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sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Benfica 2 x Leixões 1

70 minutos interessantes, com manobras atacantes bem construídas, domínio claro do meio-campo e algumas oportunidades de golo, para além dos dois tentos obtidos. Cheguei mesmo a pensar que evitaríamos a tremideira final tão característica desta época, mas estava enganado. É espantoso que em dez jogos na Luz o Benfica só tenha vencido uma vez por mais do que a margem mínima (2-0 ao Sporting)...

Neste caso houve algum azar (lesão de Carlos Martins deixou Benfica a jogar com dez), mas não só o golo de Rodrigo é estupidamente consentido, como Quique tem as suas culpas, ao optar por substituições estranhíssimas: deixar em campo três avançados estando a ganhar por 2-0? Manter Aimar quando ele se encontrava com óbvios problemas físicos? Retirar os dois jogadores mais rápidos - Reyes e Di Maria - quando o Benfica jogava sobretudo em contra-ataque? É difícil perceber.

Destaque para Miguel Vítor, Luisão e David Luiz, todos a bom nível. Cardozo teve momentos péssimos, mas tem todo o mérito no segundo golo e teria marcado se Élvis não cortasse para a baliza. Também gostei de Reyes, a desequilibrar, como se lhe pede. Nota fraca para Maxi (passes falhados, marcação deficiente) e Aimar - cada vez mais uma nulidade.

katanec

domingo, janeiro 11, 2009

Benfica 1 x Braga 0

Num jogo com mais uma arbitragem inqualificável, o Benfica obteve uma importante vitória - mas não me entusiasmou nem um pouco. Os problemas estão identificados e repetem-se com uma frequência avassaladora: construção ofensiva insípida; meio-campo desgarrado e sem criatividade; sectores pouco coesos; tremideira psicológica. Junte-se a este cenário o barrete Aimar, o mau momento de Yebda e a inconsistência de Di Maria e temos a receita para uma época frágil como a deste ano.

Nem tudo foi desastroso, claro. A equipa revela capacidade de sofrimento e parece ter superado a habitual passividade. Luisão atravessa uma boa fase. Miguel Vítor cumpre com notas positivas. A garra de David Luiz ajuda muito. E Ruben Amorim, mesmo adaptado à direita, continua a brilhar. Mas verdade seja dita: sem as várias decisões favoráveis do árbitro e com um Braga menos perdulário, jamais o Benfica teria vencido este jogo.

katanec

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Cantinho do Vitória - baralhar e voltar a dar

1. A experiência de ver o jogo gravado já depois de saber o resultado final permitiu que me tivesse concentrado mais nos jogadores do que no resto, que já não era novidade. O Vitória voltou a sofrer um golo de bola parada, como sofrera dois do Rio Ave no jogo anterior, com a agravante de ter sido Katsouranis a entrar ao primeiro poste (mais longe do que o que acontece habitualmente), o que sugere que alguém não está a fazer os trabalhos de casa convenientemente. O segundo foi em contra-ataque e era mais ou menos previsível dado o cariz da partida nessa altura, um risco assumido e que era a única atitude que o Vitória poderia ter nessa fase.

2. Ter tanta posse de bola e não fazer nada de especial com essa posse de bola é aflitivo. Não há nenhuma melhoria como apregoa Cajuda. Houve um jogo, com o Rio Ave, em que conseguimos fazer contra-ataques porque o Rio Ave decidiu arriscar. Só isso. Ontem, o Vitória até fez a bola chegar às alas e à área adversária mas não causou qualquer dificuldade ao adversário. Uma oportunidade flagrante, aos 94 minutos, é um sinal do estado da coisa.

3. Não jogou a partida toda, mas eu pagava para ficar sem ele: Marquinho não me convenceu até hoje e vai ter que fazer o dobro dos outros no futuro para repensar a minha opinião. Andrezinho teve uma meia hora inicial desastrosa com vários maus passes, inclusivamente passes para trás sem oposição e inícios de contra-ataques adversários, para além de não fazer nada de especial ofensivamente. Luciano Amaral foi o mais perigoso até ao intervalo e saiu aos 45 minutos. Roberto luta mas não é Douglas. Wénio, João Alves e Fajardo (principalmente os dois primeiros) fizeram-me ter saudades da segurança de Flávio Meireles.

4. No Benfica os destaques são óbvios: Luisão e Miguel Vítor foram os mais importantes, cortando tudo o que havia para cortar.

master kodro