O médio do Paços de Ferreira continua à espera que o seu empresário martele uma transferência. Lembrando-nos das palavras do presidente do Paços, é desde Janeiro... Mas, no Record, é "muito pretendido". Falhado o Middlesbrough, é tentar no QPR ou, em último caso, o Besiktas.
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segunda-feira, julho 22, 2013
segunda-feira, junho 17, 2013
A pouca-vergonha entre Paços e Porto e a naturalidade da contratação anunciada de Steven Vitória
A pouca-vergonha 1 A vergonha começa na escolha do estádio para disputar o playoff da Champions. Porque raio há-de o Paços de Ferreira escolher o estádio licenciado mais próximo do seu? Porque raio há-de querer jogar em casa mais próximo do local de residência dos seus sócios e adeptos, no mesmo distrito? Porque raio não disputam esta partida no Algarve, que na altura da eliminatória deve ter mais adeptos do adversário do Paços na Champions do que do próprio Paços? Uma vergonha.
A pouca-vergonha 2 A vergonha continua na escolha do treinador. Costinha, esse desconhecido do futebol mundial, que não consegue juntar 3 palavras com mais do que duas sílabas, com poucos contactos e que não conseguiu tirar o Beira-Mar com problemas financeiros do último lugar, em que já estava antes da sua chegada, vai treinar o europeu Paços. E todos sabemos onde jogou Costinha... Normal seria o Paços de Ferreira contratar um ex-treinador dos juniores do Benfica e ex-treinador da equipa-satélite do Benfica que pudesse continuar a treinar David Simão e Nélson Oliveira. Isso sim é o oposto da pouca-vergonha e de relações de dependência entre clubes, contribuindo para a transparência e verdade desportiva.
A naturalidade de uma contratação anunciada Por outro lado, do lado da luz e da transparência absoluta, em contraponto ao das trevas que assolam o futebol português, Steven Vitória, que sabe do interesse público do Benfica desde pouco antes da partida entre Benfica e Estoril para o campeonato (na qual fez uma excelente exibição), assinou, finalmente, pelo Benfica e está muito feliz. Os indignados com a pouca-vergonha entre Paços e Porto lembram que Vitória foi dos melhores em campo e esquecem que a questão não se põe do lado dos jogadores, deve por-se do lado de quem os provoca: quem as faz, naqueles momentos, sabe exactamente o condicionamento que pretende criar nos jogadores; Steven Vitória teve arcaboiço para aguentar, mas, por exemplo e em situações semelhantes, Jorge Ribeiro e Makukula falharam penalties, Vitor acabou expulso e fez-se expulsar antes de outro jogo, Jardel nem jogou.
A minha dúvida é se os indignados se esquecem. São 10 anos de propaganda a metralhar todos os adversários directos (já passou pelo Vitória, Sporting, Braga) com o apoio de pessoas importantes da comunicação social e outros meandros, logo é preciso compreender o efeito que estas campanhas têm.
A pouca-vergonha 2 A vergonha continua na escolha do treinador. Costinha, esse desconhecido do futebol mundial, que não consegue juntar 3 palavras com mais do que duas sílabas, com poucos contactos e que não conseguiu tirar o Beira-Mar com problemas financeiros do último lugar, em que já estava antes da sua chegada, vai treinar o europeu Paços. E todos sabemos onde jogou Costinha... Normal seria o Paços de Ferreira contratar um ex-treinador dos juniores do Benfica e ex-treinador da equipa-satélite do Benfica que pudesse continuar a treinar David Simão e Nélson Oliveira. Isso sim é o oposto da pouca-vergonha e de relações de dependência entre clubes, contribuindo para a transparência e verdade desportiva.
A naturalidade de uma contratação anunciada Por outro lado, do lado da luz e da transparência absoluta, em contraponto ao das trevas que assolam o futebol português, Steven Vitória, que sabe do interesse público do Benfica desde pouco antes da partida entre Benfica e Estoril para o campeonato (na qual fez uma excelente exibição), assinou, finalmente, pelo Benfica e está muito feliz. Os indignados com a pouca-vergonha entre Paços e Porto lembram que Vitória foi dos melhores em campo e esquecem que a questão não se põe do lado dos jogadores, deve por-se do lado de quem os provoca: quem as faz, naqueles momentos, sabe exactamente o condicionamento que pretende criar nos jogadores; Steven Vitória teve arcaboiço para aguentar, mas, por exemplo e em situações semelhantes, Jorge Ribeiro e Makukula falharam penalties, Vitor acabou expulso e fez-se expulsar antes de outro jogo, Jardel nem jogou.
A minha dúvida é se os indignados se esquecem. São 10 anos de propaganda a metralhar todos os adversários directos (já passou pelo Vitória, Sporting, Braga) com o apoio de pessoas importantes da comunicação social e outros meandros, logo é preciso compreender o efeito que estas campanhas têm.
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sexta-feira, abril 19, 2013
Steven Vitória no Benfica?
O Benfica quer juntar os dois melhores marcadores de penalties deste campeonato. Vamos ver se não acontece nada ao central até à 28.ª jornada do campeonato como, por exemplo, aconteceu a Vítor desde que ficou orgulhoso com a associação do seu nome a uma transferência para a Luz.
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quarta-feira, março 20, 2013
A falta de peso das camisolas
Antunes fez oito jogos no Málaga (em que se incluem 3 derrotas e dois empates) e foi à selecção. O presidente do Paços de Ferreira acha que a chamada só peca por tardia, entre outras considerações sobre o peso das camisolas. Como tantos em Portugal, mal muda de cores (ou de representante) passa a estrela.
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quinta-feira, agosto 02, 2012
O caminho certo
Claro que são jogos de preparação em que os jogadores participam libertos de pressão, mas não deixa de ser simpático que uma das principais figuras do Vitória, nesta fase, seja um jovem de 18 anos. O extremo Ricardo marcou os dois golos da vitória sobre o Paços de Ferreira, e fez a assistência para o golo de Soudani que deu a vitória sobre o Moreirense. Dêem-lhes tempo...
master kodro
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quarta-feira, julho 18, 2012
Fazer contas aos emprestados
De uma interessante troca de mensagens, sobre as vantagens e desvantagens dos empréstimos a clubes da mesma divisão, na caixa de comentários anterior, ficámos a saber várias coisas:
1. Sem o Melgarejo, o Paços de Ferreira teria feito menos 10 pontos na época passada e teria descido. Eu diria mais: se jogasse só com 10, até teria feito menos, com toda a certeza.
2. As contas dos golos do Melgarejo e os "10 pontos directos (em vitórias por um golo ou empates)":
golo 1 - 1x0 do Paços 2x1 U. Leiria
golo 2 - 1x0 do Paços 1x2 Gil Vicente
golo 3 - 1x0 do Paços 2x0 Académica
golo 4 - 1x1 do Paços 1x5 Vitória
golo 5 - 1x2 do Paços 2x5 Braga
golo 6 - 1x0 do Paços 1x1 Marítimo
golos 7 e 8 - 1x1 e 2x1 do Paços 2x1Gil Vicente
golo 9 - 1x1 do Paços 1x1 Porto
golo 10 - 1x1 do Paços 2x2 Rio Ave
Vamos ser simplistas: 3+1+3+1+1=9, que em algumas latitudes poderá ser confundido com 10. Mas também podemos experimentar pensar, mesmo no seio desta lógica simplista "sem o Melgarejo": se o Melgarejo não tivesse marcado o 1x0 do Paços 2x1 Leiria, o jogo terminaria empatado, logo seriam 8 (tens razão, Rearview, são 8). Desculpem lá, mas tenho que devolver a lata que aqui me deixaram na caixa de comentários: "Se não sabes fazer simples contas de somar não vou ser eu que te as vou ensinar."
3. Qual seria a alternativa a um mundo sem Melgarejo, esse anti-descidas insuperável? Adquirir o passe de um Baba Diawara, por exemplo, que, em 15 jogos, e seguindo uma lógica simplista "sem o Baba", valeu "14 pontos directos" e uma venda ao Sevilha. Mas nem é preciso voar até à Madeira: bastaria, num momento de loucura, adquirir um "Michel", que só valeu 5 pontos directos numa lógica simplista (na versão pensada) "sem o Michel" e uma venda ao Benfica do Melgarejo, que bastará, certamente, para adquirir outro "Michel" (ou mesmo os dois pontos directos extra de um Melgarejo).
4. E o que seria dos clubes da primeira liga sem emprestados de concorrentes, meu Deus? Olhando para os cinco últimos classificados da última temporada, pelo prisma do zerozero (que até sustenta que o Barkroth foi emprestado ao Leiria pelo IFK) podemos ficar com uma ideia:
12.º BM 3 (2 SPO, 1 BEN)
1. Sem o Melgarejo, o Paços de Ferreira teria feito menos 10 pontos na época passada e teria descido. Eu diria mais: se jogasse só com 10, até teria feito menos, com toda a certeza.
2. As contas dos golos do Melgarejo e os "10 pontos directos (em vitórias por um golo ou empates)":
golo 1 - 1x0 do Paços 2x1 U. Leiria
golo 6 - 1x0 do Paços 1x1 Marítimo
golos 7 e 8 - 1x1 e 2x1 do Paços 2x1Gil Vicente
golo 9 - 1x1 do Paços 1x1 Porto
golo 10 - 1x1 do Paços 2x2 Rio Ave
Vamos ser simplistas: 3+1+3+1+1=9, que em algumas latitudes poderá ser confundido com 10. Mas também podemos experimentar pensar, mesmo no seio desta lógica simplista "sem o Melgarejo": se o Melgarejo não tivesse marcado o 1x0 do Paços 2x1 Leiria, o jogo terminaria empatado, logo seriam 8 (tens razão, Rearview, são 8). Desculpem lá, mas tenho que devolver a lata que aqui me deixaram na caixa de comentários: "Se não sabes fazer simples contas de somar não vou ser eu que te as vou ensinar."
3. Qual seria a alternativa a um mundo sem Melgarejo, esse anti-descidas insuperável? Adquirir o passe de um Baba Diawara, por exemplo, que, em 15 jogos, e seguindo uma lógica simplista "sem o Baba", valeu "14 pontos directos" e uma venda ao Sevilha. Mas nem é preciso voar até à Madeira: bastaria, num momento de loucura, adquirir um "Michel", que só valeu 5 pontos directos numa lógica simplista (na versão pensada) "sem o Michel" e uma venda ao Benfica do Melgarejo, que bastará, certamente, para adquirir outro "Michel" (ou mesmo os dois pontos directos extra de um Melgarejo).
4. E o que seria dos clubes da primeira liga sem emprestados de concorrentes, meu Deus? Olhando para os cinco últimos classificados da última temporada, pelo prisma do zerozero (que até sustenta que o Barkroth foi emprestado ao Leiria pelo IFK) podemos ficar com uma ideia:
12.º BM 3 (2 SPO, 1 BEN)
13.º ACA 4 (1 POR, 2 SCP, 1 BEN)
14.º RA 5 (1 BEN, 2 POR, 1 NAC, 1 BRA)
15.º FEI 2 (1 SPO, 1 VG)
16.º UL 5 (4 BEN, 1 RA)
Pela amostra, parece determinante...
master kodro
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domingo, setembro 11, 2011
Luís Miguel 2 x 3 Sporting
Parece que o Sporting ganha por acaso em Paços de Ferreira, mas não há nada de casual na qualidade que permite três golos e a reviravolta. Aliás, os 75 minutos iniciais são também de total domínio leonino, com a diferença de que a defesa se mostrou incompetente e o ataque inconsequente. Um tanto à semelhança do que sucedeu diante do Olhanense, na segunda parte em Aveiro e na primeira parte frente ao Marítimo. Os maus resultados e os maus momentos em campo criaram já uma enorme pressão, mas há em Alvalade talento de sobra para montar uma equipa decente. Domingos precisa de se acalmar, rapidamente. E confiar no que está a construir. E os adeptos precisam de olhar para Rinaudo. Quem tem Rinaudo tem meia equipa.
kovacevic
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