Espanha 2 x 1 México Os espanholitos passaram 70 minutos sem soluções, com Deulofeu, no tempo que esteve em campo, e Jesé, até aos descontos, quase desaparecidos a ver o México marcar e criar muito mais perigo (com Corona a destacar-se). Empataram de bola parada, pegaram no jogo a sério e Jesé, depois de movimento em torno da linha exterior da área, a atirar contra o pandeco que a desviou para dentro da baliza. Pobres mexicanos.
Uzbequistão Aí está a maltinha asiática a ganhar à Grécia por 3x1 e a chegar aos quartos-de-final. Eles fazem-se.
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terça-feira, julho 02, 2013
A lei de Jesé
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terça-feira, agosto 07, 2012
Brasil na final olímpica de futebol
Juntando-se ao México. Perdi os primeiros minutos de atenção (já tinha visto algo parecido com futebol de um jogo do Senegal da fase de grupos, em que só por milagre ninguém saiu com pernas partidas em vários sítios) a ver aquela que é, provavelmente, a competição internacional de futebol menos interessante. Basta pensar em selecções sub-23, juntar-lhes o(s) Giggs e vê-lo a jogar numa selecção da Grã-Bretanha.
master kodro
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segunda-feira, julho 11, 2011
O futuro
1. Acaba o Mundial sub-17 em grande, com dois jogos de luxo, um Alemanha 4 x 3 Brasil e um México 2 x 0 Uruguai, que coroa os mexicanos, em casa, 6 anos depois de Carlos Vela e Giovanni dos Santos terem liderado uma vitória por 3x0 sobre o Brasil, na final deste mesmo torneio.
2. Sem N'Djeng, ainda sem Meira, Mendes ou Assis, e com a promessa de esta semana trazer vendas no valor de 4 milhões de euros (o que dá uma assinalável margem negocial...). Sim, pode ser o Carlão.
master kodro
2. Sem N'Djeng, ainda sem Meira, Mendes ou Assis, e com a promessa de esta semana trazer vendas no valor de 4 milhões de euros (o que dá uma assinalável margem negocial...). Sim, pode ser o Carlão.
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sexta-feira, junho 18, 2010
Da Argentina à França
1. É difícil acompanhar tantos jogos, mas quem corre por gosto não cansa. E hoje (ontem) foram só seis horitas de bola... Primeiro, um interessante Argentina-Coreia do Sul, com os de Maradona a confirmarem a (boa) impressão deixada anteriormente: equipa poderosíssima no último terço do campo, com desequilíbrios permanentes e grande capacidade de definição dos lances. Todavia - e para minha surpresa - a Argentina não parece ser só um agregado de magníficos jogadores: vêem-se no meio-campo movimentações bem trabalhadas, acentuado entrosamento e até alguns automatismos nas transições defensivas. Muita atenção, meus senhores...
2. Na outra partida do grupo, jogo de paixão entre Nigéria e Grécia, com entrada fulminante dos africanos, seguida de disparate-mor de Kaita (inenarrável uma agressão daquelas num momento destes...) e de reacção vibrante dos gregos. Apesar da emoção (e de uma merecida e sempre curiosa reviravolta), houve demasiada desorganização táctica e descontrolo mental para o meu gosto. Lá está: eis um daqueles jogos que facilmente os comentadores designam de "espectacular", mas que foi bem menos interessante como duelo futebolístico do que por exemplo o Inglaterra-EUA (que os mesmos comentadores descrevem como "decepcionante").
3. À noite, a sobremesa. E das boas: apreciar a derrocada de Domenech entusiasma qualquer um. O treinador francês acumula disparates (retirou o único verdadeiro criativo do onze, Gourcuff; deixa Henry e Cissé no banco, Benzema em casa, etc.,) e nunca elaborou um plano de jogo. Até os intermitentes mexicanos pareciam uma máquina de jogar futebol... Destaque para Giovani dos Santos (algum clube europeu que contrate o psicólogo mexicano que trata o miúdo!), a experiência de Márquez e a frieza de Hérnandez na hora da verdade. A França precisa de um milagre (ganhar 4-0 e esperar a derrota mexicana). Adieu, bleus!
katanec
2. Na outra partida do grupo, jogo de paixão entre Nigéria e Grécia, com entrada fulminante dos africanos, seguida de disparate-mor de Kaita (inenarrável uma agressão daquelas num momento destes...) e de reacção vibrante dos gregos. Apesar da emoção (e de uma merecida e sempre curiosa reviravolta), houve demasiada desorganização táctica e descontrolo mental para o meu gosto. Lá está: eis um daqueles jogos que facilmente os comentadores designam de "espectacular", mas que foi bem menos interessante como duelo futebolístico do que por exemplo o Inglaterra-EUA (que os mesmos comentadores descrevem como "decepcionante").
3. À noite, a sobremesa. E das boas: apreciar a derrocada de Domenech entusiasma qualquer um. O treinador francês acumula disparates (retirou o único verdadeiro criativo do onze, Gourcuff; deixa Henry e Cissé no banco, Benzema em casa, etc.,) e nunca elaborou um plano de jogo. Até os intermitentes mexicanos pareciam uma máquina de jogar futebol... Destaque para Giovani dos Santos (algum clube europeu que contrate o psicólogo mexicano que trata o miúdo!), a experiência de Márquez e a frieza de Hérnandez na hora da verdade. A França precisa de um milagre (ganhar 4-0 e esperar a derrota mexicana). Adieu, bleus!
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sexta-feira, junho 11, 2010
Jogo #1: África do Sul 1 x México 1
Para começo, não esteve nada mal. Jogo com ritmo, segunda parte emotiva e um golaço de Tshabalala (que tem futebol para clubes europeus). Pareceu-me o México globalmente mais capaz, com um meio-campo bem organizado e um tridente atacante inspirado (belo jogo de Giovani dos Santos). Mas sem um finalizador nato e com uma defesa permeável (tanto espaço nas costas!), revela-se uma formação algo frágil. Ainda deu para buscar o empate, mas vai ter muitas dificuldades para se apurar.
A África do Sul respondeu apenas em contra-ataque, mas fê-lo com competência q.b., e esteve bem próxima de ganhar a partida (bola no poste no último minuto). Beneficiou de uma excelente actuação do seu guarda-redes e do movimento inspirado de Tshabalala para disfarçar alguns problemas evidentes: defesa medonha, meio-campo apenas esforçado, entrosamento duvidoso. Mas surpreendeu-me pela positiva.
Notas adicionais: o som das vuvuzelas chateia, mas não é tão mau como cheguei a imaginar. A transmissão televisiva foi cheia de mariquices (uns slow-motions que não serviam para nada), mas falhou no que mais importa: não mostrou a repetição do golo da África do Sul (para evitar polémica?), que me pareceu derivar de manifesto fora-de-jogo.
katanec
A África do Sul respondeu apenas em contra-ataque, mas fê-lo com competência q.b., e esteve bem próxima de ganhar a partida (bola no poste no último minuto). Beneficiou de uma excelente actuação do seu guarda-redes e do movimento inspirado de Tshabalala para disfarçar alguns problemas evidentes: defesa medonha, meio-campo apenas esforçado, entrosamento duvidoso. Mas surpreendeu-me pela positiva.
Notas adicionais: o som das vuvuzelas chateia, mas não é tão mau como cheguei a imaginar. A transmissão televisiva foi cheia de mariquices (uns slow-motions que não serviam para nada), mas falhou no que mais importa: não mostrou a repetição do golo da África do Sul (para evitar polémica?), que me pareceu derivar de manifesto fora-de-jogo.
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