Não sabe fintar, nem progredir com bola no pé, treme quando está isolado e é imperfeito a cabecear. Mas também é, sem favores, um ponta-de-lança que deixa a sua marca no Sporting, em apenas duas épocas de leão ao peito. Agora com números:
Os melhores dos últimos 20 anos
Jardel: 1,08 golos por jogo
Liedson: 0,55 golos por jogo
Van Wolfswinkel: 0,51 golos por jogo
As contas são d'A Bola.
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quarta-feira, abril 03, 2013
segunda-feira, novembro 05, 2012
Cardozo e o conforto dos penalties
É fascinante como é que um post sobre um jogo, com muletas estatísticas acessórias, se transforma num Benfica x Porto na caixa de comentários, a propósito de penalties. Depois, claro, a cobrança dessa abrangente falange de polícias contra o "anti-benfiquismo", esse mal dos tempos modernos, que Luis Filipe Vieira tão bem acicata e que lhe garante maiorias esmagadoras em eleições.
Subitamente, Hulk é (foi) penalty-dependente (ou pelo menos mais do que Cardozo) e marcou muitos mais penalties do que Cardozo nos últimos dois anos. Dois, porque sim, porque foram os dois anos que Hulk foi o jogador com mais penalties no campeonato. Claro que não interessa pegar em estatísticas mais abrangentes, como a dos 3 anos em que Cardozo foi o jogador com mais penalties marcados ou como a do zerozero, que mostra os melhores marcadores de penalties no campeonato desde a época de 1985, não fosse alguém encontrar uma classificação liderada por Simão Sabrosa (28), seguido de Mário Jardel (26) e Óscar Cardozo (23), com Hulk em quinto (16). Ou descobrir que a média por ano dos dois é semelhante. Claro que é muito mais interessante comparar os dois últimos anos e o peso dos penalties nos golos de um ponta-de-lança e de um extremo.
Nestas alturas interessa pouco comparar o peso dos 26 de penalties de Jardel (e tanto se falou nos penalties de Jardel...) nos 185 golos marcados, ou os 14 de Fernando Gomes em 98 golos, ou os 12 de Paulinho Cascavel em 85 golos, ou os 12 de Nuno Gomes em 154 golos, todos eles pontas-de-lança, que estão lá essencialmente para isso, marcar golos, com os 23 penalties em 94 golos de Cardozo, cerca de um quarto dos golos marcados no campeonato. Ou comparar o peso dos penalties de Hulk com jogadores que não jogam no centro de ataque (e encontrar um padrão semelhante nestes casos).
Pode ser que os polícias continuem a não reparar que sem os 3 penalties marcados, Cardozo teria 3 golos marcados no campeonato e que Lima, por exemplo, se os tivesse marcado teria entre 5 e 8 golos na competição. Eu aposto que não vão reparar.
ps - Resta acrescentar que, sem os penalties, nem Cardozo (duas vezes), nem Hulk (uma) teriam conquistado os seus títulos de melhores marcadores do campeonato. É um conforto.
master kodro
Subitamente, Hulk é (foi) penalty-dependente (ou pelo menos mais do que Cardozo) e marcou muitos mais penalties do que Cardozo nos últimos dois anos. Dois, porque sim, porque foram os dois anos que Hulk foi o jogador com mais penalties no campeonato. Claro que não interessa pegar em estatísticas mais abrangentes, como a dos 3 anos em que Cardozo foi o jogador com mais penalties marcados ou como a do zerozero, que mostra os melhores marcadores de penalties no campeonato desde a época de 1985, não fosse alguém encontrar uma classificação liderada por Simão Sabrosa (28), seguido de Mário Jardel (26) e Óscar Cardozo (23), com Hulk em quinto (16). Ou descobrir que a média por ano dos dois é semelhante. Claro que é muito mais interessante comparar os dois últimos anos e o peso dos penalties nos golos de um ponta-de-lança e de um extremo.
Nestas alturas interessa pouco comparar o peso dos 26 de penalties de Jardel (e tanto se falou nos penalties de Jardel...) nos 185 golos marcados, ou os 14 de Fernando Gomes em 98 golos, ou os 12 de Paulinho Cascavel em 85 golos, ou os 12 de Nuno Gomes em 154 golos, todos eles pontas-de-lança, que estão lá essencialmente para isso, marcar golos, com os 23 penalties em 94 golos de Cardozo, cerca de um quarto dos golos marcados no campeonato. Ou comparar o peso dos penalties de Hulk com jogadores que não jogam no centro de ataque (e encontrar um padrão semelhante nestes casos).
Pode ser que os polícias continuem a não reparar que sem os 3 penalties marcados, Cardozo teria 3 golos marcados no campeonato e que Lima, por exemplo, se os tivesse marcado teria entre 5 e 8 golos na competição. Eu aposto que não vão reparar.
ps - Resta acrescentar que, sem os penalties, nem Cardozo (duas vezes), nem Hulk (uma) teriam conquistado os seus títulos de melhores marcadores do campeonato. É um conforto.
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sexta-feira, dezembro 03, 2010
Não há frio que aguente
Hoje, ao ver aquele manto de neve onde os jogadores portistas teriam de jogar, lembrei-me de um Rosenborg-Porto que o Porto perdeu por 2-0. Uns dias depois, encontrei o Jardel no Arrábida Shopping e perguntei-lhe o que tinha falhado. Respondeu-me: é, foi difícil, né? É, fiquei a saber o mesmo, mas pelo menos pude conhecer pessoalmente o Jardel, e ainda sobrou um tempinho para me perder nos olhos de água da Karen. Adiante. Até porque isto não tinha nada que ver com o jogo de Viena, pensava eu antes de ver o hat-trick com que Falcao fechou as contas do 1.º lugar, entregue, naturalmente, à melhor equipa do grupo. Quem sabe, sabe, deve ter pensado o Madjer, que na bancada esfregava as mãos, enquanto recordava o golaço marcado ao Peñarol, num dia tão gelado como a nevada noite de hoje (ou de ontem, caso o post congele pelo caminho). Mas não há frio que aguente, e dei comigo a pensar se será desta que o Porto regressa às grandes conquistas europeias.
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