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quarta-feira, novembro 14, 2012

segunda-feira, junho 25, 2012

Quase tudo ao contrário

Vimos italianos a atacar durante 120 minutos e ingleses a defender todo esse tempo... Era escusada a decisão nos penalties, quando tudo podia ter sido decidido bem antes. Só à conta de Balotelli... Ele não tem culpa. Quem tem culpa é quem insiste em pô-lo a jogar... Pelo meio, Proença fez mais uma excelente exibição e são os regulamentos - que não permitem que árbitros de selecções apuradas para as meias-finais prossigam em prova, algo que desconhecia - que o impedem de algo mais. Estamos em grande a jogar e a apitar, neste Europeu.

master kodro

sexta-feira, junho 15, 2012

França e Inglaterra

Dadas as limitações das selecções sueca e inglesa, era difícil termos um espectáculo maior do que o que nos foi oferecido: duas reviravoltas; golos com gestos técnicos fabulosos de Andy Carroll (ele que demora a justificar o balúrdio que o Liverpool pagou pelos seus préstimos) e Danny Welbeck; um insuperável Walcott que marcou um golo, fez a assistência para o golo da vitória e ainda tentou ofereceu outro que Gerrard não conseguiu meter lá dentro.

No outro jogo, os franceses continuaram com uma abordagem dominadora e paciente, demasiado paciente para meu gosto, e quando os ucranianos pareciam decididos a (acordar e) complicar-lhes a vida, trás-pás, dois lá dentro. Não percebi mesmo a saída de Yarmolenko. E temos uma final na última jornada, um Ucrânia x Inglaterra que promete ser um espectáculo (porque uns não estão habituados a ser obrigados a atacar e porque os outros não sabem defender).

master kodro

domingo, junho 27, 2010

Alemanha 4 x Inglaterra 1

Bom jogo, com vitória do mais forte. A Alemanha continua a mostrar o melhor futebol do Mundial, com um colectivo muito organizado, contra-ataque letal e consistência defensiva q.b. (sobretudo atendendo à fragilidade dos centrais). Vimos boas e rápidas trocas de bola, um miolo abnegado e prático, e uma sede de baliza apreciável. Magnífico jogo de Özil e Müller, duas figuras deste campeonato. Do lado inglês, a pobreza dos últimos dias repetiu-se e nem um erro de arbitragem desculpa o desastre. Com Rooney muito longe da baliza e sem objectividade nos movimentos ofensivos, a Inglaterra caiu também pelo comportamento patético da sua retaguarda.

Vi o jogo em Berlim, na Schiffbauerdam (obrigado LMGM), numa simpática esplanada acompanhado de excelente cerveja. Os alemaes festejaram timidamente os primeiros dois golos, riram da ironia histórica do "golo que nao foi" e acabaram em loucura generalizada depois do bis de Müller. Já só se fala na conquista do título. Eu era um descrente, mas agora nao tenho a certeza. Esta malta joga muito à bola...

katanec

quinta-feira, junho 24, 2010

Dos EUA ao Gana

Grupos C e D resolvidos hoje, com muita emoção (e bom futebol) à mistura. Os EUA apuraram-se com todo o mérito, apesar das arbitragens deficientes e de alguma falta de sorte (poderiam ter ganho perfeitamente os três jogos). É uma equipa compacta, com enorme coração e transições rápidas, cujas únicas pechas me parecem ser a ausência de um "10" e alguma incapacidade para jogar eficazmente em ataque organizado. De qualquer forma, quem tem aquele Donovan (bem secundado por Bradley, Altidore e Dempsey), tem tudo. No outro confronto, a Inglaterra ganhou e segue em frente, mas pelo que vi no resumo, voltou a ter uma prestação pobre. Será que Capello pretende aplicar a fórmula italiana e assim chegar longe?

No Grupo D, a Alemanha confirmou o favoritismo e mostrou que o desaire com a Sérvia foi um azar de percurso. Os alemães continuam a ser uma das equipas mais entusiasmantes da prova, com um super-Özil a comandar um onze cheio de automatismos, combinações rápidas e pleno envolvimento dos laterais nas manobras atacantes. Grande jogo em perspectiva contra a Inglaterra (terei a sorte de estar em Berlim nesse dia).

Apurado também um sortudo Gana, que pouco tem mostrado. Venceu uma Sérvia disparatada (aquele penalty...), empatou contra uma Austrália reduzida a dez uma hora, e foi derrotada pela Alemanha. Será (provavelmente) a única equipa africana apurada para a fase seguinte, comprovando o desastre do continente negro nesta prova (apesar dos prognósticos favoráveis - cheguei mesmo a ouvir David Borges a apostar num triunfo africano neste ou no próximo Mundial): 2 vitórias em 16 jogos e um rol de eliminações precoces.

Nota breve para os quatro eliminados do dia. Da Argélia, gostei do lateral-esquerdo Beladjh (o resto é fraquíssimo). Da Eslovénia, gostei do contra-ataque (não justificava mais que um terceiro lugar no grupo). Da Austrália, destaque-se a combatividade (mas também a desorganização defensiva). A Sérvia desiludiu profundamente, nunca mostrando regularidade para estas andanças (apesar de um magnífico Krasic).

katanec

quarta-feira, junho 23, 2010

Oitavos-de-final - o caminho aclara-se

Grupo A/B - Passei o dia longe de jogos (só consegui ver um pouco do Coreia do Sul x Nigéria). Aconteceu mais ou menos o que se estava à espera: a Argentina a rodar plantel e a bater e eliminar a Grécia; a Coreia a aguentar a vantagem que detinha sobre os adversários directos; o Uruguai a bater o México e a garantir a fuga ao cruzamento com Messi; e, finalmente, menos esperado, derrota de França com África do Sul (estava convencido que os franceses ainda passavam,apesar de tudo), a que não foi alheia a expulsão, logo aos 25 minutos, de Gourcuff, certamente (já vi bem pior, sem sanção). Como se não houvesse já problemas de sobra. Tudo resultou num Argentina x México e num Uruguai x Coreia do Sul.

Grupo C/D - Hoje é dia de ingleses e alemães mostrarem o que valem. Confiando em vitórias dos Estados Unidos sobre a Argélia e da Sérvia sobre a Austrália, à Eslovénia e ao Gana basta um empate, que deixaria os adversários de fora do Mundial... Vamos ver se Rooney e companhia mostram qualquer coisa que se veja e se os alemães aliam o resultado da primeira ronda àsexibições que conseguiram nos dois primeiros jogos.

master kodro

sábado, junho 19, 2010

Da Sérvia à Inglaterra

1. Os outros também jogam à bola. Analistas, comentadores e treinadores ressentidos (sim, estou a falar de Manuel José) descobriram nos últimos dias que afinal equipas fortes podem empatar (ou até perder, imagine-se) com formações menos cotadas, apesar de não serem treinadas por Carlos Queiroz. Aconteceu assim com a Alemanha, uma das melhores na primeira jornada, mas ontem manietada por uma Sérvia coesa e atrevida q.b., com um irrequieto Jovanovic e um desequilibrador Krasic. Registe-se porém que a arbitragem miserável, os falhanços de Podolski e as defesas de Stojkovic (donde conheço este nome?) ajudaram à festa...

2. Ao fim do dia, outra surpresa (e Queiroz novamente ausente deste filme), depois de prestação degradante da Inglaterra. É verdade que os argelinos foram compactos e muito solidários, que têm um magnífico lateral-esquerdo (Beladjh) e beneficiaram de uma óptima actuação de Yebda (até irritou ver quanto jogo cortou), mas deu pena assistir à total incapacidade dos ingleses em responder a estes desafios. Não há quem planeie manobras ofensivas, não há cruzamentos de qualidade, não há tabelas, não há desequilíbrios colectivos, não há génio individual. E, acima de tudo, não há alma. Quo vadis, Inglaterra?

3. Pelo meio, partida vibrante entre EUA e Eslovénia, com resultado justo. Primeira parte muito boa dos europeus, com um excelente Birsa e um notável aproveitamento do muito espaço concedido pela retaguarda americana. O segundo tempo trouxe uns EUA mais equilibrados no meio-campo e decididos a inverter o resultado - o que foi possível sobretudo pelos méritos de Donovan (ainda um grande jogador) e de Altidore (a forma como domina a bola e arrasta os defesas pode fazer deste avançado um caso sério). Continuo a achar que os americanos vão passar, mas os eslovenos estão claramente na corrida.

katanec

sábado, junho 12, 2010

Inglaterra 1 x 1 Estados Unidos

A Inglaterra, na verdade, parece uma selecção de cinco: Terry, Cole, Lampard, Gerrard e Rooney representam o brilho da Premier League e da pátria do futebol, os restantes são do mesmo saco que os clubes portugueses costumam eliminar com uma perna nas taças europeias.

Esperava-se de Capello a arte para transformar um plantel de ricos e remediados numa equipa equilibrada e homogénea, mas a selecção inglesa foi quase sempre inferior tacticamente ao adversário, que continua a chamar soccer ao desporto mais bonito do mundo. Esta é, provavelmente, a verdadeira surpresa: um grupo de norte-americanos percebeu melhor os princípios do jogo aplicados a estes 90 minutos do que o treinador italiano que levou o Milan a campeão europeu em 1994.

Mesmo sofrendo um golo aos quatro minutos, por Gerrard, os Estados Unidos agiram com a confiança de quem sabe onde descobrir a felicidade, o que aliás respeita a essência do american way of life. A terminar a primeira parte, Dempsey viu em Green um aliado, num frango impensável a este nível, mas fica a sensação de que o empate era uma inevitabilidade, mesmo não fazendo sentido no desporto made in USA.

Nos segundos 45 minutos, os comandados de Capello intensificaram o volume ofensivo, embora encontrando forte resistência numa defesa bem comandada por Onyewu. Podia ter dado vitória para Sua Majestade, mas seria Altidore a protagonizar a oportunidade de golo mais evidente, quando atirou ao poste, numa noite em que Rooney raramente se libertou e pareceu demasiado longe da baliza.

kovacevic

terça-feira, setembro 08, 2009

Play it again, Sam # 69 - Alamo Race Track

Holanda perfeita (e Espanha e Inglaterra também)
Estamos completamente elucidados sobre o que se passa no nosso grupo de qualificação para o Mundial, pelo que vamos espreitar os outros, em que se destacam a Holanda no grupo 9(primeira apurada directamente, o que dá jeito para introduzir uma banda holandesa), Espanha e Inglaterra com sete vitórias em sete jogos efectuados (com grande destaque para os ingleses que apanharam Croácia e Ucrânia no grupo 6). No ridículo grupo 2, Suíça, Grécia e Letónia lutam por duas posições, com o Letónia x Suíça de quarta-feira a prometer baralhar ainda mais as contas (ou resolver quase tudo com uma vitória forasteira). O grupo 3 é outra diversão, com a República Checa em quinto e a Eslováquia a liderar, seguida da Irlanda do Norte... No grupo 4, luta até ao fim pela primeira posição entre russos e alemães, com um Rússia x Alemanha a 10 de Outubro, estando a Finlândia (a selecção com quem lutámos até ao último segundo da qualificação para o último Europeu) numa posição pouco agradável para sonhos.

No grupo 5, a magnífica Bósnia pode resolver tudo (a qualificação para o play-off) já na quarta-feira, quando receber a Turquia. O espírito de Kodro está convosco, minha gente. O grupo 6 resolve-se entre Ucrânia e Croácia, apenas para o segundo lugar, porque os ingleses não estão para brincadeiras. O grupo 7 é comandado pela Sérvia, que pode deixar os franceses a lutar com a Austria por um lugar no play-off se os vencer no jogo de quarta em Belgrado. No grupo 8, Itália pode arrumar com tudo se vencer a Bulgária esta semana, dando à República da Irlanda o lugar no play-off.

Já eu, para além de bósnio, sou dinamarquês desde pequenino. E um pouco holandês a ouvir estes rapazes. E esta jovem que parece Kim Gordon a entrar sem aviso numa música de dEUS.

Música: "The Killing"
Álbum: "Black Cat John Brown", 2006
Interpretação: Alamo Race Track



master kodro

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Maradona x Inglaterra

Há quem lhe chame o melhor golo da história. Há quem lhe prefira chamar uma má opção. Reparem que, antes de driblar o guarda-redes, Maradona dispõe de dois companheiros de selecção sem oposição em frente à baliza. Ai, Maradona, se tu tivesses potenciado as tuas qualidades como mandam os livros...



master kodro