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quarta-feira, janeiro 04, 2012

Play it Again, Sam # 105 Siouxsie and the Banshees

Enquanto pensava no clássico do próximo sábado, lembrei-me de outro clássico, gravado no mítico Royal Albert Hall: Nocturne, em VHS, uma excelente forma de conhecer a música de Siouxsie and the Banshees.

Parece que foi ontem (ou hoje, já não me recordo) que, durante cerca de uma hora, a banda londrina me transportou, pela primeira vez, para um mundo obscuro, bizarro e tão empolgante como as arrancadas de Hulk para a baliza adversária.

Ouvir a voz grave e autoritária de Siouxsie transformar-se num terno «please, help me», com cara de boneca prestes a saltar de uma cena de Blade Runner, é um dos momentos altos do concerto. Uma cena tão desconcertante como a facilidade com que Wolfswinkel aparece do nada e encosta para o golo.

Mais tarde, descobri que há mesmo bonecas assim, com um ar dócil e desprotegido, mas capazes de nos arrancar o coração, sem hesitar, à primeira oportunidade, nem que seja para se estatelarem a seguir no chão frio de Londres. Outras núpcias.

Não há amor à camisola, mas há, espero, música de qualidade. Let the ball spin.

Músicas: "Eve White/Eve Black", "Spellbound"
Álbum: "Nocturne", 1983
Interpretação: Siouxsie and the Banshees





littbarski

domingo, setembro 27, 2009

Desculpem, Duarte Gomes?

O Sporting entra no Dragão com um defesa-esquerdo que não joga no campeonato desde Março. Perante isto, o FC Porto faz o óbvio: carrega pela ala direita. Se Grimi é fraco e em fraca forma se encontra, pior fica quando Moutinho, colocado do seu lado, emigra constantemente para o meio do terreno, expondo perigosamente o corredor esquerdo leonino. Perante isto, o FC Porto faz o óbvio: carrega pela ala direita. A casa treme uma vez, treme duas vezes, até desabar, quando Polga, supostamente o patrão, o aço e o betão da equipa que melhor defende em Portugal, se deixa comer infantilmente por Hulk - a falta é evidente - e logo a seguir por Falcão, um sul-americano que não precisa de tempo de adaptação, ao contrário de Matigol, por exemplo, com um ano a mais de Europa.

O Sporting entra a perder no Dragão por culpa própria. O resto são tretas. Depois, arranca um boa primeira parte e pode perfeitamente igualar, embora também o FC Porto tenha oportunidades para elevar a contagem. Mas, garantidamente, a primeira parte é das melhores que me lembro do Sporting em terreno azul-e-branco.

O que mata as aspirações leoninas neste clássico é a expulsão. Culpa própria, novamente. A falta é simplesmente ridícula. Se o primeiro cartão tinha sido um erro de Duarte Gomes, o segundo, fruto de uma abordagem anedótica ao lance, é da autoria exclusiva de Polga.

kovacevic

domingo, março 01, 2009

FC Porto 0 x 0 Sporting

Num dos clássicos mais duros dos últimos tempos, são do Sporting as melhores oportunidades para marcar, nomeadamente o cabeceamento de Liedson ao poste e o momento em que Izmailov, ainda na primeira parte, com uma sobra na grande área, opta por um chapéu em vez de fuzilar a rede.

O Sporting faz um bom jogo no Dragão e um resultado cujo interesse é neste momento impossível de avaliar. Uma coisa é certa, no entanto: falta menos uma jornada para o fim e o primeiro lugar continua a quatro pontos.

kovacevic