quinta-feira, janeiro 22, 2009

Curtas

1. O Vitória perdeu, naturalmente, com os monstros do Dínamo na Champions (não sem antes voltar a roubar-lhes um set, tal como no jogo na Rússia), passando, de qualquer das formas - já se sabia - aos oitavos-de-final da competição. Magnífica, brilhante, histórica participação dos bravos do voleibol vitoriano.

2. O Jogo garante Miguel Lopes no FC Porto. Claro que não é uma aposta de sucesso garantido, mas é um retorno à política de contratar os melhores de Portugal (ou os que mais prometem), em contraponto à compra indiscriminada de sul-americanos (eslovacos e romenos...) com tudo por provar. No último jogo observado por mim, Miguel Lopes atacou à Bosingwa, mas não defendeu à Bosingwa. Compensa Meireles...

3. Também vi um anúncio de Milhazes a caminho do Vitória (não sei onde, nem tenho tempo). Saída de Mohma colmatada. Confirmando-se, não se fala mais nisso.

4. Não se esqueçam de enviar as escolhas para a Taça Astrocosmo até à hora de início do primeiro jogo da njornada deste fim-de-semana da Liga Sagres. Para o e-mail (desculpa mário rui, mas acho que não vou ter tempo para publicar quem já o fez, talvez mais logo).

master kodro

14 comentários:

Ricardo disse...

1. Sim, muito bem o Vitória. Parabéns ao clube e aos seus adeptos!

2. Não acho o Miguel Lopes um jogador capaz para um grande mas louva-se a aposta em portugueses em detrimento de Benítez e companhia.

3. É uma aposta razoável.

4. ...


Off-topic, Kodro:

Vai-se ao "Record" e a notícia de abertura é o Katsouranis a dizer "Quique fala de mal de nós". Além do "de" a mais (coisa recorrente neste jornal), verificamos que uma ida a uma escola e uma pergunta e resposta engraçadas se tornam numa frase em destaque para incendiar as massas.

Deve ser esta a campanha de que falas com tanta energia. Esta Comunicação Social sempre a bajular o Benfica, é incrível...

Kwame Ayew disse...

Acho que o FCP faz bem. Se correr mal,s empre pode ser moeda de troca noutro negócio futuro. Certamente será mais barato do que o Sapunaru. E pelo que li por aí tem sido uma das revelações do campeonato.

Quanto ao Vitória, o Milhazes não convence. Se o Vitória quer estar ao nível do Braga em termos de (permanente) aproximação aos grandes, tem que ser mais arrojado. E para isso tem que gastar mais dinheiro.

leaoconselheiro disse...

2. O Porto nunca abandonou essa política de tentar dominar o mercado nacional. Isso não quer dizer que as loucuras sul americanas parem.

São coisas diferentes.

A América do Sul é para alimentar os bolsos de empresários e dirigentes com comissões absurdas que nunca se sabem porque, na A.S. é muito mais fácil esconder o destino dos dinheiros.

Em Portugal é para dominar o mercado e, às vezes, reforçar. Miguel Lopes deve ter a sua oportunidade mas sobretudo agora não vai para um rival (Benfica que é mais precisa de laterais). Terem 50 jogadores facilita porque vai-se a um pequeno e oferece-se 3 emprestados que lhes pode salvar a época e recebe-se um reforço a preço de saldo.

Hugo Viseu disse...

Já agora, falando nisso, um limite ao número de jogadores que um clube pode ter sob contrato, já ajudava na competitividade (e "limpeza") do campeonato, não?

Cósmico disse...

Eu diria que isso é concorrência desleal, mas nada que um certo clube não tenha feito nos últimos 30 anos...

Leão de Alvalade disse...

MK:
1- parabéns pela qualificação. O caminho faz-se caminhando e para chegar a isso gatinha-se primeiro.

2- Ficam bem servidos e o miúdo tem vontade e ambição de aprender. Boa contratação.

3-Ficavam bem servidos, não sei se a ganhar em relação ao Mohma.

4- sou como o JPinto: prognósticos só depois do jogo

Fredy disse...

eu concordo com o leao naquela parte das comissoes e tal..

mas agora concorrencia desleal cosmico?? concorrencia deleal quando o benfica cada vez faz o mesmo ou até quando o Porto deve gastar paí 3 vezes mais que os outros em salários, logo tem mais custos que os outros etc?

nao será por isso concorrencia desleal o benfica gastar menos dinheiro em salarios e por isso ficar com mais dinheiro para gastar?? LOLOLOL

enfim..tentam inventar cada coisa mais ridicula..

Leão de Alvalade disse...

MK:
O problema do Vitória será do foro paranormal?
http://www.record.pt/noticia.asp?id=820505&idCanal=18

matrafisco disse...

o problema não é o número de jogadores com contracto um clube (desde que lhes pague.)
o problema é esses jogadores alinharem por equipas da mesma divisão.

ou alguém se lembra porque é que as equipas B não podiam subir de divisão?

master kodro disse...

Concordo completamente do o matrafisco. O problema resolvia-se completamente com o fim de empréstimos entre equipas da mesma divisão e não eram precisas leis inúteis que ninguém cumpre.

James disse...

E melhor, a Liga de Honra iria ficar mais competitiva porque iriam haver vários jovens valores e até alguns profissionais de certa valia.

Eu defendo um limite de 12 jogadores emprestados a equipas das Ligas Profissionais, sendo 8 sub-23 mais 4 séniores. Os empréstimos só poderiam ser feitos a equipas que não estivessem na mesma divisão.

Penso que dessa forma os clubes iriam ter mais rigor na assinatura dos contratos, e haveria menos polémicas no nosso futebol. Chega de polémicas, eu quero é que se jogue à bola.

Littbarski disse...

E por que não uma solução intermédia: um limite para jogadores emprestados (3, por exemplo) entre clubes do mesmo escalão, sendo que esses jogadores não poderiam defrontar os clubes que os emprestam? Desta forma, não haveria nenhum clube a tirar uma grande vantagem dos jogadores emprestados (que não jogam, por lesões de última hora, contra os clubes que os emprestam), estes não seriam obrigados a ir rodar para um escalão inferior e os clubes que recebem os jogadores não sofreriam um impacto tão grande, como com a solução mais radical do corte total de empréstimos entre clubes do mesmo escalão.

Littbarski disse...

Já agora, o Maisfutebol publicou, em Novembro de 2008, uma lista com os jogadores emprestados pelos três grandes.

master kodro disse...

Essa opção não acabava com a dependência entre clubes, na minha opinião, littbarski. Como exemplo, o Porto emprestava 3 ao Braga (que tinham boas possibilidades de ser as estrelas da companhia) e estes jogavam contra todos menos contra o Porto.

A impossibilidade destes empréstimos também acabava com esses contingentes de 50 jogadores que os grandes podem colocar porque os jogadores percebiam que iam acabar a jogar na segunda divisão.

Infelizmente, dado o panorama de mentalidades e desconfianças - e sópor isso - só me vejo a defender o corte radical.