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terça-feira, dezembro 07, 2010

Segundo aviso

Depois de uma primeira parte em que criou várias situações de golo e durante a qual Diego (o melhor em campo) e a barra evitaram que o jogo saísse resolvido para o intervalo, a equipa do Porto achou que já chegava e, à semelhança do que tinha acontecido no jogo com o Portimonense, desapareceu do mapa. O Vitória, que nos primeiros 45 minutos não havia criado qualquer perigo, cresceu, foi ameaçando a baliza de Helton e deixou o Dragão com o credo na boca, quando aos 89 minutos Jaílson dispôs de uma grande penalidade para empatar o jogo. Desta vez, a sorte protegeu o líder do campeonato, mas cada exibição destas, com mais ou menos desgaste a servir de atenuante, é um incentivo para a concorrência.

Registo com agrado o facto de, ao contrário do que aconteceu na Luz, onde jogou mais de uma hora em superioridade numérica e com de medo de ser goleado, Manuel Fernandes não ter hesitado em ousar discutir o resultado no Dragão. Devia ser sempre assim.

De um lado (público) e de outro (treinador do Vitória) houve queixas em relação à arbitragem. Eles que se entendam. Eu ouço (e presumo que vá continuar a ouvir, durante toda a semana) música.

littbarski