O Porto dispôs de oportunidades suficientes para fazer a diferença logo na primeira parte, mas Hulk e James desperdiçaram-nas - ou, se preferirem, Rúben Ferreira e Salin anularam-nas. O resultado, esse era o mesmo e só foi alterado depois de um lance infantil de Fidelis. Hulk agradeceu a oferta e não perdoou o respectivo penalty, colocando o Porto em vantagem para a segunda parte. Com a entrada de Benachour o Marítimo cresceu e foi dos pés do tunisino, após ter deixado Sapunaru e Lucho para trás, a melhor oportunidade da equipa da casa. Alguns minutos antes, Helton tinha parado um remate perigoso de Fidelis. Do lado portista, o perigo continuava a vir de Hulk: primeiro, de pé direito, já dentro da área, após um excelente passe de Lucho; depois, com uma grande jogada que deixou El Comandante com a baliza e a bancada escancaradas. Lucho escolheu a bancada. A baliza estava reservada para Hulk que, novamente de penalty, novamente inequívoco, fechou o resultado e deu ao Porto a quarta vitória consecutiva, algo inédito esta época. Merece (eu dou a música) ou não merece festa?
littbarski