domingo, abril 19, 2015

Era preciso arriscar tanto, ó Mister?

Lopetegui correu um grande risco, ao mudar quase por completo o onze base da equipa (se tivesse corrido mal, caiam-lhe todos em cima, inclusivamente eu, que não gosto nada destas revoluções). Mas a verdade é que, tirando uma paragem cerebral de Alex Sandro que Rafael Lopes não aproveitou e uma bola às três tabelas que Fabiano defendeu com dificuldade, o Porto manteve o jogo controlado e só não construiu um resultado mais dilatado porque Cristiano fez uma excelente exibição e porque Jackson desperdiçou um golo que nem ele deve ter percebido como falhou. Hernâni foi a carta na manga de Lopetegui, até ao momento em que o treinador do Porto decidiu retirá-lo da zona de perigo e colocá-lo na direita, para entregar a ala esquerda a Ángel. Não era para perceber, era para poupar ao máximo. Segue-se o tudo ou nada, em dois jogos que colocam o céu colado ao inferno.

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