. Se Lopetegui conseguir catalisar este espírito para o que resta da época, pode ser que ainda venhamos a agradecer a Cosme Machado. Caso contrário, terá sido apenas mais um jogo para esquecer, de uma competição que todas as épocas se destaca pelos piores motivos e que, por isso, tem cada vez menos credibilidade.

domingo, janeiro 18, 2015

Perspectivas e murros no estômago

Um murro no estômago, ouviu-se, não do comentador que tentou ver irregularidades em todos os golos do Porto, mas do Penafiel, bem entendido. Óliver fazia o terceiro e acabava com as dúvidas que um terreno em estado lastimável e o futebol de lotaria lançaram, no início da segunda parte. Todas? Não, havia alguém que ainda desconfiava. Porque os jogadores do Penafiel reclamaram qualquer coisa. A insistência do senhor era tal, que teve de ser Luis Freitas Lobo a intervir e a dizer que não havia nada de irregular no golo. Porque não havia. Tal como não houve no de Jackson. Sobra o lance de Casemiro, dois metros à frente de toda a gente ou em linha, dependendo da perspectiva. Na dúvida, o árbitro assistente deixou jogar. Mais um murro no estômago.

domingo, janeiro 11, 2015

Roubos de catedral e resultados pesados

A propósito de tarjas e roubos de catedral, porque não gosto muito de calimerices, não contesto a liderança do Benfica, no campeonato. Julgo que o jogo do Dragão foi o teste do algodão e mostrou que a equipa de Jorge Jesus tem uma maturidade que o Porto de Lopetegui ainda não alcançou. Concordo que, sem alguns erros de arbitragem que têm amparado os encarnados em momentos mais delicados, a diferença entre os dois primeiros seria provavelmente menor. Agora, isto não pode servir para esconder os erros próprios, os pontos perdidos por causa dos equívocos de Lopetegui e as falhas em momentos decisivos (e sem a influência de erros de arbitragem).

O Porto x Belenenses poderia ter acabado 2x1, como disse Lito Vidigal, depois de ver a sua equipa criar uma única situação de golo, já em tempo de compensações. Mas também poderia ter acabado 5x0 ou 6x0, que se calhar era o que merecia um treinador que põe uma equipa a jogar na retranca o jogo inteiro, mesmo depois de estar a perder por 1 e por 2.

Eu sei que a diferença entre o plantel do Porto e o do Belenenses é enorme, mas quem vê jogos de outros campeonatos e equipas como o Burnley e o Sunderland a fazerem pela vida, contra os poderosos de Manchester e de Londres, percebe que o problema, por cá, não está só na diferença de orçamentos. Está também em quem prefere tentar um pontinho caído do céu a arriscar algo mais, com medo sair derrotado por uns, sei lá, 3x0?

domingo, janeiro 04, 2015

Cinco a um

Passada a tremideira inicial que por muito pouco não permitiu que o Gil entrasse a ganhar, o Porto impôs o seu jogo e soube tirar partido da superioridade numérica para construir um resultado expressivo, num terreno tradicionalmente difícil.

Destaques individuais para Casemiro, no pior, falhando passe atrás de passe, na fase inicial do jogo, e no melhor, com aquela bomba que abriu caminho para a vitória portista - disse-me quem estava ao meu lado que se o Herrera soubesse chutar assim, ia para o Real Madrid e não para o Dortmund. Quem não tem problemas em distinguir a bola da atmosfera é o nosso Moutinho colchonero. Óliver prescinde da técnica da força, como diria Gabriel Alves, e resolve as coisas com classe, como aconteceu no quarto golo portista. Por último, Jackson, pelo que jogou, pelo que fez jogar, pelos dois golos que marcou, embora só tenha valido um, porque dali, de onde ele fez o segundo, só conta se for encarnado.

PS - Por falar em encarnado, hoje sou do Penafiel desde pequenino.

quarta-feira, dezembro 31, 2014

Meio a zero

Um golo de Aboubakar, a meias com Nuno Lopes, chegou para vencer um jogo em que era suposto a segunda linha mostrar serviço, mas, tirando Ricardo e Adrián López, toda a gente pareceu mais preocupada com o Reveillon do que com uma competição que ninguém quer ganhar. Casemiro foi quem mais se destacou entre os que queriam sair mais cedo, mas Lopetegui castigou-o e manteve-o até ao fim. Quaresma, já se sabe, nem em jogos a uvas passas gosta de ser substituído e foi engraçado ver a braçadeira transitar de um capitão a fazer má cara para um mexicano que chegou na época passada e que passa mais tempo na equipa B do que na principal. Seria o momento mais caricato do jogo, não fosse o que resultou daquela transformação: um meio-campo com Casemiro, Campaña e Evandro, com Quintero a fingir que era extremo e o Rio Ave a estourar na barra a hipótese do empate, logo a seguir.