Quique Flores passou um jogo inteiro a tentar ser expulso, sem que eu consiga perceber a razão para tal comportamento. Estou a falar a sério: qual foi a "verguenza" que ele viu? Tirando Eduardo, claro, mas isso já não é novidade. Ao contrário de Moreira, magnífico, do outro lado. O Benfica conquista o terceiro lugar com uma vitória na Pedreira por 1x3, enquanto que o Nacional bateu o Paços por 1x0, mesmo sem Nené. Marcou Cléber.
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domingo, maio 17, 2009
Alguém me explica?
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domingo, maio 10, 2009
Parabéns FC Porto!
O Porto é o campeão 2008/09 depois de Bruno Alves resolver tudo à cabeçada, com a ajuda preciosa de Lisandro. O Nacional abrilhantou a vitória dos azuis com mais uma boa exibição e uma atitude guerreira até ao último minuto. Parabéns portistas!
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domingo, maio 03, 2009
Nacional 3 x Benfica 1
Na verdade, a culpa é minha. Não vi o jogo contra o Setúbal e goleámos. Não vi o jogo contra o Marítimo, vencemos. Hoje decidi-me a ver o encontro com o Nacional e acabou nisto. Claro que poderíamos falar dos erros defensivos, da inépcia de Quim em momentos-chave, da má arbitragem. Mas eu estou preparado para assumir as culpas.
katanec
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quarta-feira, abril 22, 2009
Nacional 2 x 3 Paços
1. Desta vez Olegário Benquerença viu uma mão dentro da área depois de um remate de longe e marcou penalty.
2. A execução técnica de Rui Miguel no lance do segundo golo tem tanto difícil como de magnífica. Estamos a falar dele muitas vezes.
3. Luís Alberto reduz, com muita facilidade. Nuno Pinto (o homem que fez a mão), o substituto de Alonso na ala esquerda, até para fazer uma assistência precisou de uma tabela num defesa e de cair no início da jogada... Está virado para o desastre, mesmo quando é decisivo no ataque...
4. Alô, Nuno Pinto! Assistência limpinha para a cabeça de Mateus empatar. Jogo louco.
5. Depois de uma seca de segunda parte, mais um penalty a favor do Paços e golo. O Paços está na final da Taça e a JCA vai levar o boné à UEFA.
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2. A execução técnica de Rui Miguel no lance do segundo golo tem tanto difícil como de magnífica. Estamos a falar dele muitas vezes.
3. Luís Alberto reduz, com muita facilidade. Nuno Pinto (o homem que fez a mão), o substituto de Alonso na ala esquerda, até para fazer uma assistência precisou de uma tabela num defesa e de cair no início da jogada... Está virado para o desastre, mesmo quando é decisivo no ataque...
4. Alô, Nuno Pinto! Assistência limpinha para a cabeça de Mateus empatar. Jogo louco.
5. Depois de uma seca de segunda parte, mais um penalty a favor do Paços e golo. O Paços está na final da Taça e a JCA vai levar o boné à UEFA.
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terça-feira, março 03, 2009
Paços de Ferreira 2 x 2 Nacional
Começaram as meias-finais da Taça com um empate. Eu só vos quero pedir para verem o segundo golo do Nacional (obrigado Gonçalo Cabral!). Foi o Nené, foi.
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sábado, fevereiro 28, 2009
Ainda antes de sair
E quem puder que agarre o Nené... Mais um...
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sexta-feira, fevereiro 13, 2009
Cantinho do Vitória - Descalabro à Cajuda
Nacional 3 x 0 Vitória Resultado justíssimo, números incluídos. O Nacional dominou completamente a partida remetendo os vitorianos à defesa até marcar. Depois aplicou contra-ataques venenosos com categoria, ensinando ao adversário como se faz quando se quer defender miseravelmente um pobre 0x0. Mais um grande jogo de Nené, com direito a bis, o décimo sétimo e o décimo oitavo golos desta época do ponta-de-lança brasileiro.
Receita Cajuda O treinador do Vitória estava satisfeito com a produção do Vitória até sofrer o primeiro, aparentemente. Mas com a sua reconhecida capacidade de reacção, só mexeu na equipa depois de sofrer o segundo. Para que se perceba a gravidade da questão, não sei qual foi a melhor oportunidade de golo do Vitória em toda a partida: se um remate disparatado de Assis (o primeiro do Vitória por volta da meia-hora); se um dos dois remates disparatados de João Alves (entrou para ver um amarelo na primeira intervenção); se o pior remate do Vitória da autoria de Marquinho. Foi mau, muito mau, mas Cajuda estava a gostar e só mexeu depois de sofrer o segundo.
Jogadores à deriva Andrezinho mostrou a sua coerência; é tão mau à esquerda como era à direita, com a agravante de não conseguir atacar, agora; Nuno Assis fez uma péssima exibição, incapaz de organizar contra-ataques frente a uma equipa toda balanceada para o ataque; Luis Filipe fez um centro (passou cinco metros por cima da baliza); Marquinho é o menor dos culpados, pois tem que jogar a ponta-de-lança com Santana Carlos no banco (não sei qual é a desculpa, agora); Gregory é lento (partiu à frente e chegou atrás de Nené no segundo); Lionn não tem culpa (mas tem o perfil preferido de Cajuda, é jovem, não é português, não foi formado no Vitória, portanto tem lugar e oportunidades. Este jogo deu para demonstrar que Desmarets faz muita falta à equipa, mesmo não estando no melhor momento de forma .
Em grande Estou condenado a repeti-lo até à exaustão: Manuel Machado e Nené. Bruno Amaro, Mateus (merecia um golito e bem o procurou no fim da partida para desespero de Miguel Fidalgo) e Ruben Micael (quarto golo da época para o jovem, 22 anos, madeirense) também merecem um destaque.
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Receita Cajuda O treinador do Vitória estava satisfeito com a produção do Vitória até sofrer o primeiro, aparentemente. Mas com a sua reconhecida capacidade de reacção, só mexeu na equipa depois de sofrer o segundo. Para que se perceba a gravidade da questão, não sei qual foi a melhor oportunidade de golo do Vitória em toda a partida: se um remate disparatado de Assis (o primeiro do Vitória por volta da meia-hora); se um dos dois remates disparatados de João Alves (entrou para ver um amarelo na primeira intervenção); se o pior remate do Vitória da autoria de Marquinho. Foi mau, muito mau, mas Cajuda estava a gostar e só mexeu depois de sofrer o segundo.
Jogadores à deriva Andrezinho mostrou a sua coerência; é tão mau à esquerda como era à direita, com a agravante de não conseguir atacar, agora; Nuno Assis fez uma péssima exibição, incapaz de organizar contra-ataques frente a uma equipa toda balanceada para o ataque; Luis Filipe fez um centro (passou cinco metros por cima da baliza); Marquinho é o menor dos culpados, pois tem que jogar a ponta-de-lança com Santana Carlos no banco (não sei qual é a desculpa, agora); Gregory é lento (partiu à frente e chegou atrás de Nené no segundo); Lionn não tem culpa (mas tem o perfil preferido de Cajuda, é jovem, não é português, não foi formado no Vitória, portanto tem lugar e oportunidades. Este jogo deu para demonstrar que Desmarets faz muita falta à equipa, mesmo não estando no melhor momento de forma .
Em grande Estou condenado a repeti-lo até à exaustão: Manuel Machado e Nené. Bruno Amaro, Mateus (merecia um golito e bem o procurou no fim da partida para desespero de Miguel Fidalgo) e Ruben Micael (quarto golo da época para o jovem, 22 anos, madeirense) também merecem um destaque.
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segunda-feira, fevereiro 09, 2009
And now for something completely different
Desculpas Enquanto os caros leitores benfiquistas e portistas se dedicam a discutir em toda a blogosfera, em todo o país, se Hassan Yebda tem ou não o direito de atravessar o peito de um adversário com o intuito claro de fazer a palpação da axila oposta em busca de nódulos, ou se a "lei da vantagem" se aplica ou não à área como se aplica no resto do campo, isto relativamente ao único lance em que Lucho Gonzalez não caiu de cansado (o único, defende-se, em que devia ter caído), eu digo-vos que foi um verdadeiro jogo de merda, quase sem oportunidades de golo, sem velocidade, sem criatividade, com duas equipas a praticarem um futebol digno de fundo da tabela. Queixas de arbitragem num jogo desta qualidade, em que uma equipa nada fez para o ganhar e a outra, com toda a gente descansada, limitou-se a três remates de longe e a duas cabeçadas para fora, são absolutamente ridículas (como o são quase sempre).
Futebol americano Tal como o futebol que o Sporting apresentou em Alvalade. Uma verdadeira novidade táctica com que Paulo Bento nos presenteou. Foi o habitual losango a meio-campo, mas um losango especial: o losango sobrevoado. Os quatro homens do meio-campo serviram apenas para ser pressionados (sim, Izmailov serviu para um pouco mais, quando a bola lhe chegou), pois quase todo o jogo se baseou num passe para o quarterback, Anderson Polga, que lançava o esférico em busca de corredores (foi ainda mais hilariante quando Abel fazia de quarterback). Ganhar jardas foi o objectivo principal. Depois levaram um banho de bola.
Equipas a sério Tudo isto descrito acima ganha especial gravidade quando são equipas com orçamentos gigantescos, com estruturas que não têm comparação na concorrência, com uma tradição inigualável e que não conseguem fazer o que o Braga está a fazer que é aliar resultados a futebol atractivo, seja em que campo for, na Pedreira, em Alvalade ou em San Siro. Jorge Jesus prometeu e cumpriu. E com este onze: Eduardo, João Pereira, Evaldo, Moisés, Leone, Vandinho, Alan, Luis Aguiar, César Peixoto, Meyong, Renteria. Com lesões à mistura (a dupla de centrais original não é esta). Com jogadores dispensados como Roland Linz ou Andrés Madrid. Magnífico, Jorge Jesus.
O Machado Depois há o Nacional de Manuel Machado que vai dar quatro à Figueira da Foz. Estamos a falar do treinador que levou o Moreirense da segunda B à Liga, quase sempre com o orçamento mais baixo das competições e que manteve essa equipa no escalão principal por alguns anos, contra todas as probabilidades, com alguma tranquilidade. Foi o treinador que voltou a qualificar o Vitória minhoto para as competições europeias depois de alguns anos. Foi um treinador que levou o Nacional às competições europeias. E parece que está com vontade de levar novamente. A estrela da companhia é Nené, um avançado que custou 200.000 euros aos cofres do Nacional e que marcou mais dois. 200.000 euros não são os 11 milhões de Cardozo nem os 5,5 milhões por metade do passe de Hulk.
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Futebol americano Tal como o futebol que o Sporting apresentou em Alvalade. Uma verdadeira novidade táctica com que Paulo Bento nos presenteou. Foi o habitual losango a meio-campo, mas um losango especial: o losango sobrevoado. Os quatro homens do meio-campo serviram apenas para ser pressionados (sim, Izmailov serviu para um pouco mais, quando a bola lhe chegou), pois quase todo o jogo se baseou num passe para o quarterback, Anderson Polga, que lançava o esférico em busca de corredores (foi ainda mais hilariante quando Abel fazia de quarterback). Ganhar jardas foi o objectivo principal. Depois levaram um banho de bola.
Equipas a sério Tudo isto descrito acima ganha especial gravidade quando são equipas com orçamentos gigantescos, com estruturas que não têm comparação na concorrência, com uma tradição inigualável e que não conseguem fazer o que o Braga está a fazer que é aliar resultados a futebol atractivo, seja em que campo for, na Pedreira, em Alvalade ou em San Siro. Jorge Jesus prometeu e cumpriu. E com este onze: Eduardo, João Pereira, Evaldo, Moisés, Leone, Vandinho, Alan, Luis Aguiar, César Peixoto, Meyong, Renteria. Com lesões à mistura (a dupla de centrais original não é esta). Com jogadores dispensados como Roland Linz ou Andrés Madrid. Magnífico, Jorge Jesus.
O Machado Depois há o Nacional de Manuel Machado que vai dar quatro à Figueira da Foz. Estamos a falar do treinador que levou o Moreirense da segunda B à Liga, quase sempre com o orçamento mais baixo das competições e que manteve essa equipa no escalão principal por alguns anos, contra todas as probabilidades, com alguma tranquilidade. Foi o treinador que voltou a qualificar o Vitória minhoto para as competições europeias depois de alguns anos. Foi um treinador que levou o Nacional às competições europeias. E parece que está com vontade de levar novamente. A estrela da companhia é Nené, um avançado que custou 200.000 euros aos cofres do Nacional e que marcou mais dois. 200.000 euros não são os 11 milhões de Cardozo nem os 5,5 milhões por metade do passe de Hulk.
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quinta-feira, janeiro 29, 2009
Curtas
Taça quartos-de-final A maior homenagem que se pode fazer aos jogadores do Atlético de Valdevez é a festa que os jogadores do Nacional fizeram depois de Nené marcar o penalty final no desempate derradeiro. Bracalli foi o homem do jogo, com duas defesas nos penalties e outra que levou a bola à barra e ao poste aos 85 minutos de jogo. Não quero passar a imagem de que foi injusto, porque não foi: pelo menos no prolongamento, o Nacional mostrou que merecia passar. Mas a carreira dos homens do Atlético merece um enorme aplauso.
Cantinho do Vitória Com Douglas, Roberto, Santana Carlos e Cícero indisponíveis, Manuel Cajuda escolhe deixar Lucas de fora. É a negação da afirmação do futebol de formação do Vitória.
Bizarro A Bola fez renascer um sistema estatístico do mais pavoroso que existe para contrariar -não sei como, exactamente - Quique Flores. Neste estudo, em que uma assistência para golo vale 1 ponto, um passe para o homem que faz a assistência para golo vale 1 ponto e quem sofre um penalty que é convertido em golo vale 1,5 pontos, Reyes é o maior criador de golos da Liga Sagres.
Lembras-te Ricardo? Quem volta à primeira página de um jornal português (com direito a fotografia e tudo) sob a forma de memória - até porque de realidade tem pouco a mostrar - é Ricardo Quaresma, que, segundo A Bola, foi o antecessor de Reyes neste lugar destacado, nos últimos anos. Mas não havia a necessidade de contrariar alguém numa capa. Era isso, de certeza.
Link Um blog desportivo diferente que pode ser o princípio de uma vida nova para quem gosta de desporto e o vivencia apaixonadamente: o emprego desportivo.
master kodro
Cantinho do Vitória Com Douglas, Roberto, Santana Carlos e Cícero indisponíveis, Manuel Cajuda escolhe deixar Lucas de fora. É a negação da afirmação do futebol de formação do Vitória.
Bizarro A Bola fez renascer um sistema estatístico do mais pavoroso que existe para contrariar -não sei como, exactamente - Quique Flores. Neste estudo, em que uma assistência para golo vale 1 ponto, um passe para o homem que faz a assistência para golo vale 1 ponto e quem sofre um penalty que é convertido em golo vale 1,5 pontos, Reyes é o maior criador de golos da Liga Sagres.
Lembras-te Ricardo? Quem volta à primeira página de um jornal português (com direito a fotografia e tudo) sob a forma de memória - até porque de realidade tem pouco a mostrar - é Ricardo Quaresma, que, segundo A Bola, foi o antecessor de Reyes neste lugar destacado, nos últimos anos. Mas não havia a necessidade de contrariar alguém numa capa. Era isso, de certeza.
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quarta-feira, janeiro 14, 2009
Ao vivo
Enquanto o Porto está empatado no tereno do Nacional (1x1 ao intervalo, golos de Ruben Micael e Sapunaru), o Vitória ganhou o primeiro set (25 x 18) ao Budejovice, fora, na Champions League de voleibol.
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Segundo set também é do Vitória (25 x 16) e na Madeira não se vê um boi. Será que se vê alguma coisa lá em baixo?...
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2x1 Miguel Fidalgo, faltam 2 para os 90 minutos... Vitória 21 x 21 no terceiro set...
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O Nacional bateu o Porto por 2x1 (resultado final)
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3x0 para o Vitória (29x27 no terceiro set). Excelente campanha.
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Segundo set também é do Vitória (25 x 16) e na Madeira não se vê um boi. Será que se vê alguma coisa lá em baixo?...
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2x1 Miguel Fidalgo, faltam 2 para os 90 minutos... Vitória 21 x 21 no terceiro set...
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O Nacional bateu o Porto por 2x1 (resultado final)
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3x0 para o Vitória (29x27 no terceiro set). Excelente campanha.
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