A selecção foi superior em todos os aspectos do jogo, construindo uma vitória mais do que merecida e conseguindo uma qualificação incontestável para os quartos-de-final. O número e a qualidade de oportunidades criadas nesta partida foi impressionante; a selecção holandesa foi desmembrada pela pressão e posicionamento dos portugueses; a equipa esteve muito bem de uma ponta à outra; o contra-ataque funcionou na perfeição, em conjunto e não individualmente; Ronaldo conseguiu marcar dois golos decisivos (o primeiro após uma excelente assistência de João Pereira). Não é novidade que a selecção holandesa demonstrou fortes problemas de organização, vivendo quase em exclusivo do que conseguem os seus nomes. Mas alguém viu Van Persie ou Robben, por exemplo? Todos - tirando Van der Vaart à distância, mas também não se pode controlar tudo - foram subjugados por uma grande exibição colectiva, baseada em exibições individuais sem mácula.
Venha daí a República Checa e o seu lateral direito. Estes são o oposto da Holanda: o que há é colectivo.
master kodro
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segunda-feira, junho 18, 2012
Fantástica vitória
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quinta-feira, junho 14, 2012
A Hora do Euro 2012 (8)
- Ficámos em excelente posição para seguir em frente, depois da vitória alemã com golos de Mario Gomez (que continua cheio de sorte, aparentemente). É de tal forma que até uma derrota por 1 de diferença com a Holanda pode ser suficiente para passarmos. Tendo em conta o grupo em que fomos sorteados e o que nos passou pela cabeça quando, ontem, Bendtner marcou o segundo golo, só temos razões para estarmos satisfeitos por estar nesta posição. Falta muito pouco para a Rússia, em princípio.
- É incompreensível o radicalismo a que se chegou em tudo o que é assunto relacionado com futebol, em blogs e imprensa. Não há argumentos nem factos, raramente há trocas de ideias, há inimigos que é obrigatório insultar. Em cada assunto quase só há lugar para dois lados da barricada, absolutamente opostos. O assunto do momento é Ronaldo. De um lado, há quem ponha seriamente em causa as qualidades de quem acabou de ser considerado o melhor jogador da liga espanhola. Do outro, não se aceita que alguém ouse criticar más exibições ou declarações aberrantes. É uma tristeza, uma catástrofe cultural.
master kodro
- É incompreensível o radicalismo a que se chegou em tudo o que é assunto relacionado com futebol, em blogs e imprensa. Não há argumentos nem factos, raramente há trocas de ideias, há inimigos que é obrigatório insultar. Em cada assunto quase só há lugar para dois lados da barricada, absolutamente opostos. O assunto do momento é Ronaldo. De um lado, há quem ponha seriamente em causa as qualidades de quem acabou de ser considerado o melhor jogador da liga espanhola. Do outro, não se aceita que alguém ouse criticar más exibições ou declarações aberrantes. É uma tristeza, uma catástrofe cultural.
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domingo, junho 10, 2012
Alemanha 1 x 0 Portugal
Confesso que tenho alguma dificuldade em compreender frases como "fomos muito melhores do que a Alemanha" ou "jogar como nunca e perder como sempre não nos agrada". Gostava mais que os seus autores se esforçassem para perceber como é que isolados se deixam antecipar ou como é que a selecção passa 45 minutos a ver jogar, sem, por exemplo, ter garantido o apoio ao lateral esquerdo já que se assumiu, mais uma vez, que o extremo não está lá para defender, respectivamente. Para se ser muito melhor ou jogar como nunca, não basta ter a primeira oportunidade (enorme, claro) nos descontos da primeira parte. Outro erro estratégico que não beneficia ninguém é juntar Gomez e sorte na mesma frase, para nos queixarmos da nossa finalização de seguida.
Claro que o adversário se chama Alemanha, que tem um valor extraordinário, e que é importante manter o discurso positivo, não só porque o ponto esteve ao nosso alcance, como porque os próximos adversários (os próximos três, espero, pelo menos) não são deste calibre. Mas convém fazer o trabalho de casa, porque Muller esteve péssimo nos cruzamentos, mas Robben pode não estar. Bom, primeiro temos que ganhar à Dinamarca, que tem tido mais "sorte" do que nós nos últimos 4 jogos oficiais em que nos defrontámos.
ps - não vi o Holanda 0 x 1 Dinamarca, mas parece que foi milagre. Foi?
master kodro
Claro que o adversário se chama Alemanha, que tem um valor extraordinário, e que é importante manter o discurso positivo, não só porque o ponto esteve ao nosso alcance, como porque os próximos adversários (os próximos três, espero, pelo menos) não são deste calibre. Mas convém fazer o trabalho de casa, porque Muller esteve péssimo nos cruzamentos, mas Robben pode não estar. Bom, primeiro temos que ganhar à Dinamarca, que tem tido mais "sorte" do que nós nos últimos 4 jogos oficiais em que nos defrontámos.
ps - não vi o Holanda 0 x 1 Dinamarca, mas parece que foi milagre. Foi?
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sexta-feira, dezembro 02, 2011
Sorteio Euro 2012
Alemanha, Holanda e Dinamarca. A selecção teoricamente mais acessível ficou à nossa frente nas duas últimas qualificações... A única boa notícia é o eventual cruzamento com o miserável grupo A.
master kodro
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segunda-feira, julho 12, 2010
Palavra de karateca
Ou uma estratégia peculiar:
"É uma final e queriamos ganhar a todo o custo. Lutámos muito para chegar aos penáltis pois tínhamos esperança que o nosso guarda-redes defendesse um ou dois."
Nem que para isso fosse preciso mandar Xabi Alonso para o hospital ou transformar uma devolução de bola num remate enquadrado com a baliza. É a nova Holanda.
"É uma final e queriamos ganhar a todo o custo. Lutámos muito para chegar aos penáltis pois tínhamos esperança que o nosso guarda-redes defendesse um ou dois."
Nem que para isso fosse preciso mandar Xabi Alonso para o hospital ou transformar uma devolução de bola num remate enquadrado com a baliza. É a nova Holanda.
ps - "Feio, vulgar, duro e fechado", diz um holandês qualquer.
master kodro
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Espanha 1 x Holanda 0 (a.p.)
Vitória justa da melhor equipa do mundo. Do lado holandês, Van Marwijk fez o que todos os treinadores do planeta - chamem-se ou não Queiroz - fazem contra esta máquina chamada Espanha: jogou na expectativa, com um bloco baixo, e apostou em transições rápidas (numa delas Robben desperdiçou a única efectiva oportunidade de golo holandesa). Como Portugal, Paraguai ou Alemanha, e mesmo tendo Robben, Sneijder, Kuyt, Van Persie, Huntelaar ou Van der Vaart - a Holanda foi, como agora se diz, "defensiva". I wonder why...
A Espanha até nem foi especialmente dependente do tiki-taka, recorrendo por vezes ao jogo directo ou a variantes no processo ofensivo, mas nem por isso deixou de ser dominadora (18-13 em remates, 57% de posse de bola). Particularmente na primeira parte e no prolongamento esteve sempre por cima do jogo, tendo Del Bosque agitado as águas com as entradas de Navas (excelente!), Fabregas e Torres (decisivos no golo). Para além deste "banco" fraquíssimo, a Espanha ainda teve um super-Casillas e um brutal Iniesta (talvez o jogador mais subvalorizado do mundo).
Três notas suplementares: 1. De registar a distribuição de fruta holandesa, que Howard Webb não considerou suficientemente podre. Ainda assim, depois da entrada assassina de De Jong e do sistemático jogo faltoso de Van Bommel &Ca., ainda há quem tenha a lata de dizer que a Holanda foi prejudicada...
2. Pergunto-me se o momento decisivo deste Mundial não terá sido a derrota com a Suíça. Foi com esse surpreendente deslize que a Espanha deixou para trás a sua proverbial arrogância, recebendo um importante banho de humildade - talvez o único ingrediente que lhe faltava para ser a melhor equipa do mundo...
3. Müller, melhor jogador jovem. Casillas, melhor guarda-redes. Forlán, melhor jogador. Nada a apontar quanto às escolhas da FIFA. O meu onze (em 442, claro): Casillas; Lahm, Puyol, Paulo da Silva, Coentrão; Xavi, Iniesta, Müller, Sneijder; Forlán, Villa.
katanec
A Espanha até nem foi especialmente dependente do tiki-taka, recorrendo por vezes ao jogo directo ou a variantes no processo ofensivo, mas nem por isso deixou de ser dominadora (18-13 em remates, 57% de posse de bola). Particularmente na primeira parte e no prolongamento esteve sempre por cima do jogo, tendo Del Bosque agitado as águas com as entradas de Navas (excelente!), Fabregas e Torres (decisivos no golo). Para além deste "banco" fraquíssimo, a Espanha ainda teve um super-Casillas e um brutal Iniesta (talvez o jogador mais subvalorizado do mundo).
Três notas suplementares: 1. De registar a distribuição de fruta holandesa, que Howard Webb não considerou suficientemente podre. Ainda assim, depois da entrada assassina de De Jong e do sistemático jogo faltoso de Van Bommel &Ca., ainda há quem tenha a lata de dizer que a Holanda foi prejudicada...
2. Pergunto-me se o momento decisivo deste Mundial não terá sido a derrota com a Suíça. Foi com esse surpreendente deslize que a Espanha deixou para trás a sua proverbial arrogância, recebendo um importante banho de humildade - talvez o único ingrediente que lhe faltava para ser a melhor equipa do mundo...
3. Müller, melhor jogador jovem. Casillas, melhor guarda-redes. Forlán, melhor jogador. Nada a apontar quanto às escolhas da FIFA. O meu onze (em 442, claro): Casillas; Lahm, Puyol, Paulo da Silva, Coentrão; Xavi, Iniesta, Müller, Sneijder; Forlán, Villa.
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sexta-feira, julho 02, 2010
Brasil 1 x Holanda 2
Embora viesse de quatro vitórias consecutivas, a Holanda ainda não fora devidamente testada neste Mundial. Quanto tal sucedeu, respondeu com enorme sucesso, operando uma reviravolta notável contra uma grande equipa. Este êxito alicerça-se, sem surpresas, no enorme poderio ofensivo dos holandeses, com dois avançados móveis e muito batalhadores (Van Persie e Kuyt), um organizador de jogo sensacional (Sneijder, porventura o jogador do ano) e um desequilibrador nato (Robben, em partida memorável). O restante panorama é apenas razoável, mas este quarteto consegue empurrar sozinho qualquer equipa.
Do outro lado, o Brasil pareceu mais forte durante quase uma hora. Dominou na primeira parte, saía rápido para o contra-ataque e conseguiu manter o tal "quarteto fantástico" longe de Júlio César. Talvez por excesso de confiança - ou simples incapacidade dos seus médios de contenção- a equipa recuou em demasia e foi vítima de sucessivos erros defensivos. O empate é inaceitável a este nível e no 2-1 há uma apatia geral na área brasileira. Depois, o descontrolo emocional não permitiu uma reacção adequada. A "canarinha" é eliminada pela segunda vez consecutiva nos quartos-de-final, o que não deixará de provocar mudanças no comando técnico. Pobre Dunga, vai ouvir das boas...
katanec
Do outro lado, o Brasil pareceu mais forte durante quase uma hora. Dominou na primeira parte, saía rápido para o contra-ataque e conseguiu manter o tal "quarteto fantástico" longe de Júlio César. Talvez por excesso de confiança - ou simples incapacidade dos seus médios de contenção- a equipa recuou em demasia e foi vítima de sucessivos erros defensivos. O empate é inaceitável a este nível e no 2-1 há uma apatia geral na área brasileira. Depois, o descontrolo emocional não permitiu uma reacção adequada. A "canarinha" é eliminada pela segunda vez consecutiva nos quartos-de-final, o que não deixará de provocar mudanças no comando técnico. Pobre Dunga, vai ouvir das boas...
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sábado, junho 19, 2010
Holanda 1 x 0 Japão
A Holanda vence o Japão e apesar de raramente ter criado oportunidades de golo é preciso reconhecer que arrecada os três pontos com toda a naturalidade. Não há sinais de laranja mecânica nem de futebol total: escassamente testada por Dinamarca e Japão, a Holanda escolheu o pragmatismo e está com pé e meio nos oitavos-de-final.
No entanto, se falta brilho não falta qualidade e muito menos profundidade nas opções. Deve encarar-se esta Holanda como séria candidata a ir longe na prova. Veja-se os nomes disponíveis para o meio-campo ofensivo e ataque: Van der Vaart, Sneijder, Kuyt e Van Persie, com Robben, Huntelaar e Babel no banco, além dos menos notáveis Afellay e Elia, que já provaram na África do Sul serem excelentes jogadores.
A Holanda organiza-se em dois blocos claros. A linha defensiva de quatro é complementada no meio-campo por um fortíssimo Van Bommel e um eficiente De Jong, cabendo aos restantes quatro as despesas de assalto às redes contrárias. Hoje estiveram discretos, excepto Sneijder, o autor do golo, que além do talento evidencia uma entrega ao jogo verdadeiramente extraordinária. Tal como Kuyt, de resto. Pode a defesa sustentar a potência no ataque? Provavelmente só se saberá nas eliminatórias.
Há duas conclusões a retirar deste Mundial, para já. A primeira: o presente do futebol não está em África. O futuro logo se vê, mas tenho dúvidas. Das cinco selecções, só a Costa do Marfim se encontra num nível superior. A segunda: as selecções menos cotadas revelam uma evolução extraordinária, bons valores individuais e uma atitude positiva, sem complexos, que muito tem enriquecido a competição. O Japão é um desses casos. Gostei especialmente do central Túlio Tanaka, que parece ter consistência para uma liga europeia.
kovacevic
No entanto, se falta brilho não falta qualidade e muito menos profundidade nas opções. Deve encarar-se esta Holanda como séria candidata a ir longe na prova. Veja-se os nomes disponíveis para o meio-campo ofensivo e ataque: Van der Vaart, Sneijder, Kuyt e Van Persie, com Robben, Huntelaar e Babel no banco, além dos menos notáveis Afellay e Elia, que já provaram na África do Sul serem excelentes jogadores.
A Holanda organiza-se em dois blocos claros. A linha defensiva de quatro é complementada no meio-campo por um fortíssimo Van Bommel e um eficiente De Jong, cabendo aos restantes quatro as despesas de assalto às redes contrárias. Hoje estiveram discretos, excepto Sneijder, o autor do golo, que além do talento evidencia uma entrega ao jogo verdadeiramente extraordinária. Tal como Kuyt, de resto. Pode a defesa sustentar a potência no ataque? Provavelmente só se saberá nas eliminatórias.
Há duas conclusões a retirar deste Mundial, para já. A primeira: o presente do futebol não está em África. O futuro logo se vê, mas tenho dúvidas. Das cinco selecções, só a Costa do Marfim se encontra num nível superior. A segunda: as selecções menos cotadas revelam uma evolução extraordinária, bons valores individuais e uma atitude positiva, sem complexos, que muito tem enriquecido a competição. O Japão é um desses casos. Gostei especialmente do central Túlio Tanaka, que parece ter consistência para uma liga europeia.
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terça-feira, setembro 08, 2009
Play it again, Sam # 69 - Alamo Race Track
Holanda perfeita (e Espanha e Inglaterra também)
Estamos completamente elucidados sobre o que se passa no nosso grupo de qualificação para o Mundial, pelo que vamos espreitar os outros, em que se destacam a Holanda no grupo 9(primeira apurada directamente, o que dá jeito para introduzir uma banda holandesa), Espanha e Inglaterra com sete vitórias em sete jogos efectuados (com grande destaque para os ingleses que apanharam Croácia e Ucrânia no grupo 6). No ridículo grupo 2, Suíça, Grécia e Letónia lutam por duas posições, com o Letónia x Suíça de quarta-feira a prometer baralhar ainda mais as contas (ou resolver quase tudo com uma vitória forasteira). O grupo 3 é outra diversão, com a República Checa em quinto e a Eslováquia a liderar, seguida da Irlanda do Norte... No grupo 4, luta até ao fim pela primeira posição entre russos e alemães, com um Rússia x Alemanha a 10 de Outubro, estando a Finlândia (a selecção com quem lutámos até ao último segundo da qualificação para o último Europeu) numa posição pouco agradável para sonhos.
No grupo 5, a magnífica Bósnia pode resolver tudo (a qualificação para o play-off) já na quarta-feira, quando receber a Turquia. O espírito de Kodro está convosco, minha gente. O grupo 6 resolve-se entre Ucrânia e Croácia, apenas para o segundo lugar, porque os ingleses não estão para brincadeiras. O grupo 7 é comandado pela Sérvia, que pode deixar os franceses a lutar com a Austria por um lugar no play-off se os vencer no jogo de quarta em Belgrado. No grupo 8, Itália pode arrumar com tudo se vencer a Bulgária esta semana, dando à República da Irlanda o lugar no play-off.
Já eu, para além de bósnio, sou dinamarquês desde pequenino. E um pouco holandês a ouvir estes rapazes. E esta jovem que parece Kim Gordon a entrar sem aviso numa música de dEUS.
Música: "The Killing"
Álbum: "Black Cat John Brown", 2006
Interpretação: Alamo Race Track
master kodro
Estamos completamente elucidados sobre o que se passa no nosso grupo de qualificação para o Mundial, pelo que vamos espreitar os outros, em que se destacam a Holanda no grupo 9(primeira apurada directamente, o que dá jeito para introduzir uma banda holandesa), Espanha e Inglaterra com sete vitórias em sete jogos efectuados (com grande destaque para os ingleses que apanharam Croácia e Ucrânia no grupo 6). No ridículo grupo 2, Suíça, Grécia e Letónia lutam por duas posições, com o Letónia x Suíça de quarta-feira a prometer baralhar ainda mais as contas (ou resolver quase tudo com uma vitória forasteira). O grupo 3 é outra diversão, com a República Checa em quinto e a Eslováquia a liderar, seguida da Irlanda do Norte... No grupo 4, luta até ao fim pela primeira posição entre russos e alemães, com um Rússia x Alemanha a 10 de Outubro, estando a Finlândia (a selecção com quem lutámos até ao último segundo da qualificação para o último Europeu) numa posição pouco agradável para sonhos.
No grupo 5, a magnífica Bósnia pode resolver tudo (a qualificação para o play-off) já na quarta-feira, quando receber a Turquia. O espírito de Kodro está convosco, minha gente. O grupo 6 resolve-se entre Ucrânia e Croácia, apenas para o segundo lugar, porque os ingleses não estão para brincadeiras. O grupo 7 é comandado pela Sérvia, que pode deixar os franceses a lutar com a Austria por um lugar no play-off se os vencer no jogo de quarta em Belgrado. No grupo 8, Itália pode arrumar com tudo se vencer a Bulgária esta semana, dando à República da Irlanda o lugar no play-off.
Já eu, para além de bósnio, sou dinamarquês desde pequenino. E um pouco holandês a ouvir estes rapazes. E esta jovem que parece Kim Gordon a entrar sem aviso numa música de dEUS.
Música: "The Killing"
Álbum: "Black Cat John Brown", 2006
Interpretação: Alamo Race Track
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