Guardiola lá se decidiu pelo Bayern, onde todos esperamos que volte a nascer a maravilha que deixou em Barcelona. Escolheu maravilhosamente bem, como é óbvio, para o que pretende - o Bayern ganhou 5 dos últimos 10 títulos alemães, 10 dos últimos 20, nos últimos 10 anos só falhou os oitavos da Champions - que ganhou em 2011 - uma vez (chegando às meias da Liga Europa), estando presente em duas finais da maior competição de clubes europeia.
Garante também outra questão essencial, que se observa analisando o actual plantel (que vai ser campeão):
Neuer, 23 anos (2.º ano no BM)
Riedmuller, 25 (5.º no BM)
Badstuber, 23 (7.º no BM)
Contento, 22 (5.º no BM)
Lahm, 29 (10.º no BM)
Boateng, 24 (2.º no BM)
Van Buyten, 34 (7.º no BM)
Tymoschuk, 33 (4.º no BM)
Luiz Gustavo, 25 (3.º no BM)
Ribery, 29 (6.º no BM)
Robben, 28 (4.º no BM)
Alaba, 20 (5.º no BM)
Schweinsteiger, 28 (12.º no BM)
Kroos, 23 (3.º no BM)
Gomez, 27 (4.º no BM)
Muller, 23 (6.º no BM)
Pizarro, 34 (7.º no BM)
Identidade, estabilidade, segurança e, dizem, 240 milhões para garantir reforços... Os que não são da casa chegam cedo; sejam alemães ou não fazem lá carreira. Tudo o que Guardiola precisa. Menos Xavi, Iniesta e Messi (ou treinar Busquets desde que este iniciou a carreira sénior). Aguardemos com ansiedade (e esperança).