A bela foi à Eslováquia devolver o insulto que os eslovacos foram deixar a Zenica na semana passada, ainda por cima com uma reviravolta; já os rapazes teoricamente mais fracos do nosso grupo deram uma lição de técnica aos amigos irlandeses, que ficaram parados na idade da pedra, enquanto que o mundo todo evoluiu. Tem dias...
Ainda vi o final do Grécia x Letónia, para um momento delicioso: com apostas em jogo, 1x0 no marcador, 92 minutos e um adversário a desmarcar-se pela direita, olhei para um grego e disse-lhe: dá-lhe com força... Não demorou um segundo, pumba. Segundo amarelo e expulsão. Grande Katsouranis!...
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terça-feira, setembro 10, 2013
domingo, outubro 14, 2012
Notas sobre a qualificação para o Mundial 2014
A primeira jornada da ronda de qualificação mostrou-nos alguns dados interessantes:
- Parece que, finalmente, teremos Bélgica. Uma vitória por 3x0 na Sérvia não deixa grande margem para dúvidas.
- Também temos Bósnia. Depois de duas goleadas, um empate na Grécia também são um bom indício.
- Aquele massacre que os alemães fizeram na Irlanda é algo assustador. Com dois golos de Reus (23 anos), mais dois de Kroos (22 anos), um de Ozil (faz amanhã 24) e um do veterano Klose. É a vantagem da aposta em jovens caseiros. Reus tem 160 jogos de clube como sénior (sem Europa até este ano), Kroos tem 176 (a maior parte no Bayern!). Para termos uma ideia do que isto significa, Coentrão, 24 anos, chegou este ano aos 200 jogos (contando com jogos de segunda divisão, que descontei a Kroos).
- Afinal o Luxemburgo continua a ser extremamente goleável. Fora de casa e por Israel.
master kodro
- Parece que, finalmente, teremos Bélgica. Uma vitória por 3x0 na Sérvia não deixa grande margem para dúvidas.
- Também temos Bósnia. Depois de duas goleadas, um empate na Grécia também são um bom indício.
- Aquele massacre que os alemães fizeram na Irlanda é algo assustador. Com dois golos de Reus (23 anos), mais dois de Kroos (22 anos), um de Ozil (faz amanhã 24) e um do veterano Klose. É a vantagem da aposta em jovens caseiros. Reus tem 160 jogos de clube como sénior (sem Europa até este ano), Kroos tem 176 (a maior parte no Bayern!). Para termos uma ideia do que isto significa, Coentrão, 24 anos, chegou este ano aos 200 jogos (contando com jogos de segunda divisão, que descontei a Kroos).
- Afinal o Luxemburgo continua a ser extremamente goleável. Fora de casa e por Israel.
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domingo, julho 15, 2012
Mais uma taça para Espanha
Agora foi o Europeu sub-19, depois de mais uma demonstração de superioridade incontestável, um resultado que os gregos conseguiram adiar até 10 minutos do fim. O golo foi de Jesé Rodriguez, mas o torneio foi de Deulofeu, mais uma pérola de La Masia.
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domingo, junho 17, 2012
Inacreditável vaca grega
Nem consigo comentar o que se passou no Grécia x Rússia por ser tão deprimente este apuramento grego para os quartos-de-final do campeonato europeu de futebol. Desde o final do mundial 2010, estes foram os adversários que a Grécia defrontou, em jogos oficiais e particulares, até chegar ao top8 europeu:
Sérvia, Geórgia, Croácia, Letónia, Israel, Áustria, Canadá, Malta, Polónia, Malta, Equador, Bósnia, Israel, Letónia, Croácia, Geórgia, Rússia, Roménia, Bélgica, Eslovénia, Arménia, Polónia, República Checa e Rússia.
Parece que andam escondidos há dois anos, a esquivar-se a pingos de chuva torrencial. Só lhes falta que a Dinamarca ganhe o grupo B e apanhar a Ucrânia na final (nem me apetece fazer contas para ver se isto é possível). Ainda por cima com um golo de Karagounis, depois de mais um festival de teatro. Quero estar contente por Fernando Santos, mas depois penso que não deve dar assim tanto trabalho dizer ao Karagounis para saltar, rebolar e simular o choro, ao Samaras para voltar atrás depois de driblar e voltar a driblar o mesmo defesa (à espera que algum colega apareça num raio de 10 metros) ou dizer ao gajo que consegue entrar na área com a bola controlada (o que acontece duas ou três vezes por jogo) para rematar.
Ufa. Ultrapassado o desabafo, vamos ao que interessa: como é que centra o lateral direito checo, Gebre Selassie?
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Parece que andam escondidos há dois anos, a esquivar-se a pingos de chuva torrencial. Só lhes falta que a Dinamarca ganhe o grupo B e apanhar a Ucrânia na final (nem me apetece fazer contas para ver se isto é possível). Ainda por cima com um golo de Karagounis, depois de mais um festival de teatro. Quero estar contente por Fernando Santos, mas depois penso que não deve dar assim tanto trabalho dizer ao Karagounis para saltar, rebolar e simular o choro, ao Samaras para voltar atrás depois de driblar e voltar a driblar o mesmo defesa (à espera que algum colega apareça num raio de 10 metros) ou dizer ao gajo que consegue entrar na área com a bola controlada (o que acontece duas ou três vezes por jogo) para rematar.
Ufa. Ultrapassado o desabafo, vamos ao que interessa: como é que centra o lateral direito checo, Gebre Selassie?
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terça-feira, junho 12, 2012
Mais especializado é impossível
Para os gregos marcarem um golo é preciso que juntem os seguintes factores: um mau cruzamento/abertura para a área; nenhum atacante com possibilidades de rematar; um guarda-redes e um defesa com todas as possibilidades de recolherem/cortarem a bola; um choque entre o guarda-redes e o defesa; um remate de baliza aberta. Não é nada fácil e já lá vão dois. Outro momento interessante do jogo foi ver Rosicky, com bola, correr mais do que Karagounis sem ela.
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sábado, junho 09, 2012
A Hora do Euro (5)
- Confirma-se o fim do Euro 2012 para Avraam Papadopoulos, por lesão.
- Prandelli tem uma ideia. Mas é só uma ideia, não se preocupem...
- Estamos todos à espera de Nani... Hélder Conduto diz que sim, que há Nani.
- Pelos vistos, o Alemanha x Portugal joga-se em todas as frentes, umas com mais vestidos do que outras.
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- Prandelli tem uma ideia. Mas é só uma ideia, não se preocupem...
- Estamos todos à espera de Nani... Hélder Conduto diz que sim, que há Nani.
- Pelos vistos, o Alemanha x Portugal joga-se em todas as frentes, umas com mais vestidos do que outras.
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sexta-feira, junho 08, 2012
Polónia 1 x 1 Grécia (final)
Intervalo Está resolvida a dor de cabeça que Fernando Santos tinha na escolha dos defesas centrais: Avraam Papadopoulos saiu lesionado e Papastathopoulos foi expulso com duplo amarelo. Resta uma outra tragédia: a equipa não joga absolutamente nada, limitando-se a despejar bolas na área à procura do golito de cabeça de Charisteas... perdão, Gekas. Quem aproveitou a apatia grega foi Lewandowski, com a ajuda de um flanco direito hiperactivo.
74' A entrada de Salpingidis, não mudando nada, alterou tudo: marcou um golo depois de falha de Szczesny; provocou um penalty que expulsou o guarda-redes polaco, mas Karagounis deixou que Tyton defendesse. Agora é 10 para 10 e ver quem falha menos...
Final Juro que gostava de ter muita coisa de positivo para dizer sobre o jogo - pelo menos teve incerteza -, mas olhando, por exemplo, para a exibição de Samaras, não consigo. Vá lá, Salpingidis, quase sem saber como, foi decisivo e Piszczek e Blaszczykowsky tiveram um período interessante na primeira parte. Vou ver a coisa pelo lado positivo: estão aqui potenciais adversários de Portugal se nos qualificarmos para os quartos-de-final.
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74' A entrada de Salpingidis, não mudando nada, alterou tudo: marcou um golo depois de falha de Szczesny; provocou um penalty que expulsou o guarda-redes polaco, mas Karagounis deixou que Tyton defendesse. Agora é 10 para 10 e ver quem falha menos...
Final Juro que gostava de ter muita coisa de positivo para dizer sobre o jogo - pelo menos teve incerteza -, mas olhando, por exemplo, para a exibição de Samaras, não consigo. Vá lá, Salpingidis, quase sem saber como, foi decisivo e Piszczek e Blaszczykowsky tiveram um período interessante na primeira parte. Vou ver a coisa pelo lado positivo: estão aqui potenciais adversários de Portugal se nos qualificarmos para os quartos-de-final.
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quinta-feira, junho 07, 2012
Hora do Euro 2012 (3)
- Nani, pelos vistos, já está a treinar em pleno. Vamos ver se não falha outra fase final.
- Três centrais para dois lugares na defesa de Fernando Santos.
- Barzagli quase de fora do Euro 2012.
- O dedo de Trapattoni na República Irlanda.
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- Três centrais para dois lugares na defesa de Fernando Santos.
- Barzagli quase de fora do Euro 2012.
- O dedo de Trapattoni na República Irlanda.
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sexta-feira, junho 18, 2010
Da Argentina à França
1. É difícil acompanhar tantos jogos, mas quem corre por gosto não cansa. E hoje (ontem) foram só seis horitas de bola... Primeiro, um interessante Argentina-Coreia do Sul, com os de Maradona a confirmarem a (boa) impressão deixada anteriormente: equipa poderosíssima no último terço do campo, com desequilíbrios permanentes e grande capacidade de definição dos lances. Todavia - e para minha surpresa - a Argentina não parece ser só um agregado de magníficos jogadores: vêem-se no meio-campo movimentações bem trabalhadas, acentuado entrosamento e até alguns automatismos nas transições defensivas. Muita atenção, meus senhores...
2. Na outra partida do grupo, jogo de paixão entre Nigéria e Grécia, com entrada fulminante dos africanos, seguida de disparate-mor de Kaita (inenarrável uma agressão daquelas num momento destes...) e de reacção vibrante dos gregos. Apesar da emoção (e de uma merecida e sempre curiosa reviravolta), houve demasiada desorganização táctica e descontrolo mental para o meu gosto. Lá está: eis um daqueles jogos que facilmente os comentadores designam de "espectacular", mas que foi bem menos interessante como duelo futebolístico do que por exemplo o Inglaterra-EUA (que os mesmos comentadores descrevem como "decepcionante").
3. À noite, a sobremesa. E das boas: apreciar a derrocada de Domenech entusiasma qualquer um. O treinador francês acumula disparates (retirou o único verdadeiro criativo do onze, Gourcuff; deixa Henry e Cissé no banco, Benzema em casa, etc.,) e nunca elaborou um plano de jogo. Até os intermitentes mexicanos pareciam uma máquina de jogar futebol... Destaque para Giovani dos Santos (algum clube europeu que contrate o psicólogo mexicano que trata o miúdo!), a experiência de Márquez e a frieza de Hérnandez na hora da verdade. A França precisa de um milagre (ganhar 4-0 e esperar a derrota mexicana). Adieu, bleus!
katanec
2. Na outra partida do grupo, jogo de paixão entre Nigéria e Grécia, com entrada fulminante dos africanos, seguida de disparate-mor de Kaita (inenarrável uma agressão daquelas num momento destes...) e de reacção vibrante dos gregos. Apesar da emoção (e de uma merecida e sempre curiosa reviravolta), houve demasiada desorganização táctica e descontrolo mental para o meu gosto. Lá está: eis um daqueles jogos que facilmente os comentadores designam de "espectacular", mas que foi bem menos interessante como duelo futebolístico do que por exemplo o Inglaterra-EUA (que os mesmos comentadores descrevem como "decepcionante").
3. À noite, a sobremesa. E das boas: apreciar a derrocada de Domenech entusiasma qualquer um. O treinador francês acumula disparates (retirou o único verdadeiro criativo do onze, Gourcuff; deixa Henry e Cissé no banco, Benzema em casa, etc.,) e nunca elaborou um plano de jogo. Até os intermitentes mexicanos pareciam uma máquina de jogar futebol... Destaque para Giovani dos Santos (algum clube europeu que contrate o psicólogo mexicano que trata o miúdo!), a experiência de Márquez e a frieza de Hérnandez na hora da verdade. A França precisa de um milagre (ganhar 4-0 e esperar a derrota mexicana). Adieu, bleus!
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