Hoje, ao ver aquele manto de neve onde os jogadores portistas teriam de jogar, lembrei-me de um Rosenborg-Porto que o Porto perdeu por 2-0. Uns dias depois, encontrei o Jardel no Arrábida Shopping e perguntei-lhe o que tinha falhado. Respondeu-me: é, foi difícil, né? É, fiquei a saber o mesmo, mas pelo menos pude conhecer pessoalmente o Jardel, e ainda sobrou um tempinho para me perder nos olhos de água da Karen. Adiante. Até porque isto não tinha nada que ver com o jogo de Viena, pensava eu antes de ver o hat-trick com que Falcao fechou as contas do 1.º lugar, entregue, naturalmente, à melhor equipa do grupo. Quem sabe, sabe, deve ter pensado o Madjer, que na bancada esfregava as mãos, enquanto recordava o golaço marcado ao Peñarol, num dia tão gelado como a nevada noite de hoje (ou de ontem, caso o post congele pelo caminho). Mas não há frio que aguente, e dei comigo a pensar se será desta que o Porto regressa às grandes conquistas europeias.
littbarski
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sexta-feira, dezembro 03, 2010
Não há frio que aguente
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sexta-feira, setembro 17, 2010
Porto 3 x 0 Rapid
O Rapid ainda ameaçou a baliza de Helton um par de vezes, na primeira parte, mas Rolando, Falcao e Rúben materializaram o domínio portista e deram ao Porto a 8ª vitória consecutiva, com um excelente registo de 21 golos marcados e 4 sofridos.
Foi, portanto, um jogo tranquilo para o Porto, com uma exibição agradável, na segunda parte. Deu para gerir o plantel, o esforço de alguns jogadores e dar minutos de competição a outros menos utilizados, nomeadamente Castro, Walter e, segundo nos contou o comentador da SIC, Gaitán, possivelmente a pensar no clássico de domingo.
Na ausência da inspiração individual de Hulk, o momento da noite saiu dos pés de 6 jogadores portistas. Falcao insiste na direita, recua para Moutinho, que entrega no centro para Fernando, que coloca na esquerda para Álvaro Pereira. O uruguaio adianta para Moutinho (lembram-se dele na direita?), que recua de calcanhar para Rúben, que tabela com Rodríguez e finaliza com um remate indefensável de fora da área. Um golo que vale a pena rever.
Muito provavelmente, Villas-Boas tem razão, quando diz que a derrota acabará por acontecer (e até poderá surgir quando menos se esperar). But not yet.
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