A selecção foi superior em todos os aspectos do jogo, construindo uma vitória mais do que merecida e conseguindo uma qualificação incontestável para os quartos-de-final. O número e a qualidade de oportunidades criadas nesta partida foi impressionante; a selecção holandesa foi desmembrada pela pressão e posicionamento dos portugueses; a equipa esteve muito bem de uma ponta à outra; o contra-ataque funcionou na perfeição, em conjunto e não individualmente; Ronaldo conseguiu marcar dois golos decisivos (o primeiro após uma excelente assistência de João Pereira). Não é novidade que a selecção holandesa demonstrou fortes problemas de organização, vivendo quase em exclusivo do que conseguem os seus nomes. Mas alguém viu Van Persie ou Robben, por exemplo? Todos - tirando Van der Vaart à distância, mas também não se pode controlar tudo - foram subjugados por uma grande exibição colectiva, baseada em exibições individuais sem mácula.
Venha daí a República Checa e o seu lateral direito. Estes são o oposto da Holanda: o que há é colectivo.
master kodro
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