Um venezuelano emprestado pelo Granada (depois de um espanhol com a mesma proveniência), três tunisinos e um árabe emprestado pelo Mafra, que enverga camisolas com publicidade da Moticristo (a empresa administrada pelo presidente, o Cristo himself). Cheira a petróleo por todo o lado. Ou será a esturro?
Deve haver aqui uma lógica qualquer mas não devo estar a conseguir desfocar os dois olhos ao mesmo tempo, de certeza.