Do poder ao pleno Quando falei em poder asiático, no final da segunda jornada, estava longe de imaginar que passassem três equipas aos quartos-de-final do Mundial (nem eles imaginavam).
A estrela Não sei se falta alguma coisa a Quintero para vir a ser um dos melhores do mundo. Um golo salvador de livre directo aos 93 minutos numa eliminatória do Mundial é mais um sinal do que para ali se está a formar. As dezenas de passes fabulosos por jogo também o são. Mas dificilmente sobreviveriam muito mais com um ponta-de-lança tão trapalhão na zona de remate. É hora de pô-lo a jogar com o Falcao, depressa.
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quarta-feira, julho 03, 2013
terça-feira, junho 18, 2013
Queiroz recoloca Irão no Mundial
Com uma vitória em casa da Coreia do Sul, por 1x0, o Irão também entra no Mundial. É a terceira qualificação para um campeonato do mundo do treinador, com países de três continentes distintos. No final, Queiroz foi dedicar um "toma" ao seleccionador coreano, autor de frases muito simpáticas durante a semana, e que teve que ficar à espera do resultado final do Uzbequistão 5 x 1 Catar, em campo, a ver a festa iraniana.
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quarta-feira, novembro 14, 2012
Irão de Queiroz perde em casa
O tradicional 1x0 dos jogos asiáticos de Queiroz, desta vez, saiu ao adversário, o Uzbequistão, trazendo nova vida à luta pelo apuramento para o Mundial 2014. A vitória teria sido um passo gigante rumo ao Brasil. Mas os apuramentos querem-se arrancados a ferros, de preferência no último segundo do play-off, não é?...
master kodro
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sexta-feira, junho 18, 2010
Da Argentina à França
1. É difícil acompanhar tantos jogos, mas quem corre por gosto não cansa. E hoje (ontem) foram só seis horitas de bola... Primeiro, um interessante Argentina-Coreia do Sul, com os de Maradona a confirmarem a (boa) impressão deixada anteriormente: equipa poderosíssima no último terço do campo, com desequilíbrios permanentes e grande capacidade de definição dos lances. Todavia - e para minha surpresa - a Argentina não parece ser só um agregado de magníficos jogadores: vêem-se no meio-campo movimentações bem trabalhadas, acentuado entrosamento e até alguns automatismos nas transições defensivas. Muita atenção, meus senhores...
2. Na outra partida do grupo, jogo de paixão entre Nigéria e Grécia, com entrada fulminante dos africanos, seguida de disparate-mor de Kaita (inenarrável uma agressão daquelas num momento destes...) e de reacção vibrante dos gregos. Apesar da emoção (e de uma merecida e sempre curiosa reviravolta), houve demasiada desorganização táctica e descontrolo mental para o meu gosto. Lá está: eis um daqueles jogos que facilmente os comentadores designam de "espectacular", mas que foi bem menos interessante como duelo futebolístico do que por exemplo o Inglaterra-EUA (que os mesmos comentadores descrevem como "decepcionante").
3. À noite, a sobremesa. E das boas: apreciar a derrocada de Domenech entusiasma qualquer um. O treinador francês acumula disparates (retirou o único verdadeiro criativo do onze, Gourcuff; deixa Henry e Cissé no banco, Benzema em casa, etc.,) e nunca elaborou um plano de jogo. Até os intermitentes mexicanos pareciam uma máquina de jogar futebol... Destaque para Giovani dos Santos (algum clube europeu que contrate o psicólogo mexicano que trata o miúdo!), a experiência de Márquez e a frieza de Hérnandez na hora da verdade. A França precisa de um milagre (ganhar 4-0 e esperar a derrota mexicana). Adieu, bleus!
katanec
2. Na outra partida do grupo, jogo de paixão entre Nigéria e Grécia, com entrada fulminante dos africanos, seguida de disparate-mor de Kaita (inenarrável uma agressão daquelas num momento destes...) e de reacção vibrante dos gregos. Apesar da emoção (e de uma merecida e sempre curiosa reviravolta), houve demasiada desorganização táctica e descontrolo mental para o meu gosto. Lá está: eis um daqueles jogos que facilmente os comentadores designam de "espectacular", mas que foi bem menos interessante como duelo futebolístico do que por exemplo o Inglaterra-EUA (que os mesmos comentadores descrevem como "decepcionante").
3. À noite, a sobremesa. E das boas: apreciar a derrocada de Domenech entusiasma qualquer um. O treinador francês acumula disparates (retirou o único verdadeiro criativo do onze, Gourcuff; deixa Henry e Cissé no banco, Benzema em casa, etc.,) e nunca elaborou um plano de jogo. Até os intermitentes mexicanos pareciam uma máquina de jogar futebol... Destaque para Giovani dos Santos (algum clube europeu que contrate o psicólogo mexicano que trata o miúdo!), a experiência de Márquez e a frieza de Hérnandez na hora da verdade. A França precisa de um milagre (ganhar 4-0 e esperar a derrota mexicana). Adieu, bleus!
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