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domingo, dezembro 11, 2011

Beira-Mar 1 x 2 Porto

O problema de começar a defender uma vantagem mínima a 20 minutos do fim, mesmo contra um Beira-Mar que pouco mais fez do que chutar a bola para as costas da defesa portista, é que nunca se sabe quando um ressalto ou um mau alívio de um lateral improvisado (que, segundo dizem deixou a Juventus a salivar) vai parar aos pés errados. Felizmente, ao contrário do que eu tantas vezes já ouvi e li esta época (e que o jogo de Donetsk já havia indiciado), nem tudo corre sempre mal a Vítor Pereira, e o Porto segurou mesmo os 3 pontos que, sem deslumbrar, fez por merecer.

Hulk, a mais recente referência do ataque em quem Vítor Pereira confia cegamente, apesar de continuar a acreditar em Kléber (na bancada) e Walter (no banco), fez o golo da vitória, após desmarcação e finalização à ponta-de-lança. Mas eu confesso que não gosto de de o ver no centro do ataque (nem de ver Maicon no lado direito da defesa). Acho que os jogadores devem jogar nas posições deles, a não ser numa situação de recurso. É verdade que a qualidade do Incrível lhe permite render em qualquer posição do ataque, mas não foi nessa posição que ele tanto se destacou na época passada. Além disso, há que analisar o rendimento das alternativas a Hulk, nas alas. Kléber tem 6 golos marcados no campeonato e 1 na Liga dos Campeões. O que fizeram Varela e Djalma de relevante?

littbarski

segunda-feira, agosto 15, 2011

Em ritmo de pré-temporada

Um jogo emotivo, com incerteza no resultado até final, mas com erros a mais e pouco bom futebol, excepção feita a dois lances de Barrientos (o segundo dos quais desperdiçado de forma incrível) e a algumas arrancadas de Hulk, o único jogador portista capaz de desequilibrar a defesa vitoriana. Há muita gente em ritmo de pré-temporada (o que nos casos de Guarín e Falcao é normal). Kléber, por outro lado, parece ter esgotado a pontaria na pré-época. Três excelentes situações de golo desperdiçadas pelo brasileiro, a segunda das quais de forma infantil, quando tinha Hulk completamente solto para fazer o golo. A eficácia portista na hora da finalização já teve melhores dias, e esta atracção de Falcao por Madrid não irá certamente ajudar a melhorá-la.

Lendo na diagonal o que dizem os jornais desportivos, verifico que A Bola fala em mesmo filme, embora o Porto tenha vencido num terreno onde empatou a época passada, e, não podendo escrever que o penalty convertido por Hulk foi mal assinalado (ele foi inequívoco), conta a versão vimaranense. Pois.

PS - Em Barcelos, o Benfica conquistou o primeiro ponto no campeonato com a ajuda de um erro de arbitragem que deixou passar em claro um fora-de-jogo de Nolito, no lance do primeiro golo dos encarnados. Nada de mais (acontece a todos). Mas dá-me um certo gozo ver aquela diagonal que, segundo vários múltiplos benfiquistas, tantas vezes colocou os avançados portistas claramente à frente do penúltimo adversário transformar-se, de repente, numa perfeita linha paralela à linha de baliza. O encarnado faz milagres (refiro-me, obviamente, à camisola XXXL do jogador do Gil Vicente que colocou Nolito em jogo).

littbarski

sábado, fevereiro 12, 2011

Zandinga e os três

1. Terminou o prazo para as substituições da Liga Zandinga. Estão todas confirmadas. As minhas alterações foram estas: Moisés por Carriço; David Luiz por Bruno Teles; Djamal por Mossoró; Liedson por Cardozo; Toscano por Pitbull; Felipe por Gottardi. Nilson passa a titular.

2. Interessante entrevista de Carlos Pereira na Bola. Passou a acusações concretas sobre questões financeiras relativas a um negócio (pouco concretas noutros) do Porto - até agora só tinha implicado o Porto, chamando mentiroso ao presidente de outro clube, o que era manifestamente pouco. Mudou de opinião sobre o conhecimento que tinha da oferta do Porto - até a aceitou. Está tudo na FIFA, com acusações, pelo que resta esperar. Só lhe falta explicar como tencionava pagar (ou como vai pagar se lhe for dada razão). E se a forma como vai pagar é a que eu estou a pensar, se se preocupou (ou preocuparam) em informar o Atlético Mineiro sobre isso. Oxalá se resolva tudo com sentenças e não com dinheiro e empréstimos, como é habitual nos dirigentes do futebol português.

3. Também é interessante a defesa de Jorge Jesus apresentada pelo Benfica no chamado "caso Luiz Alberto". Se há caso, julgo que se devia chamar "Jorge Jesus", mas isso não é importante. Deve ser uma imposição semelhante à que exigiu que um guarda-redes não sofresse golos numa campanha publicitária. Como o alegado agredido (que tem interesse que não passe disso) disse que foi um empurrão, o que se vê, e que serviu de base à abertura do inquérito (porque ninguém viu nada, quem costuma ver bem essas coisas é João Ferreira) é irrelevante. É, no mínimo, brilhante. Tentar acalmar com um murro, então...

4. No Sporting, para além de Liedson, já não há Costinha, nem Braz. Mas há Couceiro a dizer que Costinha tinha conhecimento. Já Paulo Sérgio não tinha conhecimento, diz-se enganado. Coitado.

5. O derby de Manchester é já a seguir. Cheira-me a City.

master kodro