"Quando vê o jogador arguido aproximar-se de si, o jogador adversário afrouxa e tenta mesmo desviar o braço esquerdo, não evitando, todavia, o contacto que se faz entre a sua mão esquerda e a região abdominal do jogador arguido, registando-se então que a mão esquerda do jogador adversário esteve sempre aberta"
"Não foi o movimento do braço do jogador adversário que levou o árbitro à marcação da falta - foi, ao invés, a rasteira que o árbitro erradamente pensou ter visto aquando dos factos, que manifestamente não existe"
"O único contacto físico entre os dois jogadores verificou-se ao nível da mão esquerda do jogador adversário na região abdominal do jogador arguido, sendo este manifestamente insuficiente para justificar "a falta reflectida na intervenção técnica e disciplinar do árbitro". Em rigor, ao contrário do sustentado pelo jogador arguido quando inquirido, a sua queda nunca poderia ter ocorrido como ocorreu: para a frente e de corpo direito. O movimento do braço do jogador adversário poderia ter feito o arguido dobrar-se sobre si mesmo, caso o golpe tivesse sido violento na zona abdominal, ou mesmo projectá-lo para trás, caso tivesse atingido a zona peitoral. Nada justifica, todavia, que o arguido tivesse caído para a frente e de corpo direito já que a mão do jogador adversário está aberta, pelo que não agarra/puxa o jogador arguido"Com vídeo, para ajudar às análises sempre interessantes dos nossos leitores:
Relembra-se que o pedido de castigo foi feito pelo Benfica, por João Gabriel, em declarações à Benfica TV.
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