A resposta é: em todo o lado (exceto no golo de Matic, onde estava só Eliseu e no sítio errado). Olho para esta seleção e vejo o que vi na Itália, um dia antes: uma manta de retalhos, com um upgrade chamado Ronaldo, mas com uma identidade menos definida, porque apesar do resultado e de uma aposta que deu certo numa individualidade, o futebol produzido pelo conjunto continua a ser sofrível. Para a Sérvia e para a Dinamarca vai chegando. Para as seleções de topo, mesmo com o melhor do mundo num daqueles dias em que os pés estão alinhados com o novo visual, chega cada vez menos.
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