Pois, para mim, a solução do caso Adrien é deixá-lo jogar. No Sporting. E dentro de um ano, connosco campeões e ele uma das novas estrelas do campeonato, provavelmente da selecção nacional, veremos se sai e para onde.
O Sporting, que não se livra de pagar ordenados ao jogador durante mais 12 meses, deve naturalmente extrair do último ano de contrato o rendimento desportivo que Sá Pinto entender adequado. E colocar todo o ónus da deserção sobre Adrien, sem lhe dar abrigo para esconder a culpa ou boicotar o grupo de trabalho, como seria um ano a treinar à parte com as baratas. No final, restará ao atleta -- aí, sim, isolado -- escolher entre o dinheiro cantado pelas putas e a honra que faz os homens de verdade.
A confirmar-se a saída, se saberá a quem dirigir a vingança.
Fria, como convém.
kovacevic
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terça-feira, agosto 07, 2012
domingo, maio 20, 2012
A-ca-dé-mi-ca!
A diferença esteve sempre na atitude e na agressividade, como tão bem o definiu Sá Pinto. 73 anos depois, a Briosa volta a conquistar o troféu, com Adrien a encher o campo e Marinho a explicar a Edinho (o que é que foi aquilo, meu?...) como se faz.
master kodro
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