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quarta-feira, janeiro 11, 2012

Benfica frágil na rectaguarda?

Diz Danny, que acabou de perder a legião de fãs que recentemente granjeou em Portugal. Resta esperarmos que esteja enganado e que o Benfica lho demonstre. O Javi explica-lhe.

master kodro

quarta-feira, junho 09, 2010

Portugal 3 x 0 Moçambique

Mais do que pelo resultado, valeu por ninguém se ter lesionado, em especial na primeira parte, fase em que os moçambicanos bem se esforçaram por atirar mais alguém para o estaleiro. Também valeu para testar a paciência face a um árbitro extremamente permissivo e alheado da realidade. Danny apresentou forte candidatura a um lugar no onze.

master kodro

domingo, março 29, 2009

Portugal 0 x Suécia 0

Custa sempre não ganhar, mas custa muito mais quando se rubrica uma boa exibição contra uma equipa de indiscutível qualidade como a Suécia (mesmo sem Ibrahimovic). Portugal foi competente na defesa e empenhado no ataque, gozando de uma série de boas oportunidades. Chegou mesmo a vulgarizar o adversário e, convenhamos, merecia ter vencido com tranquilidade.

Por que não ganhou? Ao contrário do que se lê por aí, não há uma resposta fácil. O problema da finalização é central. Uma equipa que dispõe de três ocasiões flagrantes não pode chegar a zeros ao fim do jogo. As perdidas de Ronaldo e Danny são particularmente inaceitáveis quando falamos de dois jogadores com dezenas de golos nos seus currículos. Por outro lado, Portugal tem hoje em emoção o que lhe falta em cinismo. Os ataques são feitos talvez de maneira demasiado sôfrega, sempre com coração mas com pouca objectividade. Não defendo um futebol “frio”, mas esta selecção precisa de ser mais incisiva nos seus movimentos atacantes.

Queirós cometeu todavia vários erros. Se o objectivo era colocar Danny a tabelar com os médios entre os centrais suecos (como aconteceu na segunda parte), então era preferível ter convocado Nuno Gomes, que desempenha muito melhor esse papel. Critico também a saída de Tiago, então um dos melhores jogadores, para a entrada de Deco. Queirós podia ter substituído o incipiente Meireles e arriscar a utilização simultânea dos dois criativos portugueses. Por fim, a gestão do problema do lateral-direito foi simplesmente néscia. Portugal já tinha três centrais em campo, pelo que a presença de Nélson no banco era fundamental para o caso de Bosingwa se ter lesionado (como sucedeu). Fazer entrar Rolando (e que mal jogou) e descair Carvalho para a direita foi uma solução então necessária, mas que resultou de uma má decisão inicial.

Ninguém pode estar contente com esta fase de qualificação. Dois pontos caseiros em três jogos é péssimo. Uma vitória em cinco jogos é ridículo. Porém, observo com verdadeiro nojo a campanha que decorre na imprensa contra Queirós. Desde o primeiro dia, aliás. Criticam-se todas as opções, mesmo quando funcionam (é o caso das felizes adaptações de Pepe e Duda), recordam-se eras pseudo-douradas com Scolari e traçam-se cenários catastróficos completamente a despropósito. A má-fé é tão evidente que o comentador Manuel Queirós dizia ontem na TVI que o jogo tinha sido "equilibrado"...

Atentem bem: eu acho que Portugal tem agora poucas hipóteses de chegar ao primeiro lugar e o apuramento será sempre difícil. Mas o que hoje li, vi e ouvi é vergonhoso. A imprensa afirma EXPLICITAMENTE que Portugal já foi eliminado (“Adeus África”, titula O Jogo) ou que seria necessário um milagre para nos apurarmos quando Portugal tem possibilidades matemáticas de vencer o grupo, podendo até chegar ao play-off mesmo sem ganhar todos os jogos. É isto mau jornalismo? Não tenho dúvidas. É isto uma forma de pressão indecorosa – que nos tem feito muito mal – com o objectivo de chutar Queirós e apelar ao breve regresso do salvador Scolari? Idem.

katanec