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quinta-feira, janeiro 29, 2009

Curtas

Taça quartos-de-final A maior homenagem que se pode fazer aos jogadores do Atlético de Valdevez é a festa que os jogadores do Nacional fizeram depois de Nené marcar o penalty final no desempate derradeiro. Bracalli foi o homem do jogo, com duas defesas nos penalties e outra que levou a bola à barra e ao poste aos 85 minutos de jogo. Não quero passar a imagem de que foi injusto, porque não foi: pelo menos no prolongamento, o Nacional mostrou que merecia passar. Mas a carreira dos homens do Atlético merece um enorme aplauso.

Cantinho do Vitória Com Douglas, Roberto, Santana Carlos e Cícero indisponíveis, Manuel Cajuda escolhe deixar Lucas de fora. É a negação da afirmação do futebol de formação do Vitória.

Bizarro A Bola fez renascer um sistema estatístico do mais pavoroso que existe para contrariar -não sei como, exactamente - Quique Flores. Neste estudo, em que uma assistência para golo vale 1 ponto, um passe para o homem que faz a assistência para golo vale 1 ponto e quem sofre um penalty que é convertido em golo vale 1,5 pontos, Reyes é o maior criador de golos da Liga Sagres.

Lembras-te Ricardo? Quem volta à primeira página de um jornal português (com direito a fotografia e tudo) sob a forma de memória - até porque de realidade tem pouco a mostrar - é Ricardo Quaresma, que, segundo A Bola, foi o antecessor de Reyes neste lugar destacado, nos últimos anos. Mas não havia a necessidade de contrariar alguém numa capa. Era isso, de certeza.

Link Um blog desportivo diferente que pode ser o princípio de uma vida nova para quem gosta de desporto e o vivencia apaixonadamente: o emprego desportivo.

master kodro

sábado, janeiro 10, 2009

Cantinho do Vitória J14 - Tratado de banalidades

Podíamos ter ganho? Sim. Podíamos ter perdido? Sim. Dominámos? Sim. Merecemos ganhar? Não. Ou melhor, merecemos tanto ganhar, como perder, como empatar, porque esta equipa continua a trocar a bola, mas não cria oportunidades de golo em quantidade e qualidade suficiente para bater adversários que se remetem à defesa, tenham ou não qualidade. E porque ninguém faz nada para introduzir qualquer alteração táctica, sendo a mudança mais radical a troca de um lateral por um extremo passando o extremo original para lateral (ontem foi Desmarets, hoje foi Luis Filipe, que, como Desmarets ontem, estava a ser dos melhores e deixou de o ser porque foi afastado da zona de decisão, mas ainda foi a tempo de cometer erros parvos na defesa).

O jogo valeu por duas situações: pela luta entre Vidigal e Lucas, ganha pelo primeiro. Veterano contra novato, sendo este o menos culpado da sua derrota, por razões diversas, sendo a principal a sua falta de experiência, porque há quem seja absolutamente alérgico a lançar jogadores jovens; e pela exibição de Silvestre Varela, o único do Estrela que pensa para além da própria baliza e que o faz com bastante perigo.

Um longo bocejo.

ps - Para coroar uma exibição tão empolgante, nada melhor do que a ambição demonstrada pelo treinador Manuel Cajuda no fim da partida: "Acima de tudo não perdemos". Não há mais nada a dizer. A época acabou hoje.

master kodro