Um adversário centra uma bola e o defesa, alto e mais bem posicionado, corta de cabeça. Normalíssimo. O extremo puxa a bola para a linha, o defesa inspira fundo lança a perna e corta para canto. Vulgar. O que é que faz um defesa ser realmente melhor do que os outros?
O que parece impossível, sem sanção dos árbitros: cortar uma bola sem lhe tocar; desequilibrar-se na direcção do adversário, que é o oposto do caminho da bola; tirar a bola a um adversário de forma limpa acertando apenas na canela ou joelho; abalroar adversários por trás; fazer carga de ombro - que supostamente deve ser de ombro no ombro - com o antebraço nas costelas dos adversários; não jogar uma bola alta, travar, impedindo o adversário de lá chegar, e ganhar um penalty com isso.
Estou a descrever lances desta época, de um currículo invejável. Se Maxi Pereira jogasse num adversário do Benfica tinha horas de videos no You Tube. Horas hilariantes. O Benfica vai ser campeão e muito o deve aos inimitáveis talentos de Maxi Pereira, aparentemente indecifráveis para o olho humano.
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domingo, abril 21, 2013
quarta-feira, janeiro 16, 2013
A entrada de Maxi
Bem vistas as coisas, não é novidade nenhuma no jogador, nem é exclusivo do Benfica, é bastante comum em equipas que se preocupam em definir quem manda nos órgãos com poder no futebol. Agora compare-se esta entrada de Maxi Pereira com a entrada que deu um cartão vermelho a Eric Dier no jogo com o Rio Ave. Compare-se tudo: ponto de contacto do corpo do defensor; intenção, possibilidade e/ou contacto com a bola; posição do ponto de contacto do defensor face ao adversário; zona de impacto da entrada no atacante.
Ficamos seriamente na dúvida se as regras são as mesmas para todos, ou se alguns sabem mais do que outros quando entram em campo, relativamente ao nível de agressividade permitido. No fim da análise da comparação acima proposta, talvez se torne mais fácil perceber as diferenças monstruosas que se estabaleceram na classificação desta época.
Ficamos seriamente na dúvida se as regras são as mesmas para todos, ou se alguns sabem mais do que outros quando entram em campo, relativamente ao nível de agressividade permitido. No fim da análise da comparação acima proposta, talvez se torne mais fácil perceber as diferenças monstruosas que se estabaleceram na classificação desta época.
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domingo, agosto 12, 2012
Afinal o Maxi é que foi agredido (pelo actor)
Quando se pensava que já estava tudo dito e escrito sobre a agressão de Luisão a um árbitro alemão, eis que a malta da propaganda lança mais uma pérola para a web:
Aparentemente, a inteligência pretende divulgar que o árbitro é que começou com os empurrões. A "vítima" foi Maxi Pereira, que se limitou, coitado, a colocar no caminho do árbitro e a impedi-lo de se dirigir no sentido do autor da falta que acabara de assinalar. Era o que mais faltava que estes alemães anti-benfiquistas pudessem deslocar-se livremente dentro das quatro linhas.
Volta a falar-se em teatro de um árbitro que foi agredido pelo ombro de um jogador de 1.90m. E se a posição dos responsáveis do Benfica não é de estranhar porque a política da casa é a da apologia da violência e dos comportamentos irresponsáveis, isto - tudo isto - demonstra tudo o que é a comunicação social portuguesa e explica tudo o que se passa nos blogs. Não há limites.
master kodro
Volta a falar-se em teatro de um árbitro que foi agredido pelo ombro de um jogador de 1.90m. E se a posição dos responsáveis do Benfica não é de estranhar porque a política da casa é a da apologia da violência e dos comportamentos irresponsáveis, isto - tudo isto - demonstra tudo o que é a comunicação social portuguesa e explica tudo o que se passa nos blogs. Não há limites.
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sábado, março 24, 2012
A palavra de Maxi e a conspiração global
"A única coisa que quero dizer é que assim é difícil ganhar. Não sei o que se passa, mas assim até perdes a vontade de jogar, pois sentimo-nos impotentes. A história é sempre a mesma e saímos daqui muito tristes".
Que Maxi Pereira se sinta impotente e/ou sem vontade de jogar, é um problema dele, de quem o treina e de quem lhe paga. Mas ele está a falar de quê, afinal?
ps - "Até que ao minuto 60 entrou outro protagonista na partida para “bloquear” o Futebol. O árbitro João Capela decidiu ser protagonista de um jogo disputado com cordialidade até a esse momento. Num lance de disputa de bola a meio-campo entre Aimar e Rui Duarte, o árbitro lisboeta viu o que mais ninguém viu e admoestou o “10” benfiquista com vermelho directo, impedindo-o de jogar nas próximas rondas (decisivas) da prova.". A conspiração global e o direito divino à agressão.
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Que Maxi Pereira se sinta impotente e/ou sem vontade de jogar, é um problema dele, de quem o treina e de quem lhe paga. Mas ele está a falar de quê, afinal?
ps - "Até que ao minuto 60 entrou outro protagonista na partida para “bloquear” o Futebol. O árbitro João Capela decidiu ser protagonista de um jogo disputado com cordialidade até a esse momento. Num lance de disputa de bola a meio-campo entre Aimar e Rui Duarte, o árbitro lisboeta viu o que mais ninguém viu e admoestou o “10” benfiquista com vermelho directo, impedindo-o de jogar nas próximas rondas (decisivas) da prova.". A conspiração global e o direito divino à agressão.
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segunda-feira, janeiro 11, 2010
Rio Ave 0 x Benfica 1
Embora a primeira parte não tenha entusiasmado (demasiadas perdas de bola, alguma lentidão no processo atacante), a vitória benfiquista foi categórica. O Rio Ave criou somente uma oportunidade de golo (e por erro de Maxi), face a um Benfica que geriu muito bem a vantagem obtida no início do segundo tempo. Registo com agrado a solidez defensiva dos encarnados, mesmo com abordagens algo permissivas dos laterais, a forma como nunca se permitiu ao Rio Ave discutir o jogo, e as rápidas transições ofensivas (com Saviola em grande neste aspecto particular). Claro que nada disto é comparável com a qualidade e consistência do Braga, mas ainda vai dando para uma igualdade pontual com os magos do Minho e uma vantagem importante em relação aos tetracampeões.
katanec
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segunda-feira, junho 08, 2009
Acidentes...
...dignos de nota: o que valeu o vermelho a Maxi Pereira por intervenção executada no futuro parceiro de plantel, Ramires; um pontapé de bicicleta de Eduardo que mandou o parceiro de selecção Daniel Fernandes para o estaleiro.
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