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domingo, dezembro 18, 2011

Porto 2 x 0 Marítimo

Quando vi Belluschi, isolado, com todo o tempo do mundo, desperdiçar a oferta de Peçanha, temi que este fosse mais um daqueles jogos, de sentido único, em que o Porto passa 90 minutos a desperdiçar oportunidades de golo e que, mesmo reduzido a 10 elementos, o Marítimo fosse lá à frente uma vez, quando a equipa de Vítor Pereira atacasse com tudo, e marcasse um golo, algo que até esteve perto de acontecer. Mas Rodríguez disse que não (já era tempo de fazer mais alguma coisa do que discutir com o treinador), que nada disso, e o Porto lá se juntou, com alívio, ao Benfica, na liderança da Liga.

Duas notas:

- Por vezes, pergunto-me se os jogadores portistas treinam os cruzamentos (eu sei que sim, mas pergunto-me na mesma), tal é a falta de qualidade dos mesmos, durante os jogos. Dizem que é o efeito (da ausência de) Falcao, mas duvido que o colombiano (ou qualquer outro ponta-de-lança) conseguisse chegar aos cruzamentos sem nexo de Djalma, Maicon e Álvaro Pereira. Na única vez que a bola chegou (com a ajuda de um defesa) em boas condições à zona do ponta-de-lança e lá estava o ponta-de-lança, Peçanha fez a defesa da noite, negando o golo a Kléber.

- Será assim tão difícil ver um penalty daqueles?

littbarski

domingo, fevereiro 27, 2011

Olhanense 0 x 3 Porto

O Olhanense fez um bom jogo, mostrando que não era por acaso que ainda não tinha perdido em casa no campeonato e dificultando muito a tarefa portista, sobretudo na primeira parte, período em que só Hulk conseguiu criar verdadeiro perigo. Na segunda parte, com as entradas de Fucile e, principalmente, James, o Porto intensificou o seu domínio, mas os de Olhão responderam à letra, sempre que puderam. Paulo Sérgio obrigou Helton a uma defesa atenta (e por pouco não ficámos sem comentador da TVI para o resto do jogo) e, na resposta, Falcao aproveitou uma das poucas falhas da defesa da casa para rematar ao poste. Assim estava o jogo: bonito, intenso, de resultado incerto. Até que, aos 68 minutos, Bellushi fez o golo que abriu o caminho da vitória portista. Um golo soberbo. Dois minutos depois, Falcao desfez as dúvidas, quanto ao vencedor do jogo (desta vez, a bola bateu no poste e entrou). Yontcha ainda tentou reduzir, mas foi Falcao que bisou, na recarga a um mais um remate de Hulk, fazendo o resultado final.

Com os regressos de Álvaro Pereira e Falcao, o futebol portista aproxima-se gradualmente do nível exibido no primeiro terço do campeonato. Hulk, apesar de não ter marcado, continua a ser o elemento mais importante da equipa do Porto. Mesmo nos jogos em que não consegue marcar, está presente numa elevada percentagem dos ataques e das oportunidades de golo portistas. Vamos ver como equipa reage à sua ausência, no jogo com o V. Guimarães.

littbarski

segunda-feira, novembro 08, 2010

Um dragão perfeito

Em 30 minutos, o Porto reduziu a cinzas qualquer esperança do Benfica de pontuar no Dragão. Belluschi foi cerebral, Hulk demolidor e Falcao o matador de serviço (o seu primeiro golo é fantástico). Juntemos um Varela desequilibrador e oportuno, um Moutinho batalhador, uma defesa competente e um Helton seguro, e temos a fórmula para uma exibição muito próxima da perfeição. Numa equipa tão coesa e motivada, torna-se mais fácil a inclusão de um novo elemento, mesmo que fora da sua posição. Foi o que aconteceu com Guarín.

E foi assim que a vitória portista começou a desenhar-se: de um lado, Villas-Boas foi coerente com o seu discurso e resolveu o problema da lesão de Fernando, optando pela substituição directa do brasileiro e mexendo o menos possível na estrutura portista; do outro lado, Jesus inventou David Luiz no lado esquerdo da defesa e deixou Saviola de fora. Em equipa que ganha não se mexe, uma regra de ouro muitas vezes esquecida, geralmente com maus resultados.

O Porto consegue a maior goleada caseira da sua história frente ao Benfica e, mais importante do que isso, vê a sua confiança e motivação reforçadas. A ver vamos se a equipa segue tão alerta como a mensagem do seu treinador e não deixa escapar esta vantagem preciosa.

littbarski

segunda-feira, agosto 10, 2009

Porto 2 x 0 Paços de Ferreira

Mais uma taça para o dragão, num jogo que até começou com um Paços embalado pelo ritmo de duas eliminatórias europeias, com Cristiano a prometer uma época em cheio. Talvez o consiga com a companhia de William, que só entrou na segunda parte, até porque não são muitos os que têm 14 golos nos primeiros 23 jogos na liga portuguesa. Talvez, em conjunto, consigam disfarçar a pobreza - e dureza - da defensiva pacense que não precisava da declaração de amor de Cássio a Ernesto Farias para expor todas as suas fraquezas.

No Porto, destaque para a exibição defensiva de Raúl Meireles, brilhante a cortar linhas de passe em antecipação, mas não tão bem na hora de distribuir, algo que compensou na segunda parte com uma oferta perfeita para Farias (defendida) e com a marcação do canto que deu asas a Bruno Alves. Belluschi mostrou ter escola, mas a interpretação ficou aquém do que se pretende. Álvaro Pereira ainda não sabe onde estão os companheiros, nem os adversários. Já Silvestre Varela mostrou não querer saber onde estavam os parceiros de ataque.

Por fim, Hulk. A ponta-de-lança ou a extremo, sempre interventivo e sempre brilhante, fez mais um jogo fantástico com momentos delirantes (a jogada do minuto 21 merece várias repetições). Se explodir como está a prometer, temos que aproveitar bem esta que será, certamente, a última época dele em Portugal.

master kodro

sexta-feira, julho 17, 2009

A bola já rola

Belluschi já marcou, logo na estreia, Saviola já bisa e, mais importante do que tudo, o Paços de Ferreira empatou 0x0 no terreno do Zimbru Chisinau, em jogo a contar para a Liga Europa. Tudo parece correr pelo melhor.

master kodro

quarta-feira, julho 08, 2009

Play it again, Sam # 50 - White Lies

Uma banda para Belluschi
Quem consegue pegar no melhor de Joy Division, Editors e Interpol, mesmo que não pareça original, tem a minha benção. Para Belluschi - e outro que venha para o ataque do Porto - a fasquia de exigência está estabelecida, e é muito elevada, e o resultado final não poderá ser muito diferente daquele que Lucho e Lisandro construiram ao longo de quatro anos. De outra forma, bem que poderão procurar um sítio para se esconderem.

Música: "A Place to Hide"
Álbum: "To Lose my Life or Lose my Love", 2009
Interpretação: White Lies



master kodro

segunda-feira, julho 06, 2009

Valeri E Belluschi?

Também me parece que é melhor contratarem dois para substituir Lucho...

master kodro