Bola e erro Só vi a primeira parte em directo e não tenho dúvidas que o Porto, com Quintero (e Lucho e Josué) joga um futebol com que os outros só se atrevem a sonhar. O Vitória só cheirou a bola e Douglas fez um conjunto de defesas de grande qualidade. A verdade é que o Vitória tem o direito a empatar, mesmo não jogando a ponta de um corno. O penalty assinalado por Pedro Proença é um erro tão grande que nem deixa margem para discussões. Ficamos por saber como seria o resto do jogo a partir do minuto 51 (é esta parte que costuma falhar nas análises - parvas - das "ligas da verdade"). Mas agora Paulo Fonseca também merece uns parabéns como os que endereçou na jornada passada.
Encostados Ainda agora começou o campeonato e os mesmo de sempre continuam a usar as mesmas artimanhas. São umas lesões misteriosas que aparecem com frequência por estas alturas. Não se querendo mexer na lei e impedir que estas coisas aconteçam, os clubes que recebem os empréstimos continuam a insistir em cavar distâncias. A má fé está do outro lado, mas a voluntaridade em valorizar activos dos outros e desvalorizar os próprios, em permitir que se jogue inferiorizado é uma escolha dos dirigentes dos clubes menos abastados. Mas parece que não há volta a dar a estas mentalidades.
Mostrar mensagens com a etiqueta penalty. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta penalty. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, setembro 27, 2013
segunda-feira, abril 15, 2013
O regresso à arbitragem no 442
Nas minhas condições, obviamente, que estão sempre relacionadas com as regras e respectivas interpretações, com os ângulos completamente desfocados dos interessados que, na esmagadora maioria (sim, muito provavelmente estou a falar de ti que estás a ler neste momento), são completamente incapazes de distinguir regras, de interpretações, de posições, de repetições ou de direitos divinos ao benefício. Nunca do ponto de vista de terem sido acções propositadas e previamente planeadas, por mais que pareça que o foram, com o intuito de prejudicar este ou aquele clube, de preferência o meu, que é o mais roubado de todo o mundo e de todos os tempos e é perseguido, desde que foi fundado, por ladrões nacionias e internacionais cuja única razão de existirem é prejudicá-lo.
O lance, entre Ba e Mossoró, é o penalty assinalado por João Capela na final da Taça da Liga, que tem merecido críticas por parte de pessoas ligadas ao Porto.
Primeiro que tudo, pouca gente se importa com o que o árbitro viu, sem repetições. E o que o árbitro viu foi simples: um defesa a não tocar na bola; um avançado em corrida e em posse; duas pernas a tocarem-se, é natural que lhe parecesse ver uma rasteira. É óbvio que marcou penalty. Foi exactamente isto que se passou? Não. Ba não rasteirou ou pontapeou Mossoró, nem o empurrou com qualquer parte do corpo. Cravou um pé no chão, colocando uma perna no caminho natural de Mossoró (em direcção à bola). Como Mossoró está a jogar futebol e não está numa corrida de 110 obstáculos, não tem nada que saltar por cima de uma perna, mesmo que esta esteja parada, porque essa não tocou na bola. Se tivesse tocado, teria ganho o direito a estar ali.
Já o segundo amarelo é indiscutível: só se pode discutir se Ba não devia ter ido para a rua directamente quando levou o amarelo. Aí, discordando do(s) amarelo(s), tenho que conceder que o árbitro manteve o critério, independentemente das cores, porque na primeira parte houve dois lances para vermelho directo de jogadores do Braga que também não o viram.
Outro assunto colateral que se pode discutir é como é que um candidato ao título joga com o vencedor do Prémio Mamadu Bobó da época passada - com 4 expulsões - a titular numa final de uma competição... Mas isso é assunto para os adeptos do Porto e o seu treinador.
O lance, entre Ba e Mossoró, é o penalty assinalado por João Capela na final da Taça da Liga, que tem merecido críticas por parte de pessoas ligadas ao Porto.
Primeiro que tudo, pouca gente se importa com o que o árbitro viu, sem repetições. E o que o árbitro viu foi simples: um defesa a não tocar na bola; um avançado em corrida e em posse; duas pernas a tocarem-se, é natural que lhe parecesse ver uma rasteira. É óbvio que marcou penalty. Foi exactamente isto que se passou? Não. Ba não rasteirou ou pontapeou Mossoró, nem o empurrou com qualquer parte do corpo. Cravou um pé no chão, colocando uma perna no caminho natural de Mossoró (em direcção à bola). Como Mossoró está a jogar futebol e não está numa corrida de 110 obstáculos, não tem nada que saltar por cima de uma perna, mesmo que esta esteja parada, porque essa não tocou na bola. Se tivesse tocado, teria ganho o direito a estar ali.
Já o segundo amarelo é indiscutível: só se pode discutir se Ba não devia ter ido para a rua directamente quando levou o amarelo. Aí, discordando do(s) amarelo(s), tenho que conceder que o árbitro manteve o critério, independentemente das cores, porque na primeira parte houve dois lances para vermelho directo de jogadores do Braga que também não o viram.
Outro assunto colateral que se pode discutir é como é que um candidato ao título joga com o vencedor do Prémio Mamadu Bobó da época passada - com 4 expulsões - a titular numa final de uma competição... Mas isso é assunto para os adeptos do Porto e o seu treinador.
Etiquetas:
abdoulaye ba,
arbitragem,
braga 12/13,
joão capela,
mossoró,
penalty,
porto 12/13,
taça da liga 12/13
quinta-feira, novembro 29, 2012
Goleadores e o peso na equipa
Prémio Óscar Cardozo Sai uma classificação do prémio que consagra o melhor marcador em todas as competições de clube, com a adição do peso dos marcadores no pecúlio total das equipas, esta época:
13 (6 gp) Meyong (81,2% da equipa)
12 (1 gp) Jackson Martinez (30,0% da equipa)
11 (4 gp) Cardozo (30,5% da equipa)
9 (4 gp) João Tomás (42,8% da equipa)
8 (1 gp) James Rodriguez (20% da equipa)
8 (0 gp) Lima (22,2% da equipa)
8 (0 gp) Wolfswinkel (42,1% da equipa)
8 (2 gp) Edinho (33,3% da equipa)
7 (0 gp) Éder (20,5% da equipa)
7 (3 gp) Alan (20,5% da equipa)
Meyong, o dominador O camaronês está a candidatar-se à estátua, em Setúbal. Mais golos, mais golos de penalty e uns absurdos 81% de golos do Vitória sadino esta época.
Um mundo sem mama Num exercício sem penalties, caídos ou não do céu, Meyong (46,1% de golos de gp), João Tomás (44,4%) e Cardozo (36,3%) são os jogadores que mais sofrem nesta classificação:
11 Martinez
8 Lima, Wolfswinkel
7 Meyong, Cardozo, James, Éder
master kodro
13 (6 gp) Meyong (81,2% da equipa)
12 (1 gp) Jackson Martinez (30,0% da equipa)
11 (4 gp) Cardozo (30,5% da equipa)
9 (4 gp) João Tomás (42,8% da equipa)
8 (1 gp) James Rodriguez (20% da equipa)
8 (0 gp) Lima (22,2% da equipa)
8 (0 gp) Wolfswinkel (42,1% da equipa)
8 (2 gp) Edinho (33,3% da equipa)
7 (0 gp) Éder (20,5% da equipa)
7 (3 gp) Alan (20,5% da equipa)
Meyong, o dominador O camaronês está a candidatar-se à estátua, em Setúbal. Mais golos, mais golos de penalty e uns absurdos 81% de golos do Vitória sadino esta época.
Um mundo sem mama Num exercício sem penalties, caídos ou não do céu, Meyong (46,1% de golos de gp), João Tomás (44,4%) e Cardozo (36,3%) são os jogadores que mais sofrem nesta classificação:
11 Martinez
8 Lima, Wolfswinkel
7 Meyong, Cardozo, James, Éder
master kodro
Etiquetas:
alan,
éder,
edinho,
golos,
jackson martinez,
james rodriguez,
joão tomás,
liga portuguesa 12/13,
lima,
meyong,
óscar cardozo,
penalty,
prémio óscar cardozo,
wolfswinkel
segunda-feira, novembro 05, 2012
Cardozo e o conforto dos penalties
É fascinante como é que um post sobre um jogo, com muletas estatísticas acessórias, se transforma num Benfica x Porto na caixa de comentários, a propósito de penalties. Depois, claro, a cobrança dessa abrangente falange de polícias contra o "anti-benfiquismo", esse mal dos tempos modernos, que Luis Filipe Vieira tão bem acicata e que lhe garante maiorias esmagadoras em eleições.
Subitamente, Hulk é (foi) penalty-dependente (ou pelo menos mais do que Cardozo) e marcou muitos mais penalties do que Cardozo nos últimos dois anos. Dois, porque sim, porque foram os dois anos que Hulk foi o jogador com mais penalties no campeonato. Claro que não interessa pegar em estatísticas mais abrangentes, como a dos 3 anos em que Cardozo foi o jogador com mais penalties marcados ou como a do zerozero, que mostra os melhores marcadores de penalties no campeonato desde a época de 1985, não fosse alguém encontrar uma classificação liderada por Simão Sabrosa (28), seguido de Mário Jardel (26) e Óscar Cardozo (23), com Hulk em quinto (16). Ou descobrir que a média por ano dos dois é semelhante. Claro que é muito mais interessante comparar os dois últimos anos e o peso dos penalties nos golos de um ponta-de-lança e de um extremo.
Nestas alturas interessa pouco comparar o peso dos 26 de penalties de Jardel (e tanto se falou nos penalties de Jardel...) nos 185 golos marcados, ou os 14 de Fernando Gomes em 98 golos, ou os 12 de Paulinho Cascavel em 85 golos, ou os 12 de Nuno Gomes em 154 golos, todos eles pontas-de-lança, que estão lá essencialmente para isso, marcar golos, com os 23 penalties em 94 golos de Cardozo, cerca de um quarto dos golos marcados no campeonato. Ou comparar o peso dos penalties de Hulk com jogadores que não jogam no centro de ataque (e encontrar um padrão semelhante nestes casos).
Pode ser que os polícias continuem a não reparar que sem os 3 penalties marcados, Cardozo teria 3 golos marcados no campeonato e que Lima, por exemplo, se os tivesse marcado teria entre 5 e 8 golos na competição. Eu aposto que não vão reparar.
ps - Resta acrescentar que, sem os penalties, nem Cardozo (duas vezes), nem Hulk (uma) teriam conquistado os seus títulos de melhores marcadores do campeonato. É um conforto.
master kodro
Subitamente, Hulk é (foi) penalty-dependente (ou pelo menos mais do que Cardozo) e marcou muitos mais penalties do que Cardozo nos últimos dois anos. Dois, porque sim, porque foram os dois anos que Hulk foi o jogador com mais penalties no campeonato. Claro que não interessa pegar em estatísticas mais abrangentes, como a dos 3 anos em que Cardozo foi o jogador com mais penalties marcados ou como a do zerozero, que mostra os melhores marcadores de penalties no campeonato desde a época de 1985, não fosse alguém encontrar uma classificação liderada por Simão Sabrosa (28), seguido de Mário Jardel (26) e Óscar Cardozo (23), com Hulk em quinto (16). Ou descobrir que a média por ano dos dois é semelhante. Claro que é muito mais interessante comparar os dois últimos anos e o peso dos penalties nos golos de um ponta-de-lança e de um extremo.
Nestas alturas interessa pouco comparar o peso dos 26 de penalties de Jardel (e tanto se falou nos penalties de Jardel...) nos 185 golos marcados, ou os 14 de Fernando Gomes em 98 golos, ou os 12 de Paulinho Cascavel em 85 golos, ou os 12 de Nuno Gomes em 154 golos, todos eles pontas-de-lança, que estão lá essencialmente para isso, marcar golos, com os 23 penalties em 94 golos de Cardozo, cerca de um quarto dos golos marcados no campeonato. Ou comparar o peso dos penalties de Hulk com jogadores que não jogam no centro de ataque (e encontrar um padrão semelhante nestes casos).
Pode ser que os polícias continuem a não reparar que sem os 3 penalties marcados, Cardozo teria 3 golos marcados no campeonato e que Lima, por exemplo, se os tivesse marcado teria entre 5 e 8 golos na competição. Eu aposto que não vão reparar.
ps - Resta acrescentar que, sem os penalties, nem Cardozo (duas vezes), nem Hulk (uma) teriam conquistado os seus títulos de melhores marcadores do campeonato. É um conforto.
master kodro
Etiquetas:
fernando gomes,
golos,
hulk,
mário jardel,
nuno gomes,
óscar cardozo,
paulinho cascavel,
penalty,
simão sabrosa
sábado, outubro 06, 2012
Provavelmente um dos piores penalties da história
Durante o desempate por grandes penalidades do França x Nigéria, do Mundial sub-17 feminino: desafio todos a encontrarem um penalty tão mal marcado e tão mal defendido como o quarto das francesas, a partir dos 4:35 do vídeo.
master kodro
master kodro
Etiquetas:
frança,
futebol feminino,
mundial sub-17,
nigéria,
penalty
segunda-feira, outubro 31, 2011
Está um belo dia para falar de arbitragem
Não para falar dela como se lê normalmente, como forma de desresponsabilizar erros da própria equipa, exagerando nos erros a favor de adversários ou rivais e desvalorizando, omitindo ou mentindo descaradamente sobre erros que beneficiam a própria equipa. Muito menos para fazer as figuras que Scolari anda a fazer, para explicar que, depois do falhanço da época passada, está a fazer uma época ainda pior (depois da derrota de ontem, desceu ao 13.º lugar).
Pelo contrário: se fosse árbitro, eu nunca marcaria o penalty que deu a vitória ao Vitória na partida contra o Rio Ave. E o árbitro, que acha que esta devia ser marcada, teve outra para marcar pelas mesmas razões e não o fez. Percebo que ele discorde de mim; não percebo que discorde de si mesmo. A razão para esta opinião é muito simples: não pode haver intenção quando um adversário decide movimentar a bola a menos de um metro (até porque o faz sem aviso prévio sobre o momento e a direcção...).
Como é óbvio, isto é válido para este e para todos os jogos em que a bola bate (mesmo) na mão ou braço dos jogadores, quando é movimentada a menos de um metro pelo adversário. Talvez não seja assim tão óbvio. Pedro Henriques também discorda de... Pedro Henriques. E não esteve em campo. Sempre com o Vitória, embora em posições diferentes:
há umas semanas: "N'Diaye, com o braço levantado acima da cabeça, ocupa espaço e ganha volume, tocando deliberadamente na bola. Grande penalidade bem assinalada"
hoje: "É uma situação clara de uma bola que vai à mão. Na ocasião, o Tiago Pinto já está em movimento descendente, não tocando na bola de forma deliberada, mas sim casual."
O Feirense x Sporting trouxe-nos outro homem que discorda de si mesmo, violentamente. Não entendo como é que o árbitro que ignora entradas fora de tempo, às pernas, de jogadores em contra-ataque (numa jogada houve duas), resolve, posteriormente, expulsar um jogador pelo mesmo tipo de entrada. É demasiada bipolaridade para que alguém tenha alguma noção de como deve agir. Felizmente, foi um mal menor, porque os dois opostos incidiram sobre o mesmo lado. Quando a esta se junta a parcialidade, é muito pior.
master kodro
Pelo contrário: se fosse árbitro, eu nunca marcaria o penalty que deu a vitória ao Vitória na partida contra o Rio Ave. E o árbitro, que acha que esta devia ser marcada, teve outra para marcar pelas mesmas razões e não o fez. Percebo que ele discorde de mim; não percebo que discorde de si mesmo. A razão para esta opinião é muito simples: não pode haver intenção quando um adversário decide movimentar a bola a menos de um metro (até porque o faz sem aviso prévio sobre o momento e a direcção...).
Como é óbvio, isto é válido para este e para todos os jogos em que a bola bate (mesmo) na mão ou braço dos jogadores, quando é movimentada a menos de um metro pelo adversário. Talvez não seja assim tão óbvio. Pedro Henriques também discorda de... Pedro Henriques. E não esteve em campo. Sempre com o Vitória, embora em posições diferentes:
há umas semanas: "N'Diaye, com o braço levantado acima da cabeça, ocupa espaço e ganha volume, tocando deliberadamente na bola. Grande penalidade bem assinalada"
hoje: "É uma situação clara de uma bola que vai à mão. Na ocasião, o Tiago Pinto já está em movimento descendente, não tocando na bola de forma deliberada, mas sim casual."
O Feirense x Sporting trouxe-nos outro homem que discorda de si mesmo, violentamente. Não entendo como é que o árbitro que ignora entradas fora de tempo, às pernas, de jogadores em contra-ataque (numa jogada houve duas), resolve, posteriormente, expulsar um jogador pelo mesmo tipo de entrada. É demasiada bipolaridade para que alguém tenha alguma noção de como deve agir. Felizmente, foi um mal menor, porque os dois opostos incidiram sobre o mesmo lado. Quando a esta se junta a parcialidade, é muito pior.
master kodro
Etiquetas:
arbitragem,
mão,
pedro henriques,
penalty,
scolari
segunda-feira, maio 18, 2009
Digam de vossa justiça
Como sabem, eu não comento lances de arbitragem. Mas como vocês gostam tanto disso, façam de conta que estão em casa. Temos pessoas a pedir penalty e temos pessoas a garantir que Ribeiro não deixou crescer uma mão na testa. Aqui ficam os comentários dos especialistas de O Jogo que tantas vezes são citados nas caixas de comentários, principalmente por adeptos encarnados (nunca percebi a razão para esse comportamento) :
29' João Pereira cruza e fica a ideia que Jorge Ribeiro corta a bola com a mão. Era grande penalidade?
Jorge Coroado
-
Fica a ideia que sim. Jorge Ribeiro, com o braço esquerdo, cortou o lance fazendo o suficiente para ser grande penalidade.
Rosa Santos
+
É possível que tenha havido um contacto com a mão. As imagens televisivas não são as melhores, dou o benefício da dúvida ao árbitro.
António Rola
-
O que se pode verificar é que Jorge Ribeiro faz uma rotação com o corpo, vindo a jogar a bola com o braço. Ficou por sancionar uma grande penalidade contra o Benfica.
master kodro
29' João Pereira cruza e fica a ideia que Jorge Ribeiro corta a bola com a mão. Era grande penalidade?
Jorge Coroado
-
Fica a ideia que sim. Jorge Ribeiro, com o braço esquerdo, cortou o lance fazendo o suficiente para ser grande penalidade.
Rosa Santos
+
É possível que tenha havido um contacto com a mão. As imagens televisivas não são as melhores, dou o benefício da dúvida ao árbitro.
António Rola
-
O que se pode verificar é que Jorge Ribeiro faz uma rotação com o corpo, vindo a jogar a bola com o braço. Ficou por sancionar uma grande penalidade contra o Benfica.
master kodro
Etiquetas:
antónio rola,
jorge coroado,
jorge ribeiro,
penalty,
rosa santos
domingo, fevereiro 08, 2009
FC Porto x Benfica: penalty?
Etiquetas:
arbitragem,
benfica 08/09,
lisandro,
pedro proença,
penalty,
polémica,
porto 08/09,
yebda
Subscrever:
Mensagens (Atom)
