As palavras têm cerca de um ano e repetem, excepto na forma, as ideias expressas há uns dias, que tanto indignaram o país e o mundo (só faltou uma reacção do Vaticano), em que há muita gente sem nada para fazer, certamente, e gente com muito pouca tolerância para formas de expressão alternativas:
"Messi or Cristiano Ronaldo? Both! They are different but both fantastic for football"
"Cristiano wants to be the general on the pitch, lay down the law and scream here I stand. Messi, on the other hand, is like a conjurer, a magician. They are both living legends of football."
Ronaldo só concordou com Blatter, quando este saiu em sua defesa na saída do Man United para Madrid. Nessa altura, o "escravo" não tinha problemas com a forma de expressão garrida do suíço.
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quinta-feira, outubro 31, 2013
sexta-feira, janeiro 30, 2009
A desfaçatez de Blatter
Deve haver poucos homens no mundo do futebol tão falsos como Joseph Blatter. É o burocrata perfeito: cinzento, cheio de truques, palmadinhas nas costas e jogadas de bastidores. Mas de quando em quando, revela a sua natureza rasteira.
Veja-se este caso do Mundial 2018: fez todos os possíveis para empurrar as candidaturas de Portugal/Espanha e Holanda/Bélgica, sabendo bem que subiria assim a fasquia do "leilão" geral. Estimulou a concorrência (a gorda, claro) e disse publicamente que gostaria muito de ver a Rússia e a Inglaterra a concorrerem (por razões futebolísticas, obviamente...). E agora que a malta das notas verdes já se chegou à frente (Qatar, Indonésia, Austrália), eis que o senhor Blatter se insurge contra as "candidaturas conjuntas". É preciso ter muita, mas mesmo muita lata.
katanec
Veja-se este caso do Mundial 2018: fez todos os possíveis para empurrar as candidaturas de Portugal/Espanha e Holanda/Bélgica, sabendo bem que subiria assim a fasquia do "leilão" geral. Estimulou a concorrência (a gorda, claro) e disse publicamente que gostaria muito de ver a Rússia e a Inglaterra a concorrerem (por razões futebolísticas, obviamente...). E agora que a malta das notas verdes já se chegou à frente (Qatar, Indonésia, Austrália), eis que o senhor Blatter se insurge contra as "candidaturas conjuntas". É preciso ter muita, mas mesmo muita lata.
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