Para Bernardo Silva, depois de um Europeu em que foi quase sempre o melhor e mais desequilibrador da selecção portuguesa. Peixe também merece uma palavra de destaque, porque conseguiu, em dois jogos extremamente difíceis, mexer na equipa com coragem, alterando completamente a produção da equipa, mesmo que em nenhum dos casos (com Espanha e Sérvia) tenha havido resultados finais postivos.