1. A Copa Nostradamus é uma competição de previsões reservada aos 4 primeiros classificados da Taça da Liga Xanana 2010/11 e ao vencedor da competição na época anterior (que não será substituído por nenhuma forma), contando assim com 5 participantes, no máximo.
2. Os concorrentes que conquistaram o direito de participar na Copa Nostradamus 2010/2011 têm até às 19.30 do dia 5 de Abril de 2011 para enviarem um e-mail com as suas escolhas para quatroquatrodois@yahoo.com.br
3. As escolhas dos concorrentes têm que incidir sobre os jogadores qualificados para os quartos-de-final da Liga dos Campeões 2010/2011.
4. Os concorrentes devem escolher um jogador ou equipa) para cada uma das seguintes categorias:
4.1. Uma equipa - Vencedor da Liga dos Campeões 09/10;
4.2. Uma equipa - Vencedor da Liga Europa 09/10;
4.3. Três jogadores de campo – os “pontas-de-lança” de cada concorrente, cujos golos rendem pontos.
5. O vencedor da Copa Nostradamus é aquele que conseguir mais pontos. Em caso de empate entre concorrentes, serve de desempate a melhor classificação na Taça da Liga Xanana 2010/11. O sistema de pontuações é o seguinte:
5.1. Aos concorrentes que acertarem no vencedor da Liga dos Campeões 2010/11 serão atribuídos 20 pontos;
5.2. Aos concorrentes que acertarem no vencedor da Liga Europa 2010/2011 serão atribuídos 10 pontos;
5.3. Por cada golo marcado (90 minutos e prolongamentos, excluindo penalties) pelos jogadores de campo escolhidos pelos concorrentes será atribuído 1 ponto.
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domingo, agosto 01, 2010
Taça Astrocosmo 2010/11 - regulamento
1. A Taça Astrocosmo 2010/11 será disputada pelos primeiros 8 classificados na Taça da Liga Xanana 2010/11.
2. A cada um dos primeiros 8 classificados na Taça da Liga Xanana 2010/11 será atribuído um número coincidente à sua classificação (ex: ao 6.º caberá o número 6), para efeitos do sorteio dos jogos.
3. A Taça Astrocosmo é uma prova composta por três eliminatórias (quartos-de-final, meias-finais e final) que consagrarão um vencedor. Cada eliminatória coincidirá com uma jornada da 1.ª Liga Portuguesa.
4. Sistema de pontuação – Em cada eliminatória, a equipa de cada concorrente marca “golos” através do número de golos conseguido (na jornada correspondente) pelos onze jogadores activos do plantel da sua equipa (os onze titulares ou, se estes forem substituídos de acordo com as regras da Liga Zandinga, os suplentes)
5. Em caso de empate, são os seguintes os factores de desempate, por ordem de importância:
1.º Prevalecem os concorrentes com melhor classificação na Taça da Liga Xanana 2010/2011
2.º Inscrição mais antiga na Liga Zandinga 2010/2011
6. Calendário das eliminatórias
No âmbito da Taça Astrocosmo, são considerados os jogos que se disputem até 72 horas após e até 72 horas antes da data e hora oficial marcada pela LPFP para a realização da jornada da Liga.
Quartos-de-final (Jornada 21 Liga)
Jogo Q1 – 1 x 8
Jogo Q2 – 4 x 5
Jogo Q3 – 3 x 6
Jogo Q4 – 2 x 7
Meias-finais (Jornada 26)
Jogo M1 – Vencedor Jogo Q1 x Vencedor Jogo Q2
Jogo M2 – Vencedor Jogo Q3 x Vencedor Jogo Q4
Final (Jornada 29)
Vencedor Jogo M1 x Vencedor Jogo M2
2. A cada um dos primeiros 8 classificados na Taça da Liga Xanana 2010/11 será atribuído um número coincidente à sua classificação (ex: ao 6.º caberá o número 6), para efeitos do sorteio dos jogos.
3. A Taça Astrocosmo é uma prova composta por três eliminatórias (quartos-de-final, meias-finais e final) que consagrarão um vencedor. Cada eliminatória coincidirá com uma jornada da 1.ª Liga Portuguesa.
4. Sistema de pontuação – Em cada eliminatória, a equipa de cada concorrente marca “golos” através do número de golos conseguido (na jornada correspondente) pelos onze jogadores activos do plantel da sua equipa (os onze titulares ou, se estes forem substituídos de acordo com as regras da Liga Zandinga, os suplentes)
5. Em caso de empate, são os seguintes os factores de desempate, por ordem de importância:
1.º Prevalecem os concorrentes com melhor classificação na Taça da Liga Xanana 2010/2011
2.º Inscrição mais antiga na Liga Zandinga 2010/2011
6. Calendário das eliminatórias
No âmbito da Taça Astrocosmo, são considerados os jogos que se disputem até 72 horas após e até 72 horas antes da data e hora oficial marcada pela LPFP para a realização da jornada da Liga.
Quartos-de-final (Jornada 21 Liga)
Jogo Q1 – 1 x 8
Jogo Q2 – 4 x 5
Jogo Q3 – 3 x 6
Jogo Q4 – 2 x 7
Meias-finais (Jornada 26)
Jogo M1 – Vencedor Jogo Q1 x Vencedor Jogo Q2
Jogo M2 – Vencedor Jogo Q3 x Vencedor Jogo Q4
Final (Jornada 29)
Vencedor Jogo M1 x Vencedor Jogo M2
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Taça da Liga Xanana 2010/2011 - regulamento
1. Elegibilidade Apenas os concorrentes inscritos na Liga Zandinga 2010/2011 poderão concorrer à Taça da Liga Xanana 2010/2011.
2. Direitos de autor A Taça da Liga Xanana é um jogo de adivinhação quase integralmente copiado do jogo Blogobola Europeu do livre-indirecto.net, com a devida autorização do seu autor, o grande Da Rocha. Xanana, o maior bruxo da história da Liga Zandinga é o patrono involuntário do jogo.
3. Objectivo Os concorrentes são convidados a adivinhar o resultado exacto e um marcador de golos de uma série de jogos pré-determinados.
4. Regras Os concorrentes deverão apresentar o seu palpite até à hora de início dos jogos (procuraremos publicitá-la convenientemente), através de comentário ao post de lançamento do jogo (que após a sua publicação ficará disponível na barra lateral, no separador Liga Zandinga), ou através do e-mail: quatroquatrodois@yahoo.com.br
5. Pontuações
5.1. Por cada resultado certo, o concorrente recebe 5 pontos;
5.2. Por cada tendência certa (1x2), o concorrente recebe 1 ponto;
5.3. Por cada tendência errada, o concorrente recebe 0 pontos;
5.4. Por cada tendência oposta, o concorrente recebe 1 ponto negativo (- 1 ponto);
5.5. Por cada golo marcado pelo jogador escolhido, o concorrente recebe 2 pontos.
6. Disposições finais
6.1. O concorrente que não apresentar palpite é penalizado com -1 ponto.
6.2. Um palpite apresentado depois do início do jogo não é válido.
6.3. O empate não tem tendência oposta.
6.4. O concorrente que palpita um 0x0 não pode escolher marcador.
7. Calendário de jogos (datas provisórias)
TLX 1 19 SETEMBRO BORDEAUX x LYON
TLX 2 30 SETEMBRO MANCHESTER CITY x JUVENTUS
TLX 3 8 OUTUBRO PORTUGAL x DINAMARCA
TLX 4 19 OUTUBRO REAL MADRID x MILAN
TLX 5 2 NOVEMBRO TOTTENHAM x INTER
TLX 6 14 NOVEMBRO INTER x MILAN
TLX 7 28 NOVEMBRO BARCELONA x REAL MADRID
TLX 8 18 DEZEMBRO CHELSEA x MANCHESTER UNITED
2. Direitos de autor A Taça da Liga Xanana é um jogo de adivinhação quase integralmente copiado do jogo Blogobola Europeu do livre-indirecto.net, com a devida autorização do seu autor, o grande Da Rocha. Xanana, o maior bruxo da história da Liga Zandinga é o patrono involuntário do jogo.
3. Objectivo Os concorrentes são convidados a adivinhar o resultado exacto e um marcador de golos de uma série de jogos pré-determinados.
4. Regras Os concorrentes deverão apresentar o seu palpite até à hora de início dos jogos (procuraremos publicitá-la convenientemente), através de comentário ao post de lançamento do jogo (que após a sua publicação ficará disponível na barra lateral, no separador Liga Zandinga), ou através do e-mail: quatroquatrodois@yahoo.com.br
5. Pontuações
5.1. Por cada resultado certo, o concorrente recebe 5 pontos;
5.2. Por cada tendência certa (1x2), o concorrente recebe 1 ponto;
5.3. Por cada tendência errada, o concorrente recebe 0 pontos;
5.4. Por cada tendência oposta, o concorrente recebe 1 ponto negativo (- 1 ponto);
5.5. Por cada golo marcado pelo jogador escolhido, o concorrente recebe 2 pontos.
6. Disposições finais
6.1. O concorrente que não apresentar palpite é penalizado com -1 ponto.
6.2. Um palpite apresentado depois do início do jogo não é válido.
6.3. O empate não tem tendência oposta.
6.4. O concorrente que palpita um 0x0 não pode escolher marcador.
7. Calendário de jogos (datas provisórias)
TLX 1 19 SETEMBRO BORDEAUX x LYON
TLX 2 30 SETEMBRO MANCHESTER CITY x JUVENTUS
TLX 3 8 OUTUBRO PORTUGAL x DINAMARCA
TLX 4 19 OUTUBRO REAL MADRID x MILAN
TLX 5 2 NOVEMBRO TOTTENHAM x INTER
TLX 6 14 NOVEMBRO INTER x MILAN
TLX 7 28 NOVEMBRO BARCELONA x REAL MADRID
TLX 8 18 DEZEMBRO CHELSEA x MANCHESTER UNITED
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sábado, agosto 01, 2009
Liga Zandinga 2009/2010 - regulamento
1.LIGA ZANDINGA Com a Liga Portuguesa 2009/2010 em andamento, é chegada a altura de fazer apostas para o que nos reservarão os próximos meses desta competição. Solta o bruxo que há em ti e faz as tuas escolhas. Para efeitos deste concurso, só contam equipas e jogadores da 1.ª Liga Portuguesa 2009/2010 (adiante designada Superliga).
2.INSCRIÇÕES As inscrições têm que ser feitas obrigatoriamente através de correio electrónico para o seguinte endereço, o mail oficial da competição: quatroquatrodois@yahoo.com.br
3.PRAZOS DE INSCRIÇÃO As inscrições podem ser feitas até à hora de início do primeiro jogo da 4.ª jornada da Superliga. Quem se inscrever agora pode fazer alterações até à data limite - sempre via mail. Os concorrentes devem apresentar nome (ou nickname) e clube preferido.
4.PONTUAÇÕES O vencedor da LIGA ZANDINGA será o concorrente que conseguir o maior número de pontos.
4.1. PRÉMIO JIMMY HAGAN O concorrente deve indicar os três primeiros classificados no final da Superliga: quem acertar no 1.º recebe 30 pontos; quem acertar no 2.º recebe 20 pontos; quem acertar no 3.º recebe 10 pontos; quem acertar num clube fora da ordem correcta, mas dos três primeiros reais, recebe 5 pontos (por cada clube fora da ordem correcta).
4.2. PRÉMIO MÁRIO JARDEL O concorrente deve indicar os três melhores marcadores no final da Superliga: quem acertar no 1.º recebe 30 pontos; quem acertar no 2.º recebe 20 pontos; quem acertar no 3.º recebe 10 pontos; quem acertar num jogador fora da ordem correcta, mas dos três primeiros reais, recebe 5 pontos (por cada jogador fora da ordem correcta).
4.3. PRÉMIO MAMADU BOBÓ O concorrente deve indicar os três jogadores mais indisciplinados no final da Superliga: quem acertar no 1.º recebe 30 pontos; quem acertar no 2.º recebe 20 pontos; quem acertar no 3.º recebe 10 pontos; quem acertar num jogador fora da ordem correcta, mas dos três primeiros reais, recebe 5 pontos (por cada jogador fora da ordem correcta).
4.4. PRÉMIO LUÍS CAMPOS O concorrente deve indicar os três primeiros treinadores a deixarem o comando técnico da sua equipa de forma definitiva, por ordem cronológica, independentemente da razão: quem acertar no 1.º recebe 30 pontos; quem acertar no 2.º recebe 20 pontos; quem acertar no 3.º recebe 10 pontos; quem acertar num treinador fora da ordem correcta, mas dos três primeiros reais, recebe 5 pontos (por cada treinador fora da ordem correcta). Para efeitos deste Prémio, contam as saídas de técnicos a partir da hora de início do primeiro jogo da Liga Zandinga (ver ponto 3.).
4.5. PRÉMIO RICARDO QUARESMA O concorrente deve indicar os três jogadores com mais assistências para golo no final da Superliga: quem acertar no 1.º recebe 30 pontos; quem acertar no 2.º recebe 20 pontos; quem acertar no 3.º recebe 10 pontos; quem acertar num jogador fora da ordem correcta, mas dos três primeiros reais, recebe 5 pontos (por cada jogador fora da ordem correcta).
4.6. PRÉMIO ÓSCAR CARDOZO O concorrente deve indicar os três melhores marcadores da época incluindo Superliga, Taça de Portugal, Taça da Liga e competições europeias: quem acertar no 1.º recebe 30 pontos; quem acertar no 2.º recebe 20 pontos; quem acertar no 3.º recebe 10 pontos; quem acertar num jogador fora da ordem correcta, mas dos três primeiros reais, recebe 5 pontos (por cada jogador fora da ordem correcta).
4.7. PRÉMIO CASA PIA O concorrente deve indicar os três últimos classificados no final da Superliga: quem acertar no 16.º recebe 30 pontos; quem acertar no 15.º recebe 20 pontos; quem acertar no 14.º recebe 10 pontos; quem acertar num clube fora da ordem correcta, mas dos três últimos reais, recebe 5 pontos (por cada clube fora da ordem correcta).
4.8. PRÉMIO TAÇA DE PORTUGAL O concorrente deve indicar o vencedor e o finalista vencido da Taça de Portugal 2009/10: quem acertar no vencedor recebe 30 pontos; quem acertar no finalista vencido recebe 15 pontos; quem acertar num clube fora da ordem correcta recebe 5 pontos.
4.9. PRÉMIO TAÇA DA LIGA O concorrente deve indicar o vencedor e o finalista vencido da Taça da Liga 2009/10: quem acertar no vencedor recebe 30 pontos; quem acertar no finalista vencido recebe 15 pontos; quem acertar num clube fora da ordem correcta recebe 5 pontos.
5. OUTRAS COMPETIÇÕES
5.1. Todos os concorrentes inscritos na Liga Zandinga 2009/2010 garantem o direito de participarem na TAÇA DA LIGA XANANA 2009/2010. A Taça da Liga Xanana dispõe de regulamento próprio.
5.2. Os primeiros 8 classificados na Taça da Liga Xanana 2009/2010 garantem o direito de participarem na TAÇA ASTROCOSMO 2009/2010. A Taça Astrocosmo dispõe de regulamento próprio.
5.3. Os primeiros 4 classificados na Taça da Liga Xanana 2009/2010 e o vencedor da Copa Nostradamus 2008/2009 garantem o direito de participarem na COPA NOSTRADAMUS 2009/2010. A Copa Nostradamus dispõe de regulamento próprio.
6. ESCLARECIMENTOS
6.1. Para efeitos dos prémios e bónus relativos à marcação de golos (4.2. e 4.6.), são soberanas as decisões da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, excepto nos golos marcados na Taça de Portugal em que são soberanas as decisões publicadas no site maisfutebol.iol.pt.
6.2. Para efeitos dos prémios Ricardo Quaresma e Mamadu Bobó são soberanas as listagens do site maisfutebol.iol.pt.
6.3. Para efeitos do PRÉMIO MAMADU BOBÓ, todos os jogadores da Superliga serão contemplados com: 5 pontos por cada expulsão directa; 3 pontos por cada expulsão por acumulação de amarelos; 1 ponto por cada cartão amarelo (excepto no caso da expulsão por acumulação). O jogador mais indisciplinado será o que somar mais pontos.
6.4. Em caso de igualdade entre equipas na Superliga (classificação), para efeitos da Liga Zandinga utilizam-se as regras de desempate da LPFP. Em caso de igualdade nos prémios individuais, vence o jogador que tiver menos minutos de competição na Superliga 2009/2010.
6.5. Em caso de igualdade pontual entre concorrentes, são os seguintes os factores de desempate, por ordem decrescente:
a) Prevalecem os concorrentes do sexo feminino;
b) Prevalecem os concorrentes com melhor pontuação final no Prémio Jimmy Hagan (classificação);
c) Prevalecem os concorrentes com melhor pontuação final no Prémio Mário Jardel (melhor marcador);
d) Prevalecem os concorrentes com melhor pontuação final no Prémio Mamadu Bobó (caceteiro);
e) Prevalecem os concorrentes com melhor pontuação no Prémio Ricardo Quaresma (assistências);
f) Prevalecem os concorrentes com melhor pontuação no Prémio Óscar Cardozo (golos totais);
g) Prevalecem os concorrentes com melhor pontuação no Prémio Taça de Portugal;
h) Prevalecem os concorrentes com melhor pontuação no Prémio Taça da Liga;
i) Prevalecem os concorrentes com ordem de inscrição mais baixa.
7. INSCRIÇÕES, ALTERAÇÕES, QUESTÕES E RECLAMAÇÕES Tudo para o mail indicado.
SOLTA O BRUXO QUE HÁ EM TI!
2.INSCRIÇÕES As inscrições têm que ser feitas obrigatoriamente através de correio electrónico para o seguinte endereço, o mail oficial da competição: quatroquatrodois@yahoo.com.br
3.PRAZOS DE INSCRIÇÃO As inscrições podem ser feitas até à hora de início do primeiro jogo da 4.ª jornada da Superliga. Quem se inscrever agora pode fazer alterações até à data limite - sempre via mail. Os concorrentes devem apresentar nome (ou nickname) e clube preferido.
4.PONTUAÇÕES O vencedor da LIGA ZANDINGA será o concorrente que conseguir o maior número de pontos.
4.1. PRÉMIO JIMMY HAGAN O concorrente deve indicar os três primeiros classificados no final da Superliga: quem acertar no 1.º recebe 30 pontos; quem acertar no 2.º recebe 20 pontos; quem acertar no 3.º recebe 10 pontos; quem acertar num clube fora da ordem correcta, mas dos três primeiros reais, recebe 5 pontos (por cada clube fora da ordem correcta).
4.2. PRÉMIO MÁRIO JARDEL O concorrente deve indicar os três melhores marcadores no final da Superliga: quem acertar no 1.º recebe 30 pontos; quem acertar no 2.º recebe 20 pontos; quem acertar no 3.º recebe 10 pontos; quem acertar num jogador fora da ordem correcta, mas dos três primeiros reais, recebe 5 pontos (por cada jogador fora da ordem correcta).
4.3. PRÉMIO MAMADU BOBÓ O concorrente deve indicar os três jogadores mais indisciplinados no final da Superliga: quem acertar no 1.º recebe 30 pontos; quem acertar no 2.º recebe 20 pontos; quem acertar no 3.º recebe 10 pontos; quem acertar num jogador fora da ordem correcta, mas dos três primeiros reais, recebe 5 pontos (por cada jogador fora da ordem correcta).
4.4. PRÉMIO LUÍS CAMPOS O concorrente deve indicar os três primeiros treinadores a deixarem o comando técnico da sua equipa de forma definitiva, por ordem cronológica, independentemente da razão: quem acertar no 1.º recebe 30 pontos; quem acertar no 2.º recebe 20 pontos; quem acertar no 3.º recebe 10 pontos; quem acertar num treinador fora da ordem correcta, mas dos três primeiros reais, recebe 5 pontos (por cada treinador fora da ordem correcta). Para efeitos deste Prémio, contam as saídas de técnicos a partir da hora de início do primeiro jogo da Liga Zandinga (ver ponto 3.).
4.5. PRÉMIO RICARDO QUARESMA O concorrente deve indicar os três jogadores com mais assistências para golo no final da Superliga: quem acertar no 1.º recebe 30 pontos; quem acertar no 2.º recebe 20 pontos; quem acertar no 3.º recebe 10 pontos; quem acertar num jogador fora da ordem correcta, mas dos três primeiros reais, recebe 5 pontos (por cada jogador fora da ordem correcta).
4.6. PRÉMIO ÓSCAR CARDOZO O concorrente deve indicar os três melhores marcadores da época incluindo Superliga, Taça de Portugal, Taça da Liga e competições europeias: quem acertar no 1.º recebe 30 pontos; quem acertar no 2.º recebe 20 pontos; quem acertar no 3.º recebe 10 pontos; quem acertar num jogador fora da ordem correcta, mas dos três primeiros reais, recebe 5 pontos (por cada jogador fora da ordem correcta).
4.7. PRÉMIO CASA PIA O concorrente deve indicar os três últimos classificados no final da Superliga: quem acertar no 16.º recebe 30 pontos; quem acertar no 15.º recebe 20 pontos; quem acertar no 14.º recebe 10 pontos; quem acertar num clube fora da ordem correcta, mas dos três últimos reais, recebe 5 pontos (por cada clube fora da ordem correcta).
4.8. PRÉMIO TAÇA DE PORTUGAL O concorrente deve indicar o vencedor e o finalista vencido da Taça de Portugal 2009/10: quem acertar no vencedor recebe 30 pontos; quem acertar no finalista vencido recebe 15 pontos; quem acertar num clube fora da ordem correcta recebe 5 pontos.
4.9. PRÉMIO TAÇA DA LIGA O concorrente deve indicar o vencedor e o finalista vencido da Taça da Liga 2009/10: quem acertar no vencedor recebe 30 pontos; quem acertar no finalista vencido recebe 15 pontos; quem acertar num clube fora da ordem correcta recebe 5 pontos.
5. OUTRAS COMPETIÇÕES
5.1. Todos os concorrentes inscritos na Liga Zandinga 2009/2010 garantem o direito de participarem na TAÇA DA LIGA XANANA 2009/2010. A Taça da Liga Xanana dispõe de regulamento próprio.
5.2. Os primeiros 8 classificados na Taça da Liga Xanana 2009/2010 garantem o direito de participarem na TAÇA ASTROCOSMO 2009/2010. A Taça Astrocosmo dispõe de regulamento próprio.
5.3. Os primeiros 4 classificados na Taça da Liga Xanana 2009/2010 e o vencedor da Copa Nostradamus 2008/2009 garantem o direito de participarem na COPA NOSTRADAMUS 2009/2010. A Copa Nostradamus dispõe de regulamento próprio.
6. ESCLARECIMENTOS
6.1. Para efeitos dos prémios e bónus relativos à marcação de golos (4.2. e 4.6.), são soberanas as decisões da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, excepto nos golos marcados na Taça de Portugal em que são soberanas as decisões publicadas no site maisfutebol.iol.pt.
6.2. Para efeitos dos prémios Ricardo Quaresma e Mamadu Bobó são soberanas as listagens do site maisfutebol.iol.pt.
6.3. Para efeitos do PRÉMIO MAMADU BOBÓ, todos os jogadores da Superliga serão contemplados com: 5 pontos por cada expulsão directa; 3 pontos por cada expulsão por acumulação de amarelos; 1 ponto por cada cartão amarelo (excepto no caso da expulsão por acumulação). O jogador mais indisciplinado será o que somar mais pontos.
6.4. Em caso de igualdade entre equipas na Superliga (classificação), para efeitos da Liga Zandinga utilizam-se as regras de desempate da LPFP. Em caso de igualdade nos prémios individuais, vence o jogador que tiver menos minutos de competição na Superliga 2009/2010.
6.5. Em caso de igualdade pontual entre concorrentes, são os seguintes os factores de desempate, por ordem decrescente:
a) Prevalecem os concorrentes do sexo feminino;
b) Prevalecem os concorrentes com melhor pontuação final no Prémio Jimmy Hagan (classificação);
c) Prevalecem os concorrentes com melhor pontuação final no Prémio Mário Jardel (melhor marcador);
d) Prevalecem os concorrentes com melhor pontuação final no Prémio Mamadu Bobó (caceteiro);
e) Prevalecem os concorrentes com melhor pontuação no Prémio Ricardo Quaresma (assistências);
f) Prevalecem os concorrentes com melhor pontuação no Prémio Óscar Cardozo (golos totais);
g) Prevalecem os concorrentes com melhor pontuação no Prémio Taça de Portugal;
h) Prevalecem os concorrentes com melhor pontuação no Prémio Taça da Liga;
i) Prevalecem os concorrentes com ordem de inscrição mais baixa.
7. INSCRIÇÕES, ALTERAÇÕES, QUESTÕES E RECLAMAÇÕES Tudo para o mail indicado.
SOLTA O BRUXO QUE HÁ EM TI!
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terça-feira, fevereiro 03, 2009
Vitória nas meias da Taça da Liga?
Esta edição da Taça da Liga está a ter de tudo: um regulamento com falhas estúpidas; recursos com base em fundamentos que em tudo iam contra o espírito da competição e contra o espírito de que estavam imbuídos todos os participantes (moldando-lhes estratégias e objectivos), incluindo o presidente dos queixosos (que lamentou ter sido eliminado por um golo, por ter sido roubado); competidores a fazerem birra e a ameaçarem não jogar. Qual poderia ser o resultado disto: um argumento do mesmo nível do do recurso (ironia das ironias, erro no alvo, articulite aguda contra articulite aguda), estúpido (não sei, não o vi, estou a vender o peixe a preço de custo). Principalmente quando havia outros muito mais importantes. Aqui está a decisão do CJ da FPF. Siga a festa (ainda há festa?).
ps - Já podes ir trabalhar, Quique, e apresentar um 4x4x2 igualzinho ao que ias apresentar contra o Belenenses.
master kodro
ps - Já podes ir trabalhar, Quique, e apresentar um 4x4x2 igualzinho ao que ias apresentar contra o Belenenses.
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segunda-feira, fevereiro 02, 2009
Quando ser expulso é melhor do que ver amarelo
Fucile era um dos três jogadores do Porto em risco para a próxima jornada (recepção ao Benfica). O cartão amarelo que viu na segunda parte (por mão) impedia-o de participar nesse jogo. Porém, no último minuto, com Jesualdo a gritar no banco "calma, calma!", Fucile seguiu as ordens, retardou o lançamento lateral e viu o segundo amarelo e respectivo vermelho. Com este desfecho, Fucile pode agora cumprir o castigo na Taça da Liga (por ter sido expulso) e enfrentar o Benfica.
Este episódio é um excelente retrato do futebol português: um misto de regulamentos estapafúrdios, chico-espertice e pequenas trafulhices.
katanec
Este episódio é um excelente retrato do futebol português: um misto de regulamentos estapafúrdios, chico-espertice e pequenas trafulhices.
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segunda-feira, janeiro 26, 2009
Bookmarks # 4 - Salman Rushdie (1947-)
Título: "Os Versículos Satânicos"Original: "The Satanic Verses" (1988)
Tradução: Ana L. Faria /M. Serras Pereira
Editora: Dom Quixote, aqui, de onde foi desviada a capa
"Entre as palmeiras do oásis Gibreel aparecia ao Profeta e punha-se a despeja regras, regras, regras até os fiéis só terem vontade de dizer que já chegava de revelações, disse Salman, regras para tudo e mais alguma coisa, se um homem se peida deve voltar o rosto para o lado do vento, e havia também uma regra sobre a mão a utilizar para limpar o rabo (…) A revelação – a recitação – dizia aos fiéis quanto haviam de comer, com que profundidade haviam de dormir, que posições sexuais tinham recebido sanção divina, de forma que todos ficaram a saber que a sodomia e a posição dos missionários eram aprovadas pelo arcanjo, enquanto as figuras proibidas incluíam todas aquelas em que a fêmea ficasse por cima. Gibreel fez ainda uma lista dos temas autorizados e interditos de conversa, e assinalou as partes do corpo que não podiam ser coçadas por muito insuportável que fosse a comichão que aí se sentisse."
Para além das obras, que não espelham o mesmo objecto do Corão (como se pode ler no texto)mas que lhe captam a forma na totalidade (quem já passou os olhos pelo Corão pode confirmá-lo), Rushdie estendeu à realidade as suas críticas às actuais leituras literais da lei divina muçulmana, lançando a necessidade de uma interpretação à luz da actualidade das leis ditadas no século VII.
Em cima expostos no limite (ao contrário do que se segue), os perigos das leituras literais das leis e regulamentos - quando se põe um problema de interpretação, obviamente - aumentam quando o legislador é inábil e, como tanta vez sucede no nosso país (e garantidamente não é só no futebol), incompetente e desconhecedor da realidade prática. É por isso que há inúmeras rectificações, esclarecimentos, recomendações, interpretações jurídicas díspares, pareceres e adaptações. Vem isto a propósito da questão da Taça da Liga em que uma corrente de opinião quer fazer valer um conceito que caiu em desuso para uma expressão que tem um significado corrente distinto há mais de 30 anos, como aqui defendemos. Mas não só.
O problema também pode vir de quem interpreta as interpretações e das motivações de quem o faz. Aqui há uns tempos, tentei aqui discutir a lei que define quando é falta tocar a bola com a mão. A lei apenas foca a intenção. Imagino que terão existido recomendações - que desconheço, já as tentei procurar e não encontrei, nem ninguém mas conseguiu indicar - que envolvam conceitos como a posição natural (falou-se na altura sobre isso, embora seja um conceito bizarro, quase do domínio de limpar o rabo com a mão certa), ou a vantagem para quem joga com a mão - mas sem provas escritas para qualquer destes critérios secundários que ajudariam, na prática, a resolver as questões que são complexas, porque imediatas, dentro do campo.
Pedro Henriques, face ao coro de críticas generalizado, defendeu-se com o critério da vantagem evidente para o "prevaricador" por desvio fundamental da direcção da bola. Eu acho que se perdeu uma oportunidade para discutir a regra, porque este critério secundário (que presumo que não foi inventado), tem tudo para ser considerado como válido porque abarca todas as situações de que me consigo lembrar e acaba com a maior parte das dúvidas. Assim o queiram as pessoas, algo de que duvido, muito sinceramente.
Vou repetir-me quando defendo que não sei se as pessoas querem discutir a regra e todas as suas vertentes ou se preferem ter uma questão dúbia entre mãos para poderem utilizá-la a seu bel prazer conforme a ocasião se apresentar para as suas cores. Desde que vi alguém que se apresenta como advogado pegar no texto "O Belenenses está no seu direito de contestar o alinhamento das meias-finais da Taça da Liga. Não acho que tenha razão jurídica, mas não deixa de ter esse direito, com base na asneira efectuada." e retirar-lhe a parte que está a bold (que a enquadra e cuja omissão lhe muda o sentido por completo) para poder insultar o seu autor, já acredito em tudo e cada vez mais me convenço que há realidades que prefiro desprezar.
ps - Agradeço, novamente, a quem me chamou à atenção. Aqui não entram mais.
master kodro
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quarta-feira, janeiro 21, 2009
Proposta do dia
Do kovacevic, ao telefone, por volta das 14 horas: jogo em campo neutro (pode ser no Algarve) entre o Belenenses e o Vitória. Acho óptimo. Eu acrescento: com o gajo que fez o regulamento como único apanha-bolas. Desde que não insultem a inteligência das pessoas com a inclusão premeditada do quociente e com a amnésia colectiva do uso corrente, banal e generalizado (em Portugal e em Espanha, pelo menos) do goal average como diferença entre golos marcados e sofridos.
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Goal average? Nunca ouvi falar disso
Mais do que confirmado o erro na utilização da expressão, materializado na letra da lei, discute-se agora o espírito da lei invocado pela Liga para a utilização errada da expressão. Erguem-se vozes indignadas perante tamanha aberração linguística, nunca antes ouvida ou utilizada (eu sempre disse goal difference, parecem querer dizer quase todos os opinadores).
Nunca ouvimos ou lemos essa expressão, nem aqui, nem aqui, nem aqui, nem aqui, nem aqui, nem aqui, nem aqui, nem aqui, nem aqui, nem aqui, todas nos últimos três anos. Mas isso é coisa de jornalistas portugueses ignorantes, pelo que é impossível que esta maleita colectiva tipicamente lusa tenha galgado fronteiras e contaminado gentes mais letradas. Por isso é pouco provável que o caro leitor encontre algo neste sentido neste artigo, ou neste, ou neste, ou neste, ou neste, ou neste, todos desde 2008.
Pronto, é coisa de jornalistas, pelo que se nos afigura como improvável que homens do futebol utilizassem uma expressão tão ignóbil. Não é provável que pessoas como José Peseiro a tenham utilizado em discurso directo, "Mas praticamente a qualificação está assegurada, em função do 'goal-average". Está bem, é o Peseiro que tinha aqueles comportamentos afectivos públicos com Eduardinho. Mas temos dúvidas que um ser com o estatuto de Johann Cruijff tenha alguma vez expressado, "O Valencia está a 10 pontos e o Real Madrid a 14, tendo em conta o ‘goal average" (até porque Cruijff não fala português).
Trata-se, portanto, de uma alucinação colectiva, esta que presenciamos, esta que leva à utilização generalizada e errada do termo goal average (é errado não haja dúvidas relativamente a isto). Daí a dizer-se que quem fez (erradamente) o regulamento da Taça da Liga queria mesmo referir-se ao termo goal average (à divisão de golos marcados por golos sofridos), uma forma de desempate que deixou de ser utilizada no Mundial de 1970 e na liga inglesa em 1976/77, vai uma distância muito grande.
Meus amigos, acreditem no que quiserem, mas não me queiram obrigar a acreditar que quem fez o regulamento da Taça da Liga estava impregnado do espírito de incluir um critério de desempate que dividisse golos marcados e sofridos, porque eu só acredito no que quero e no que seja, ao mesmo tempo, razoável. Até porque acho que já existem exemplos suficientes aqui em cima que mostram que todos nós sempre utilizámos (embora quase ninguém o assuma) o termo goal average tão erradamente como no sentido de falarmos em golos marcados menos golos sofridos.
Vejam quão disseminada a coisa está que até o insuspeito perfeccionista Rui Cartaxana a usava em 2005, "As regras para estas classificações provisórias das equipas são, por ordem: 1) número de pontos entre elas; 2) se têm os mesmos pontos, a) valem os resultados entre as equipas empatadas; b) se o empate se mantém, vale a diferença de golos (goal average) entre elas". Claro que ele queria dizer quociente e não diferença, não é? Não, não é. E João Gobern aqui. E António Pedro Vasconcelos aqui. Mas o contributo mais importante para esta discussão do espírito da expressão (e da lei no caso presente) vem novamente de Rui Cartaxana, um ano antes, que admite, como provedor dos leitores, a adaptação e generalização do termo goal average, fazendo um paralelo com o termo hat-trick, em resposta à indignação de um leitor.
"PL: Tem razão, em grande parte. A expressão "hat-trick" vem do cricket e traduz a marcação de três pontos seguidos pelo mesmo jogador. Só que com a sua banalização, no futebol, passou a designar, por extensão, a marcação de três golos seguidos pelo mesmo jogador, no mesmo jogo. Estas "adaptações" são frequentes no futebol, como aconteceu com a expressão "goal-average" e outras. "
Adaptação, frequente, banalização. Mas acreditem no que quiserem e se quiserem mesmo muito acreditem que quem fez o regulamento da Taça da Liga quis mesmo propôr o quociente.
ps - Só uma nota para desejar boa sorte ao Luciano e as rápidas melhoras. E se tiverem que ir mesmo vocês às meias-finais, que ganhem a competição, é o que desejo sinceramente.
master kodro
Nunca ouvimos ou lemos essa expressão, nem aqui, nem aqui, nem aqui, nem aqui, nem aqui, nem aqui, nem aqui, nem aqui, nem aqui, nem aqui, todas nos últimos três anos. Mas isso é coisa de jornalistas portugueses ignorantes, pelo que é impossível que esta maleita colectiva tipicamente lusa tenha galgado fronteiras e contaminado gentes mais letradas. Por isso é pouco provável que o caro leitor encontre algo neste sentido neste artigo, ou neste, ou neste, ou neste, ou neste, ou neste, todos desde 2008.
Pronto, é coisa de jornalistas, pelo que se nos afigura como improvável que homens do futebol utilizassem uma expressão tão ignóbil. Não é provável que pessoas como José Peseiro a tenham utilizado em discurso directo, "Mas praticamente a qualificação está assegurada, em função do 'goal-average". Está bem, é o Peseiro que tinha aqueles comportamentos afectivos públicos com Eduardinho. Mas temos dúvidas que um ser com o estatuto de Johann Cruijff tenha alguma vez expressado, "O Valencia está a 10 pontos e o Real Madrid a 14, tendo em conta o ‘goal average" (até porque Cruijff não fala português).
Trata-se, portanto, de uma alucinação colectiva, esta que presenciamos, esta que leva à utilização generalizada e errada do termo goal average (é errado não haja dúvidas relativamente a isto). Daí a dizer-se que quem fez (erradamente) o regulamento da Taça da Liga queria mesmo referir-se ao termo goal average (à divisão de golos marcados por golos sofridos), uma forma de desempate que deixou de ser utilizada no Mundial de 1970 e na liga inglesa em 1976/77, vai uma distância muito grande.
Meus amigos, acreditem no que quiserem, mas não me queiram obrigar a acreditar que quem fez o regulamento da Taça da Liga estava impregnado do espírito de incluir um critério de desempate que dividisse golos marcados e sofridos, porque eu só acredito no que quero e no que seja, ao mesmo tempo, razoável. Até porque acho que já existem exemplos suficientes aqui em cima que mostram que todos nós sempre utilizámos (embora quase ninguém o assuma) o termo goal average tão erradamente como no sentido de falarmos em golos marcados menos golos sofridos.
Vejam quão disseminada a coisa está que até o insuspeito perfeccionista Rui Cartaxana a usava em 2005, "As regras para estas classificações provisórias das equipas são, por ordem: 1) número de pontos entre elas; 2) se têm os mesmos pontos, a) valem os resultados entre as equipas empatadas; b) se o empate se mantém, vale a diferença de golos (goal average) entre elas". Claro que ele queria dizer quociente e não diferença, não é? Não, não é. E João Gobern aqui. E António Pedro Vasconcelos aqui. Mas o contributo mais importante para esta discussão do espírito da expressão (e da lei no caso presente) vem novamente de Rui Cartaxana, um ano antes, que admite, como provedor dos leitores, a adaptação e generalização do termo goal average, fazendo um paralelo com o termo hat-trick, em resposta à indignação de um leitor.
"PL: Tem razão, em grande parte. A expressão "hat-trick" vem do cricket e traduz a marcação de três pontos seguidos pelo mesmo jogador. Só que com a sua banalização, no futebol, passou a designar, por extensão, a marcação de três golos seguidos pelo mesmo jogador, no mesmo jogo. Estas "adaptações" são frequentes no futebol, como aconteceu com a expressão "goal-average" e outras. "
Adaptação, frequente, banalização. Mas acreditem no que quiserem e se quiserem mesmo muito acreditem que quem fez o regulamento da Taça da Liga quis mesmo propôr o quociente.
ps - Só uma nota para desejar boa sorte ao Luciano e as rápidas melhoras. E se tiverem que ir mesmo vocês às meias-finais, que ganhem a competição, é o que desejo sinceramente.
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terça-feira, janeiro 20, 2009
Amigos belenenses, vão vocês.
O Belenenses está no seu direito de contestar o alinhamento das meias-finais da Taça da Liga. Não acho que tenha razão jurídica, mas não deixa de ter esse direito, com base na asneira efectuada. Mas atenção que não é só do regulamento que o líder belenense se queixa publicamente:
"João Barbosa, líder da SAD do Belenenses, aproveitou a conferências de imprensa de ontem para voltar a tecer duras críticas à arbitragem em geral, e à atuação de Bruno Paixão na Luz em particular.
O responsável pelo futebol dos azuis voltou a frisar que “a SAD perdeu milhares de euros, em virtude de não ter atingido as meias-finais da Taça da Liga", continuando: "Só não fomos apurados por um golo. O golo que entrou mas que o árbitro por distração não validou. A verdade é que os encontros deviam ter sido realizados todos à mesma hora, pois veja-se a conjugação de resultados que houve no domingo.”
Até o presidente do Belenenses se deixou levar pelo espírito da lei.
Sinceramente, com todas estas atitudes (diverte-me abundantemente uma em especial de um grande especialista das leis e excelso cumpridor das ditas), já perdi a vontade de ir à Luz eliminar o Benfica.
master kodro
"João Barbosa, líder da SAD do Belenenses, aproveitou a conferências de imprensa de ontem para voltar a tecer duras críticas à arbitragem em geral, e à atuação de Bruno Paixão na Luz em particular.
O responsável pelo futebol dos azuis voltou a frisar que “a SAD perdeu milhares de euros, em virtude de não ter atingido as meias-finais da Taça da Liga", continuando: "Só não fomos apurados por um golo. O golo que entrou mas que o árbitro por distração não validou. A verdade é que os encontros deviam ter sido realizados todos à mesma hora, pois veja-se a conjugação de resultados que houve no domingo.”
Até o presidente do Belenenses se deixou levar pelo espírito da lei.
Sinceramente, com todas estas atitudes (diverte-me abundantemente uma em especial de um grande especialista das leis e excelso cumpridor das ditas), já perdi a vontade de ir à Luz eliminar o Benfica.
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Mea culpa
Pois, parece então, que não li o regulamento todo. Peço as minhas desculpas a todos. Parece que se pretende mesmo fazer renascer o goal average "original", em desuso desde 1970, e esquecer tudo o que se disse e escreveu nos últimos quarenta anos. Que seja. Se é assim, façam favor de pôr o Belenenses nas meias-finais da Taça da Liga. Mas não se esqueçam. Não se esqueçam do dia em que, nos assuntos futebolísticos, a letra da lei passou a valer mais do que o espírito, isto na opinião da maior parte das pessoas que se referiram a este assunto.
master kodro
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O regulamento da Taça da Liga ou a vontade de ver sangue num resto de ketchup
Estou com dias difíceis no trabalho (acabei agora...) por isso não tenho conseguido seguir tudo como queria. Apareceu um tema daqueles engraçados relativamente ao regulamento da Taça da Liga que supostamente faria do Belenenses o apurado para as meias-finais e não o Vitória de Guimarães. Diz a teoria que circula que a expressão utilizada no regulamento, o goal average (ao invés da expressão correcta, goal difference), daria 2 pontos (2/1) ao Belenenses contra 1,5 pontos (3/2) ao Vitória, num desempate devido ao empate pontual entre as equipas. Ora bem:
1.º Como é óbvio, todos - todos, todos nós, todos nós os que estamos a chamar incompetentes a quem fez o regulamento da Liga, todos os desportos, todos os regulamentos que não incluíram a expressão mais longa "diferença entre golos marcados e sofridos" - andamos a usar a expressão errada desde sempre e estamos a chamar, desde sempre, goal average ao que na prática é o goal difference e nem nunca pensámos no que o goal average é, realmente, porque a maior parte de nós nunca o viu aplicado (há uma entrada na net que defende que foi abandonado em 1970...). Resta saber a razão de ter acontecido agora. Mas nem vai valer a pena chegar a tanto.
2.º A Liga já se explicou, mas devem estar todos cagadinhos, porque deu uma explicação de quem está com medo que alguém se queixe. Fala do espírito, fala do que eu escrevi no ponto 1 por outras palavras, mas se não estivessem tão cagadinhos tinham perguntado a alguém que esteja habituado a ler leis que lhes safava o rabinho, sem parecerem tão gelatinosos.
3.º Como na maior parte das vezes nestas conversas de polémicas sobre futebol, as pessoas lêem o que querem ler e não o que está lá escrito. Vamos ler então:
3.1 Relativamente à 3.ª fase da Taça da Liga:
"São apuradas as 3 equipas que, após a realização das 3 jornadas, ocupem o 1.º lugar no grupo e a equipa que ocupe o 2.ºlugar com a melhor pontuação"
Só. Mais nada. É omisso nos casos de empate (para efeitos de apuramento para as meias-finais), pelo que se aplica a lei geral do regulamento das competições (estas passagens fazem parte do regulamento específico da Taça da Liga, em anexo ao geral), que está muito mais acima e fala, porque feita com mais tempo, na diferença entre golos marcados e sofridos, sem margem para dúvidas.
E O GOAL AVERAGE?, grita o gajo do canto.
3.2 O goal average está definido no regulamento como o segundo critério para determinar quem joga em casa nas meias-finais e não para definir quem é apurado para as meias-finais em caso de empate na terceira fase, como é claro na passagem:
"Meias-Finais:
As meias-finais são disputadas a uma mão, em campo neutralizado, entre os 4 Clubes apurados na fase anterior.
É efectuado um sorteio pela Liga PFP para alinhamento das equipas.
Os critérios para determinar quem joga na qualidade de Clube visitado são os seguintes:
1. Melhor lugar e pontuação obtidos na 3.ª Fase;
2. Melhor “goal average”;
3. Maior número de golos marcados na 3.ª Fase;"
Os critérios para definir quem joga como visitadonas meias-finais, já depois de os semi-finalistas estarem encontrados.
Case closed. Deixem-me trabalhar descansado, por favor. Foi um prazer. Até à próxima.
ps - O gajo que fez o regulamento era tão mau, tão mau, tão mau...
1.º Como é óbvio, todos - todos, todos nós, todos nós os que estamos a chamar incompetentes a quem fez o regulamento da Liga, todos os desportos, todos os regulamentos que não incluíram a expressão mais longa "diferença entre golos marcados e sofridos" - andamos a usar a expressão errada desde sempre e estamos a chamar, desde sempre, goal average ao que na prática é o goal difference e nem nunca pensámos no que o goal average é, realmente, porque a maior parte de nós nunca o viu aplicado (há uma entrada na net que defende que foi abandonado em 1970...). Resta saber a razão de ter acontecido agora. Mas nem vai valer a pena chegar a tanto.
2.º A Liga já se explicou, mas devem estar todos cagadinhos, porque deu uma explicação de quem está com medo que alguém se queixe. Fala do espírito, fala do que eu escrevi no ponto 1 por outras palavras, mas se não estivessem tão cagadinhos tinham perguntado a alguém que esteja habituado a ler leis que lhes safava o rabinho, sem parecerem tão gelatinosos.
3.º Como na maior parte das vezes nestas conversas de polémicas sobre futebol, as pessoas lêem o que querem ler e não o que está lá escrito. Vamos ler então:
3.1 Relativamente à 3.ª fase da Taça da Liga:
"São apuradas as 3 equipas que, após a realização das 3 jornadas, ocupem o 1.º lugar no grupo e a equipa que ocupe o 2.ºlugar com a melhor pontuação"
Só. Mais nada. É omisso nos casos de empate (para efeitos de apuramento para as meias-finais), pelo que se aplica a lei geral do regulamento das competições (estas passagens fazem parte do regulamento específico da Taça da Liga, em anexo ao geral), que está muito mais acima e fala, porque feita com mais tempo, na diferença entre golos marcados e sofridos, sem margem para dúvidas.
E O GOAL AVERAGE?, grita o gajo do canto.
3.2 O goal average está definido no regulamento como o segundo critério para determinar quem joga em casa nas meias-finais e não para definir quem é apurado para as meias-finais em caso de empate na terceira fase, como é claro na passagem:
"Meias-Finais:
As meias-finais são disputadas a uma mão, em campo neutralizado, entre os 4 Clubes apurados na fase anterior.
É efectuado um sorteio pela Liga PFP para alinhamento das equipas.
Os critérios para determinar quem joga na qualidade de Clube visitado são os seguintes:
1. Melhor lugar e pontuação obtidos na 3.ª Fase;
2. Melhor “goal average”;
3. Maior número de golos marcados na 3.ª Fase;"
Os critérios para definir quem joga como visitadonas meias-finais, já depois de os semi-finalistas estarem encontrados.
Case closed. Deixem-me trabalhar descansado, por favor. Foi um prazer. Até à próxima.
ps - O gajo que fez o regulamento era tão mau, tão mau, tão mau...
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